Bula Metribuzin Tide 480 SC

acessos
Metribuzin
9415
Tide

Composição

Metribuzim 480 g/L Triazinona

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Catirina
(Hyptis lophanta)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Gorga
(Spergula arvensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mentruz
(Coronopus didymus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mostarda
(Brassica rapa)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Catirina
(Hyptis lophanta)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Gorga
(Spergula arvensis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mentruz
(Coronopus didymus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mostarda
(Brassica rapa)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 a 2 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Catirina
(Hyptis lophanta)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Gorga
(Spergula arvensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mentruz
(Coronopus didymus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mostarda
(Brassica rapa)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 120 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Catirina
(Hyptis lophanta)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Gorga
(Spergula arvensis)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mentruz
(Coronopus didymus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mostarda
(Brassica rapa)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Catirina
(Hyptis lophanta)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Gorga
(Spergula arvensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mentruz
(Coronopus didymus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mostarda
(Brassica rapa)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego. Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem 60 dias Pré/Pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes 60 dias Pré/Pós-emergência
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem 60 dias Pré/Pós-emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem 60 dias Pré/Pós-emergência
Catirina
(Hyptis lophanta)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes 60 dias Pré/Pós-emergência
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes 60 dias Pré/Pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes 60 dias Pré/Pós-emergência
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes 60 dias Pré/Pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Gorga
(Spergula arvensis)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes 60 dias Pré/Pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes 60 dias Pré/Pós-emergência
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes 60 dias Pré/Pós-emergência
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes 60 dias Pré/Pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem 60 dias Pré/Pós-emergência
Mentruz
(Coronopus didymus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mostarda
(Brassica rapa)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes 60 dias Pré/Pós-emergência
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes 60 dias Pré/Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem 60 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes 60 dias Pré/Pós-emergência
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes 60 dias Pré/Pós-emergência
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes 60 dias Pré/Pós-emergência
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Catirina
(Hyptis lophanta)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Cipó de veado
(Polygonum convolvulus)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Gorga
(Spergula arvensis)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mentruz
(Coronopus didymus)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Mostarda
(Brassica rapa)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Quebra pedra
(Phyllanthus tenellus)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
0,3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Única 90 dias Pré-emergência logo após a emergência das plantas

Embalagem Material Capacidade
Frasco Plástico 1 L

Galão Plástico 5 L

Balde Plástico 20 L

Bombona Plástico 5 L,20 L,50 L e 100 L

Tambor Metálico 50 L, 200 L

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
CHEVAL 480 SC e um herbicida seletivo, de ação sistêmica, apresentado sob a forma de suspensão concentrada, utilizado para o controle de plantas infectantes de folhas largas as culturas da batata, café, cana-de-açúcar, mandioca e soja em aplicação pré-emergência, na cultura do trigo em aplicação pós-emergência e na cultura do tomate nas aplicações em pré e pós-emergência da cultura e das plantas daninhas.
CULTURAS, PLANTAS INFESTADAS E DOSES:
CHEVAL 480 SC é um herbicida seletivo, altamente eficaz e de amplo espectro de ação contra plantas infestantes de folhas largas.
Culturas Dose do Produto
Comercial Epoca de Aplicactio Volume de calda
Terrestre Aereo
Batata 0,75 — 1,5 L/ha Pré-emergência
Café 1,0 — 2,0 L/ha Pré-emergência
Cana-de-açúcar 3,0 — 4,0 L/ha Pré-emergência 200 - 400 L de 20 L de
Mandioca 0,75 — 1,0 L/ha Pré-emergência calda/ha calda/ha
Trigo 0,3 L/ha Pós-emergência
Tomate 1,0 L/ha Pré/Pós-emergência
Soja 0,75 — 1,5 L/ha Pre-emergência

