Bula Keshet 25 EC

acessos
Deltamethrin
9201
Adama

Composição

Deltametrina 25 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo rajado
(Horcias nobilellus)
400 a 800 mL p.c./ha 300 L de calda/ha - Reaplicar sempre que a praga atingir o nível recomendado para a época de aplicação. 7 dias. Iniciar a pulverização quando for constatado 20% de plantas atacadas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
400 mL p.c./ha 300 L de calda/ha - Reaplicar sempre que a praga atingir o nível recomendado para a época de aplicação. 7 dias. Em variedades suscetíveis à virose, iniciar a pulverização quando for constatado 5 a 10% das plantas atacadas. Em variedades resistentes, quando se constatar 40% das plantas atacadas
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
40 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Reaplicar sempre que for constatada a re-infestação da praga na lavoura. 1 dia. iniciar o controle quando for observada a presença da praga na lavoura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
100 a 200 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - Reaplicar sempre que a praga atingir o nível recomendado para a época de aplicação. 15 dias. Iniciar a aplicação, quando for constatado 20% da folhas atacadas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
50 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Iniciar a pulverização quando for constatada a presença da praga no pomar
Pulgão preto dos citros
(Toxoptera citricida)
30 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - - 21 dias. Iniciar a aplicação quando for constatado a praga no pomar
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
300 mL p.c./ha 300 L de calda/ha - Reaplicar sempre que ocorrer a re-infestação da praga. 16 dias. Iniciar a pulverização logo que for constatada a presença da praga na lavoura
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
40 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - 14 dias. 11 dias. Iniciar a pulverização quando for constatada a presença da praga no pomar
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 mL p.c./ha 300 L de calda/ha - Reaplicar sempre que ocorrer re-infestação da praga. 1 dia. Iniciar a pulverização do produto quando for constatada a praga na lavoura
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
30 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Reaplicar sempre que ocorrer re-infestação da praga. 2 dias. Iniciar a pulverização do produto quando for constatada a praga na lavoura
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
30 mL p.c./100L água 800 L de calda/ha - Reaplicar sempre que ocorrer re-infestação da praga. 2 dias. Iniciar a pulverização do produto quando for constatada a praga na lavoura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
200 a 400 mL p.c./ha 300 L de calda/ha - Reaplicar sempre que a praga atingir o nível recomendado para a época de aplicação. 14 dias. Iniciar a pulverização, quando forem constatadas 40 lagartas maiores que 1,5 cm por amostragem ou 30% de desfolhamento durante a fase vegetativa e 15% de desfolhamento a partir do início da fase reprodutiva
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
300 mL p.c./ha 300 L de calda/ha - Reaplicar sempre que a praga atingir o nível recomendado para a época de aplicação. 14 dias. Iniciar o controle quando forem constatados 4 percevejos com mais de 0,5 cm por amostragem
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
40 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Iniciar a pulverização, quando for constatada a praga na lavoura
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
80 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Iniciar a pulverização, quando for constatada a praga na lavoura

Conteúdo: 100, 200, 250 e 500 ml; 1 e 5 L.

INSTRUÇÕES DE USO: O Keshet 25 EC é um inseticida com modo de ação de contato e ingestão, recomendado para o controle das pragas nas culturas e doses abaixo relacionadas.

Obs: 1000 ml de produto comercial possui 25 gramas de ingrediente ativo.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O KESHET 25 EC deve ser aplicado quando da infestação das pragas conforme as recomendações abaixo.

Algodão:
Pulgão: em variedades suscetíveis à virose, iniciar a pulverização quando for constatado 5 a 10% das plantas atacadas. Em variedades resistentes, quando se constatar 40% das plantas atacadas. Reaplicar sempre que a população da praga atingir o nível acima descrito.

Percevejo rajado: iniciar a pulverização quando for constatado 20% de plantas atacadas. Reaplicar sempre que a população da praga atingir o nível acima descrito.

Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Batata:
Vaquinha: iniciar o controle quando for observado a presença da praga na lavoura. Reaplicar sempre que for constatado a re-infestação da praga na lavoura.

Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Café:
Bicho mineiro: iniciar a aplicação, quando for constatado 20% da folhas atacadas. Reaplicar sempre que for constatado o nível de infestação acima descrito.

Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Citros:
Pulgão preto: iniciar a aplicação quando for constatado a praga no pomar.

Mosca-das-frutas: iniciar a pulverização quando for constatada a presença da praga no pomar (utilizar frasco-caça mosca para monitoramento) e, reaplicar a cada 14 dias, sempre que for constatado a praga nas armadilhas caça-moscas.

Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Feijão:
Mosca branca: Iniciar a pulverização logo que for constatado a presença da praga na lavoura. Reaplicar sempre que ocorrer a re-infestação da praga.

Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Maçã:
Mosca-das-frutas: iniciar a pulverização quando for constatada a presença da praga no pomar (utilizar frasco caça-moscas para monitoramento) e reaplicar a cada 14 dias, sempre que for constatado a praga nas armadilhas caça-moscas.
Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Milho:
Iniciar a pulverização do produto quando for constatado a praga na lavoura (observar os sintomas de “folhas raspadas” e/ou a presença de fezes no cartucho do milho). Reaplicar sempre que ocorrer re-infestação da praga.

Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Repolho:
Lagarta mede-palmo e vaquinha: Iniciar a pulverização quando for constatada a presença das pragas na lavoura. Reaplicar sempre que ocorrer a re-infestação das pragas.

Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Soja:
Lagarta da soja: iniciar a pulverização, quando for constatado 40 lagartas maiores que 1,5 cm por amostragem ou 30% de desfolhamento durante a fase vegetativa e 15% de desfolhamento a partir do início da fase reprodutiva. Reaplicar sempre que a praga atingir os níveis acima especificados.

Percevejo pequeno: em lavouras produtoras de grãos iniciar o controle quando for constatado 4 percevejos com mais de 0,5 cm por amostragem. Em lavouras produtoras de sementes, iniciar o controle quando for constatado 2 percevejos maiores que 0,5 cm/amostragem. Reaplicar sempre que a população da praga atingir os níveis acima descritos.

Número de aplicações: O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

Tomate:
Broca pequena e Traça do tomateiro: iniciar a pulverização, quando for constatada a praga na lavoura.

Número de aplicações: se necessário, reaplicar 7 dias após a primeira aplicação. O produto poderá ser aplicado no máximo duas vezes na mesma safra.

MODO DE APLICAÇÃO:
O KESHET 25 EC deve ser aplicado através de pulverizadores costais e tratorizados utilizando preferencialmente pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico permitindo uma vazão adequada para cada cultura. Na cultura do milho, utilizar bicos do tipo leque, direcionados para o cartucho do milho.

VOLUME DE CALDA:
Para culturas de algodão, feijão, milho e soja, utilizar até 300 litros de calda/ha,. Para as culturas da Batata e Repolho, utilizar 800 L de água/ha; para Tomate, utilizar de 400 a 1000 litros de calda/ha, dependendo do porte da planta; para Café, utilizar 400 L de calda/ha; para Citros e Maçã, utilizar 2000 L de calda/ha. Seguir as recomendações técnicas, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Algodão: 7 dias. Batata: 1 dia. Café: 15 dias. Citros: 21 dias. Feijão: 16 dias. Maçã: 11 dias. Milho: 1 dia. Repolho: 2 dias. Soja: 14 dias. Tomate: 3 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

LIMITAÇÕES DE USO:
Para as culturas, doses e recomendações técnicas sugeridas, o produto não apresenta limitação de uso.

FITOTOXICIDADE:
Para as culturas e doses recomendadas não há fitotoxicidade.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Ao utilizar o equipamento de aplicação, verifique o seu estado de conservação. Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas. Uso exclusivamente agrícola. Não transporte este agrotóxico juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. Não use equipamentos de proteção individual danificados. Ao abrir a embalagem evite respingos.

MANUSEIO DO AGROTÓXICO: Use Protetor Ocular: O produto é irritante para os olhos. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca: Produto perigoso se inalado ou aspirado. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use Luvas de Borracha: Produto irritante para a pele. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. No carregamento e descarregamento de veículos de transporte das embalagens cheias fechadas utilize macacão com mangas compridas, avental impermeável, luvas e botas impermeáveis.

Na abertura de embalagens, na manipulação de embalagens cheias em uso, no preparo e manuseio da calda, na descontaminação e descarte de embalagens vazias contaminadas, utilize macacão com mangas compridas, avental impermeável, luvas e botas impermeáveis, óculos protetores ou viseira, respirador com filtro de carvão ativado.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Utilize macacão com mangas compridas, capuz ou chapéu, capa impermeável, luvas e botas impermeáveis, óculos protetores ou viseira e respirador com filtro de carvão ativado.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho troque e lave suas roupas. Evite ao máximo o contato com a área na qual o agrotóxico já foi aplicado até o término do intervalo de reentrada. Não entre na área em que o agrotóxico foi aplicado antes de transcorrido 1 dia, porque há risco de contaminação. Caso necessite entrar na área em que o agrotóxico já foi aplicado, antes de findo o intervalo de reentrada, utilize macacão com mangas compridas, luvas e botas impermeáveis, óculos protetores ou viseira e respirador com filtro de carvão ativado. Troque imediatamente, após a aplicação do agrotóxico, todos os equipamentos de proteção individual lavando-os separadamente das demais roupas da família. Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do agrotóxico. Na limpeza e manutenção dos equipamentos de aplicação contaminados e na lavagem de roupas e equipamentos de proteção individual (EPI) contaminados utilize: macacão com mangas compridas, avental impermeável, luvas e botas impermeáveis.

