Bula Mademato - Dipil

Bula Mademato

acessos
Glifosato
11006
Dipil

Composição

Glifosato 480 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Sistêmico, Pós-emergência

Algodão S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Erva de bicho
(Polygonum persicaria)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Macela
(Gnaphalium pensylvanicum)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Arroz S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Erva de bicho
(Polygonum persicaria)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Macela
(Gnaphalium pensylvanicum)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Erva de bicho
(Polygonum persicaria)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Macela
(Gnaphalium pensylvanicum)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Erva de bicho
(Polygonum persicaria)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Macela
(Gnaphalium pensylvanicum)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Não classificado
(Não classificado)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Aplicar sobre as folhas em área total quando a soqueira estiver no mínimo 50 cm do solo
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Erva de bicho
(Polygonum persicaria)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Macela
(Gnaphalium pensylvanicum)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Erva de bicho
(Polygonum persicaria)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Macela
(Gnaphalium pensylvanicum)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - U.N.A. Pós-emergência
Feijão S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Erva de bicho
(Polygonum persicaria)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Macela
(Gnaphalium pensylvanicum)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Erva de bicho
(Polygonum persicaria)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Macela
(Gnaphalium pensylvanicum)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Milho S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Erva de bicho
(Polygonum persicaria)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Macela
(Gnaphalium pensylvanicum)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Soja S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Erva de bicho
(Polygonum persicaria)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Macela
(Gnaphalium pensylvanicum)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Não determinado. Pós-emergência
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa (Arroz vermelho))
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Azevém
(Lolium multiflorum)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Erva de bicho
(Polygonum persicaria)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Macela
(Gnaphalium pensylvanicum)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Malva branca
(Sida cordifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência
Tiririca
(Cyperus rotundus)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 17 anos. Pós-emergência

Embalagens de polietileno ou revestidas de polietileno de: 0,2; 0,25; 0,5; 1; 5; 10; 20; 50; 100; 200; 415 e 660 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

Recomendado para o controle pós-emergente não seletivo de plantas daninhas nas seguintes situações:

1. Aplicação dirigida em áreas cultivadas (pós-emergência das plantas daninhas e das culturas), nos cultivos de café, citros, cana-de-açúcar, maçã e uva.

2. Aplicação em área total para eliminação de plantas daninhas emergidas, antes do plantio dos cultivos de algodão, arroz, feijão, milho e soja, no sistema de plantio direto.

3. Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar.

Observação: na cultura do arroz, algodão, feijão, milho, maçã e uva, utilizar no controle das plantas daninhas no máximo até 4,0 L p.c./ha.

PLANTAS DANINHAS/DOSE:
(Vide Indicações de Uso/Dose).

c) Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar (Saccharum officinarum):

- Dose: 3 a 4 litros/ha (1440 a 1920 g i. a./ha).
- Aplicar sobre as folhas em área total quando a soqueira estiver no mínimo 50 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.

Observações gerais:

- As doses indicadas (ver tabela), aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta.

- As doses em g i.a./ha referem-se à concentração de Sal de isopropilamina de N-(fosfonometil)glicina.

- Para plantas daninhas com indicação de intervalo de doses, utilizar as doses menores na fase inicial de desenvolvimento, e as doses maiores para plantas mais desenvolvidas, adultas ou perenizadas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

- O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo à/ou durante a floração. Para plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais.

- Em plantio direto, aplicar em área total antes do plantio das culturas indicadas, para eliminação das plantas daninhas emergidas.

- Culturas de café, citros, cana-de-açúcar, maçã e uva: aplicar quando as plantas daninhas estiverem na fase ideal de controle, observando-se os intervalos de segurança e outras recomendações descritas na bula.

- Na eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar em área total sobre as folhas quando estas estiverem no mínimo 50 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.

- Aplicar SAMURAI quando as plantas daninhas estiverem em pleno desenvolvimento e sem “stress” hídrico (condições de seca ou excesso de água). SAMURAI não atua sobre sementes existentes no solo.

- Uma única aplicação de SAMURAI, aplicado conforme recomendado, controla as plantas daninhas.

MODO DE APLICAÇÃO:

- Em operação de manejo em plantio direto: aplicar SAMURAI em área total, antes do plantio da cultura, dando boa cobertura das plantas daninhas.

- Em aplicação dirigida em cultivos estabelecidos: aplicar SAMURAI em jato dirigido ou protegido, para que não atinja as partes verdes dos cultivos (folhas, ramos ou caule jovem).

- Na eliminação de soqueira de cana-de-açúcar: aplicar dando boa cobertura sobre as folhas da soqueira.

