Bula Kifix

acessos
Imazapir + Imazapique
7907
Basf

Composição

Imazapique 175 g/kg Imidazolinonas
Imazapir 525 g/kg Imidazolinonas

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
100 a 140 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar na pós-emergência. Com o estádio de desenvolvimento da planta daninha de 2 a 4 folhas
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
100 a 140 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar na pós-emergência. Com o estádio de desenvolvimento da planta daninha de 2 folhas a 1 perfilho
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
100 a 140 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar na pós-emergência. Com o estádio de desenvolvimento da planta daninha de 2 folhas a 1 perfilho
Capim colonião
(Panicum maximum)
100 a 140 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar na pós-emergência. Com o estádio de desenvolvimento da planta daninha de 2 folhas a 1 perfilho
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
100 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Máximo de duas aplicações. Ou duas aplicações de 70 + 70 g.p.c/ha. 60 dias. Estádio da planta daninha: 2 a 4 folhas
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
100 g.p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Máximo de duas aplicações. Ou duas aplicações de 70 + 70 g.p.c/ha. 60 dias. Estádio da planta daninha: 2 folhas a 1 perfilho
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
100 a 140 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar na pós-emergência. Com o estádio de desenvolvimento da planta daninha de 2 a 4 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
100 a 140 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 60 dias. Aplicar na pós-emergência. Com o estádio de desenvolvimento da planta daninha de 2 a 4 folhas
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Aguapé
(Sagittaria guyanensis)
140 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Máximo de duas aplicações. 60 dias. Estádio da planta daninha: 2 a 4 folhas
Aguapé de flecha
(Sagittaria montevidensis)
140 g.p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Máximo de duas aplicações. 60 dias. Estádio da planta daninha: 2 a 4 folhas
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
140 g.p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Máximo de duas aplicações. 60 dias. Estádio da planta daninha: 2 a 4 folhas
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
140 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Máximo de duas aplicações. 60 dias. Estádio da planta daninha: 2 folhas a 1 perfilho
Arrozinho
(Luziola peruviana)
140 g.p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Máximo de duas aplicações. 60 dias. Estádio da planta daninha: 5 estolões
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
140 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Máximo de duas aplicações. 60 dias. Estádio da planta daninha: 2 folhas a 1 perfilho
Cruz de malta
(Ludwigia octovalvis)
140 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Máximo de duas aplicações. 60 dias. Estádio da planta daninha: 2 a 4 folhas
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
140 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Máximo de duas aplicações. 60 dias. Estádio da planta daninha: 2 a 4 folhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
140 g p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Máximo de duas aplicações. 60 dias. Estádio da planta daninha: 2 folhas a 1 perfilho
Tiririca do brejo
(Cyperus iria)
140 g.p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Máximo de duas aplicações. 60 dias. Estádio da planta daninha: 2 a 4 folhas

Frasco de polietileno: 100, 140, 170, 200, 280, 340, 500, 700, 800, 850, 1000, 1400, e 1700g.
Saco plástico aluminizado: 200g (com 2 sacos hidrossolúveis de 100g cada)
Saco plástico aluminizado: 500g (com 5 sacos hidrossolúveis de 100g cada)
Saco plástico aluminizado: 1000g (com 10 sacos hidrossolúveis de 100g cada)
Saco plástico aluminizado: 280g (com 2 sacos hidrossolúveis de 140g cada)
Saco plástico aluminizado: 700g (com 5 sacos hidrossolúveis de 140g cada)
Saco plástico aluminizado: 1400g (com 10 sacos hidrossolúveis de 140g cada)
Saco plástico aluminizado: 340g (com 2 sacos hidrossolúveis de 170g cada)
Saco plástico aluminizado: 850 g (com 5 sacos hidrossolúveis de 170g cada).

INSTRUÇÕES DE USO:
KIFIX é um herbicida sistêmico, desenvolvido para uso exclusivo no sistema de produção Clearfield - Arroz. Possui amplo espectro de controle das principais plantas daninhas infestantes da cultura do arroz, incluindo o Arroz-vermelho. Apresenta flexibilidade quanto à época de aplicação, podendo ser utilizado em Pré-emergência ou Pós-emergência das plantas infestantes e do Arroz.