PRIMEIROS SOCORROS: INGESTÃO: Não provoque vômito. Procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. OLHOS: Lave com água ou solução salina normal em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. PELE: Remova as roupas e sapatos contaminados. Lave a pele com água e sabão em abundância e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, a bula ou receituário agronômico do produto. INALAÇÃO: Procure lugar arejado e faça respiração artificial se necessário. Recorra a auxílio médico levando a embalagem, rótulo, a bula ou o receituário agronômico do produto.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:

MECANISMO DE AÇÃO: Os estudos sobre o mecanismo de ação tóxica dos inseticidas piretróides realizados com ratos demonstraram que os compostos (-ciano-3-fenoxibenzil promovem uma despolarização persistente na membrana do nervo pelo influxo contínuo de íons Na+, com redução na amplitude do potencial de ação e colapso na condução axonal. Estes compostos determinam efeitos de origem central, produzindo salivação excessiva, movimentos irregulares dos membros, convulsões tônicas e clônicas e sensibilidade aumentada aos estímulos externos.

ABSORÇÃO: Os inseticidas piretróides são facilmente absorvidos através das vias digestiva e respiratória, sendo pouco absorvidos por via dérmica.

EXCREÇÃO: Em estudos realizados em ratos, utilizando 14C, 80-90% da radioatividade foi eliminada dentro de 24 horas. Quando o 14C estava no grupo ciano, a eliminação foi mais lenta, devido à retenção do tiocianato. Em geral, a deltametrina não metabolizada e os metabólitos hidroxilados foram excretados nas fezes, enquanto que produtos da hidrólise polar e conjugados foram eliminados pela urina. Os camundongos apresentaram mesma velocidade de eliminação dos ratos (40-60% dentro de 24h).

EFEITOS AGUDOS: Nas intoxicações por ingestão, os sintomas iniciais compreendem dores epigástricas, náuseas e vômitos. Nos casos mais graves ocorrem sonolência e fasciculações, especialmente nos músculos das extremidades. Os sintomas sistêmicos compreendem vertigens, cefaléia, fadiga muscular e anorexia. Com menos freqüência ocorrem parestesias, palpitação, embaçamento da visão e transpiração excessiva. Nas exposições ocupacionais com poeiras finas ou aerossóis ocorrem vertigens e quando do contato dérmico, ocorrem ardência e sensação de formigamento na face, até 4 a 6 horas após a exposição.

EFEITOS CRÔNICOS: Em experimentos realizados com animais de laboratório, (ratos, camundongos, coelhos, cães), o produto não apresentou atividade mutagênica, carcinogênica ou teratogênica. No estudo de dois anos em ratos, com doses de 2, 20 e 50 mg de deltametrina/kg, não foram observadas alterações hematológicas nem bioquímicas, com exceção da diminuição da atividade da enzima transaminase glutâmica-pirúvica sérica (SGPT) aos seis meses de tratamento nas doses de 20 e 50 mg/kg.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser o agrotóxico de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Realizar tratamento sintomático, administrando terapia de suporte.

ANTÍDOTO: A critério médico, utilizar medicamentos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como carvão ativado e purgativos salinos. Recomenda-se o uso de anti-histamínico.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: MUITO PERIGOSO ao meio ambiente (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser em alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens disponíveis adequadas, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produto vazado. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa AGRICUR DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. telefone de emergência: (0xx11) 3812.4111. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais, siga as instruções abaixo:

PISO PAVIMENTADO: Absorva o produto derramado com terra ou serragem. Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate o fabricante ou o distribuidor ou qualquer representante da empresa na região. O produto deverá ser desativado conforme orientações de destinação de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água;

SOLO: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada;

CORPOS D'ÁGUA: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens rígidas devem ser enxaguadas três vezes e, a calda resultante acrescentada à preparação para pulverização (tríplice lavagem). Não reutilize embalagens. As embalagens devem ser perfuradas de maneira a torna-las inadequadas para outros usos. (Exceto em caso de existência do recolhimento das mesmas pela Empresa). Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido enterrar embalagens. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

Para desativação de restos de produto contate a empresa Agricur Defensivos Agrícolas Ltda. e o Órgão Estadual de Meio Ambiente. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo Órgão Estadual responsável, equipados de câmaras para lavagem de gases efluentes.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas:
Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.