Durdem 300 SC
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Teflubenzurom
Registro MAPA:
14226
Empresa Registrante:
CropChem |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Teflubenzurom | 300 g/L | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
Não Classificado
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Fisiológico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Algodão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Alabama argillacea (Curuquerê) | veja aqui | |||
| Ameixa | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Grapholita molesta (Mariposa oriental) | veja aqui | |||
| Amendoim | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) | veja aqui | |||
| Mocis latipes (Curuquerê dos capinzais) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Stylopalpia costalimai (Lagarta da teia) | veja aqui | |||
| Anonáceas | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Cerconota anonella (Broca das frutas) | veja aqui | |||
| Arroz | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Spodoptera eridania (Lagarta das folhas) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Aveia | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Batata | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) | veja aqui | |||
| Brócolis | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Trichoplusia ni (Trichoplusia) | veja aqui | |||
| Café | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Leucoptera coffeella (Bicho mineiro) | veja aqui | |||
| Cana-de-açúcar | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Diatraea saccharalis (Broca do colmo) | veja aqui | |||
| Canola | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Plutella xylostella (Traças das crucíferas) | veja aqui | |||
| Centeio | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Sitotroga cerealella (Traça) | veja aqui | |||
| Cevada | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Citros | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Ecdytolopha aurantiana (Bicho furão) | veja aqui | |||
| Couve | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Hellula phidilealis (Broca da couve) | veja aqui | |||
| Couve-chinesa | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Hellula phidilealis (Broca da couve) | veja aqui | |||
| Couve-de-bruxelas | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) | veja aqui | |||
| Couve-flor | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) | veja aqui | |||
| Cupuaçu | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Macrosoma tipulata (Lagarta-das-folhas) | veja aqui | |||
| Eucalipto | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Sarsina violascens (Lagarta das folhas) | veja aqui | |||
| Feijão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) | veja aqui | |||
| Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira) | veja aqui | |||
| Fumo / Tabaco | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) | veja aqui | |||
| Gergelim | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Antigastra catalaunaris (Lagarta enroladeira) | veja aqui | |||
| Girassol | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Chlosyne lacinia saundersii (Lagarta do girassol) | veja aqui | |||
| Rachiplusia nu (Lagarta da soja) | veja aqui | |||
| Maçã | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Grapholita molesta (Mariposa oriental) | veja aqui | |||
| Mamão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Erinnyis ello (Mandarová) | veja aqui | |||
| Mamona | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Maracujá | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Dione juno juno (Lagarta do maracujazeiro) | veja aqui | |||
| Marmelo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Grapholita molesta (Mariposa oriental) | veja aqui | |||
| Melão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) | veja aqui | |||
| Trichoplusia ni (Trichoplusia) | veja aqui | |||
| Milheto | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Diatraea saccharalis (Broca do colmo) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Milho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Nêspera | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Grapholita molesta (Mariposa oriental) | veja aqui | |||
| Pera | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Megalopyge lanata (Lagarta de fogo) | veja aqui | |||
| Pêssego | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Grapholita molesta (Mariposa oriental) | veja aqui | |||
| Repolho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Plutella xylostella (Traças das crucíferas) | veja aqui | |||
| Soja | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) | veja aqui | |||
| Chrysodeixis includens (Falsa-Medideira) | veja aqui | |||
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Sorgo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Diatraea saccharalis (Broca do colmo) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Tomate | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) | veja aqui | |||
| Tuta absoluta (Traça do tomateiro) | veja aqui | |||
| Trigo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Pseudaletia adultera (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Triticale | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Pseudaletia adultera (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Uva | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Eumorpha vitis (Mandarová da uva) | veja aqui | |||
| Spodoptera sp. (Lagarta militar) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 5 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 10 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 20 L |
INSTRUÇÕES DE USO:
DURDEM 300 SC é um inseticida pertencente ao grupo químico das benzoiluréias (inibidores da biossíntese de quitina tipo 0 em lepidópteros) que atuam como regulador de crescimento inibindo a síntese bioquímica da quitina, que é o principal componente do exoesqueleto ou cutícula do inseto. A exigência de quitina é maior durante o processo de mudança de pele, portanto quando as lagartas entram em processo de muda de pele não são capazes de sintetizar a cutícula e morrem em poucos dias, sendo as lagartas mais jovens as mais sensíveis. Para se obter um ótimo controle, deve-se aplicar DURDEM 300 SC no início da infestação da praga. Fêmeas adultas expostas ao DURDEM 300 SC podem sobreviver e geralmente seus ovos são inférteis, diminuindo progressivamente a população e auxiliando em vários aspectos no controle de pragas de significativa importância econômica nas culturas da bula.