PLANTA INFESTANTE
Nome Gentifico Nome(s) Vulgor(es)
Bidens pilosa fura-ca pa; picão; picão-preto
Amaranthus hybridus bredo, caruru-branco;caruru-roxo
Portulaca oleracea beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Sonchus oleraceus chicOria-brava; serralha; serralha-lisa
Raphanus raphanistrum nabiga; nabo; nabo-bravo
Sida rhombifolia guanxuma; mata-pasto; relógio
Polygonum convolvulus cipó; cipó-de-veado;cipó-de-veado-de-inverno
Galinsoga parviflora botão-de-ouro; fazendeiro; picão-branco
Coronopus didymus mastrugo; mastruz, mentrusto
1pomea aristolochiaefolia campainha; corda-de-viola;corriola
Seneci brasiliensis flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole
Desmodium tortuosoum carrapicho, carrapicho-beigo-de-boi; desmodio
Amaranthus viridis bredo; caruru;caruru-de-mancha
Alternathera tenella apaga-fogo; corrente;periquito
Hyptis lophanta catirina;cheirosa;fazendeiro
Spermacoce latifOlia erva-de-lagarto; erva-quente;perpetu-do-mato
Ageratum conyzoides catinga-de-bode; erva-de-sao-joão; mentrasto
Phyllantus tenellus arrebenta-pedra;erva-pombinha; queba-pedra
Brassica rapa coiza; mostarda;mostarda-selvagem
Emilia sonchifolia bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Richardia brasiliensis poaia;poia-branca; poaia-do-campo
Spergula arvensis esparguta; espergula;gorga
Nicandra physaloides balks; bexiga; joa-de-capote
Brachiaria decumbes (*) braquiaria; braquiaria-decumbens; capim-braquiaria
Panicum maximum (*) capim-coloni5o; capim-coloninho; capim-guine
Cenchrus echinatus (*) capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Eleusine indica (*) capim-da-cidade; capim-de-pomar;capim-de-pe-de-galinha
Brachiaria plantaginea (*) capim-marmelada; capim-papuá; capim-sgo-paulo
Digitaria horizontalis (*) capim-colch5o; capim-da-roga; capim-milha
Amaranthus retroflexus (*) bredo;caruru;caruru-aspero
As doses menores s5o para os solos de textura media e as maiores para solos argilosos.
(*) Obs.: 0 produto é recomendado somente para essas espécies e plantas infestantes, somente na cultura da cana- de - açúcar.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
CAFÉ: aplicar em pré-emergência das plantas infestantes, sendo a aplicação logo após a arruação.
CANA-DE-AÇÚCAR E BATATA: aplicação em pré-emergência e, de preferência, logo após a emergência das plantas infestadas e da cultura. Não aplicar sobre a cultura de batata se as plantas estiverem com mais de 5cm de altura.
MANDIOCA: aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem.
SOJA: o produto é aplicado em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura no plantio convencional, podendo ser também usado no plantio direto.
TOMATE: aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes.
TRIGO: aplicar em pós-emergência, após o início do perfilhamento do trigo, estando as plantas infestantes com, no
máximo 4 folhas. Aplicar exclusivamente em cultivares nacionais. Não fazer mistura de tanque com outros agrotóxicos ou adubo foliar.
MODO DE APLICAÇÃO:
O produto CHEVAL 480 SC é aplicado na forma de pulverização em aplicações aéreas e terrestres. Nas aplicações terrestres a distribuição deve ser uniforme, podendo a vazão ser de 200 a 400 L/ha de calda.
Pressão da bomba 40 -60 Ib/pol2 — barra equipada com bicos 80:04 distanciados 50 cm entre si, a uma altura de 50 cm do solo. Na aplicação evitar sobreposições, pois causará aumento da concentração do produto acima do recomendado. Em aplicações aéreas recomenda-se que sejam empregados no mínimo 20 litros de calda por hectare. O aparelho deve estar equipado com bicos leques ou D25, a uma altura de voo de 2 a 4 m, vento calmo ou menor que 8 km/hora, umidade relativa maior que 70% e temperatura inferior a 30°C.
Preparo da Calda:
A calda deves ser preparada pelo preenchimento do pulverizador com água até 30 a 40% do seu volume e acrescentando sob agitação a quantidade recomendada do produto para área a ser tratada diretamente o tanque do pulverizador, completando então com água até o volume desejado.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata, café e tomate :................................60 dias
Trigo:..........................................................90 dias
Cana-de-açúcar ...........................................120 dias
Mandiocae soja ..........................................(1)
(1)Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana — Anvisa/MS).
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRASNPORTE, RECICLAGEM REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverá ser aplicados
herbicidas com diferentes modos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de
ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.
MINISTERIO DA SAUDE — AGENCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITARIA
DADOS RELATIVOS A PROTECAO DA SAUDE HUMANA:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde Humana — Anvisa/MS).
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVAVEIS
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — IBAMA/MMA).
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGAO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — IBAMA/MMA).
TELEFONE DE EMERGENCIA: (41) 3346 5711

