Bula CoronelBR - Ouro Fino

Bula CoronelBR

acessos
Metribuzin
7913
Ouro Fino

Composição

Metribuzim 480 g/L Triazinona

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pósemergência inicial). Não aplicar sobre a cultura da batata caso as plantas estejam com mais de 5 cm de altura
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pósemergência inicial). Não aplicar sobre a cultura da batata caso as plantas estejam com mais de 5 cm de altura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pósemergência inicial). Não aplicar sobre a cultura da batata caso as plantas estejam com mais de 5 cm de altura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pósemergência inicial). Não aplicar sobre a cultura da batata caso as plantas estejam com mais de 5 cm de altura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pósemergência inicial). Não aplicar sobre a cultura da batata caso as plantas estejam com mais de 5 cm de altura
Mostarda
(Brassica rapa)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pósemergência inicial). Não aplicar sobre a cultura da batata caso as plantas estejam com mais de 5 cm de altura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pósemergência inicial). Não aplicar sobre a cultura da batata caso as plantas estejam com mais de 5 cm de altura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pósemergência inicial). Não aplicar sobre a cultura da batata caso as plantas estejam com mais de 5 cm de altura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pósemergência inicial). Não aplicar sobre a cultura da batata caso as plantas estejam com mais de 5 cm de altura
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pósemergência inicial). Não aplicar sobre a cultura da batata caso as plantas estejam com mais de 5 cm de altura
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pós-emergência inicial)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pós-emergência inicial)
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pós-emergência inicial)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pós-emergência inicial)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pós-emergência inicial)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pós-emergência inicial)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pós-emergência inicial)
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pós-emergência inicial)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 120 dias. Aplicação em pré-emergência ou, preferencialmente, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura (pós-emergência inicial)
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Catirina
(Hyptis lophanta)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Gorga
(Spergula arvensis)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Mentruz
(Coronopus didymus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Mostarda
(Brassica rapa)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Serralha
(Sonchus oleraceus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Catirina
(Hyptis lophanta)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Gorga
(Spergula arvensis)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Mentruz
(Coronopus didymus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Mostarda
(Brassica rapa)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Serralha
(Sonchus oleraceus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura no plantio convencional, também pode ser usado no plantio-direto
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Catirina
(Hyptis lophanta)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Gorga
(Spergula arvensis)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Mentruz
(Coronopus didymus)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Mostarda
(Brassica rapa)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas daninhas

Frasco - Plástico - 0,1; 0,5 e 1 L
Bombona/balde - Plástico - 5,0; 10 e 20 L
Tambor - Plástico - 20; 100 e 200 L
Container: Interno - polietileno - 1000 L
Externo - maderite - 1000 L

MODO DE APLICAÇÃO:
CORONELBR deve ser aplicado na forma de pulverização. É recomendado em aplicações aéreas e terrestres visando distribuição uniforme.
Para aplicação terrestre:
Em aplicações terrestres recomenda-se uma vazão entre 200 a 400 L/ha de calda com pressão da bomba entre 40-60 lb/pol2.
O equipamento deve estar equipado com bicos 80:04 distanciados 50 cm entre si, à altura de 50 cm do alvo.
Na aplicação evitar sobreposições, pois isso causará aumento da concentração do produto acima do recomendado.
Para aplicação aérea:
Em aplicações aéreas recomenda-se utilizar um volume de calda de, no mínimo, 20 litros por hectare. A aeronave deve estar equipada com bicos leques ou D25. A altura de vôo deve ser de 2 a 4 m.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Temperatura: Máxima de 30°C.
Umidade relativa do ar: Superior a 70%.
Velocidade do vento: Máxima de 8 km/h .
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata: 60 dias.
Cana-de-açúcar: 120 dias.
Tomate: 60 dias.
Mandioca e Soja: ND.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
-Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