MODO DE APLICAÇÃO:
DURDEM 300 SC é um inseticida fisiológico que age diretamente nos reguladores de crescimento dos insetos e ácaros atuando na formação da quitina e interferindo no processo de muda ou ecdise onde os melhores resultados são obtidos quando o produto é aplicado sobre as lagartas jovens até 4° ínstar, em pleno processo de crescimento. Por conseguinte, a constatação da mortalidade das pragas demanda um certo espaço de tempo, atingindo a melhor eficiência num prazo de até 4 dias após a aplicação, mesmo sabendo que as pragas paralisam o processo de alimentação logo após a ingestão dos produtos.
PREPARO DA CALDA: o responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto, conforme dose recomendada na tabela CULTURAS/
PRAGAS / DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.
- EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
APLICAÇÃO TERRESTRE:
O equipamento de pulverização costais e/ou tratorizados deverão ser adequados para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Utilizar gotas de classe Média (M). Utilizar volume de calda constante no item “NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA” para cada cultura. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
A pressão de trabalho e o tipo de pontas de pulverização deverão ser selecionados em função do volume de calda e da classe de gotas, utilizando sempre a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva. Para determinadas culturas que utilizarem equipamentos específicos o tamanho das gotas pode ser ajustado e adequado de acordo com cada situação.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo. O produto deve ser aplicado sempre quando o NC (nível de controle) da praga estabelecido pelo MIP (manejo integrado de pragas) for atingido ou na constatação de altas infestações na área de cultivo.
As maiores doses devem ser utilizadas em altas pressões da praga e/ou em estádios vegetativos avançados da cultura, bem como os volumes de calda recomendados.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para flexibilizar caso necessário a aplicação mediante uso de tecnologia adequada.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÕES TERRESTRES:
Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30ºC;
Umidade relativa do ar (UR): acima de 50%;
Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
Aplicar nas horas mais amenas do dia (manhã e fim da tarde).
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
APLICAÇÃO AÉREA: Utilizado para as culturas de Soja e Algodão.
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC.
A altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada. O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental. A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidas na operação sejam expostos ao produto.
Deve-se utilizar gotas de classe Média - M. Utilizar vazão de 30 - 50 L/ha ou 10 – 30 L/ha quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).
O número de bicos utilizados deve ser o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme, os mesmos devem ser escolhidos de acordo com as classes de gotas recomendadas acima, sendo que devem orientados de maneira que o jato esteja dirigido para trás, no sentido paralelo a corrente de ar.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÃO AÉREA:
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
- Umidade relativa do ar: acima de 50%;
- Velocidade do vento: mínimo 5 km/hora; máximo 10 km/hora;
- Temperatura: igual ou inferior a 30ºC;
Caso haja a presença de orvalho, não há restrições nas aplicações com aviões; porém, deve-se evitar aplicações com máquinas terrestres nas mesmas condições, ou seja, a presença de orvalho na cultura.
RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO AÉREA:
- Evitar as condições de inversão térmica.
- Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
- Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do micronair.
- Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
LIMPEZA DE TANQUE:
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
- Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
NÃO entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
- Não aplicar o produto na presença de ventos fortes;
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Fitotoxicidade: desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida DURDEM 300 SC pertence ao grupo 15, inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0, Lepidoptera e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do produto como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 15. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar DURDEM 300 SC ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas do produto podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do DURDEM 300 SC, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das Benzoiluréias não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do produto ou outros produtos do Grupo 15 quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações de uso e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRACBR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
GRUPO 15 INSETICIDA