INSTRUCOES DE USO DO PRODUTO:
CHEVAL 480 SC é um herbicida seletivo, de ação sistêmica, apresentado sob a forma de suspensão concentrada, utilizado para o controle de plantas infestantes de folhas largas nas culturas de batata, café, cana-de-açúcar, mandioca e soja em aplicação pré-emergência, na cultura do trigo em aplicação pós-emergência e na cultura do tomate nas aplicações em pré e pós-emergência da cultura e das plantas daninhas.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES E DOSES:
CHEVAL 480 SC e um herbicida seletivo, altamente eficaz e de amplo espectro de ação contra plantas infestantes de folhas largas.
CULTURAS DOSE DE PRODUTO
COMERCIAL E
EPOCH DEAPLICAcAo VOLUME DE CALDA
AEREO
TERRESTRE
BATATA 0,75 — 1,5 L/ha Pré-emergência
CAFE 1,0 — 2,0 L/ha Pré-emergência
CANA-DE-AAACOCAR 3,0 — 4,0 L/ha Pré-emergência 200 — 400 L 20 L de
MANDIOCA 0,75 — 1,0 L/ha Pré-emergência de calda/ha calda/ha
TRIQO 0,3 L/ha Pós-emergência
TOMATE 1,0 L/ha Pré/Pós-emergência
SOJA 0,75 — 1,0 L/ha Pré-emergência

PLANTA INFESTANTE
Nome Cientifico Nome(s) Vulgar(es)
Bidens pilosa
Amaranthus hybridus
Portulaca oleracea
Sonchus oleraceus
Raphanus raphanistrum
Sida rhombifolia
Polygonum convolvulus
Gallnsoga parviflora
Coronopus didyrnus '
1pomoea aritolochiaefolia
Senecio brasiliensis
Desmodium tortuosoum
Amaranthus viridis
Alternathera tenella
Hyptis lophanta
Spermacoce latifolia
Ageratum conyzoides
Phyllanthus tenellus
Brassica rapa
Emilia sonchifolia
Richardia brasiliensis
Spergula arvensis
Nicandra physaloides
Brachiaria decumbens (*)
Panicum maximum (*)
Cenchrus echinatus (*)
Eleusine indica (*)
Brachiaria plantaginea (*) ' fura-capa; picão; picão-preto
. bredo; caruru-branco; caruru-roxo
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
- nabiga; nabo; nabo-bravo
guanxuma; mata-pasto; relOgio
cipó; cipó-de-veado; cipó-de-veado-de-inverno
botão-de-ouro; fazendeiro; picão-branco
mastrugo; mastruz; mentrusto
campainha; corda-de-viola; corriola
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole
carrapicho; carrapicho-beigo-de-Doi; desmodio
bredo; caruru; caruru-de-mancha
apaga-fogo; corrente; periquito
catirina; cheirosa ; fazendeiro
erva-de-lagarto;, erva-quente; perpetua-do-mato
catinga-de-bode; erva-de-sdo-jodo; mentrasto
arrebenta-pedra; erva-pombinha; quebra-pedra
colza; mostarda; mostarda-selvagem
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo
esparguta; esp~rgula; gorga
baldo; bexiga; job-de-capote
braquidria; braquidria-decumbens; capim-braqui~ria
capim-colonido; capim-coloninho; capim-guine
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
capim-da-cidade; capim-de-pomar; capim-pe-de-galinha
capim-marmelada; capim-papud; capim-sdo-paulo
Digitaria horizontalis (*)capim-colchão; capim-de-roça; capim milhão Amaranthus retroflexus (*) bredo; caruru; caruru-áspero