- Aplicar SAMURAI em área total, em faixas ou coroamento das plantas úteis, e em carreadores e curvas de nível.

Volume de calda: Utilizar 200 a 400 litros de calda por hectare, para as aplicações terrestres (costal e tratorizado); e 40 a 50 litros de calda por hectare, para as aplicações aéreas.


Equipamentos:
- Via terrestre: Aplicar SAMURAI utilizando-se pulverizador costal ou tratorizado. Em equipamentos tratorizados convencionais utilizar bicos 80.03/80.04/110.04. Nos equipamentos tipo costal manual utilizar bicos 80.02/110.01/TK-05/110.02.

Não aplique com ventos superiores a 10 Km/h.

- Via aérea: Aplicar SAMURAI via aérea em áreas livres de culturas; antes do plantio das culturas no sistema de plantio direto; ou na eliminação de soqueiras de cana-de-açúcar. Aplicar o produto utilizando-se aeronave dotada de barra de pulverização com bicos, e seguindo os seguintes parâmetros:

Volume de aplicação de 40 a 50 L de calda/ha.
Cobertura de gotas: 30 a 50 gotas/cm2.
Tamanho das gotas (DMV): 200 a 400 ?m.
Faixa de aplicação: 15 m.
Altura de vôo: 2 a 4 m do topo da vegetação.
Bicos de pulverização: bicos de jato cônico da série “D” ou similar com difusores apropriados para uma boa Cobertura e deposição sobre o alvo, à pressão de 15 a 30 lb/pol2.
Fatores climáticos: Temperatura máxima (27?C); Umidade mínima (55%); Vento máximo (10 km/hora).


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Citros e Cana-de-açúcar 30 dias.
Café e Maçã 15 dias.
Uva 17 dias.
Algodão, Arroz, Feijão, Milho (1)
Soja (2)

(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego (Plantio direto).
(2) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.


LIMITAÇÕES DE USO:
- Fitotoxicidade – evite que a solução herbicida atinja as partes verdes das plantas úteis durante a aplicação.
- Armazene e manuseie apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio e aço inoxidável. Não armazene a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.
- Suspenda a aplicação quando houver prenúncio de chuva. Caso ocorram chuvas nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode ser diminuída. Este é o intervalo de tempo necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta.
- A eficácia do produto é observada entre 7 e 14 dias após a aplicação.
- Use somente água limpa na aplicação do produto (sem argila em suspensão).
- Não aplique SAMURAI quando as folhas das plantas daninhas estiverem cobertas de poeira. Nestas condições poderá haver redução da atividade do produto.
- Não capine ou roce as plantas daninhas antes da aplicação, e até 14 dias após a aplicação de SAMURAI.
- Não permita o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais após a aplicação de SAMURAI.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES

PRODUTO PERIGOSO

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

Precauções Gerais:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados. Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Mantenha o produto afastado de crianças, animais domésticos, alimentos, medicamentos ou ração animal.

Precauções no Manuseio:
- PRODUTO EXTREMAMENTE IRRITANTE AOS OLHOS.
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com água corrente e sabão, e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: touca árabe, luvas e botas de borracha, macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, óculos e máscara com filtro de carvão ativado.

Precauções Durante a Aplicação:
- Evite ao máximo possível o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: touca árabe, luvas e botas de borracha, macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, óculos e máscara com filtro de carvão ativado.

Precauções após Aplicação:
- Não reutilize a embalagem vazia.
- Faça a tríplice lavagem, perfure a embalagem vazia e a encaminhe para o distribuidor.
- Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24 h).
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilize luvas e avental impermeáveis.
- Faça a manutenção dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação e EPIs longe de fontes d’água para consumo.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual EPI: macacão de algodão impermeável, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: as formulações contendo glifosato têm ação irritante e potencial corrosivo para pele e mucosas. Os efeitos são mais graves em crianças.
Procure logo o serviço médico de emergência levando todas as informações disponíveis sobre o produto (embalagem, rótulo, bula, receituário agronômico).
Ingestão: não provoque vômito.
Olhos: lave com água corrente em abundância durante 15 minutos.
Pele: lave com água corrente e sabão em abundância.
Inalação: transporte o intoxicado para local arejado.
Se o acidentado parar de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência.

ANTÍDOTO: NÃO EXISTE ANTÍDOTO ESPECÍFICO PARA GLIFOSATO.

INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO
Informações Médicas

Grupo químico
Glicina substituída.

