Bula Keshet 25 EC - Adama
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Bula Keshet 25 EC

Deltametrina
9201
Adama

Composição

Deltametrina 25 g/L

Classificação

Terrestre
Inseticida
1 - Produto Extremamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Conteúdo: 100, 200, 250 e 500 ml; 1 e 5 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O Keshet 25 EC é um inseticida com modo de ação de contato e ingestão, recomendado para o controle das pragas nas culturas e doses abaixo relacionadas.

Obs: 1000 ml de produto comercial possui 25 gramas de ingrediente ativo.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

O KESHET 25 EC deve ser aplicado quando da infestação das pragas conforme as recomendações abaixo.

Algodão

Pulgão: em variedades suscetíveis à virose, iniciar a pulverização quando for constatado 5 a 10% das plantas atacadas. Em variedades resistentes, quando se constatar 40% das plantas atacadas. Reaplicar sempre que a população da praga atingir o nível acima descrito.

Percevejo rajado: iniciar a pulverização quando for constatado 20% de plantas atacadas. Reaplicar sempre que a população da praga atingir o nível acima descrito.

Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Batata

Vaquinha: iniciar o controle quando for observado a presença da praga na lavoura. Reaplicar sempre que for constatado a re-infestação da praga na lavoura.

Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Café

Bicho mineiro: iniciar a aplicação, quando for constatado 20% da folhas atacadas. Reaplicar sempre que for constatado o nível de infestação acima descrito.

Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Citros

Pulgão preto: iniciar a aplicação quando for constatado a praga no pomar.

Mosca-das-frutas: iniciar a pulverização quando for constatada a presença da praga no pomar (utilizar frasco-caça mosca para monitoramento) e, reaplicar a cada 14 dias, sempre que for constatado a praga nas armadilhas caça-moscas.

Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Feijão

Mosca branca: Iniciar a pulverização logo que for constatado a presença da praga na lavoura. Reaplicar sempre que ocorrer a re-infestação da praga.

Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Maçã

Mosca-das-frutas: iniciar a pulverização quando for constatada a presença da praga no pomar (utilizar frasco caça-moscas para monitoramento) e reaplicar a cada 14 dias, sempre que for constatado a praga nas armadilhas caça-moscas.
Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Milho

Iniciar a pulverização do produto quando for constatado a praga na lavoura (observar os sintomas de “folhas raspadas” e/ou a presença de fezes no cartucho do milho). Reaplicar sempre que ocorrer re-infestação da praga.

Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Repolho

Lagarta mede-palmo e vaquinha: Iniciar a pulverização quando for constatada a presença das pragas na lavoura. Reaplicar sempre que ocorrer a re-infestação das pragas.

Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Soja

Lagarta da soja: iniciar a pulverização, quando for constatado 40 lagartas maiores que 1,5 cm por amostragem ou 30% de desfolhamento durante a fase vegetativa e 15% de desfolhamento a partir do início da fase reprodutiva. Reaplicar sempre que a praga atingir os níveis acima especificados.

Percevejo pequeno: em lavouras produtoras de grãos iniciar o controle quando for constatado 4 percevejos com mais de 0,5 cm por amostragem. Em lavouras produtoras de sementes, iniciar o controle quando for constatado 2 percevejos maiores que 0,5 cm/amostragem. Reaplicar sempre que a população da praga atingir os níveis acima descritos.

Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Tomate

Broca pequena e Traça do tomateiro: iniciar a pulverização, quando for constatada a praga na lavoura.

Número de aplicações: se necessário, reaplicar 7 dias após a primeira aplicação. O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

MODO DE APLICAÇÃO

O KESHET 25 EC deve ser aplicado através de pulverizadores costais e tratorizados utilizando preferencialmente pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico permitindo uma vazão adequada para cada cultura. Na cultura do milho, utilizar bicos do tipo leque, direcionados para o cartucho do milho.

VOLUME DE CALDA

Para culturas de algodão, feijão, milho e soja, utilizar até 300 litros de calda/ha,. Para as culturas da Batata e Repolho, utilizar 800 L de água/ha; para Tomate, utilizar de 400 a 1000 litros de calda/ha, dependendo do porte da planta; para Café, utilizar 400 L de calda/ha; para Citros e Maçã, utilizar 2000 L de calda/ha. Seguir as recomendações técnicas, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão: 7 dias
Batata, milho: 1 dia
Café: 15 dias
Citros: 21 dias
Feijão: 16 dias
Maçã: 11 dias
Repolho: 2 dias
Soja: 14 dias
Tomate: 3 dias

LIMITAÇÕES DE USO

Para as culturas, doses e recomendações técnicas sugeridas, o produto não apresenta limitação de uso.

FITOTOXICIDADE

Para as culturas e doses recomendadas não há fitotoxicidade.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Irritante aos olhos e a pele.