Herbzina Plus

Atrazina
5217
Rainbow Defensivos

Composição

Atrazina 900 g/kg Triazina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico, Ação Residual
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Malva branca
(Sida cordifolia)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Mastruço
(Lepidium virginicum)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Aveia preta
(Avena strigosa)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Catirina
(Hyptis lophanta)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Malva branca
(Sida cordifolia)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Soja
(Glycine max)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Trigo
(Triticum aestivum)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Aveia preta
(Avena strigosa)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Catirina
(Hyptis lophanta)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Malva branca
(Sida cordifolia)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 30 L/ha - - Vide bula
Soja
(Glycine max)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula
Trigo
(Triticum aestivum)
2 a 3 kg/ha 100 a 400 L/ha até 40 L/ha - - Vide bula

Conteúdo: 100; 200; 250; 500; 1.000; 2.000; 2.500 e 5.000g.

INSTRUÇOES DE USO DO PRODUTO:
1.1 - CULTURAS
O HERBZINA PLUS e um herbicida seletivo, de ação sistêmica e residual, recomendado para o controle de plantas infestantes nas culturas da cana-de-açúcar, milho e sorgo. Pode ser aplicado em pré-emergência das plantas infestantes e na pós-emergência precoce e inicial das plantas infestantes na cultura da cana-de-açúcar, na pré e pós-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, e em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes na cultura do sorgo.

1.2 PLANTAS INFESTANTES E DOSES: (Vide Indicações de Uso/Doses).
(*) Não é recomendada a utilização do produto HERBZINA PLUS para o controle em pós-emergência da planta infestante Sida cordifolia na cultura do SORGO
Importante: Na presença das gramineas Brachiaria plantaginea, Digitaria horizontalis, Eleusine indica, Triticum aestivum e Avena strigosa é indispensável a adição de 1,0 L/ha de Óleo Vegetal.
Para as demais espécies a adição do Óleo Vegetal pode melhorar a obtenção de melhores resultados de eficiência.

1.3 — NUMERO, EPOCA E INTERVALO DE APLICACAO
Cana-de-açúcar:
Para aplicações na pre-emergência das plantas infestantes, recomenda-se aplicar em área total, na cana planta após o plantio, e na cana soca depois do corte e apos os tratos culturais. Para aplicações na pós-emergencia precoce e inicial das plantas infestantes, recomenda-se aplicar em área total (cana planta e cana soca), sobre a cultura germinada e perfilhada ate o porte aproximado de 30-40 cm e com as plantas infestantes indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento recomendados.
Nas altas infestações destas plantas, ou em solos com alto teor de matéria orgânica, aplicar sempre as maiores doses indicadas.
Frequência de Aplicação:
Considera-se que apenas 01 (uma) aplicação de HERBZINA PLUS seja suficiente para o controle das plantas infestantes na cultura da cana-de-açúcar,

Milho e Sorgo:
Quando for aplicar em pre-emergência da cultura do milho e das plantas infestantes, no sistema de plantio convencional, por ocasião da aplicação, o solo deve estar bem preparado evitando o excesso de torrões, estar com umidade suficiente para promover a lixiviação do herbicida ate a profundidade onde se encontram as sementes das espécies infestantes viáveis a germinação. No sistema de plantio direto, devera ser realizada a eliminação da vegetação existente através de herbicidas dessecantes adequados, antes do plantio da cultura do milho. As doses indicadas de 2,0 a 3,0 Kg/ha estão em função do tipo de solo, se arenoso, arenaargiloso ou argiloso; do teor de matéria orgânica, da densidade das plantas infestantes, se baixa, em torno de 15 plantas/m2, media em torno de 50 plantas/m2 ou alta. superiores a 50 plantas/m2, fatores esses que contribuem para com o maior ou menor efeito residual do produto.
Quando for aplicar em pós-emergência do milho e do sorgo e das plantas infestantes devera ser observado o estádio ideal para cada tipo de espécie presente na área.
Para as aplicações em pós-emergência e indispensável a adição de Óleo Vegetal a 1,0 L/ha, na presença das espécies gramíneas, devido a major tolerância a ação do herbicida quanto a absorção do produto através das folhas.
Na presença das espécies dicotiledôneas (folhas largas), não necessariamente, devera ser adicionado o Óleo Vegetal, devido a major suscetibilidade das espécies quanto a ação em pós-emergência, porem a adição do Óleo Vegetal poderá aumentar a eficiência, principalmente paras as menores doses ou em estádios mais desenvolvidos ou caso esteja ocorrendo período de estiagem, desde que seja possível a aplicação do herbicida em pós-emergência.
Quando aplicar em pós-emergência, sempre observar o estádio recomendado das plantas infestantes na área, observando se as plantas não estão estressadas por estiagens prolongadas.
No entanto, para obtenção dos melhores resultados tanto em pré ou após a emergência há mais fatores a serem considerados, tais como: os tipos de espécies, onde algumas são extremamente sensíveis e outras são mais tolerantes, da profundidade de germinação, onde algumas germinam em camadas superficiais e outras em camadas mais profundas, das épocas mais apropriadas para a germinação de cada espécie, das condições climáticas e da densidade populacional das espécies. As aplicações deverão ser realizadas nos períodos em que a temperatura do ar esteja entre 18 a 30°C, umidade relativa do ar a 60% e a velocidade dos ventos em no máximo 6,0 Km/hora.
Frequência de Aplicação:
O HERBZINA PLUS deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura do milho, podendo ser realizada uma aplicação em pré ou pós-emergência por ocasião da implantação da cultura no sistema de plantio convencional com preparo do solo ou no sistema de plantio direto após a dessecação da vegetação existente.
O HERBZINA PLUS deverá ser aplicado uma única vez em cada ciclo da cultura do sorgo, somente após a emergência da cultura e das plantas infestantes.