Classe Toxicológica
Classe I – Extremamente Tóxico.

Modo de ação
As formulações contendo glifosato têm ação irritante e potencial corrosivo para pele e mucosas.

Vias de exposição
Respiratória, digestiva, dérmica e mucosa.

Vias de absorção
Digestiva, dérmica e mucosa.

Sintomas e sinais Clínicos
As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição às formulações de glifosato.

Em casos de exposição:
DIGESTIVA (INGESTÃO): podem ocorrer lesões corrosivas (ulcerativas) das mucosas oral, esofágica, gástrica e, menos freqüentemente, duodenal; disfagia, epigastralgia, náusea / vômitos, cólicas, diarréia. Também são observadas hematêmese e melena, assim como e hepatite anictérica e pancreatite aguda; hipotensão arterial, choque cardiogênico. Hipoxemia leve assintomática detectável por gasometria; infiltrado alveolar ou intersticial ao raio X, taquipnéia, dispnéia, tosse, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico e falência respiratória. Pode ocorrer pneumonite por broncoaspiração. Também pode ocorrer oligúria, anúria e hematúria; acidose metabólica e insuficiência renal nos mais seriamente intoxicados. As alterações neurológicas, que podem se complicar com convulsões, coma e morte, são atribuídas a hipóxia e/ou hipotensão.

CUTÂNEA: podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido, vesículas, eczema).

OCULAR: pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral.

RESPIRATÓRIA: pode ocorrer irritação das vias respiratórias altas. Nos casos de aspiração pode ocorrer pneumonite química.

Efeitos dos Adjuvantes
O quadro clínico pode variar, dependendo dos adjuvantes utilizados na formulação. Este produto contém:
- Amina graxa etoxilada: Queimação ocular; eritema, edema e vesículas cutâneas; náuseas e diarréia.
- Isopropilamina: é extremamente lesivo à mucosa do trato respiratório superior, queimação e dor de garganta, laringite, sibilância; rubor; flictenas e queimaduras cutâneas; irritação ocular, conjuntivite e ceratite, com prejuízo da visão; cefaléia, cãibras e náusea. Estes sintomas não se manifestam imediatamente após a exposição.

Toxicocinética
O glifosato é metabolizado principalmente em AMPA (ácido aminometil fosfônico) que aparece no plasma cerca de 3,5 horas após a ingestão. Ambos, glifosato e seu metabólito, são excretados através da urina em até 7 dias.

Diagnóstico
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico, e do AMPA na urina.

Tratamento
O tratamento das intoxicações por Glifosato é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação, que visam limitar a absorção e os efeitos locais. Não existe antídoto específico e, por não se tratar de produto inibidor das colinesterases, não deve ser administrada atropina como antídoto.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Descontaminação:

Cutânea: remover roupas e acessórios. Proceder descontaminação cuidadosa (incluindo pregas, cavidades, orifícios e pelos) com água fria abundante e sabão.

Ocular: irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo, 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.

Ingestão: é necessário considerar o volume, a concentração da solução ingerida e o tempo transcorrido desde a ingestão. Ingestão recente: caso não tenha ocorrido vômito espontâneo, proceder à lavagem gástrica o mais precocemente possível. Ponderar a conveniência de administrar carvão ativado em função da necessidade de endoscopia digestiva nas primeiras 24 h. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O2 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória e atentar para a necessidade de entubação.
Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluídos nos casos em que ocorrer hipotensão, se necessário, associar vasopressores. Monitorar arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico.
Tratar a possível ocorrência de insuficiência renal e de acidose metabólica.
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico. Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 ou bloqueadores de bomba de próton.
Monitorar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
É conveniente o controle ambulatorial subseqüente.

Contra-Indicações
Provocar vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da superfície de contato.
Evitar a utilização de drogas que possam comprometer a pressão arterial e deprimir a função cárdio-respiratória.

ATENÇÃO
As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
DISQUE INTOXICAÇÃO: 0800-7226001 – Rede Nacional de Centro de Informações e Assistência Toxicológica – RENACIAT – ANVISA/MS
Centro de Informações Toxicológicas: PR: 0800-410.148 ? RS: 0800-780.200 ? SC: 0800-643.5252 ? SP: 0800-148.110/0800-771.3733 ? ES: 0800-283.9904 ? GO: 0800-646.4350 ? BA: 0800-284.4343
EMPRESA: (11) 4195-2121