MINISTÉRIO DA SAÚDE - ANVISA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÁO AS INSTRUÇÓES:
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÁO INDIVIDUAL COMO INDICADO
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os eóuipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. - Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com aliçnentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por baixo do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por baixo do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APOS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção é lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tra amento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviçd médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXOCAÇÕES POR METRIBUZIM E GLICEROL
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Metribuzim Triazinona
Glicerol Álcool
Classe toxicológica: II - ALTAMENTE TÓXICO
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética:
Metribuzim
Não há dados disponíveis em humanos. Muitos estudos foram realizados com ratos, camundongos, cães e animais da fazenda. Metribuzim é rapidamente absorvido pela via oral com pico sérico após 4 horas depois de uma única administração. Há evidências que sugerem que o citocromo P450 está envolvido no metabolismo inicial. As transformações metabólicas são realizadas por diferentes vias, incluindo hidroxilação, desmetilação, oxidação e conjugação. Todos esses passos tendem a tornar os metabólitos mais-solúveis em água e aumentar a taxa de excreção pelos rins. Metribuzim e seus metabólitos são distribuídos pelos tecidos com maiores concentrações no fígado, nos rins e na tireóide, e, muito baixo, nas gônadas. Não parece haver qualquer acumulação tecidual significante. É rapidamente excretado e quase completamente eliminado dentro de uns poucos dias, principalmente através da urina e das fezes.
Glicerol:
Em humanos e animais, Glicerol foi rapidamente absorvido no estômago e intestino, distribuído no espaço extracelular e excretado. É fosforilado a alfaglicerofosfato pela glicerol quinase predominantemente no fígado e em menor proporção nos rins, e incorporado nas vias metabólicas normais para formar glicose e glicogênio. Glicerol pode ser combinado com ácidos graxos livres no fígado para formar triglicerídeos (lipogênese), os quais são distribuídos no tecido adiposo. A taxa de conversão é diretamente proporcional aos níveis plasmáticos.
Mecanismo de Toxicidade:
Metribuzim:
Há pouca informação disponível acerca do mecanismo específicode toxicidade do Metribuzim em humanos ou em outras espécies de mamíferos. As triazinonas inibem a síntese de ácido annino alifático em plantas. Esta via metabólica não existe em mamíferos e geralmente a toxicidade é baixa em estudos com animais.
Glicerol:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são bem conhecidos.
Sintomas e sinais clínicos:
Metribuzim:
Há pouca informação sobre intoxicações em humanos. Metribuzim é pouco tóxico para mamíferos por via oral e inalatória e muito pouco tóxico peta via dérmica.
Exposição aguda: pode causar vômitos. É altamente irritante para os olhos. Irritante também para nariz e faringe. A exposição inalatória pode causar irritação no nariz e na garganta, assim como náuseas e vômitos. Não causa irritação significante na pele ou sensibilização.
Em estudos em animais, empregando-se doses muito elevadas, são freqüentemente observados: lacrimejamento, salivação, vômito, tremores, ataxia, fraqueza, diarréia e freqüência respiratória elevada e/ou dificbtdade respiratória e óbito. Em intoxicações menos severas, o sintoma mais comumente induzido foi perda de peso.
Exposição Crônica: não há evidências de carcinogenicidade, teratogenicidade, neurotoxicidade retardada nem de efeitos endócrinos em humanos.
Glicerol:
Toxicidade aguda: os dados de intoxicação em humanos são muito limitados. A toxicidade para mamíferos é baixa.
Os dados provêm de estudos com animais, nos quais se observou:
Sinais e sintomas
Dérmica: Não é sensibilizante dérmico.
Ocular: Irritação muito leve (ardor, queimação)
Inatatória: Irritação leve
Oral: Irritação leve (a altas doses)
Toxicidade crônica: em seres humanos observou-se incremento de triglicéridos. Genotoxicidade, mutagenicidade: não.
Carcinogenicidade: não.
Toxicidade reprodutiva: não.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
. Obs.: Na presença de sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
. Dosagem de Metribuzim pode ser feita em amostras de sangue e urina, mas são de pouca relevância para o tratamento de emergência.
Tratamento: Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da fonte de exposição ao produto, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias para evitar aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto cornos olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição Oral:
Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto:
• Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora).
1. Dose: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de Água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano;
2. O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes. O benefício do carvão ativado também não é comprovado em pacientes que ingeriram substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária, dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância específica. Antecede a administração do carvão.
1. Considere após a ingestão de urna quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger as vias aéreas do risco de aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Controlar as convulsões antes.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após
ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração
gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
• Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente, não devendo ser evitado. Neste caso, deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Atenção: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis, se necessário através de intubação oro-traqueal, aspirar secreções e administrar oxigênio. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário; uso de PEEP pode ser requerido. Monitorar temperatura corporal e tratar, se necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite e coma, se ocorrerem. Manter observação no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Exposição !natatória:
Descontaminação: Remova o pa4ciente para um local arejado. Verifique quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie ha ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com beta- 2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral
Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9 % à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento especifico.
Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento especifico se a irritação ou dor persistir.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de (Ambú) para realizar o procedimento
• Usar PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração pulmonar
Efeitos sinergéticos: Não relatados em humanos.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN / MS)
Telefones de Emergência da empresa: 0800 701 04 50
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima. Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Formulado):
DL50 oral (ratos / fêmeas): > 300 mg/Kg p.c.
DL50 dérmica (ratos): > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória (ratos): >0,538mg/L
Irritação ocular: o produto mostrou-s -se não irritante para os olhos de coelhos
Irritação dérmica: o produto mostrou-se não irritante para a pele de coelhos
Sensibilização cutânea (Guinea pig): o produto mostrou-se não sensibilizante à pele de cobaias quando utilizado na concentração original.
Efeitos crônicos: Metribuzim:
Em estudos crônicos em animais, o tratamento com Metribuzim resultou em diminuição no ganho de peso, alterações hematológicas, bioquímicas, aumento no peso hepático e tireoidiano e óbitos. Efeitos transitórios neurocomportamentais foram observados.
Não há consenso sobre os efeitos genotóxicos. Há insuficientes informações sobre carcinogenicidade em animais.
Estudos em ratos e coelhos sugerem toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento, que foram evidenciadas peto incremento de abortos, redução do tamanho fetal na segunda geração e anormalidades nas costelas. Metribuzim é suspeito de ser desregulador endocrino.
Glicerol:
Genotoxicidade, mutagenicidade: não.
Carcinogenicidade: após administração oral de Glicerol a camundongos machos, durante 20 semanas, houve um fraco efeito de promoção na incidência de tumores pulmonares (adenomas)
Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento: não.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
[ ] - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I). [A- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
[ I- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
[ ] - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. 3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa OURO FINO QUíMICA LTDA. - telefone de Emergência: 0800 0111767.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e
coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de PÓ QUIMICO SECO (PQS), CO2 ou NEBLINA DE ÁGUA, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4 - PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos LAVAGEM DA EMBALAGEM
de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar ulverizadores dotados de ee ui sarnentos de lava em sob pressão seguir os seguintes
Lavagem sob Pressão:
rocedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento inde endente sara lava em sob ressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de ato da compra.
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva separadamente das embalagens lavadas. quando existente,
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser apliódos herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.