Bula Kaligreen - Arysta Lifescience
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Bula Kaligreen

Bicarbonato de Pótássio
9101
UPL

Composição

Bicarbonato de potássio 800 g/kg

Classificação

Terrestre
Fungicida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Pó solúvel (SP)
Contato

Abacate

Dosagem Calda Terrestre
Oidium mangiferae (Oídio)

Abacaxi

Dosagem Calda Terrestre
Oidium mangiferae (Oídio)

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Alface

Calda Terrestre Dosagem
Oidium sp. (Oídio)

Anonáceas

Dosagem Calda Terrestre
Oidium mangiferae (Oídio)

Cacau

Dosagem Calda Terrestre
Oidium mangiferae (Oídio)

Chuchu

Dosagem Calda Terrestre
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Cupuaçu

Dosagem Calda Terrestre
Oidium mangiferae (Oídio)

Guaraná

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio)

Kiwi

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio)

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Venturia inaequalis (Sarna da maçã)

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio)

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio)

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio)

Maxixe

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Sphaerotheca fuliginea (Oídio)

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Oidiopsis taurica (Oídio)

Romã

Calda Terrestre Dosagem
Oidium mangiferae (Oídio)

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Uncinula necator (Oídio)

Peso líquido: 1.000 g.

INSTRUÇÕES DE USO

Kaligreen é um fungicida de contato utilizado em pulverização de parte aérea, no tratamento de Oídio. O produto deverá ser aplicado em pulverização por via terrestre nas culturas.

NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO DE APLICAÇÃO

MODO DE APLICAÇÃO

A aplicação é feita em pulverização terrestre, utilizando-se pulverizadores costais manuais ou motorizados ou de barra tratorizada com bicos cônicos com densidade de 40gotas/cm² e tamanho de partículas de 250µ, proporcionando uma boa cobertura e penetração do produto. Deve ser assegurada a completa cobertura da cultura (folhas, flores e frutos). O contato do produto com o organismo causador da doença é essencial para o controle. Recomenda-se o uso de um espalhante adesivo Procurar fazer as aplicações nas horas mais frescas do dia. Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Sempre que possível opte por pontas antideriva. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Adicionar a quantidade recomendada de Kaligreen no tanque pulverizador com ¼ (25%) de sua capacidade com água limpa e completar o volume, mantendo a calda sob contínua agitação.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

- Evitar efetuar pulverizações nas horas mais quentes do dia (temperaturas superiores a 30°C);
- Velocidade do vento : até 10 Km/h
- UR mínima : 60%
- Evitar efetuar pulverização em condições de inversões térmicas ou de calmaria total que podem ocorrer no início do dia, fim de tarde ou após chuvas prolongadas intensas.
- Durante as pulverizações, observar a direção e intensidade dos ventos. -A velocidade do trator deve ser em torno de 6 km/h.

INTERVALO DE SEGURANÇA

LMR e Intervalo de Segurança não determinados em qualquer quantidade.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Aguardar o secamento das partes tratadas.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: Não há problema de fitotoxicidade para as culturas indicadas e nas doses recomendadas.

Outras restrições: Não há.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando a proteção das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, ao princípio ativo, à dose, ao modo de aplicação e à tomada de decisão, visando assegurar resultados econômico, ecológico e sociologicamente favoráveis.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas). Qualquer produto utilizado no controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando com isso prolongar a vida útil dos fungicidas e também manter sua performance:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou com mesmo modo de ação, não deve ser utilizado em aplicações consecutivas para o mesmo patógeno, no mesmo ciclo da cultura. - Utilizar quando conveniente o rodízio de produtos de contato e produtos com modo de ação específico(sistêmicos).
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.




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