Esta doença ocorre em pimentão, tomate, jiló, alcachofra, mandioquinha-salsa e beringela, caracterizado por amarelecimento e crescimento branco pulverulento na superfície das folhas afetadas. Não é uma doença muito importante.
Danos: Causa uma doença conhecida como oídio, que ataca diversas solanáceas e tem sido constatado com muita frequência em plasticultura no Estado de São Paulo, a partir de 1994. Sintomas iniciais na parte superior das folhas são pequenas áreas cloróticas com bordos irregulares que vão aumentando de tamanho, podendo atingir alguns centímetros de diâmetro. Na face inferior correspondente verifica-se um crescimento pulverulento esbranquiçado não muito denso. Em ataques severos surgem pequenas áreas necróticas que, ao coalescerem, acarretam queda das folhas. O fungo ataca principalmente folhas já desenvolvidas e não tem sido verificado afetando ramos e frutos.
Controle: Recomenda-se efetuar o controle da umidade interna das estufas, evitando que fique muito baixa. Pulverizações com fungicidas específicos, registrados para a cultura.
Difenoconazol 125 g/L, Pidiflumetofem 75 g/L
Metiram 550 g/kg, Piraclostrobina 50 g/kg
Boscalida 200 g/L, Cresoxim-metílico 100 g/L
Piraclostrobina 250 g/L
Bicarbonato de potássio 800 g/kg
Bicarbonato de potássio 820 g/kg
Piraclostrobina 250 g/L
Enxofre (Sulfur) 800 g/kg
Difenoconazol 125 g/L, Pidiflumetofem 75 g/L
Pidiflumetofem 75 g/L, Difenoconazol 125 g/L
Trifloxistrobina 100 g/L, Tebuconazol 200 g/L
Fluxapiroxade 167 g/L, Piraclostrobina 333 g/L
Piraclostrobina 250 g/L
Piraclostrobina 250 g/L
Reynoutria sachalinensis 224 g/L
Fluxapiroxade 167 g/L, Piraclostrobina 333 g/L