Bula Gallaxy 100 EC

acessos
Novaluron
4000
Adama

Composição

Novaluron 100 g/L Éter difenílico

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão, Fisiológico inibidor da síntese de quitina
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
30 a 50 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 dias. 7 dias. A maior ocorrência dessa praga é de setembro a março
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
100 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. 93 dias. O produto pode ser aplicado quando for constatado 2 lagartas por planta ou 25% de desfolha do ponteiro
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 a 250 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. 93 dias. A pulverização deverá ser feita quando houver de 10 a 12% de botões florais atacados por lagartas, repetir sempre que a infestação atingir esses níveis
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
200 a 300 mL p.c./ha 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. 7 dias. Aplicar logo após constatar a presença da praga na lavoura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
250 a 300 mL p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 15 dias. 21 dias. O nível de controle dessa praga varia de acordo com a época de ocorrência. Assim, em locais onde os ataques ocorrem no período seco (julho, agosto) o controle deverá ser iniciado quando for constatada a presença da praga na lavoura
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
100 a 150 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias. 7 dias. A época adequada para o controle é quando for encontrada uma intensidade de infestação igual ou superior a 6% de larvas sobre as folhas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
300 a 400 mL p.c./ha 2000 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 15 dias. 14 dias. O produto deve ser aplicado em pomares logo no início da infestação
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
250 a 300 mL p.c./ha 2000 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 15 dias. 14 dias. Iniciar a aplicação no início das brotações e também quando há a detecção das primeiras posturas ou larvas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
50 a 75 mL p.c./ha 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 14 dias 21 dias. A aplicação deve ser feita quando for constatada a presença de lagartas na lavoura
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
100 a 150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 14 dias 21 dias. A aplicação deve ser feita quando for constatada a presença de lagartas na lavoura
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta enroladeira
(Bonagota cranaodes)
50 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 dias. 3 dias. Essa praga tem como principal característica o ataque das folhagens e dos frutos em fase de maturação se alimentando da casca e da polpa e o inutiliza para comercialização, ficar atento depois do mês de setembro, onde o índice de infestação aumenta
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
40 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 dias. 3 dias. A aplicação deve ser feita no início da infestação da praga, tendo em vista que a mesma ataca os ponteiros novos e os frutos da macieira, por isso a pulverização deve ser focada nessas regiões
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
30 a 50 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 dias. 3 dias. A maior ocorrência dessa praga é de setembro a março
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
150 mL p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 20 dias. 83 dias. O nível de controle dessa praga é de 20% de plantas com folhas raspadas, até o 30º dia após o plantio, e de 10% de plantas com folhas raspadas do 40º ao 60º dia
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
30 a 50 mL p.c./100L água 80 a 800 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 dias. 3 dias. A maior ocorrência dessa praga é de setembro a março
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
40 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 20 dias. 7 dias. A aplicação deve ser feita no início da infestação da praga, tendo em vista que a mesma ataca os ponteiros novos e os frutos da macieira, por isso a pulverização deve ser focada nessas regiões
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
40 a 50 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 dias. 3 dias. A aplicação do produto deve ser iniciada quando for constatada a presença da praga na lavoura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
50 a 75 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 21 dias. 53 dias. A aplicação deve ser feita nos seguintes casos: 1º caso: antes da floração se houver uma destruição de 30% ou mais da área foliar com 40 lagartas grandes (1,5 cm) por amostragem e, 2° caso: após a floração até o desenvolvimento das vagens se houver 15% ou mais de desfolhamento com 40 lagartas grandes (1,5 cm) por amostragem
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
60 a 80 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 dias. 7 dias. As pulverizações devem ser iniciadas quando os frutos estiverem pequenos, aplicando o produto principalmente no local da postura, ou seja, nas sépalas
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
20 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 dias. 7 dias. A aplicação do produto deve ser iniciada quando for constatada a presença de adultos na lavoura
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
75 a 100 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 15 dias. 14 dias. Fazer aplicação quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou os sintomas de ataque nas folhas
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
50 a 75 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 15 dias. 14 dias. Fazer aplicação quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou os sintomas de ataque nas folhas