MODO DE AÇÃO:
Devido ao KIFIX ter sido desenvolvido para uso exclusivo no Sistema de Produção Clearfield - Arroz, somente os cultivares de arroz do Sistema de Produção Clearfield têm tolerância ao herbicida KIFIX à exceção do cultivar IRGA 422CL. Esses cultivares foram desenvolvidos através de técnicas avançadas de melhoramento e seleção de plantas, tornando-os altamente seletivos ao herbicida KIFIX. Os cultivares do sistema de produção Clearfield não são plantas transgênicas, pois não contém material genético (DNA) importado de outras espécies vegetais, animais ou bactérias.
A ação herbicida do KIFIX é resultado da redução dos níveis de três aminoácidos alifáticos de cadeia ramificada, valina, leucina e isoleucina, através da inibição do ácido hidroxiacético sintetase (AHAS), uma enzima comum na via biossintética desses aminoácidos. Esta inibição interrompe a síntese protéica, que por sua vez interfere na síntese de DNA e no crescimento celular. A biossíntese desses três aminoácidos e a enzima AHAS não ocorrem em animais, o que explica a baixa toxicidade aguda do produto em mamíferos.
KIFIX é absorvido pelas folhas e raízes, sendo translocado rapidamente através do xilema e floema para as regiões meristemáticas da planta, onde se acumula. Embora a interrupção de crescimento das regiões meristemáticas ocorra logo após a aplicação, a clorose das folhas novas e a necrose dos tecidos podem demorar até duas semanas em algumas espécies. Em plantas perenes, KIFIX é translocado para as partes subterrâneas das plantas (rizomas e tubérculos), o que permite a redução da população destas plantas infestantes. KIFIX possui atividade residual no solo para algumas espécies de plantas daninhas, o que lhe confere ação herbicida sobre novas germinações.

CULTURA / PLANTAS DANINHAS / DOSES:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
EXCLUSIVO PARA ARROZ CLEARFIELD

ARROZ DE TERRAS BAIXAS (Arroz irrigado):
a)Arroz-vermelho (Oryza sativa); Capim-arroz (Echinochloa crusgalli); Papuã ou marmelada (Brachiaria plantaginea) – Estádio: 2 folhas a 1 perfilho;
b)Grama-boiadeira (Luziola peruviana) – Estádio: 5 estolões;
c)Angiquinho (Aeschynomene denticulata); Cruz-de-malta (Ludwigia longiformis); Sagitária (Sagittaria montevidensis e Sagittaria guyanensis); Junquinho (Cyperus iria); Cuminho (Frimbristylis miliacea) - Estádio: 2 a 4 folhas.
- Número máximo de aplicações: 2 (para todas as plantas daninhas acima)
- Adicionar adjuvante DASH a 0,5% v/v na dose de Kifix.

ARROZ DE TERRAS ALTAS (Arroz de sequeiro):
a)Capim-custódio (Pennisetum setosum)- Estádio: 2 folhas a 1 perfilho;
b)Carrapicho de carneiro (Acanthospermum australe) – Estádio: 2 a 4 folhas.
- Número máximo de aplicações: 2 (para todas as plantas daninhas acima)
- A dose Kifix: 100 ou (70 + 70)* g/Ha.
* A dose menor deverá ser utilizada quando a opção pelo uso de aplicações seqüencial.
Campos semeados com arroz por muitos anos com alta infestação de plantas daninhas, para que se obtenha um melhor controle e manejo das plantas infestantes recomenda-se aplicação seqüencial:
Efetuar a 1a. aplicação de KIFIX em pré ou pós emergência inicial, na dose de 70 g./ha, e a 2a aplicação, em pós-emergência, visando o controle de re-infestações na dose de 70 g./ha.

-Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do Arroz:
KIFIX é um herbicida de amplo espectro de controle, das principais plantas daninhas infestantes da cultura do arroz, incluindo Arroz-vermelho, apresentando flexibilidade quanto à época de aplicação.
O Arroz-vermelho é uma infestante de difícil controle e seu manejo depende de diversos tratos desde o preparo da área para plantio até o seu manejo após implantação da cultura, sendo a principal planta daninha limitante para a cultura do arroz.
Para Arroz de Terras Baixas, é importante a entrada da água 48 a 72 horas após aplicação do KIFIX para garantir o perfeito funcionamento do herbicida e impedir a germinação de novas infestações. A lâmina de água deve ser mantida durante todo o ciclo da cultura até a maturação da cultura.
Este manejo de água é uma prática recomendada pelas Comissões Oficiais de Arroz sendo importante ser adotada como mais uma ferramenta no manejo de plantas infestantes na cultura do arroz irrigado.

