Bula Guapo

acessos
Cresoxim-Metílico + Epoxiconazol
8509
Adama

Composição

Cresoxim-Metílico 125 g/L Estrobilurina
Epoxiconazol 125 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
1000 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 15 dias. 14 dias As pulverizações devem ser realizadas quando aparecerem os primeiros sintomas
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia oryzae)
750 a 1000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 14 a 20 dias. 45 dias Iniciar as aplicações preventivamente no final do emborrachamento ou quando aparecerem os primeiros sintomas, devendo realizar a segunda aplicação conforme as condições climáticas forem favoráveis
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
750 a 1000 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 14 a 20 dias. 45 dias Iniciar as aplicações preventivamente no final do emborrachamento ou quando aparecerem os primeiros sintomas, devendo realizar a segunda aplicação conforme as condições climáticas forem favoráveis
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
600 a 800 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 45 dias. 45 dias Iniciar a aplicação quando for constatado 5% das folhas infectadas ou preventivamente entre dezembro/janeiro, se necessário, a segunda e a terceira aplicações deverão ser realizadas em intervalos de 45 dias
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Drechslera teres)
600 a 800 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias. 30 dias Iniciar as aplicações quando surgirem os primeiros sintomas ou no máximo 5% da área foliar estiver atacada pela doença
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
600 a 800 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias. 30 dias Iniciar as aplicações quando surgirem os primeiros sintomas ou no máximo 5% da área foliar estiver atacada pela doença
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias. 14 dias Realizar aplicações preventivas a partir do estádio R1 (início do florescimento)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias. 14 dias Realizar aplicações preventivas a partir do estádio R1 (início do florescimento)
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
600 a 800 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias. 30 dias Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento quando surgirem os primeiros sintomas ou quando as doenças alcançarem 5% da área foliar
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
600 a 800 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias. 30 dias Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento quando surgirem os primeiros sintomas ou quando as doenças alcançarem 5% da área foliar
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
600 a 800 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias. 30 dias Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento quando surgirem os primeiros sintomas ou quando as doenças alcançarem 5% da área foliar
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
600 a 800 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias. 30 dias Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento quando surgirem os primeiros sintomas ou quando as doenças alcançarem 5% da área foliar

Frasco metálico e plático (com ou sem saco hidrossolúvel:
0,25; 0,5; 0,6; 0,8; 1,0; 1,2; 1,5; 1,6; 1,8; 2,0 e 2,2L.

Bombona/balde metálico e plástico:
2,0; 2,2; 2,4; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30; 40 e 50L.

Tambor metálico e plástico:
20, 25, 30, 50, 100, 150, 200, 250, 400 e 500L.

Container interno - polietileno / externo - maderite:
1.000L

Tanque portátil metálico:
500, 1.000, 1.500, 2.000, 2.500, 3.000, 4.000, 5.000, 10.000, 15.000 e 20.000L.

Sacos hidrossolúveis:
0,25; 0,5; 1,0; 1,5 e 2,0.

Sacos plástico:
0,25; 0,5; 1,0; 1,5 e 2,0.

INSTRUÇÕES DE USO:

GUAPO é um fungicida com modo de ação sistemico e de contato dos grupos químicos Estrobilurina (Cresoxim-metilico) e Triazol (Epoxiconazol), indicado para o controle de doenças nas culturas de algodão, café, cevada, soja e trigo.

DOENÇAS CONTROLADAS E DOSES: Vide seção "Indicações de uso/doses".

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Algodão: Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 15 dias.
As pulverizações devem ser realizadas quando aparecerem os primeiros sintomas.

Café: Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 60 dias.
Iniciar a aplicação, quando for constatado 5% da folhas infectadas. A primeira aplicação com a dose de 600 mL/ha do produto deverá ser realizada em dezembro/janeiro e a segunda aplicação deverá ser realizada 60 dias após a primeira, e assim aplicando somente a dose de 400 mL/ha. A área pulverizada deve ser monitorada e reaplicar somente quando a infecção reaatingir o nível acima descrito.

Cevada: Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias.
Iniciar as aplicações quando no máximo 5% da área foliar estiver atacada pela doença e repetir a aplicação quando este nível for atingido novamente.

Soja: Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias.
Doenças de final de ciclo (Crestamento-foliar e Mancha-parda): Fazer aplicações preventivas a partir do estádio R1 (início do florescimento).
Ferrugem-asiática-da-soja: O controle da ferrugem deve ser preventivo, utilizando a dose de 500 mL/ha, sendo iniciado quando as condições climáticas forem favoráveis: chuvas bem distribuídas com longos períodos de molhamento, presença freqüente de orvalho pela manhã e temperatura variando entre 18° a 28°C; e, quando detectada a ferrugem na região, visto que sua disseminação é feita principalmente através do vento.
O monitoramento da doença é recomendado a partir da emissão das primeiras folhas no estádio vegetativo, uma vez que a doença pode ocorrer em qualquer estádio fenológico da cultura. Deve-se intensificar o monitoramento nas semeaduras mais tardias, nos estádios críticos de pré-florada e no início dos estádios reprodutivos, e quando detectada a ferrugem na região.

