Bula Match EC

acessos
Lufenuron
9195
Syngenta

Composição

Lufenuron 50 g/L Aciluréia

Classificação

Inseticida Fisiológico
IV - Pouco tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Fisiológico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
150 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 28 dias. Aplicar quando for constatada 2 lagartas/planta
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
800 a 1000 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma única aplicação. 28 dias. Iniciar quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% estiverem ameaçados
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
300 a 400 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma única aplicação. 28 dias. Iniciar a aplicação quando for observado o inicio de ataque
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
600 a 800 mL p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo dependente da pressão da praga. Fazer reaplicação, através de avaliações periódicas do seu nível populacional. 14 dias. Iniciar a aplicação aos primeiros sintomas da presença da praga
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
300 a 400 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Fazer no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. 14 dias. Aplicar quando o nível de infestação atingir entre 1 a 3% de colmos com presença de lagartas vivas, menores que 1 centímetro, antes de penetrarem no colmo
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
75 mL p.c./100L água 10 L de calda / planta - Realizar uma única aplicação. 28 dias. Iniciar a aplicação quando for detectada 10% de frutos com 30 ou mais ácaros/cm²
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
75 mL p.c./100L água 10 L de calda / planta - Realizar no máximo uma aplicação. 28 dias. Aplicar quando for constatado o primeiro fruto atacado por talhão
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
25 mL p.c./100L água 10 L de calda / planta - Realizar uma única aplicação. 28 dias. Iniciar a aplicação no inicio das brotações quando estiverem com 3 a 5 cm de comprimento e também quando forem detectadas as primeiras posturas ou larvas
Côco Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das palmeiras
(Brassolis sophorae)
40 a 50 mL p.c./100L água 5 L de calda / planta - Realizar uma única aplicação. 14 dias. Aplicar logo no início do aparecimento da praga
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta dos eucalipotos
(Thyrinteina arnobia)
200 a 400 mL p.c./ha 500 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma única aplicação. Uso não alimentar. A aplicação deverá ser efetuada no início da infestação com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instares
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
100 mL p.c./100L água 600 a 750 L de calda/ha - Fazer no máximo quatro aplicações com intervalo de 12 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, antes da entrada das larvas nos ponteiros ou frutos
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
300 mL p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma única aplicação. 35 dias. Aplicar na fase da folha raspada, início da infestação
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
50 mL p.c./100L água 200 a 600 L de calda/ha - Fazer no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias, conforme a necessidade. 7 dias. Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga, na fase de florescimento e antes que a praga penetre nos frutos
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
100 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Fazer no máximo três aplicações com intervalo de 21 dias. 10 dias. Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, mas antes da entrada da larva nos ponteiros ou frutos
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./100L água 100 a 300 L de calda/ha - Fazer no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Fazer no máximo duas aplicações, com intervalo dependendo do acordo com o grau de reinfestação. 35 dias. Aplicar quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro do brozeamento
(Aculops lycopersici)
80 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Fazer no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 10 dias. Aplicar no início dos primeiros sintomas da praga
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
80 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Fazer no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 10 dias. Aplicar no início dos primeiros sintomas da praga
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
80 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Fazer no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 10 dias. Aplicar no início dos primeiros sintomas da praga
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Fazer no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Aplicar no início dos primeiros sintomas da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Fazer no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Aplicar no início dos primeiros sintomas da praga

Cartucho de papel, bandeja plástica, lata de fibra de papel, todos com saco solúvel interno para: 0,25 - 0,5 - 1,0 - 2,0 e 2,5 L. Frascos plásticos de 0,25 - 0,50 - 1, 2, e 2,5 L. Latas de 1,0 - 2,0 - 2,5 e 5,0 L. Bombonas e baldes de plásticos de 5, 10, 20 e 50 L. Baldes de aço carbono de 5, 10, 20 e 50 L. Farm-pack polietileno para 100, 150, 200, 225, 300, 350, 400, 420, 450, 500 e 530 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

O produto Match EC é recomendado para o controle das prgas nas culturas relacionadas a seguir.

CULTURAS, PRAGAS, DOSES E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Vide seção "Indicações de Uso/Doses".

NÚMERO, INíCIO, ÉPOCA E INTERVALOS DE APLICAÇÃO:
Pelo seu mecanismo de ação sobre os insetos, o MA TCH EC não possui efeito de choque sobre as pragas mencionadas, e sua plena eficiência começa a manifestar-se entre 3-5 dias após a pulverização.
A maior dose deve ser utilizada em condições de alta pressão da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta temperatura e umidade).
Apesar de eficiente contra as lagartas em qualquer fase de seu desenvolvimento, deve-se iniciar as pulverizações, quando os insetos estão ainda na fase de ovo ou no 1° ou 2° ínstar de desenvolvimento, quando ainda não causa prejuízos as culturas e, portanto, não precisam ser eliminadas rapidamente.

