Bula Infinito - Bayer

Bula Infinito

acessos
Cloridrato de propamocarbe + Fluopicolide
18308
Bayer

Composição

Cloridrato de propamocarbe 625 g/L Carbamato
Fluopicolida 62.5 g/L Benzamida piridina

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Bremia lactucae)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Almeirão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Bremia lactucae)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha 20 a 40 Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora capsici)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora parasitica)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora destructor)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 500 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Chicória Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Bremia lactucae)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
1,5 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora parasitica)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora parasitica)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora parasitica)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amarelão
(Pythium ultimum)
1,5 L p.c./ha 15 mL de calda/planta - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. O produto deve ser aplicado preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada). Iniciar as aplicações logo após o transplante da bandeja no floating, reaplicando com intervalo de 7 dias se necessário. Campo: O produto deve ser aplicado preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Iniciar as aplicações logo após o transplante das mudas de fumo no campo, reaplicando com intervalo de 7 dias se necessário
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora capsici)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão parda
(Phytophthora palmivora)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
1,25 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora capsici)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora capsici)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora capsici)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora parasitica)
1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora sparsa)
1,5 a 2 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. Uso não alimentar. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença (Temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações

Frasco plástico (PEAD): 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5 e 3,0 litros.
Bombona plástica (PEAD): 0,5; 10; 20; 25 e 50 litros.
Tambor plástico (PEAD): 100; 200; 250; 500; 1.000; 2.000; 2.500; e 5.000 litros.
Tanque container estruturado de aço inox, com proteção anticorrosiva: 10.000; 15.000; 20.000; 23.000 e 25.000 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:

INFINITO é um fungicida sistêmico e translaminar, indicado ao tratamento de doenças da parte aérea nas culturas de batata, fumo e tomate.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Alface, batata, cebola, mamão, rosa e tomate:
O produto deve ser aplicado preventivamente. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, iniciar as aplicações a partir da fase vegetativa em batata e tomate. Se forem necessárias mais de 3 aplicações, deve-se adotar a alternância com fungicidas de mecanismos de ação diferentes de Infinito.
Melão e Melancia: Iniciar as aplicações preventivamente durante a fase vegetativa da cultura, no máximo aos primeiros frutos visíveis, realizando-se no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias entre elas.

Fumo: Sementeira: O produto deve ser aplicado preventivamente. Iniciar as aplicações logo após o transplante da bandeja no floating, reaplicando com intervalo de 7 dias necessário. Realizar no máximo 2 aplicações.
Campo: O produto deve ser aplicado preventivamente. Iniciar as aplicações logo após o transplante das mudas de fumo no campo, reaplicando com intervalo de 7 dias se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações.


MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

A dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização terrestre com pulverizadores tipo costal, tratorizados ou pistolas, em área total até que se obtenha cobertura uniforme do produto nas partes da planta que necessitam ser protegidas com a calda fungicida.
Na cultura da batata e mamão, recomenda-se o volume de calda de 1.000 L/ha.
Para a cultura do tomate, recomenda-se o volume de calda de 600 a 800 L/ha para as primeiras aplicações até o início de florescimento, e de 800 a 1.000 L/ha para as demais aplicações a partir da fase de florescimento.
O volume de pulverização para alface, cebola, melão, melancia e rosa, utilizar 500 a 1000 L/há de água dependendo da fase e crescimento da cultura.
Para a cultura do fumo, na sementeira, a dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de rega. O volume de calda recomendado, é de 20 L de água para cada 50 m². No campo a dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de jato dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador costal, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo. O volume de calda recomendado, é de 15 ml/planta, gastando-se 240 L calda/ha, o que corresponde a 12 cargas de 20 L do pulverizador costal.
*Tamanho da gota: em torno de 60 micras.
*Densidade das gotas: mínimo de 80 gotas/cm².
*Pressão de trabalho: 120 a 150 libras/pol².

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Alface.............................03 dias
Batata............................14 dias
Cebola...........................14 dias
Fumo..............................UNA*
Mamão..........................07 dias
Melão............................07 dias
Melancia.......................07 dias
Rosa.............................UNA*
Tomate...........................07 dias
*Uso Não Alimentar

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, nas doses e condições recomendadas.
Outras restrições a serem recomendadas:Não há.




PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

-Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
-Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
-Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a empresa BAYER S.A. - telefones de emergência: 0800- 243334.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima .
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posiçãovertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

•Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo máximo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Para embalagem RÍGIDA NÃO-LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável. no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Para embalagens SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação deste produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÃOES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
-Sinalizar a área com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÀREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