As doses menores são para solos de textura média e as maiores para solos argilosos.
(*) Obs: O produto é recomendado somente para essas espécies de plantas infestantes somente na cultura da cana-de-açúcar.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÂO:
CAFE: aplicar em pré-emergência das plantas infestantes, logo após a arruação. CANA-DE-AÇÚCAR E BATATA: aplicação em pré-emergência e, de preferência, logo após a emergência das plantas infestantes e da cultura. Não aplicar sobre a cultura de batata se as plantas estiverem com mais de 5 cm de altura.
MANDIOCA: aplicar logo após o plantio e antes das manivas brotarem.
SOJA: o produto é aplicado em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura no plantio convencional, podendo ser também usado no plantio direto.
TOMATE: aplicar a partir de duas semanas após o transplante e em pré-emergência ou pós-precoce das plantas infestantes.
TRIGO: aplicar em pós-emergência, após o início do perfilhamento do trigo, estando as plantas infestantes com, no máximo 4 folhas. Aplicar exclusivamente 'em cultivares nacionais. Não fazer mistura de tanque com outros agrotóxicos ou adubo foliar.
MODO DE APLICAÇÃO:
O produto CHEVAL 480 SC é aplicado na forma de pulverização em aplicações aéreas e terrestres. Nas aplicações terrestres a distribuição deve ser uniforme, podendo a vazão ser de 200 a 400 L/ha de calda.
Pressão da bomba 40-60 lb/pol2 - barra equipada com bicos 80:04 distanciados 50 cm entre si, a uma altura de 50 cm dó solo. Na aplicação evitar sobreposições, pois isso causará aumento da concentração do produto acima do recomendado. Em aplicações aéreas recomenda-se que sejam empregados no mínimo 20 litros de calda por hectare. O aparelho deve estar equipado com bicos leques ou D25, a uma altura de vôo de 2 a 4 m, vento calmo ou menor que 8 km/hora, umidade relativa maior que 70% e temperatura inferior a 30°C.
Preparo da Calda:
A calda deve ser preparada pelo preenchimento do pulverizador com água a até 30 a 40% do seu volume e acrescentando sob agitação a quantidade recomendada do produto para área a ser tratada diretamente no tanque do pulverizador, completando então com água até o volume desejado.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata, café e tomate:........... 60 dias Trigo: ..................................... 90 dias Cana-de-açúcar :...................120 dias Mandioca e soja:................... (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:

- Uso exclusivo para culturas agrícolas;
- Fitotoxicidade para as culturas indicadas: CHEVAL 480 SC não é fitotóxico as culturas quando aplicado nas modalidades e doses recomendadas;
- Alem de se observar os intervalos de segurança e reentrada, o produto não deve ser usado em cultura de café com menos de 4 anos, em cultivares de trigo mexicanas e nas cultivares de soja: FT-21 (Siriema), FT Cometa, Coodetec 206, BRS 132, UFV-19, UFV40, Campos Gerais, FT-1, FT-11 (Alvorada) e Embrapa 132.
- Alertamos que novos cultivares de soja a serem lançados, deverão ser previamente testados com aplicação de Metribuzin.
- O produto deve ser utilizado única e exclusivamente conforme a recomendação;
- Não aplicar o produto durante a ocorrência de ventos acima de 8 km/h, pois pode ocorrer desvio do produto em relação ao alvo (deriva);
- Todo equipamento usado para aplicar o CHEVAL 480 SC deve ser descontaminado antes de outro uso.
- Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Observar os equipamentos recomendados nas diferentes frases dos itens "PRECAUÇÕES GERAIS", "PRECAUÇÕES NO MANUSEIO", "PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO" E "PRECAUÇÕES APOS A APLICAÇÃO".
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide "Modo de aplicação".
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRIPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - I BAMA/M MA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS ;
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - I BAMA/M MA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente

IBAMA/MMA)
. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTENCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como pratica de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.
DADOS RELATIVOS A PROTECÃO DA SAUDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NA BULA E RÓTULO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COME INDICADO.
PRECAUÇÕES' GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não distribua o produto,com as mãos desprotegidas.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente em serviço médico de emergência. • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável ou
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara descartável, óculos de
segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila. • Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
• Mantenha afastados das áreas de aplicação: crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre ã última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual EPI: macacão de algodão hidrorrepelente (com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas), botas de borracha, máscara descartável, óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada.

• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o use durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e mascara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família.
• Ao lavar as roupas utilize luvas e avental impermeáveis.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto, distante de fontes de água para consumo.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço medico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Em caso de ingestão acidental não provoque vômito. Nunca de nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado.
OLHOS: Em caso de contato, lave com água em abundancia, durante 15 minutos evitando que o liquido de lavagem atinja o outro olho e dirija-se imediatamente para um serviço medico de emergência, levando a embalagem ou o rótulo ou a bula do produto utilizado.
PELE: Em caso de contato, remova a roupa contaminada e lave imediatamente as partes atingidas com água e sabão neutro em abundancia, durante 15 minutos.
INALACAO: Em caso de inalação, procure um local arejado. Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência medica de urgência mais próxima.
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MEDICAS: Disque-Intoxicação 0800-722-6001 (RENANCIAT — ANVISA/MS) Telefone de emergência da empresa: (41) 3346-5711
- INTOXICAÇÕES POR PRODUTO COMERCIAL (METRIBUZIM) -
-INFORMACOES MEDICAS
Grupo Quimico Metribuzim: Triazinona
Etilenoblicol: Alcobis
Classe
toxicolOgica Classe III — Medianamente Tóxico
Vias de
absorcdo Oral, dermal, inalat~ria e ocular.
Toxicocinetica Metribuzim: Estudos corn ratos indicam que metribuzim é rapidamente
excretado na urina e fezes. Foram encontrados de,27,p,A, 4% Owl

dose administrada na urina e de 55,8 a 71,5% nas fezes 96 horas após
a administração. Metabólitos foram encontrados nas fezes e urina. Os
metabólitos prevalentemente encontrados foram desamino-metribuzin
(DA)4, 6-tert-butyl-4,5-dihydro-1,2,4-triazin-5-one-3-ácido mercaptúrico
e t-BuOH-desamino-metribuzin. O metabolismo em ratos parece
envolver deaminação, detioalquilação, hidroxilação da cadeia lateral t
butil conjugação.
Etilenoglicol: é pouco absorvido pela pele (25% da dose de exposição),
precisando cobrir grandes áreas cutâneas para provocar efeitos na
saúde do trabalhador, e sua baixa volatilidade faz com que a absorção
pela via respiratória seja pouco significativa. Em troca, ele é bem e
rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal (90 a 100% da dose
de exposição) com pico sanguíneo em 1 a 4 horas após a ingestão. Ele
não se acumula no organismo.
Mecanismos de Metribuzim: Mecanismo de toxicidade desconhecido em humanos.
toxicidade Etilenoglicol: no fígado o etilenoglicol é transformado pela enzima
álcool desidrogenase (ADH) em glicoaldeído. O glicoaldeído é
rapidamente convertido em ácido glicólico e um dialdeído (glioxal) pela
aldeído desidrogenase. Ambos reagem lentamente para formar o ácido
glioxílico, em presença da desidrogenase láctica (ou ácido glicólico
oxigenase), que se decompõe rapidamente em ácido oxálico e em
pequenas quantidades de lactato e formato. O ácido oxálico reage com
o cálcio e se precipita sob a forma de cristais de oxalato de cálcio nos
túbulos renais proximais, no cérebro, miocárdio, pâncreas e parede dos
vasos sanguíneos. Eles causam dilatação, necrose, fibrose e depósito
de cristais nos túbulos renais Alguns efeitos são mediados pelos
receptores GABA. Ácido oxálico e seu sal de cálcio são responsáveis
por uma acidose metabólica rave.
Sintomas e Metribuzim: mostrou efeito em doses altas, como depressão do sistema
sinais clínicos nervoso central. Com altas doses repetidas afetou a tireóide e