1.4 - MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação Terrestre:
HERBZI NA PLUS pode ser aplicado via terrestre através de pulverizador tratorizado de barras, equipados com pontas do tipo jato em leque plano das séries 110,02 a 110.04 e volumes de 100 a 400 L/ha, ou pulverizador costal manual, conforme orientações contidas no quadro que está na bula (vide Bula).

Aplicação Aerea:
HERBZINA PLUS pode ser aplicado via área através de aeronaves do tipo Air Tractor AT 401 B, equipada com Barra contendo 42 pontas do tipo Spraying Systems D 8, core 46, faixa de aplicação em 22,0 m, pressão de 200 kilopascal, proporcionando um volume de 40 L/ha de calda, densidade de 40 gotas/cm2 e com diâmetro superior a 400 micra.
Época de aplicação: Pre-emergencia e POs-emergencia
Volume de calda: 40 L/ha
DMV (pm): >400
Cobertura (Gotas/cm2): 40
Faixa de aplicação: 22,0 m

Preparo da Calda (sem utilização de adjuvante):
O produto, na quantidade pré-determinada, deve ser despejado diretamente no tanque do pulverizador, contendo 1/4 do volume d'agua e o sistema de agitação ligado. Em seguida, completar o volume do tanque com o restante de água.
Preparo da Calda (com utilização de adjuvante) somente em POS-EMERGENCIA:
Quando da utilização de Óleo vegetal a 1,0L/ha como adjuvante, adicionar este com a metade do tanque cheio d'agua e o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida, mantendo a agitação em funcionamento, adicionar quantidade adequada de HERBZI NA PLUS aos poucos, completando o volume simultaneamente com água, de maneira a assegurar a formação de uma solução homogênea.

INTERVALOS DE SEGURANCA:
Não determinado devido a modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo Orgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA-MS)

Limitações DE USO:
- Uso exclusivo para as culturas da cana-de-açúcar e do milho, pré e pós-emergencia para a cultura e das plantas infestantes e somente em pós-emergencia para a cultura do sorgo.
- Fitotoxicidade para as culturas registradas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações.
- Não aplicar em pós-emergência se as plantas infestantes estiverem em condições de estresse por longo período de estiagem ou outros fatores.
- Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 60%.
- Não aplicar com ventos superiores a 6,0km/hora para não promover deriva para regiões vizinhas.
- Verificar no momento da aplicação em pré ou pós-emergência a velocidade dos ventos e a presença de cultivas sensíveis que não sejam a cana-de-açúcar, o milho ou sorgo. - Na cultura do sorgo aplicar somente em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes.
HERBZINA PLUS não deve ser aplicado em solos mal preparados com torrões, ou em solo seco.
- Não deve ser recomendado para altas infestantes de gramíneas como capim colchão, capim carrapicho, tanto em pré como na pós-emergência.
- No sistema de plantio direto não aplicar HERBZINA PLUS em areas mal dessecadas (manejo inadequado)
- A ocorrência de chuvas normais nas 2 primeiras semanas após a aplicação são benéficas para o bom funcionamento do produto, porém, precipitações excessivas nesse período, poderão vir a comprometer na atividade residual do herbicida.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
Não transporte este produto juntamente com alimentos, medicamentos, bebidas, rações, animais e pessoas.
Não utilize equipamentos de proteção (EPI's) danificados.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA (MANUSEIO DO PRODUTO):
Use protetor ocular:
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use máscaras cobrindo o nariz e a boca: Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use luvas de borracha: Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos: Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO (APLICAÇÃO DO PRODUTO):
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca.
Não aplique o produto contra o vento.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, óculos ou viseira facial, botas e avental impermeável.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilize luvas e avental impermeáveis.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto, distante de fontes de água para consumo.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.


PRIMEIROS SOCORROS: INGESTÃO:
Não provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
OLHOS: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
PELE: Lave com água e sabão em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
INALAÇÃO: Procure lugar arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR PRODUTO COMERCIAL HERBZINA PLUS -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico: Triazina
Vias de exposição: Oral, dérmica e inalatória.
Vias de absorção: Pele e mucosas respiratória e digestiva.