-INTOXICAÇÕES POR CARBAMATO-
INFORMAÇÕES MÉDICAS
•Grupo Químico:CARBAMATO
•Classe Toxicológica: Classe II - Altamente Tóxico
•Vias de exposição: Oral, Inalatória e dérmica
•Toxicocinética:Possuem rápida distribuição em tecidos e órgãos e não se acumulam no organismo. A metabolização é hepática e rápida, através de três mecanismos básicos: hidrólise, oxidação e conjugação. 90% é excretado pelos rins em até 3 dias, mas também são eliminados pelas fezes. Não atravessam a barreira hematoencefálica, sendo os sintomas do SNC decorrentes da hipóxia.
•Mecanismos de toxicidade: Inibme reversivelmente a enzima acetilcolinesterase resultando no acúmulo de acetilcolina nos receptores muscarínicos (efeito em células colinérgicas), nicotínicos (junções neuromusculares esqueléticas) e no sistema nervoso central (SNC). A inibição tem reversão espontânea (ao contrário dos organofosforados), com ação breve e auto-limitada.Usualmente a severidade é leve a moderada, porém a esxposição a altas concentrações, pode gerar quadros severos e evoluir para óbito.
•Sintomas e sinais clínicos:Os efeitos são imediatos, geralmente em 30 minutos a 1-2 h após a exposição, e cessam logo após o término da exposição. As manifestações clínicas ocorrem usualmente em menor grau que no caso dos produtos organofosforados e as manifestações neurológicas são também de menor intensidade, devido à menor penetração no SNC.As manifestações agudas são classificadas como:
-Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica ou colinérgica): são predominantes na intoxicação por carbamatos.vômito, diarréia, cólicas abdominais, anorexia, náuseas, incontinência urinária, incontinência fecal, tenesmo, broncoconstrição, dispnéia" cianose, edema pulmonar, hipersecreção (sialorréia, lacrimejamento, broncorréia e sudorese), bradicardia, hipotensão, bloqueio atrioventricular, miose e visão borrada.
- Nicotínicas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial, fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória levando à morte. Taquicardia e hipertensão arterial podem manifestar-se, e serem alteradas pelo efeito muscarinico.
OBS: predominando os efeitos muscarínicos, ocorrerá diminuição da pressão arterial e pulso; os efeitos nicotínicos provocam elevação dai pressão e do ritmo cardíaco.
-Efeitos em SNC (síndrome neurológica): cefaléia, ansiedade, agitação,' confusão mental, ataxia, depressão de centros cardio-respiratórios convulsões e coma.
-Exposição dérmica: pode causar irritação ocular e dérmica, dermatite de contato, hiperpigmentação.
-Manifestações tardias: Não há evidências da síndrome de neuropatia retardade, como ocorre com os organofosforados.
•Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico compatível, associados ou não à queda na atividade das colinesterases.O decréscimo de 25% ou mais da atividade da colinesterase plasmática indica exposição importante. Queda de 50% é geralmente associada com exposição intensa. O decréscimo da atividade da pseudocolinesterase é um indicador sensível, mais não específico. Ambas podem demorar de 3-4 meses para se normalizar, mas este teste não é de grande utilidade porque a inibição da acetilcolinesterase é rapidamente reversível. A identificação da substância e seus metabólitos no sangue e na urina pode evidenciar a exposição, mas não são largamente utilizados. Outros controles incluem: eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase, pancreática, enzimas hepáticas, gasometria, ECG (prolongamento de QT), radiografia, de tórax (edema pulmonar e aspiração).Convém considerar a possibilidade de associação do organofosorado e outros tóxicos, o que pode alterar ou potencializar o perfil clínico esperado. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial.
•Tratamento:As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1.Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com solução de bicarbonato (os carbamatos são instáveis em meio alcalino).
2.Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Pode-se usar algumas gotas de anestésico, previamente, para facilitar o procedimento.
3.Em caso de ingestão recente, fazer lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. No caso de pequenas doses de produto tóxico, se o intervalo entre a ingestão e a medicação for curto, administrar: carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/Kg em menores de 1 ano,
diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.

Emergência, suporte e tratamento sintomático:
1. Monitorização respiratória e aspiração de secreções. Nos casos de edema pulmonar, brocoespasmo ou pneumonia de aspiração,usar antropina, entubar e ventilar o paciente com pressão positiva e realizar RX de tórax para avaliar o nível de exsudação.
2.Monitoração cardíaca.
3.Administração de Diazepam: indicado nos casos de gravidade moderada ou alta, reduzindo a ansiedade e algumas manifestações ao nível do SNC.
4.Controle hidroeletrolítico: repor as perdas para evitar o risco de edema pulmonar.
5.Mantenha medidas sintomáticas e de manutenção.
Obs: todo paciente assintomático, mas com história de exposição (dérmica, inalatória ou ingesta) deve ser observado por 6-8 h.
A administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência de sintomatologia. Não deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático.
Antropina:agente antímuscarínico - é usada para reverter os sintomas muscarínicos, não os nicotínicos, na dose de 2,0 - 4,0 mg em dose de ataque (adultos), e de 0,01 a 0,05 mg/Kg em crianças, EV. Repetir sei necessário a cada 5 a 10 minutos. As preparações de Atropina disponíveis no mercado, normalmente têm a concentração de 0,25 ou 0,50 mg /mL. O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico, e se baseia na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorréia e na constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou sintomas de intoxicação atropínica (hiperemia de pele boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia). Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de taquicardia e hipertensão não contra-indica a atropinização.
Manter em observação por 72 horas, com monitorização cardiorespiratória e oximetria de pulso. A ação letal dos carbamatos pode ser comumente atribuída a insuficiência respiratória, pelos mecanismos de: broncoconstrição, secreção pulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e conseqüente depressão do centro respiratório por hipóxia. Devido a esta complicãção, manter a monitoração e tratamento sintomático.
São indicados a supervisão do tratamento sintomático do paciente por pelo menos 48 horas, mas aconselha-se mantê-lo em observação por 72 horas, com monitoramento cardiorespiratório e oximetria de pulso. A retirada deve ser gradual e restituída se surgirem manifestações colinérgicas.
Observações importantes: os reativadores da colinesterase- PRALIDOXIMA (Contrathion)- NÃO são indicados na intoxicação por Carbamatos, pois não atuam nas colinestarase carbamilada o processo inibitório reverte espontâneamente. - Ocorrendo associação de intoxicação Carbamatos e Organofosforados, há indicação de usar Pralidoxima.
•Contra-indicações:A diálise e a hemoperfusão são contra-indicadas.
O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração. Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas devido à possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca (morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina).
•Efeitos sinérgicos: Com outros carbamatos ou organofosforados.
•ATENÇÃO:Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7010450

