Bula Herbitrin 500 BR

acessos
Atrazine
2008305
Adama

Composição

Atrazina 500 g/L Triazina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Pós-emergência, Pré-emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Catirina
(Hyptis lophanta)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determiinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Trapoeraba
(Murdannia nudiflora)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Catirina
(Hyptis lophanta)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. -
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Trapoeraba
(Murdannia nudiflora)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Catirina
(Hyptis lophanta)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Trapoeraba
(Murdannia nudiflora)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pré-emergência da cultura, pré e pós-emergência inicial das plantas infestantes

Frasco plástico com volume de 1 Litro. Galão plástico com volume líquido de 5 e 20 Litros. Balde plástico com volume de líquido de 5 litros.Bombona plástica plástica com volume líquido de 10 Litros. Tambor plástico com volume líquido de 100 e 200 Litros. Container com volume líquido de 1000 Litros com embalagem interna em bolha de polietileno e externamente madeirite com tratamento naval.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS:
HERBITRIN 500 BR é um herbicida seletivo, sistêmico, para uso em pré-emergência nas culturas de milho e cana-de-açúcar e pós-emergência inicial das plantas infestantes e das culturas de milho, cana-de-açúcar e sorgo.

OBS.: Em solos com alto teor de matéria orgânica, bem como alto potencial de infestação das plantas infestantes citadas, utilizar as dosagens maiores, principalmente em aplicações na pós-emergência inicial, 2 a 3 folhas para as gramíneas e 2 a 6 folhas para as folhas largas, com a ressalva de que, em casos extremos, poderá haver a necessidade de realizar controle complementar.

Para a cultura do sorgo, o HERBITRIN 500 BR não deve ser utilizado na pré-emergência das culturas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O produto HERBITRIN 500 BR pode ser aplicado na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas de cana-de-açúcar e milho logo após o plantio. Preferencialmente aplicar 2 dias após a última gradagem.

Pode ser também aplicado na pós-emergência inicial das plantas infestantes nas culturas de cana-de-açúcar, milho e sorgo. Essa modalidade de uso apresenta melhor eficiência no controle, oferecendo uma maior elasticidade de aplicação em relação ao plantio, onde poderão ocorrer condições mais propícias para um melhor funcionamento. Nesta modalidade, os melhores resultados foram obtidos quando as plantas infestantes de folhas estreitas encontravam-se no estádio de 1 a 3 folhas.
Na aplicação de pós-emergência, deve ser adicionado 0,5 a 1,5 L/ha de óleo vegetal agrícola.
Na aplicação em pós-emergência inicial, o produto pode ser aplicado em qualquer estádio da cultura, pois o que deve ser observado é o estádio recomendado para as plantas infestantes.

Fazer uma aplicação durante o ciclo do milho, cana-de-açúcar e sorgo, quando a infestação for considerada normal. Podem ser feitas aplicações seqüenciais com redução de dose, quando a infestação for considerada muito alta, ou aplicação da dose normal com posterior complemento.

MODO DE APLICAÇÃO:
O tipo de formulação do HERBITRIN 500 BR (suspensão concentrada), permite a mistura do produto diretamente no tanque do pulverizador, o qual deverá ter 1/3 de sua capacidade com água, completar o volume do tanque, mantendo a calda em agitação constante. O produto pode ser aplicado através de equipamento terrestre “PULVERIZADOR DE BARRA TRATORIZADO” com as seguintes especificações: utilizar bicos tipo leque 8002-8004; e 11002-11004 ou equivalentes, com espaçamento de 50 cm e pressão de 30 a 60 lb/pol², aplicando 200 a 400 L de calda por ha, observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura do produto ao alvo. Mantenha uma velocidade de aplicações 5 km/h.

Observamos que os volumes maiores de calda, bicos de maior vazão e pressão maior, devem ser utilizados para o controle das plantas infestantes em pós-emergência. Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva e volatização.

Condições Climáticas:
O produto pode ser aplicado tanto em pré, como também em pós-emergência inicial, quando houver umidade suficiente para a translocação até as sementeiras ou raízes das plantas infestantes.
Quanto maior a umidade relativa (acima de 60%) melhores serão os resultados.
Períodos de longa estiagem antes e depois da aplicação podem reduzir a eficiência de controle.
Chuvas logo após a aplicação em pré-emergência promove melhores resultados.
Evitar aplicações nas horas mais quentes do dia.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Milho...........................(1)
Sorgo...........................(1)
Cana-de-açúcar............(1)

(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Seguindo as instruções de uso, o produto não apresenta fitotoxicidade às culturas registradas.
- Não aplicar em solo seco.
- Evitar a deriva para as áreas vizinhas à área de aplicação.
- Não aplicar HERBITRIN 500 BR na pré-emergência da cultura de sorgo.

PRODUTO PERIGOSO EVITE EXPOSIÇAO ORAL, INAlATORIA, OCULAR E DERMAL. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orificios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto perigoso se inalado ou aspirado, caso o produto seja inalado ou aspirado, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possivel o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto, conforme o equipamento de aplicação.
Não fume, beba ou coma durante a aplicação do produto.
Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Em caso de aplicação com trator de cabine aberta, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PROCURE LOGO UM SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou o receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorre naturalmete deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato retire imediatamente a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico: Triazina
Classe toxicológica III - MEDIANAMENTE TÓXICO
Vias de Exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinetica:
A atrazina é metabolizada a seus derivados mono a dialquilados em humanos e animais. Ela é excretada como derivados alquilados a derivados de ácido mercaptúrico primariamente na urina, sendo as fezes uma via menor de excreção. Num estudo de absorção dérmica, 10 voluntários humanos foram expostos a uma dose simples tópica de 0,1667mg (dose baixa) e 1,9751 mg (dose alta) de atrazina marcada corn C14 . A maiona (91,1 - 95,5%) da dose não absorvida foi detectada em amostras obtidas pela lavagem da pele 24 horas após a administração da dose.
Apos 168 horas 5,6% da dose foi absorvida a excretada na urina e fezes do grupo da dose baixa a apenas 1,2% no grupo da dose elevada. Em ambos os grupos o pico de eliminação urinária ocorreu em 24-48 horas e o pico de eliminação fecal ocorreu em 48-72 horas.