Sintomas e sinais clinicos: Sintomas de envenenamento incluem dor abdominal, diarréia, vômito,
irritação ocular, irritação das mucosas, irritação dérmica, respiração lenta, espasmos musculares, ataxia e anorexia. A toxicidade sistêmica aguda costuma não ocorrer ate que grandes quantidades tenham sido ingeridas.
Não ha dados publicados de toxicidade sistemica aguda em humanos e, apenas em doses elevadas, outros mamíferos apresentaram sintomas de neurotoxicidade (incoordenação motora, paralisia dos membros, hipotermia...) e sintomas respiratórios.

Toxicocinética: A atrazina é metabolizada a seus derivados mono-dealquilados e a atrazina
di-dealquilada em humanos e animais. Ela é excretada como derivados dealquilados e derivados de acido mercaptórico primariamente na urina, sendo as fezes uma via menor de excreção. Num estudo de absorção clef-mica, 10 voluntários humanos foram expostos a uma dose simples tópica
de 0,1667 mg (dose baixa) e 1,9751mg (dose alta) de atrazina marcada com C14 . A maioria (91,1- 95,5%) da dose não absorvida foi detectada em amostras obtidas pela lavagem da pele 24 horas após a administração da dose. Apos 168 horas, apenas 5,6% da dose foi absorvida e excretada na
urina e fezes do grupo da dose baixa e apenas 1,2% no grupo da dose elevada. Em ambos os grupos, o pico de eliminação urinaria ocorreu em 24 48 horas e o pico de eliminação fecal ocorreu em 48-72 horas.

Diagnóstico: Intoxicações por atrazina são raras e não possuem relato de sintomatologia.
Não existem provas laboratoriais especificas para confirmação da intoxicação. Pode ser efetuada pesquisa de atrazina nos fluidos corporais do intoxicado, no caso de confirmação de contato do paciente com o pesticida. Confirmação de envenenamento humano: relacionado a recente contato ocupacional, acidental ou ingestão deliberada.

Tratamento: Não existe antídoto especifico.
Exposição Oral - Carvão Ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de agua/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/Kg em infantes com menos de 1 ano de idade. Lavagem Gástrica: Considere apos
ingestão de uma grande quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora apos a ingestão), dependendo das condições clinicas do paciente.
Exposição Inalatória: Monitore quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agoniza beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular — Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade copiosa de agua corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento especifico.
Exposição Dérmica — Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com quantidade copiosa de água. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento especifico.

Contra-indicações: Provocar vomito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.

ATENÇÃO: As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de
Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnostico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGENCIA PARA INFORMAC6ES MEDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centro de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-7010-450

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Atrazina é rapidamente absorvida pelo trato gastrointestinal. Quando uma dose única de 0,53 mg de atrazina foi administrada a ratos por gavagem, 20% dessa dose foi excretada pelas fezes, em 72 horas. O restante, 80% da dose administrada, foi absorvida pela corrente sanguínea. Depois de 72 horas, 65% foi eliminado pela urina e 15% ficou retido no tecido corporal, principalmente no fígado, rins e pulmões.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos Agudos:
• DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg
• DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg
• CL50 Inalatória: > 6,028 mg/L
• Irritação Dérmica: Não irritante.
• Irritação Ocular: Moderadamente irritante.
• Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
Em estudos de toxicidade aguda com animais, atrazina é considerado levemente tóxico a praticamente não tóxico a mamíferos (DL50 = 1332 mg de ingrediente ativo/kg). Parâmetros imunológicos alterados foram observados em ratos machos Fischer 344 (F344) que receberam uma única dose de 30 mg/Kg de atrazina intratraqueal (Hurbankova et. ai., 1996). Um estudo em ratos demonstrou perda de peso após uma única dose de 875 mg/Kg (Fournier et. ai. 1992)
Efeitos crônicos:
40% dos ratos que receberam 20 mg de atrazina/kg/p.c./dia via oral, durante 6 meses, morreram com sinais de sofrimento respiratório e paralisia dos membros do corpo. Alterações estruturais e químicas foram observadas no cérebro, coração, fígado, pulmões, rins, ovários e órgãos endócrinos. Ratos alimentados com 5 ou 25 mg de atrazina/kg p.c./dia, por 6 meses, apresentou retardo no crescimento. Em um estudo de cães, por 2 anos com 7,5 mg de atrazina/kg p.c./dia, causou diminuição da ingestão de alimentos e aumento no peso do coração e do fígado. Com a administração de 75 mg de atrazina/kg/p.c./dia, observou-se diminuição na ingestão de alimentos e no ganho de peso, aumento do peso adrenal, diminuição na contagem de células sanguíneas e tremores ocasionais.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.



TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.



RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.