Bula Dessecan - Adama

Bula Dessecan

MSMA
478507
Adama

Composição

MSMA 480 g/L

Classificação

Terrestre
Herbicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Pós-emergência

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria decumbens (Capim braquiária)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Brassica rapa (Mostarda)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Cyperus rotundus (Tiririca)
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Leonurus sibiricus (Rubim)
Lepidium virginicum (Mastruço)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Setaria geniculata (Capim rabo de raposa)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Sonchus oleraceus (Serralha)
Sorghum halepense (Capim massambará)

Café

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria decumbens (Capim braquiária)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Brassica rapa (Mostarda)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Cyperus rotundus (Tiririca)
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Leonurus sibiricus (Rubim)
Lepidium virginicum (Mastruço)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Setaria geniculata (Capim rabo de raposa)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Sonchus oleraceus (Serralha)
Sorghum halepense (Capim massambará)

Cana-de-açúcar

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria decumbens (Capim braquiária)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Brassica rapa (Mostarda)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Cyperus rotundus (Tiririca)
Digitaria sanguinalis (Capim colchão)
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda de viola)
Leonurus sibiricus (Rubim)
Lepidium virginicum (Mastruço)
Portulaca oleracea (Beldroega)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Setaria geniculata (Capim rabo de raposa)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Sonchus oleraceus (Serralha)
Sorghum halepense (Capim massambará)

Embalagens: 5, 10, 20, 100, 200 e 20.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO

DESSECAN é um herbicida de pós-emergência indicado para o controle das plantas infestantes de folhas estreitas e largas nas culturas de algodão, café e cana-de-açúcar.

MODO DE APLICAÇÃO

DESSECAN deve ser aplicado em pós-emergência das plantas e com solo úmido através de equipamentos tratorizados com bicos leque. Depois de calcular a quantidade do produto a ser colocado no tanque do pulverizador, deve-se misturá-lo com um pouco de água e mexer, em seguida adicionar no tanque e completar o volume.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:

- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão: 43 dias
Café: 45 dias
Cana-de-açúcar: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

24 horas ou após a completa secagem da calda.

LIMITAÇÕES DE USO

Não aplicar o produto quando a temperatura for inferior a 21ºC, nem em dias nublados propícios a chuvas. Evite a deriva para áreas vizinhas à área de aplicação. Para as espécies Sorghum halepense, Cyperus rothundus, Sida rhombifolia e Richardia brasiliensis utilizar as doses maiores, de acordo com a cultura registrada.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle das plantas infestantes, dentro do programa de manejo, quando disponível e apropriado.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

Moderadamente corrosivo a galvanizados e alumínio.