MODO DE APLICAÇÃO

A dose recomendada do MATCH EC deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre, costal ou tratorizado, ou também através de aeronaves especializadas para pulverização agrícola. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, nas pulverizações terrestres, recomenda-se o seguinte:

- Algodão, Soja e Trigo: Utilizar bicos de jato cônico vazio com um volume de água entre 80
e 200 litros/ha.
- Batata: Utilizar bicos de jato cônico vazio com um volume de água variando de 400 a 800 litros/ha, conforme o crescimento vegetativo da cultura.
- Cana-de-açucar: Utilizar bicos de jato leque ou cônicos com um volume de água ao redor de 200 litros/ha.
- Citros: Recomenda-se utilizar turbo atomizadores tratorizados, ou pistolas de pulverização com um volume de água de aproximadamente de 10 litros/planta adulta.
- Côco: Equipamento terrestre motorizado com jato atingindo a copa da planta. Fazer a aplicação de forma que haja uma boa cobertura da inflorescência e dos frutos em desenvolvimento. Volume de calda em tomo de 5 litros/planta.
- Maçã: Recomenda-se o uso de turbo atomizadores tratorizados ou atomizadores costais, gastando-se um volume de calda entre 600 a 750 litros/ha, conforme o porte das plantas, assegurando sempre uma boa cobertura das plantas no momento da aplicação.
- Milho: Utilizar bicos de jato leque preferencialmente 8004. Para reduzir a perda de calda recomenda-se fechar os bicos que ficarão nas entre-linhas da cultura, deixando em atividade somente aqueles sobre as linhas da cultura.
Em condições climáticas normais usar volume de calda de 150 a 200 litros/ha aumentando para 300 a 400 litros/ha sob condições de seca e baixa umidade.
- Pepino: Utilizar bicos de jato cônico vazio com um volume de água variando de 200 a 600 litros/ha, conforme o crescimento vegetativo da cultura.
- Pêssego: Recomenda-se o uso de turbo atomizadores tratorizados, ou atomizadores costais, com um volume de calda entre 500 a 1000 litros/ha, conforme o crescimento vegetativo da cultura ou porte das plantas, assegurando sempre uma boa cobertura das plantas no momento da aplicação.
- Repolho: Utilizar bicos de jato cônico vazio com um volume de água variando de 100 a 300 litros/ha. Recomenda-se a adição de espalhante adesivo para uma melhor cobertura das folhas pela calda de aplicação.
- Tomate: Recomenda-se também o uso de bicos de jato cônico com um volume de água entre 400 a 1000 Iitros/ha conforme do desenvolvimento da cultura.

EQUIPAMENTOS/PARÂMETROS PARA PULVERIZAÇÃO:

AVIÃO IPANEMA:
Jato Cônico vazio com 37 bicos. 4 micronairs da série AU 3000 ou 6 a 8 da série AU 5000.
Pressão de 15 a 40 l/pol².
Espectro de gotas: DMV entre 200 e 400 milimetros e cobertura no alvo com densidade de 20 a 30 gotas/cm².
Faixa de deposição: 20m (para aeronaves de maior porte, consultar Engº Agrônomo da Syngenta).
Altura de vôo de 2 a 4 metros.
Condições meteorológicas:
Temperatura: máxima 30ºC
Umidade relativa: Mínima:55%
Velocidade do vento: máx 15Km/hora; mín 3Km/hora.

ATOMIZADORTRATORIZADO/COSTAL:
Uma turbina ou uma ponta dosadora especial.
Pressão de 10 a 40 l/pol²
Espectro de gotas: DMV entre 200 a 400 milimetros e cobertura no alvo com densidade de 20 a 30 gotas/cm²
Faixa de deposição:
Tratorizado: 10 a 30m.
Costal: 4 a 8m.
Condições meteorológicas:
Temperatura: máxima 30ºC
Umidade relativa: Mínima:55%
Velocidade do vento: máx 15Km/hora; mín 3Km/hora.