Trigo: Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias.
Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento quando surgirem os primeiros sintomas ou quando as doenças alcançarem 5% da área foliar.

MODO DE APLICAÇÃO:

O produto pode ser aplicado através de pulverizadores costais ou tratorizados, equipados com pontas de pulverização que proporcionem uma vazão apropriada para cada cultura. Para a cultura do café o equipamento adequado para a aplicação terrestre tratorizada é um atomizador com lança de 4 a 6 metros de altura, assim como também poderá ser utilizado um atomizador costal, obedecendo as mesmas condições de aplicação indicadas.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, consulte um Engenheiro Agrônomo.

Aplicação Terrestre:
Bicos: pontas de pulverização de jato cônico.
Pressão: 30 lb/pol2.
Tamanho de gotas: 100-200 micrômetros.
Densidade de gotas: maior que 70 gotas/cm2.

Preparação da calda:
• Agitar a embalagem do produto antes de usar.
• Colocar 1/3 do volume do pulverizador com água;
• Colocar a dose recomendada do produto;
• Completar com água até o volume desejado de calda;
• Manter sempre a calda em agitação durante o preparo e aplicação do produto, devido às características da formulação (suspensão concentrada).

Condições climáticas:
• Não aplicar com temperaturas altas (maiores que 30º C);
• Velocidade do vento entre 3,0 a 5,0 km/h;
• Umidade relativa do ar mínima de 50%.


INTERVALO DE SEGURANÇA:

Algodão:14 dias.
Café:45 dias.
Cevada:30 dias.
Soja:14 dias.
Trigo:30 dias.

LIMITAÇÕES DE USO:

Para as culturas, doses e recomendações técnicas sugeridas, o produto não apresenta limitação de uso.
Fitotoxicidade: Para as culturas e doses recomendadas não há fitotoxicidade.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVUDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental,
máscara, óculos e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas usando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator, aplique o produto contra o vento.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPl: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize s equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcançe de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas anda vestidas para evitar contaminação.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

INTOXICAÇÕES POR CRESOXIM-METÍLICO e EPOXICONAZOL

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:
Estrobilurina (Cresoxim-Metílico)
Triazol ( Epoxiconazol)

Classe toxicológica:
III - Mediamente Tóxico

Vias de Exposição:
Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética:
Cresoxim-Metílico: Absorção e Excreção: Em animais de laboratório o cresoxim-metílico é absorvido pelo trato gastrintestinal, metabolizado pelo fígado e seus metabólitos são excretados através da urina, bile e das fezes. Não há acúmulo da substância nos tecidos e órgãos. Epoxiconazol: Absorção: O produto él absorvido através das vias digestivas, respiratória e dérmica. Excreção: O produto é rapidamente excretado pelas fezes. Não há um metabólito principal, porém uma série de metabólitos menores foi identificada. As reações mais importantes são clivagem do anel oxirane, hidroxilação do anel aril fenil e conjugação. Dados de metabolismo em ratos mostram que epoxiconazol é extensivamente metabolizado após dosagens únicasl de 3 mg/kg (dose baixa) ou 100 mg!kg (dose alta) ou dosagem múltipla (3 mg/kg!dia por 14 dias)'l Aproximadamente 30 diferentes metabólitos foram identificados e a via predominante de excreção foram! fezes, seguido por excreção biliar e urinária. Dados farmacocinéticos em ratos, usando o mesmo regime dei dosagem identificado acima, mostram que a meia-vida para epoxiconazol em plasma é aproximadamentel Sh para a dose baixa e aproximadamente 30h para a dose alta, sugerindo alguma possível saturação dei absorção em níveis mais altos de dose. Estes experimentos envolveram C14 radiomarcado no primeirol carbono do anel oxirane de epoxiconazol. Portanto, não foi determinado se o triazol livre foi uml metabólito. Epoxiconazol é considerado um potente indutor do sistema enzimático hepático citocromol P450, tendo sido observado em estudos de exposições variadas (dose, tempo) o fígado como principal órgão- alvo.

Mecanismo de Toxicocidade:
Cresoxim-metílico: Mecanismos de ação: Atua como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndriais das células dos fungos inibindo a formação de ATP. Não há mecanismo de ação descrito para humanos.
Epoxiconazol: Mecanismos de ação: Inibidor da síntese do ergosterol em vegetais.