Mecanismos de Toxicidade:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Sintomas e Sinais Clínicos:
A toxicidade sistêmica aguda não costuma ocorrer até que grandes quantidades tenham sido ingeri das. Não há dados publicados de toxicidade sistêmica aguda em humanos e, apenas em doses elevadas, outros mamíferos apresentaram sintomas de neurotoxicidade (incoordenação motora, paralisia dos membros, alterações respiratórias).

Exposição Aguda- Foi relatada elevação de temperatura em estudos com animais. A atrazina pode causar irritação ocular.

Cardiovascular - Ocorreu colapso circulatório após a ingestão de um herbicida contendo atrazina.
Respiratório - Pode ocorrer irritação do trato aéreo superior e alterações respiratórias. A aspiração de produtos contendo solventes orgânicos pode causar ataxia, anorexia, dispnéia e espasmos musculares; sintomas estes relatados em estudos com animais.

Neurológico - Foi relatado coma após a ingestão de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e formaldeído.
Tremores musculares, tetania e ataxia foram relatados em animais após a ingestão de herbicidas triazínicos.

Gastrintestinal - Em estudos em animais, observou-se anorexia e salivação. Pode ocorrer náusea, vômito, diarréia, dor abdominal e sensação de queimação na boca. Hepático• Foi relatada necrose hepática.

Geniturinário - Foi relatada falência renal, várias horas após ingestão intencional de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e formaldeído. Hematológico • Ocorreu coagulação intravascular disseminada, várias horas após a ingestão intencional de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e formaldeído.

Dermatológico - A atrazina é um sensibilizante dérmico. Irritação da pele e olhos são os sintomas mais freqüentemente observados.

Endócrino - Foram observados, em estudos com animais, hipertireoidismo e elevação dos níveis de T3 com níveis de Tiroxina e T8H normais. A atrazina parece interferir no controle hipotalâmico da função do eixo pituitário-ovariano em ratas
ovariectomizadas.

O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento:
ANTIDOTO: Não existe antídoto específico.

Exposição Oral
A) Êmese: A indução do vômito empregando-se ipeca não é recomendada, pois há muito pouca informação acerca dos efeitos da overdose em humanos.
B) Carvão Ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em infantes com menos de 1 ano de idade.
C) Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
D) Se pessoas expostas a agrotóxicos do grupo das triazinas exibirem sintomas de toxicose severa, deve ser considerada a absorção concomitante de outras toxinas.

Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Monitore quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.

Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade copiosa de água corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Exposição Dérmica
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com quantidade copiosa de água. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado ara tratamento específico.

Contra-Indicações:
Provocar vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.

Efeitos Sinérgicos:
Em testes de toxicidade aguda (96h) usando C. tentans, a atrazína produziu toxicídade sínérgica em uma mistura binária com parationa metílica. Resultados de testes de toxicidade com atrazina em combinação binária com outros organofosforados indicam mais do que uma toxicidade aditiva para todos os compostos, exceto mevinfós.

Ligue para o DISQUE-INTOXICAÇÃO: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT - ANVISA/MS Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS)
Centro de Informações Toxicológicas - PR: 0800-410148
Informações de Emergência Toxicológica: 080070 10450 (24 horas)
Telefone da Empresa: (043) 371-9171

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Estudos em ratos, com administração oral da Atrazina radiomarcada demonstraram que é bem absorvida pelo trato gastrointestinal. As principais reações metabólicas sofridas são N-dealquilação na fração microssômica e conjugação com glutation na fração solúvel. Na primeiras 72 horas após a exposição oral de atrazina marcada, 20,3% do marcado foi encontrado nas fezes e 65% na urina. Os principais metabólitos encontrados na urina são N-deaquil trazina 2-cloro¬4amino-6(etilamino)-S-triazina (I), 2-c1oro-4-amino-G-isopropilamino-S-triazina (11) e 2-cloro-4,6-diamino-S-triazina (111), o qual parece ser o principal metabólito em ratos.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Estudos de toxicidade aguda oral (ratos): DLso > 4000 mg/kg e toxicidade aguda dérmica (ratos): DLso > 4800 mg/kg. O produto não é irritante para os olhos e para a pele de coelhos.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Estudos de laboratório em roedores com o produto Atrazina indicaram tendências a alterações no metabolismo da tiamina e da riboflavina, leves alterações no peso dos órgãos e bioquímica sanguínea.

SINTOMAS DE ALARME:
Podem ocorrer sintomas não específicos como irritações na pele, olhos e mucosas, inclusive a respiratória, que associados a confirmação de exposição ao produto, sugerem intoxicação.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes e algas.
- Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Mll.ENIA AGRO
CIÊNCIAS S/A. - telefone de Emergência: 0800-400-7505 e o CCI - Centro de Controle de Intoxicações: (Oxx43) 3371-2244.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de pó químico seco (PQS), CO2, neblina de água, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LA VAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LA VÁ VEL LA V AGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Triplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Triplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de 1 ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM V AZL~
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuano, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caIxa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto na tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuano, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBÍDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática do manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.