estimulou o metabolismo de enzimas hepáticas.
A ingestão de herbicidas contendo atrazina, aminotriazol, etilenoglicol e
formaldeído têm sido associados com coma, colapso circulatório,
necrose hepática, falência renal e coagulação intravascular
disseminada.
Etilenoglicol: O início do quadro clínico está relacionado à acidose
metabólica e segue um período de latência, até a formação de seus
metabólitos tóxicos. 30 minutos após ingestão de 1 mg/kg, os sintomas
são os de intoxicação alcoólica com depressão do SNC e ataxia,
vertigens, fala pastosa, agitação, nistagmo, ataxia, náusea e vômito. A
depressão pode se agravar, associando'hipotonia, arreflexia, coma e,
eventualmente, edema cerebral.
Em 12 a 24 h aparece, em geral, uma falência cardiorrespiratória, com
dispneia, hiperventilação, taquicardia, cianose e elevação da pressão
sanguínea. A radiografia de tórax mostra infiltrações bilaterais extensas
e evoca risco de morte.
Os sintomas são oligúria, dores lombares e urinas ricas em cristais de
oxalato de cálcio, evoluindo para a anúria.
jc f7d" Jll0UNVUB J, d Y, t7 i5e 47

Disritmias cardíacas podem aparecer devido a uma hipocalcemia
resultante da formação de cristais de oxalato de cálcio e, em 1 a 2
semanas após intoxicação severa notam-se: paralisia facial, zumbidos,
fala pastosa, distúrbios oculares motores e anomalias visuais,
relacionados com lesões de nervos cranianos VII, IX e X (VII - nervo
facial: IX - nervo glossofaringeo: X - nervo vago), após a exposição em
pacientes com intoxicação severa, que pode ser devido a formação de
cristais de oxalato de cálcio no cérebro.
Oral: náusea, vômito, dor abdominal, fraqueza, vertigem, estupor,
convulsão, depressão do SNC.
Dermica: provoca desidrose, irritação, dermatites e eczema.
Inalatória: Após exposição inalatória a 140 mg/m3, algumas pessoas
podem apresentar irritação de garganta, dor de cabeça e dores
toracicas; concentrações > a 200 mg/m3 produzem irritações severas e
dores mais intensas.
Ocular: ceratoconjuntivite pode ser encontrada nas contaminações
oculares.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clinico compatível, devendo ser feito baseado no
exame clinico e informações disponíveis.
Exame de urina: dosagem de etilenoglicol > 20 mg/ml revela uma
intoxicagao, mas valores inferiores são , geralmente, considerados não
tóxicos.
A elevação significativa da osmalalidade serica pode ser um bom
indicador, ainda que não especifica e possivelmente ausente após a
primeira hora. O cálcio serico vai diminuindo com a formação de
oxalato e a dosagem de eletrólitos mostra um intervalo aniônico
anormal (AG = Na+ - (Cr + HCO3-) >12 mEq/L). Uréia e creatinina
aumentam com a insuficiência renal.
A presença de cristais de oxalato de cálcio também é útil para o
diagnóstico da intoxicação por etilenoglicol. Hematúria e proteinúria são
comuns. Monitore o fluxo urinario.
Tratamento Antidoto: Não existem antidotos especificos conhecidos para o
Metribuzim. Para Etilenoglicol: Fomepizol.
Exposição oral: lavagem gastrica na maioria dos casos não é
necessária. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade
do produto (ate 1 hora). Administrar carvão ativado na proporção de
50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/Kg em
menores de l ano, diluídos em água, na proporção de.30 g de carvão
ativado para 240 mL de água. O carvão ativado não tem eficácia nas
intoxicações por dlcoois.
Exposição dérmica: remover roupas e acessórios e descontaminar a
pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água
corrente e sabão neutro por pelo menos 15 minutos.
Exposição inalatória: Tratar broncoespasmo com agonista beta2-
adrenergico inalatório. Considerar corticosteroide sistêmico em
pacientes corn broncoespasmo significativo.
Exposição ocular: Lave com água corrente por pelo a; minutos,