Sinais e sintomas clínicos:
Exposição Aguda: Ainda não foi preparada uma publicação específica acerca dos efeitos clínicos de indivíduos expostos a esses agentes. As recomendações seguintes pertencem à avaliação geral dei indivíduos expostos a compostos químicos potencialmente tóxicos. Avaliação Geal: A) Indivíduosl expostos devem ser submetidos a uma avaliação minuciosa do histórico clínico e exarnes físicos que indentificar qualquer anormaalidade. B) A exposição a substâncias. qUlmlcas com odor forte frequentemente resulta em sintomas não especificas: dor de cabeça, vertigem, fraqueza e nausea. C) Irritação - Muitas substâncias químicas causam irritação dos olhos, pele e trato respiratório. Também é possível a ocorrência de irritação ou queimaduras do esMago ou trato gastrintestinal após ingestão de compostos irritantes ou cáusticos. O) Hipersensibilidade - Vários agentes químicos produzem reações de hipersensibilidade alérgica: dermatite ou asma com broncoespasmo e respiração ruidosa após exposição crônica.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Em sei apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. Não existem exames laboratoriaisl específicos.

Tratamento:
Antídoto: Não existe antídoto específico. O profissional de saúde deve utilizar avental e botas I impermeáveis, e luvas, para o atendimento médico. O tratamento é sintomático e deve ser instituído ai critério médico. As ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade. Em caso de exposição por contato, higienizar as áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial às regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais). Avaliações especializadas do trato respiratório, ocular e dermal podem ser requeridas. A critério médico, utilizar medicamentos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto.

Contra-indicação:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Atenção:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIA T - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de emergência da empresa: 0800-400-7505.

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Cresoxim-Metilico: Em animais de laboratório o cresoxim-metílico é absorvido pelo trato gastrintestinal, metabolizado pelo fígado e seus metabólitos são excretados pela urina, bile e das fezes. Não há acúmulo da substância nos tecidos e órgãos. Um total de 32 diferentes metabólitos foi identificado na urina, fezes, bile, plasma, fígado, e rins dos ratos. Epoxiconazole: dados de metabolismo em ratos mostram que epoxiconazol é extensivamente metabolizado após dosagens únicas de 3 mg/kg (dose baíxa) ou 100 mg/kg (dose alta) ou dosagem múltipla (3 mg/kg/dia por 14 dias). Aproximadamente 30 diferentes metabólitos foram identificados e a via predominante de excreção foram fezes, seguido por excreção biliar e urinária. Dados farmacocinéticos em ratos, usando o mesmo regime de dosagem identificado acima, mostram que a meia-vida para epoxiconazol em plasma é aproximadamente 5 h para a dose baixa e aproximadamente 30 h para a dose alta, sugerindo alguma possível saturação de absorção em níveis mais altos de dose. Estes experimentos envolveram C 14 radiomarcado no primeiro carbono do anel oxirane de epoxiconazol. Portanto, não pôde ser determinado se o triazol livre foi um metabólito. Epoxiconazol é considerado um potente indutor do sistema enzimático hepático citocromo P450, tendo sido observado em estudos de exposições variadas (dose, tempo) o fígado como principal órgão awo.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos agudos:
• DLSO oral para ratos é >5.000 mg/kg .
• DLSO dérmica para ratos é> 4.000 mg/kg.
• CLSO inalatória para ratos é >3,071 mg/L.
• O produto é irritante leve para a pele e para os olhos de coelhos. Não é sensibilizante à pele de animais (porcos-da-índia).

Efeitos crônicos:
• Cresoxim-metilico: Nos estudos realizados em ratos de laboratório não foram observadas alterações clínicas e mortes relacionadas ao tratamento. Na necropsia e histopatologia não foram encontradas lesões relacionadas ao tratamento. Houve aumento na concentração sérica de Gama-glutamiltransferase (G-GT) e elevação no peso absoluto e relativo do fígado dos machos expostos a maior dose da substância teste. O produto não é mutagênico, carcinogênico e não causa efeitos relacionados à reprodução.
• Epoxiconazol: Em estudos de longo prazo realizados em ratos foi observado retardo no ganho de peso, aumento do peso do fígado, diminuição do peso dos rins nas doses mais altas testadas. Em estudos crânicos com camundongos, foi observado aumento do peso do fígado, nas maiores doses testadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:

- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental-Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGROCIÊNCIAS S.A. pelo
telefone de emergência: 0800 111 767 ou (43) 3371-9000.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso Pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima;

Corpos d'água: Interromper imediatamente a captação para o consumo humano e animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a emblllagem nessa posição, introduzir a ponta de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O annazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impenneável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDOO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como detennina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeitos de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.