-Início da Aplicação:
ÁREAS COM BAIXA E MÉDIA INFESTAÇÃO: A dose recomendada é de 100 ou 140 g/ha dependendo do sistema de produção. A aplicação deve ser realizada em pós-emergência, nos seguintes estádios de desenvolvimento das plantas daninhas: arroz-vermelho e outras gramíneas - 2 folhas até o 1º perfilho, ciperáceas e plantas aquáticas- entre 2 a 4 folhas.

ÁREAS COM ALTA INFESTAÇÃO: Campos semeados com arroz por muitos anos com alta infestação de plantas daninhas, principalmente arroz vermelho, para que se obtenha um melhor controle e manejo das plantas infestantes recomenda-se aplicação seqüencial: Efetuar a 1a. aplicação de KIFIX em pré ou pós emergência inicial, estádio de 2-4 folhas do arroz vermelho, na dose de 70 ou 140 gramas/ha dependendo do sistema de produção, e a 2a aplicação, em pós-emergência, para novas re-infestações no estádio de 2-4 folhas.

MODO DE APLICAÇÃO:
1)Aplicação Terrestre: Aplicar com equipamento de pulverização tratorizado ou costal manual, com volume de calda de 100 a 200 litros por hectare, produzindo pulverizações com gotas de categorias média a grossa (padrão ASAE¹ S-572), procurando obter boa cobertura e evitando deriva para culturas sensíveis:
- Pré-emergência: utilizar bicos de baixa deriva DG TeeJet e Turbo TeeJet (em condições ambientais normais) e AI TeeJet (em condições ambientais mais críticas).
- Pós-emergência: utilizar bicos XR TeeJet (em boas condições ambientais) ou os bicos de baixa deriva DG TeeJet, Turbo TeeJet (em condições ambientais mais críticas). Também podem ser utilizados bicos ADI Jacto e LD Jacto, AD Magnum e BD Magnum e ALBUZ (em boas condições ambientais) e ADGA Magnum, BJ Jacto (em condições ambientais mais críticas).

2)Aplicação Aérea: Aplicar volume de calda de 40 - 50 litros/ha, bicos D-10 ou D-12 com core 45, altura de vôo de 2 a 3 metros do alvo a ser atingido, faixa de aplicação de 12 a 15 metros e ângulo do bico de 90º em relação à direção de vôo.
Evite derivas para as culturas vizinhas, principalmente para arroz não tolerante ao KIFIX. Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Evite sobreposição de faixas de pulverização durante a aplicação. A boa prática agrícola recomenda a aplicação sem vento ou com velocidade do vento menor do que 10 km/h.
Recomenda-se uma faixa de segurança de 100 metros entre a área aplicada com avião e o arroz não-CL não tolerante.
OBS.: Com outros equipamentos assegurar uma boa cobertura de pulverização. A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico responsável as condições poderão ser alteradas.

FATORES IMPORTANTES PARA O SUCESSO DO SISTEMA DE PRODUÇÃO CLEARFIELD - ARROZ :
Aplique KIFIX somente nos cultivares do Sistema de Produção Clearfield - Arroz, com exceção do cultivar IRGA 422CL, recomendados especificamente para este herbicida, cuja identificação é observada através da logomarca e do sufixo CL.

1. Na aplicação em pós-emergência na dose recomendada aplique sempre com o adjuvante.
2. Faça a aplicação dentro do período ideal do estágio de desenvolvimento das plantas daninhas e do Arroz.
3. Evite aplicações nas horas mais quentes do dia e com baixa umidade relativa do ar ou com ventos acima de 10 km/hora.
4. Limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-los com outros produtos ou em outros campos de arroz não-CL.
5. Limpe a semeadeira e a plantadeira antes de utilizá-las com arroz CL. Retire todo o resto de sementes de arroz não-CL.

PREPARAÇÃO DA CALDA PARA PULVERIZAÇÃO:
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade. Com o agitador (retorno) acionado, adicione a quantidade recomendada de KIFIX, adicione o adjuvante usado somente no caso da aplicação em pós-emergência e complete o volume do tanque com água.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Arroz Clearfield - carência: 60 dias

