Envelope - Ihara - Zeus 24/04- Peça Esq

Maestro FS CI

Geral
Nome Técnico:
Fipronil
Registro MAPA:
10816
Empresa Registrante:
Sumitomo
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Fipronil 250 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Tratamento de Sementes
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Modo de Ação:
Contato, Ingestão
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Cevada Recomendação Dosagem Produtos Similares
Diloboderus abderus (Larva pão de galinha) veja aqui
Trigo Recomendação Dosagem Produtos Similares
Diloboderus abderus (Larva pão de galinha) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 5 L
Não Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 1000 L

INSTRUÇÕES DE USO

MAESTRO FS é um inseticida à base de Fipronil recomendado exclusivamente para o tratamento de sementes nas culturas de algodão, arroz, cevada, feijão, milho, pastagens, soja e trigo.

Obs.: Nas recomendações de uso por hectare, o produto deverá ser distribuído na quantidade de sementes a ser utilizada para semear 1 hectare.


MODO DE APLICAÇÃO

Aplicar o produto homogeneamente sobre as sementes na dose recomendada, utilizando tambor rotativo com eixo excêntrico ou máquinas apropriadas para tratamento de sementes.


Tambor rotativo: colocar as sementes e metade da calda inseticida, girar o mesmo algumas vezes, e em seguida colocar o restante da calda girando novamente até que haja uma perfeita distribuição e cobertura das sementes.

Máquinas para tratamento de sementes: verificar o rendimento do equipamento para cada tipo de semente e colocar a calda pronta no reservatório, calibrar a máquina e efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem a sombra e proceder à semeadura.

Algodão e Milho: Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água). Neste caso, para se obter as quantidades de produto conforme recomendação, utilizar:
- 0,50 a 0,60 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de Algodão.
- 0,08 a 0,10 litro da calda inseticida por hectare de Milho.

Arroz: Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água). Neste caso, para se obter as quantidades de produto conforme recomendação, utilizar:
- 0,24 a 0,30 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de Arroz para o controle da Bicheira-da-raiz-do-arroz;
- 0,40 a 0,50 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de Arroz para o controle de Cupim

Cevada e Trigo: Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:3 (1 litro do produto em 3 litros de água). Para se obter as quantidades de produto conforme recomendação, utilizar:
- 0,40 a 0,60 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de Cevada ou Trigo.

Feijão: Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água). Para se obter as quantidades de produto conforme recomendação, utilizar:
- 0,60 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de Feijão.

Soja: Se necessário, poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água). Para se obter as quantidades de produto conforme recomendação, utilizar:
- 0,60 litro da calda inseticida quando a dose recomendada for de 200 ml.p.c./100 kg de sementes (controle do tamanduá-da-soja, vaquinha-verde-amarela e broca-do-colo);
- 0,30 litro da calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 ml.p.c./100 kg de sementes (controle de coró);
- 0,24 litro da calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 ml.p.c./100 kg de sementes (controle de piolho-de-cobra).

Pastagens: Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:9 (1 litro do produto em 9 litros de água). Para se obter as quantidades de produto conforme recomendação, utilizar:
- 0,20 a 0,40 litro da calda inseticida por hectare quando a dose a ser utilizada for de 20 ou 40 ml.p.c./ha respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Como o produto é destinado ao tratamento de sementes, não há restrições quanto à reentrada de pessoas em lavouras oriundas de sementes tratadas. Como medida preventiva, recomenda-se o uso de botas de borracha.


LIMITAÇÕES DE USO

Este produto promove o controle das pragas iniciais nas culturas para as quais possui registro.
Não se recomenda o tratamento das sementes diretamente na caixa da semeadora, devido à baixa eficiência, resultando em pouca aderência e cobertura desuniforme das sementes.
MAESTRO FS é compatível, em aplicação sequencial, com fungicidas usualmente utilizados para tratamento de sementes.
Não é recomendada a mistura de MAESTRO FS com produtos de reação alcalina (hormônios, fertilizantes, estimuladores de crescimento, etc.).
MAESTRO FS nas doses registradas e da forma que é recomendado se mostrou bastante seletivo contra a maioria dos insetos benéficos das plantas cultivadas.
Proceder a regulagem das semeadoras com as sementes já tratadas, pois poderá haver alteração na fluidez das mesmas.
Para as culturas de soja e feijão utilizar no máximo 600 mL de calda inseticida para 100 kg de sementes, pois poderá haver absorção de excesso de umidade pelo tegumento, o que poderá alterar a qualidade das mesmas quanto a germinação e vigor vegetativo.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida Maestro FS pertence ao grupo 2B (Antagonistas de canais de cloro mediados pelo GABA - Fenilpirazóis) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do Maestro FS como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 2B. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
- Usar Maestro FS ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias
- Aplicações sucessivas de Maestro FS podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do Maestro FS, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Antagonistas de canais de cloro mediados pelo GABA – Fenilpirazóis não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Maestro FS ou outros produtos do Grupo 2B quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

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