mantendo as pálpebras abertas. Evitar que a água da lavagem
contamine o outro olho. Retire lentes de contato quando for o caso.
Manutenção das funções vitais. Acesso venoso para correção dos
eletrólitos, cálcio e magnésio, com atenção especial em caso de
antecedentes de étilismó.
Administrar líquidos a 250-500 mL/h IV para reestabelecer o
funcionamento renal e acelerar a eliminação do produto e seus
metabólitos. Corrigir a acidose metabólica com solução de bicarbonato
de sódio. O gluconato ou cloreto de cálcio intravenoso só deve ser
aportado em caso de hipocalcemia grave, pelo riscó de aumentar a
precipitação de oxalato. A vitamina B6 endovenosa poderia facilitar a
transformação do ácido glioxílico em glicina, e reduzir a formação de
ácido oxálico.
O 4-metilpirazol (4-MP ou Fomepizol), antagonista competitivo da
desidrogenase láctica, bloqueia a enzima e evita a formação de
glicoaldeído, ácidos glicólico e oxálico. Ele é o antídoto de referência
para o tratamento da intoxicação por etilenoglicol e prolonga a meia
vida desses produtos.
Hemodiálise é indicada, sobretudo após o aporte de 4-MP, removendo
eficientemente o etilenoglicol e seus metabólitos, e corrigindo
rapidamente a acidose, os eletrólitos e anormalidades dos fluídos.
Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e
arritmias. Manter internação por no mínimo 24 horas após o
desaparecimento dos sintomas. A observação do paciente deve ser
prolongada.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontam inação,
deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a
não se contaminar com o a ente tóxico.
Contra-indicação O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração e
neumonite uímica.
Efeitos
Sinérgicos Não são conhecidos efeitos sinérgicos com outras substâncias.
ATENÇAO As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
Enfermidades de Notificação Compulsória.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação

(SI NAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (41) 3346-5711

Empresa: DE SANGOSSE AGROQUÍMICA LTDA.

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório Vide item Toxicocinética.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos Agudos:
• DL50 oral: > 300 mg/kg p.c.
• DL50 dérmica: > 4000 mg/kg p.c.
• CL50 Inalatória: não determinada em função das características físico-químicos do produto.
• Irritação Dérmica: irritação leve.
• Irritação Ocular: Irritação reversível em ate 24 horas.
• Sensibilização cutânea: O produto não é sensibilizante.
Efeitos crônicos:
Metribuzim: Estudo por 2 anos em ratos e cães alimentados com a substancia não mostraram indicativos de efeitos carcinogênicos. Em camundongos fêmeas houve aumento no peso do fígado e rins e alterações nos pararnetros hematológicos apenas em doses altas.
Etilenoglicol: Estudos subcrônicos mostraram que a substância pode causar toxicidade renal através da formação de cristais de oxalato de cálcio em diversas espécies, incluindo humanos. Estudos em ratos indicam que machos podem ser mais sensíveis que fêmeas em relação a toxicidade renal.
Em estudos crônicos com ratos foram observados nefropatia, perda de peso corporal e calculo (cristais de oxalato de cálcio) na bexiga e pelve renal em doses maiores que 300 mg/kg/dia. Acredita-se que a nefrotoxicidade seja causada pela formação dos cristais nos rins.
Considerado potencialmente tóxico para humanos.
DADOS RELATIVOS A PROTECAO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA)
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE ESTADUAL DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (41) 3346-5711

1. PRECAUCÕES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:-Altamente Perigoso ao meio Ambiente (CLASSE I).
[x] - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
[ ] - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE MOVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TOXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas. agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagricolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter peso impermeável
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DE SANGOSSE AGROQUIMICA LTDA. — telefone de Emergência: (41) 3346-5711.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão impermeável ou hidrorrepelente, luvas e botas de borracha, óculos de segurança e mascara com filtro).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d'água e siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: coloque material absorvente (por exemplo, serragem, terra ou areia) sobre o conteúdo derramado. Recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependera das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos:
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. A.SS:
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguros seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem pl��stica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Devolução DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas. medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RiGIDA NÃO LAVAVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:armazenamento da embalagem vazia, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas
Devolução DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, rnedicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDARIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Devolução DA EMBALAGEM VAZIA:
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas
DESTINACAO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverá ser aplicados
herbicidas com diferentes modos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de
ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.