Bula Kaligreen - Arysta Lifescience

Bula Kaligreen

acessos
Bicarbonato de Pótássio
9101
Arysta Lifescience

Composição

Bicarbonato de Potássio 800 g/kg Inorgânico

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Pó solúvel (SP)
Contato

Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium mangiferae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Não determinado. Utilizado para aplicação da parte aérea para o controle de oídio
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium mangiferae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Não determinado. Utilizado para aplicação da parte aérea para o controle de oídio
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
2 kg p.c./ha 800 L de calda/ha - - Não determinado. Utilizado para aplicação da parte aérea para o controle de oídio
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
2 kg p.c./ha 800 L de calda/ha - - Não determinado. Utilizado para aplicação da parte aérea para o controle de oídio
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Erysiphe cichoracearum)
360 a 450 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar o produto respeitando o intervalo de 7 dias. Não determinado. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições para o desenvolvimento da doença forem favoráveis
Anonáceas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium mangiferae)
200 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha - - Não determinado. Utilizado para aplicação da parte aérea para o controle de oídio
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium mangiferae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Não determinado. Utilizado para aplicação da parte aérea para o controle de oídio
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
2 kg p.c./ha 800 L de calda/ha - - Não determinado. Utilizado para aplicação da parte aérea para o controle de oídio
Cupuaçu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium mangiferae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Não determinado. Utilizado para aplicação da parte aérea para o controle de oídio
Guaraná Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium mangiferae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Não determinado. Utilizado para aplicação da parte aérea para o controle de oídio
Kiwi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium mangiferae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Não determinado. Utilizado para aplicação da parte aérea para o controle de oídio
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
210 a 400 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar o produto respeitando o intervalo de 7 dias. Não determinado. Iniciar as aplicações preventivamente, a partir do início da brotação da macieira (BBCH = 54-pontas verdes), quando as condições para o desenvolvimento da doença forem favoráveis
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium mangiferae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Não determinado. Utilizado para aplicação da parte aérea para o controle de oídio
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium mangiferae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Não determinado. Pré-florescimento
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium mangiferae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Não determinado. Utilizado para aplicação da parte aérea para o controle de oídio
Maxixe Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
2 kg p.c./ha 800 L de calda/ha - - Não determinado. Utilizado para aplicação da parte aérea para o controle de oídio
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
360 a 450 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar o produto respeitando o intervalo de 7 dias. Não determinado. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições para o desenvolvimento da doença forem favoráveis
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
2 kg p.c./ha 800 L de calda/ha - - Não determinado. Florescimento
Romã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium mangiferae)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Não determinado. Utilizado para aplicação da parte aérea para o controle de oídio
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Uncinula necator)
360 a 450 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar o produto respeitando o intervalo de 7 dias. Não determinado. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições para o desenvolvimento da doença forem favoráveis

Peso líquido: 1.000 g.

INSTRUÇÕES DE USO:
Kaligreen é um fungicida de contato utilizado em pulverização de parte aérea, no tratamento de Oídio. O Produto deverá ser aplicado em pulverização por via terrestre nas culturas indicadas.

CULTURAS/DOSES/DOENÇAS CONTROLADAS: Vide seção "Indicações de Uso/Doses".

NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO DE APLICAÇÃO E MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicar com equipamentos terrestres apenas com água suficiente para assegurar a cobertura completa das folhagens e/ou cultura.
O contato do produto com o organismo causador da doença é essencial para o controle.
Recomenda-se o uso de um espalhante adesivo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
LMR e Intervalo de Segurança na determinados em qualquer quantidade.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: Não há problema de fitotoxicidade para as culturas indicadas e nas doses recomendadas.
Outras restrições: Não há.

PRECAUÇÕES GERAIS: Uso exclusivamente agrícola. Ao abrir a embalagem, faça de maneira a evitar a aspiração do produto. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Faça a regulagem do equipamento de pulverização utilizando somente água. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÃO NO MANUSEIO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e veja PRIMEIROS SOCORROS. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e veja PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e veja PRIMEIROS SOCORROS. Use macacão com mangas compridas, luvas e botas impermeáveis, óculos protetores e máscara protetora especial provida de filtro adequado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APUCAÇÃO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. Não reutilize a embalagem vazia. Não aplicar o produto contra o vento ou na presença de ventos fortes. Produto produz neblina. Usar macacão com mangas compridas, luvas e botas impermeáveis, óculos protetores e máscara protetora especial provida de filtro adequado.