PULVERIZADOR TRATORIZADO COM BARRA/ COSTAL:

Bicos de jato cônico vazio série "X" ou "D" em jato dirigido(aplicação costal) e bicos leque ou "tweenjet"(aplicação tratorizado com barra).
Pressão de 60 a 100 l/pol²a o trator com barra e de 20 a 40 l/pol²a o costal.
Espectro de gotas: Gotas médias com DMV entre 200 a 400 milimetros com cobertura total sem escorrimento e densidade mínima de 20 gotas/cm² no alvo.
Faixa de deposição: Equivalente ao comprimento da barra.
Condições meteorológicas: Evitar horas mais quentes do dia.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

Algodão 28 dias
Batata 14 dias
Cana-de-açucar 14 dias
Citros 28 dias
Coco 14 dias
Maçã 14 dias
Milho 35 dias
Pepino 7 dias
Pêssego 10 dias
Repolho 7 dias
Soja 35 dias
Tomate 10 dias
Trigo: 14 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Nas culturas e doses recomendadas não apresenta qualquer efeito fitotóxico.

PRECAUÇÕES GERAIS: Uso exclusivamente agrícola. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Transporte o produto isolado de rações, alimentos, medicamentos, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Evite o contato do produto com a pele, olhos, nariz e boca. Em caso de acidente VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Não distribua o produto com as mãos desprotegida. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem faça-o de modo a evitar respingos. Use equipamentos de proteção individual: macacão com mangas compridas, boné ou chapéu, avental impermeável, luvas e botas e máscara cobrindo o nariz e a boca.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. O produto produz neblina. Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de abas largas, luvas, botas e avental impermeável.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas, separadamente das roupas normais.

PRIMEIROS SOCORROS: Primeiros socorros em geral: EM CASO DE SUSPEITA DE INTOXICAÇÃO: Procure imediatamente o médico, se possível ligue para os telefones de emergências, mencionados nesta bula. Em caso de ingestão: Não provoque vômito e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto. Não provoque o vômito ou dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Em caso de contato com os olhos: Lave com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita do produto. Em caso de contato com a pele: Lave com sabão e água em abundância e, se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita do produto. Em caso de inalação: Remova a vítima para local arejado. Se ocorrer parada respiratória, administre respiração artificial, preferivelmente boca a boca. Procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita do produto.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: A norma geral adotada internacionalmente não contempla a realização desses estudos no ser humano. Todavia, estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção para estes animais:

A administração do produto para ratos mostrou que 45% e 10% da substância foi absorvida para o sistema circulatório em doses baixa e alta respectivamente. A principal via de eliminação foi as fezes. Menos de 1% foi eliminado via urina. O decaimento dos resíduos nos tecidos seguiram uma reação cinética de primeira ordem e a meia-vida foi de 2 a 6 dias em uma primeira fase. Para eliminação mais lenta, dose baixa (fase 2) a meia-vida foi de 10 dias e até 37 dias para dose alta. Estudos adicionais de cinética e absorção foram realizados e verificou-se que a máxima concentração no sangue foi alcançada dentro de 8 a 12 horas em baixa e alta dose respectivamente. O decréscimo no sangue foi lento e a meia-vida foi de 103 horas, independente da dose e do sexo dos animais.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:

AGUDOS: DL50 oral para ratos: maior que 4000 mg/kg. DL50 dérmica para ratos: maior que 4000 mg/kg. Não é irritante para olhos e pele (teste realizado em coelhos).

CRÔNICOS: A administração do ingrediente ativo na dieta de ratos por período de 2 anos mostrou que não evidências de efeitos carcinogênico. Em dose muito alta (500 ppm) verificou-se perda de peso corpóreo, alterações em células alveolares pulmonar e inflamações do trato urinário em machos e fêmeas.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA USO MÉDICO): Antídoto não específico. Proceder tratamento sintomático.

TELEFONE DE EMERGÊNCIA: Plantão NOVARTIS 24 horas -Tel.: 0800262500. CENTRO DE INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS: São Paulo: (011) 257 7611/259 9846. Campinas: (019) 239 8670. Londrina: (043) 221-2001. Curitiba: (041) 225- 7540. Cuiabá: (065) 321-1212. Campo Grande: (067) 787-3333. Porto Alegre: (051) 223-6110/2290203.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:

( X ) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 ( duzentos e cinquenta ) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES.

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.
- telefone de emergência: 0800-7044304.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d"água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante através do telefone de indicado no rótulo ou na bula para sua devolução e destinação •final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RíGIDA LÁVAVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPl's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLlCE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante.30 segundos;
Adicione água limpa a embalagem ate 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque o pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixar a embalagem vazia no local apropriado do funil intalado no pulverizador;
- Acionar o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcionar o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilizar a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilizar a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da datada compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de 1 ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÀVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA:

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de 1 ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas .

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA:


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das embalagens lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de 1 ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS.

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZ.IAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo ou na bula para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos da legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL.
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, Controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tomar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o lRAe-BR (www.irac-br.org.br).ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.