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Mecanismo Ação: Glifosato não é um inibidor de acetilcolinesterase e portanto não existe o quadro clínico decorrente do acúmulo de acetilcolina no espaço intersináptico. Em testes “in vitro” com mitocôndrias isoladas de fígado de rato, o Glifosato atua desacoplando a fosforilação oxidativa como resultado da interação com fosforilação oxidativa e na reação transidrogenase energia-dependente.
Absorção: A absorção cutânea: Em estudos “in vitro” com tecidos humanos a absorção cutânea foi menor do que 2%.
Absorção oral: Em ratos a absorção chegou a 35-40% quando administrado por via oral na dose de 10 mg/kg de peso.
Distribuição: Após a absorção, é distribuído no organismo, sendo encontrado principalmente nos intestinos, ossos, cólon e rins. As maiores concentrações foram encontradas no intestino delgado, acima de 34%, duas horas após a ingestão.
Metabolismo: Aparentemente, o metabolismo do Glifosato em animais é mínimo. Essencialmente são produzidos metabólitos não tóxicos e aproximadamente 100% do encontrado nos tecidos, corresponde ao produto original.
Excreção: Renal: O Glifosato é eliminado na urina, atingindo rapidamente níveis muito baixos. Em geral, dois ou três dias depois da ingestão não é detectado na urina. Estudos em ratos mostram que aproximadamente 36% da dose foi excretada na urina num período de 7 dias. Em ratos (machos) que receberam Glifosato radiomarcado, aproximadamente 20 a 30% foi eliminado na urina em 72 horas.
Fezes: Em estudos com animais, aproximadamente 51% da dose foi excretada nas fezes num período de 7 dias. Em ratos (machos) que receberam Glifosato radiomarcado, aproximadamente 70 a 80% foi eliminado nas fezes em 72 horas.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos Agudos: Em caso de contato com o produto concentrado os sinais e sintomas serão decorrentes do efeito irritante sobre a pele e mucosas tanto do Glifosato como do surfactante aniônico. Foi observada toxicidade grave em seres humanos, após a ingestão de quantidades superiores a 50 g do ingrediente ativo.
Em estudos epidemiológicos retrospectivos, em pacientes que ingeriram o Glifosato, os sinais agudos mais comuns foram, dor na boca e garganta, ulceração ou erosão na mucosa oral, vômitos, diarréia, dentre outros menos freqüentes.
Testes de curto prazo mostram que o Glifosato e suas formulações apresentam baixo nível de toxicidade aguda. Em testes conduzidos em animais de laboratório, o herbicida SAMURAI apresentou, DL50 oral aguda em ratos superior a 4.000 mg/kg, DL50 dérmica aguda em coelhos superior a 4.000 mg/kg, causou leve irritação dérmica e irritação ocular em coelhos.

Efeitos crônicos: Foram ainda estudados os efeitos sobre o processo reprodutivo e a progênie de animais de laboratório. Foram realizados testes de mutagenicidade em células de bactérias e micronúcleos, sendo que em ambos os experimentos o resultado obtido foi negativo.
A alta solubilidade do Glifosato em água e baixa solubilidade em lipídeos sugerem que ele não se bioacumula o que é comprovado por estudos científicos. Os estudos efetuados mostram claramente que o Glifosato é muito lentamente absorvido através da membrana gastrointestinal e que há um mínimo de retenção nos tecidos e uma rápida eliminação em várias espécies animais. A não retenção e a rápida eliminação do Glifosato, indica que mesmo no caso de exposição repetida, o produto não é acumulado no corpo.

Sintomas de alarme:
Não são conhecidos sintomas de alarme, sendo recomendado a suspensão do uso do produto se surgiram quaisquer sintomas durante a sua manipulação.

Sinais Clínicos:
O contato do produto com a pele pode causar dermatite, piloereção e eritema. O contato do produto com os olhos pode causar conjuntivite e edema orbital.

Síndrome tóxica após ingestão de altas doses: Epigastralgia, ulceração ou lesão da mucosa gástrica, hipertemia, anúria, oligúria, hipotensão arterial, choque cardiogênico, arritmia cardíaca, edema pulmonar não cardiogênico, pneumonite, necrose tubular aguda, elevação de enzimas hepáticas, leucocitose, acidose metabólica e hipercalemia.

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

- Evite a contaminação ambiental. Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: PILARQUIM BR COMERCIAL LTDA. – Telefones de Emergência: (11) 4195-2121.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de BORRACHA, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d’ água: interrompa imediatamente a captação para consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


FRASCO PLÁSTICO (EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL)
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

- Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

- Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador:
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagens, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

CAIXA DE PAPELÃO (EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

-DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazia, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Daninhas, quando disponível.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas daninhas a eles resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.