PRECAUÇÃO APÓS A APLICAÇÃO: Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado e arejado, longe do alcance de crianças e animais e com placa indicativo PERIGO. Tome banho, troque e lave as roupas utilizadas na aplicação isoladas das demais. Não reutilize em hipótese alguma as embalagens vazias. E não transporte juntamente com alimentos e utensílios que possam causar intoxicação em contato com o homem.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Toyo Denka do Brasil - telefone de emergência (0800-771-1424). Consulte o CIT (Centro de Informação Toxicológica) da Região.

PRIMEIROS SOCORROS: Não dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Procure imediatamente assistência médica em qualquer caso de suspeita de intoxicação. Ingestão : Em caso de ingestão acidental, não provoque vômito e procure imediatamente o médico, levando a embalagem, bula ou rótulo. Pele: Lave com água e sabão em abundância e se houver sinais de irritação procure um médico, levando a embalagem, bula ou rótulo. Olhos: Lave os olhos com água em abundância e se houver sinais de irritação, procure um médico, levando a embalagem, bula ou rótulo. Inalação: Procure local arejado e se houver sinais de intoxicação procure um médico, levando a embalagem, bula ou rótulo.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Conforme WHO (World Health Organization), FAO (Food and Agriculture Organization) e EC (Comunidade Européia) não existem dados oficiais de pesquisas toxicológicas do hidrogenocarbonato de potássio, que possam ser utilizados, mas os seus íons componentes fazem parte do corpo humano e do metabolismno normal, e vem sendo utilizado, já há muito tempo, como medicamento (diurético, anti-ácido) e como alimento.

Ao basear-se no fato de que não apresenta influências maléficas, não há fundamentos toxicológicos para restringir-se o seu uso, e se o enquadrar no GMP (padrões referentes ao controle de fabricação e de qualidades dos medicamentos), não há razões para o estabelecimento de ADI (Quantidade tolerada por dia).

EFEITOS AGUDOS: Em testes com animais O produto alcançou uma DL50 oral de 2909 mg/Kg e uma DL50 dermal de 2000 mg/Kg; foi não irritante para pele e irritante para os olhos de animais.

EFEITOS CRÔNICOS: Em estudos com ratos, administrando-se a um grupo, 4% de sal de potássio (com toxidade superior ao bicarbonato), equivalente a 0,728 g/dia, durante 2 anos, não foi constatada qualquer influência maléfica quando comparado com o grupo alimentado com ração isenta de potássio. Com base nesses valores, estabeleceu-se como inócua a quantidade de 1,77 g/kg/dia, desse sal de potássio. Não foram observadas evidências efeitos mutagênicos, teratogênicos e carcinogênicos.

FORMULAÇÃO: Hidrogenocarbonato de potássio: 80 %. Agente Tenso-Ativo I: 6 %. Agente Tenso-Ativo II: 4%. Estabilizante de viscosidade: 10 %.

BIBLIOGRAFIA: Monografias de Toxicologias do Décimo Encontro Conjunto F AO/WHO, Comitê Especial sobre Aditivos Alimentares; F AO Nutrition Meetin2 ReDort Series n° 40A. B. C. WHO Food Add./67.29. 1967. p. 159

SINTOMAS DE ALARME: desconhecido.

ANTÍDOTO: não específico.

EFEITOS COLATERAIS: desconhecidos.

TELEFONE DE EMERGÊNCIA : 0800-771-1424.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Pouco Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe IV). Evite a contaminação ambiental -Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser isolado de alimentos, bebidas ou de outros materiais tóxicos. O local deve ser seco, ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: Cuidado Veneno. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa TOYO DENKA DO BRASIL telefone de emergência: (OXX11) 2875559.

DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: Não reutilize embalagens. Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido enterrar as embalagens. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO: Não se aplica, produto não tóxico.

Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando a proteção das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, ao princípio ativo, à dose, ao modo de aplicação e à tomada de decisão, visando assegurar resultados econômico, ecológico e sociologicamente favoráveis.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas ) - Qualquer produto utilizado no controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando com isso prolongar a vida útil dos fungicidas e também manter sua performance:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou com mesmo modo de ação, não deve ser utilizado em aplicações consecutivas para o mesmo patógeno, no mesmo ciclo da cultura.
- Utilizar quando conveniente o rodízio de produtos de contato e produtos com modo de ação específico(sistêmicos).
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.