Bula Fagot - Bayer

Bula Fagot

acessos
Trifloxystrobin + Cyproconazole
5903
Bayer

Composição

Ciproconazol 80 g/L Triazol
Trifloxistrobina 187.5 g/L Estrobilurina

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico, Mesostêmico

Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - 40 a 45 dias. 30 dias. Preventiva, dezembro
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - 40 a 45 dias. 30 dias. Preventiva, dezembro
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 30 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. hordei)
0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Reaplicar se necessário. 30 dias. Aparecimento dos primeiros sintomas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Preventiva na fase reprodutiva da cultura
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Preventiva na fase reprodutiva da cultura
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Preventiva, na fase reprodutiva da cultura
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Nível de infecção atingir no máximo 20 % da área foliar da planta
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 30 dias. Após o aparecimento dos primeiros sintomas
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - - 30 dias. Após aparecimento dos primeiros sintomas

Conteúdo: 1; 5; 10; 20; 100; 200; 500 e 1.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

FAGOT é um fungicida mesostêmico e sistêmico aplicado nas culturas: café, cevada, soja e trigo.
Em café, utilizar a maior dose (0,6 l/ha) em lavouras com média/alta carga pendente (>25 sacas/ha) ou em lavouras com plantas adultas e com alto grau de enfolhamento.
Em cevada, para o controle de ferrugem, utilizar a maior dose (0,5 l/ha) em cultivares com maior suscetibilidade à doença ou em condições muito favoráveis ao desenvolvimento das doenças.
Em soja, para o controle de ferrugem, crestamento-foliar e septoriose, utilizar a maior dose (0,4 l/ha) na ocorrência conjunta de condições muito favoráveis aos fungos (alta umidade, temperatura ideal, alta pressão de infecção e cultivares muito suscetíveis).
Em trigo, para o controle da ferrugem, a maior dose deve ser utilizada em cultivares com maior sensibilidade à doença, ou em situações onde as condições climáticas forem mais favoráveis à ocorrência da doença.


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Em café, para o controle ao mesmo tempo de ferrugem e mancha-de-olho-pardo, fazer 3 aplicações durante o período crítico das referidas doenças. A primeira aplicação deve ser feita preventivamente em dezembro, na fase de “chumbinho” e, a partir daí, em intervalos de 40 - 45 dias deve-se repetir a segunda e a terceira aplicações.
Em cevada e trigo, começar o monitoramento das doenças a partir da fase de afilhamento e iniciar controle após o aparecimento dos primeiros sintomas de oídio ou ferrugem-da-folha. A partir de 15 dias após a aplicação, continuar o monitoramento da lavoura e, em condições propícias ao reaparecimento das doenças, promover uma segunda aplicação, quando necessário.
Em soja, para o controle ao mesmo tempo de ferrugem, crestamento-foliar e septoriose, realizar 2 aplicações preventivas, ambas na fase reprodutiva da cultura. Em lavouras semeadas até final de outubro, fazer a primeira aplicação no início da formação de grãos (R5.1) e a segunda, na fase de “meia granação” (R5.3). Em lavouras semeadas a partir do início de novembro, deve-se antecipar as 2 aplicações, sendo a primeira na fase de “canivetinho” (R3) e a segunda no início de formação de grãos (R5.1). Para o controle de oídio, a aplicação deve ser feita quando o nível de infecção atingir, no máximo, 20% da área foliar da planta.




MODO DE APLICAÇÃO:

A dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre: pulverizadores costais (manual, pressurizado ou motorizado), ou tratorizados com barra. Os equipamentos devem ser dotados com bicos de jato cônico vazio da série “D” ou similar, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micra, e densidade acima de 200 gotas/cm2. Em soja recomenda-se o volume de calda de 200 l/ha. Em café, utilizando-se atomizadores, o volume de calda necessário é de 250 – 500 l/ha. Nas culturas de trigo e cevada, recomenda-se o volume de calda de 200 l/ha. Para pulverização com aeronaves agrícolas na cultura da soja, utilizar barras equipadas com bicos de jato cônico vazio da série “D” ou similar, com a combinação adequada de difusor (core), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 80 gotas / cm2. Recomenda-se o volume de 30 – 40 l/ha de calda, altura de vôo de 2 – 3 m do alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15 – 18 m.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Café, Cevada, Soja, e Trigo.......................................................................................30 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:

O produto não é fitotóxico para as culturas de café, cevada, soja e trigo nas doses e condições recomendadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Vide Dados Relativos à Saúde Humana.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:

Vide item: MODO DE APLICAÇÃO

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

Vide Dados Relativos ao Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

Vide Dados Relativos ao Meio Ambiente.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Vide Dados Relativos ao Meio Ambiente.

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Este produto é:
# Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
# Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
# Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
# Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equílibrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

Para as culturas que, durante o ciclo, exigem um elevado número de aplicações, recomenda-se:
• realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, visando prevenir o aparecimento de fungos resistentes e prolongar a vida útil dos fungicidas na agricultura; utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados na bula;
• incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados;
• consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações locais para o manejo de resistência.