LIMITAÇÕES DE USO:
Seletividade: KIFIX é um herbicida seletivo para uso exclusivo no sistema de produção Clearfield - Arroz, recomendado especificamente para este herbicida.
1. PRECAUÇÃO: utilizar somente Sementes Identificadas com o Sistema de Produção Clearfield - Arroz e recomendadas para o herbicida KIFIX.
2. KIFIX não é seletivo para o cultivar IRGA 422CL apesar de pertencer ao Sistema de Produção Clearfield-Arroz , pois foi desenvolvido para o herbicida ONLY.
3. KIFIX não é seletivo para outros cultivares não-Clearfield.
4. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas ao KIFIX, não plantar Arroz Clearfield mais de 2 safras seguidas, recomenda-se a rotação com o Arroz não-Clearfield, dessa forma evita-se o controle continuado do Arroz-vermelho com o mesmo grupo químico e as mesmas práticas, dentro de um programa de manejo de resistência de plantas daninhas com herbicidas de diferentes modos de ação e diferentes práticas de manejo. Siga as demais instruções do programa de manejo de Arrroz-vermelho com o “Sistema de produção Clearfield - Arroz da BASF”.
5. Rotação de culturas de inverno após a safra de Arroz Clearfield:
O Arroz Clearfield foi desenvolvido principalmente para o manejo de Arroz-vermelho, o que ocorre geralmente em áreas de arroz irrigado, no entanto, se houver rotação com outras culturas, até que novas informações estejam disponíveis, somente as culturas de inverno e verão abaixo relacionadas poderão ser feitas em sucessão/rotação com o Arroz Clearfield na área tratada com KIFIX:
-Culturas de inverno (sucessão): Azevém, trevo e cornichão.
-Culturas de verão (rotação): Arroz CL, arroz não-Clearfield, soja, milho CL.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
- Não transporte este produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; bolas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro apropriado para partículas e névoas/vapores orgânicos; óculos de segurança; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança/reentrada (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das bolas: botas de borracha: máscara com filtro apropriado para partículas e névoas/vapores orgânicos: óculos de segurança: touca árabe e luvas de nitrila.
- Não fume, beba ou coma, durante a aplicação do produto.
- Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto, ou em áreas tratadas, logo após a aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original cm local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilize a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
No caso de contato com o produto, procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente.
OLHOS: Retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente cm abundância ou soro fisiológico durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas de nitrila e avental impermeável, por exemplo.


INTOXICAÇÕES POR IMAZAPIR E IMAZAPIQUE - INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).

GRUPO QUÍMICO: Imazapir e Imazapique: Imidazolinona

CLASSE TOXICOLÓGICA: II - ALTAMENTE TÓXICO.

VIAS DE EXPOSIÇÃO: Dérmica, inalatória, oral.

TOXICOCINÉTICA:
IMAZAPIR: Em animais experimentais, após administração, o imazapir é excretado através da urina (31,9% a 55,3%) e das fezes (35,6% a 57.7%). O imazapir apresentou meia vida de menos de 1 dia. Após o 1 dia da administração, quantidades residuais foram encontradas no fígado (0,03 ppm) e nos rins (0,02 ppm).

IMAZAPIQUE: Em animais experimentais após a administração foi observada rápida excreção, sendo excretado principalmente através da urina, na sua forma inalterada. Concentrações detectáveis do material foram observadas no fígado e no sangue.

MECANISMOS DE TOXICIDADE:
IMAZAPIR e IMAZAPIQUE: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS:
IMAZAPIR: Se ingerido em grande quantidade pode causar perda da consciência, acidose metabólica, hipotensão, leucocitose, febre, leve aumento das transaminases e da creatinina hepática (disfunção hepática). hiperbilirrubinemia não-conjugada, ulceração da cavidade oral, inflamação da faringe e da laringe, disfunção pulmonar e renal.

IMAZAPIQUE: Não há casos relatados de intoxicação humana especificamente para o imazapique.

DIAGNÓSTICO:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

TRATAMENTO:
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Não há antídoto específico.

Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.

Em caso de contato com os olhos, lavá-los abundantemente com soro fisiológico.
Se o produto foi ingerido, avaliar a necessidade de administração de carvão ativado.

IMAZAPIR e IMAZAPIQUE: não há informações específicas de sintomatologia e evolução do quadro clínico.

CONTRA-INDICAÇÕES:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vomito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.

EFEITOS SINÉRGICOS: Não são conhecidos.
ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)

Telefones de Emergência da empresa: 0800 011-2273 ou (0xx12) 3128-1357

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é: Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A., Telefones de Emergência: (0800) 11-2273 ou (0xx12) 3128-1357.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
. Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
. Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmo EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa. pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a hora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO estado, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de plantas infestantes (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Infestantes, quando disponível.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Vide a seção