Frasco Plástico tipo PET de 100 mL, 200 mL, 250 mL, 500 mL, 1 L e 5 Litros.
Bombonas de Plástico rígido de 10 L, 20 L, 50 L, 100 L e 200 Litros.
Frasco Plástico/Metálico de 0,10; 0,20; 0,25; 0,30; 0,40; 0,50; 0,60; 0,80; 1,0; 1,2; 1,5; 1,6; 1,8; 2,0 e 2,2 L.
Balde Metálico de 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 40 e 50 L.
Bombona de Plástico de 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 40; 50; 100 e 200 L.
Tambor Plástico/Metálico de 50; 100; 150; 200; 250; 300; 400 e 500 L
Container Plástico/Metálico de 500; 1000; 2000; 5000; 1000; 15000; 2000; 25000 e 30000 L.
Tanque Metálico/Fibra de Vidro de 500; 1000; 2000; 5000; 1000; 15000; 2000; 25000 e 30000 L.
Isocontainer Plástico/Metálico de 500; 1000; 2000; 5000; 1000; 15000; 2000; 25000 e 30000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
O GALLAXY 100 EC é um inseticida fisiológico recomendado para o controle das pragas nas doses e culturas abaixo relacionadas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para as culturas de algodão, milho e soja, realizar uma aplicação. Reaplicar se o nível populacional das pragas atingirem novamente o nível de controle. Para a cultura do tomate, realizar aplicações semanais, a partir do início da infestação da praga.
Outros parâmetros relativos a tecnologia de aplicação devem ser seguidos conforme recomendações do Eng. Agrônomo responsável pela assistência técnica.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser aplicado na parte aérea das plantas (pulverização foliar).
Na cultura do ALGODÃO, aplicar o produto quando for constatado 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha do ponteiro.
Na cultura da SOJA iniciar a aplicação quando for constatado 40 lagartas maiores que 1,5 cm/amostragem.
No MILHO, iniciar a aplicação quando for constatado o sintoma de “folhas raspadas” no cartucho das plantas.
Na cultura do TOMATE iniciar a aplicação quando for constatado a presença da praga na lavoura.

MODO DE APLICAÇÃO:
O GALLAXY 100 EC deve ser aplicado através de de pulverizadores costais ou tratorizados, equipados com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico, proporcionando uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas.

VOLUME DE CALDA/HECTARE:
Algodão: 200 L/ha; Milho: 300 L/ha ; Soja: 120 L/ha ; Tomate: 1000 L de calda/ha.

MODO DE APLICAÇÃO:
O GALLAXY 100 EC deve ser aplicado através de de pulverizadores costais ou tratorizados, equipados com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico, proporcionando uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:Algodão: 93 dias, Milho: 83 dias, Soja:53 dias, Tomate: 7 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Logo após a secagem da calda de pulverização nas folhas.

LIMITAÇÕES DE USO:
Para as culturas e doses recomendadas não há fitotoxicidade.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

MANUSEIO DO PRODUTO: Use Protetor Ocular: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca: Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use Luvas de Borracha: Produto levemente irritante para a pele. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos: Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho troque e lave suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito. Remova com lavagem gástrica ou purgantes e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água ou solução salina normal em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Pele: Remova as roupas e sapatos contaminados. Lave a pele com água e sabão em abundância e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, a bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: Procure lugar arejado e faça respiração artificial se necessário. Recorra a auxílio médico levando a embalagem, rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Mecanismo de ação: Não há estudos em seres humanos com o novaluron. Em estudos com animais de laboratório o produto não apresentou ação específica em nenhum sistema fisiológico. Absorção: Os resultados demonstraram que o novaluron é muito pouco absorvido após administração oral e sua distribuição ocorre no tecido adiposo, fígado, bile e rins, principalmente como molécula inalterada (novaluron). Estudo de exposição dermal em animais de laboratório com doses repetidas demonstrou que o produto é muito pouco absorvido pela pele. Excreção: Os estudos demonstraram que o produto foi excretado rapidamente e inalterado nas fezes e urina, sendo aproximadamente 95% do produto é excretado pelas fezes. A excreção pela urina é mais lenta e de aproximadamente 5%. Após 72 horas da administração, os níveis de concentração do produto no plasma, sangue e tecidos foram reduziram à aproximadamente metade daquela atingida 5 horas depois da administração.

EFEITOS AGUDOS: Não há casos conhecidos de intoxicação para o ser humano. Em estudos com animais de laboratório, o produto demonstrou ser de baixa toxicidade quando avaliado os seguintes parâmetros: Dose letal oral e dermal é pouco tóxico; irritabilidade dermal: causou uma leve irritação e Irritabilidade ocular: não é irritante. Quando os animais foram submetido à altas doses, foram observados sintomas como: letargia, diminuição da freqüência respiratória, urina de coloração mais clara, palidez nas extremidades, diarréia, e aumento da salivação.

EFEITOS CRÔNICOS: Não há casos conhecidos de efeitos crônicos sobre o ser humano. Experimentos realizados com animais de laboratório, (ratos, camundongos, cães e coelhos), o produto não apresentou atividade mutagênica, carcinogênica ou teratogênica. No estudo em ratos, com altas doses de 700 e 20000 ppm foram observadas alterações hematológicas (hemoglobina e eritrócitos). Não ocorreu qualquer alteração bioquímica no plasma sangüíneo e na composição da urina.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Realizar tratamento sintomático, administrando terapia de suporte.

ANTÍDOTO: A critério médico, utilizar antídotos de ação ampla, que modifique a toxicocinética ou toxicodinâmica do produto, como carvão ativado (adsorção digestiva) e purgativos salinos (catarse).

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas:
- Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga..
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
- Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.