-INTOXICAÇÕES POR ACILPICOLIDE-
INFORMAÇÕES MÉDICAS
•Grupo Química: ACILPICOLIDE
•Classe toxicológica: Classe II- Altamente Tóxico
•Vias de exposição: Oral e dérmica
•Toxicocinética: Em animais de laboratório o fluopicolide foi metabolizado extensivamente. A biotransformação observada incluiu a hidroxilação do anel aromático, hidrólise, acetilação, N-dealquilação oxidativa do anel aromático, hidrólise, acetilação, N-dealquilação oxidativa e conjugação com ácido glucurônico, sulfato e glutationa. Os conjugados de glutationa foram metabolizados depois da perda de glicina e ácido glutâmico para conjugados de cisteína. Os conjugados de cisteína são metabolizados pela acetilacão para formar ácido mercaptúricos ou para dealquilados e S- metilado para formar metabólitos S-metil, que são oxidados para sulfonas e sulfóxidos.
•Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
•Sintomas e sinais clínicos: Sintomas e sinais clínicos não são conhecidos.
•Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição.
•Tratamento: Não há antídoto específico.Tratamento sintomático, em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e itensificar sua eliminação.
•Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada e, razão do risco de aspiração e pneumonite química.
•Efeitos sinérgicos: Efeitos sinérgicos não-conhecidos.
•ATENÇÃO:Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e: obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN 1 MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7010450

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:

Carbamato:
Testes realizados em animais de laboratório mostraram que o Cloridrato de Propamocarbe é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, sendo metabolizado. O produto é eliminado via urina (92%) e via fezes (2%) em 24 horas.O produto não se armazena nos tecidos nem nos órgãos.

Fluopicolide:
Em estudo realizado em animais (ratos) de laboratório que receberam 500
mg/kg através da dieta, a concentração máxima foi de 29 µg/g do ingrediente ativo
no sangue, 8 horas após a administração. O fígado e rins foram identificados como órgãos alvos nesta espécie. A principal rota de eliminação foram as fezes que contabilizaram cerca de 79 % da dose em machos e cerca de 73 % da dose em fêmeas. A maior parte da eliminação ocorreu dentro das 48 horas após a cessação da administração do produto. A rota de metabolismo observada incluiu a conjugação com glutationa e a conseqüente biotransformação em produtos derivados hidroxilação, hidrólise, conjugação com ácido glucurônico, conjugação com sulfato N- dealquilação oxidativa.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos
Após a administração do produto via oral a ratos machos e fêmeas, nenhum sinal clínico foi observado em machos, mas um leve decréscimo na motilidade foi observado em fêmeas. Não houve efeitos toxicológicos sobre o peso ou no desenvolvimento corpóreo dos machos e fêmeas.
Via dérmica, não foram observados sinais de mortalidade, sinais clínicos sistêmicos, alterações patológicas e nem alterações quanto ao peso corpóreo. Via inalatória, o produto provou não ter toxicidade aguda inalatória para ratos.
Em coelhos, o produto foi classificado como não irritante quando aplicado topicamente via dermal, e como moderadamente irritante quando administrado por via ocular.
A substância-teste não induziu à hipersensibilização em porquinhos-da-india.

Efeitos crônicos:
Carbamato:
Em estudos toxicológicos de longa duração, nos quais os animais são observados durante toda ou boa parte de suas vidas, exposto ao Cloridrato de Propamocarbe, em diferentes concentrações, os animais apresentaram redução do consumo alimentar e menor ganho de peso.

Fluopicolide:
Estudo com animais de laboratório (ratos) demonstraram que a administração do ingrediente ativo ao nível de até 2500 ppm na dieta por 104 semanas não evidenciou qualquer potencia I oncogênico.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Para prevenir o aparecimento de fungos resistentes, deve-se realizar no máximo 3 aplicações por safra de Infinito nas culturas da batata e do tomate e 2 aplicações na cultura do fumo.
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex: Resistência genética, controle cultural, biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.