Bula Pilartime - Pilarquim

Bula Pilartime

acessos
Thiophanate methyl
10217
Pilarquim

Composição

Tiofanato-metílico 500 g/L Benzimidazóis

Classificação

Fungicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
600 a 800 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 10 - 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do fechamento da cultura
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
100 mL p.c./100L água 400 a 600 L de calda/ha - Realizar até três aplicações com intervalo de 30 a 45 dias. 14 dias. Realizar até 3 aplicações durante o período chuvoso, com intervalo de 30 a 45 dias entre as aplicações
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Phyllosticta citricarpa)
100 mL p.c./100L água 700 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 40 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações a partir de frutos com 1,5 cm ou aos primeiros sinais de doença
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
100 mL p.c./100L água 700 a 1000 L de calda/ha - Realizar duas aplicações conforme descrito na época. 14 dias. Efetuar 2 aplicações no estágio de florescimento, sendo a primeira aplicação no estágio (palito de fósforo) e a segunda aplicação quando 2/3 das pétalas tiverem caído
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
500 a 750 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha (aéreo) - Realizar no máximo três aplicações conforme descrito na época. 14 dias. Realizar até 3 aplicações, iniciando a primeira pulverização aos 20 dias após a emergência da planta, e as demais em pré e pós florada
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 mL p.c./100L água 700 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações conforme descrito na época. 7 dias. Iniciar o tratamento aos primeiros sinais da doença(lesões foliar avermelhadas sem margem definida, distribuídas ao acaso no limbo) ou assim que as condições climáticas estiverem favoráveis(com chuvas consecutivas seguidas de molhamento foliar superior a 10 horas), principalmente entre os meses de novembro a janeiro)
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
800 a 1000 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar duas aplicações conforme descrito na época. 3 dias. Efetuar a primeira pulverização no 4º par de folhas, e a segunda no início da florada
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de diplocarpon
(Diplocarpon earlianum)
100 mL p.c./100L água 700 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações conforme descrito na época. 14 dias. Realizar uma pulverização a cada período de florescimento ou frutificação, totalizando 4 aplicações
Mancha foliar
(Mycosphaerella fragariae)
100 mL p.c./100L água 700 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações conforme descrito na época. 14 dias. Realizar uma pulverização a cada período de florescimento ou frutificação, totalizando 4 aplicações
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
600 a 800 mL p.c./ha 700 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações conforme descrito na época. 21 dias. Para o controle das doenças de final de ciclo, realizar até 2 aplicações, sendo a primeira no estágio fenológico R5.1 (início da formação dos grãos) e a segunda 10 dias após a primeira aplicação
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
600 a 800 mL p.c./ha 700 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações conforme descrito na época. 21 dias. Para o controle das doenças de final de ciclo, realizar até 2 aplicações, sendo a primeira no estágio fenológico R5.1 (início da formação dos grãos) e a segunda 10 dias após a primeira aplicação
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1000 mL p.c./ha 700 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações conforme descrito na época. 21 dias. Fazer até 2 aplicações, sendo a primeira no início da floração (estágio fenológico R1) e a segunda na floração plena(estágio fenológico R2)
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lycopersici)
100 mL p.c./100L água 700 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações aos primeiros sinais dos sintomas da doença (observados nas folhas mais velhas, através de numerosas manchas circulares e elípticas), com as bordas escurecidas e o centro cor de palha com pontuações)

Tipo: Bombona
Material: PEAD(polietileno de alta densidade)
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25; 50 L.

Tipo: Frasco
Material: PEAD(polietileno de alta densidade)
Capacidade: 1 L.

Tipo: Tambor
Material: PEAD(polietileno de alta densidade)
Capacidade: 100; 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
PILARTIME é um fungicida sistêmico indicado para as culturas de algodão, banana, citros, feijão, maçã, milho, morango, soja e tomate.
Para o controle da Ramulária(Ramularia aréola) na cultura do Algodão, recomenda-se a utilização da dose de 600 a 800 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha. Iniciar as aplicações preventivamente, antes do fechamento da cultura, repetindo-as com intervalo de 10 a 15 dias, com o número máximo de 4 aplicações. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença(com chuvas intensas e com período prolongado de alta umidade relativa do ar).
Para o controle da Sigatoka-amarela(Mycosphaerella musicola) na cultura da Banana, recomenda-se a utilização da dose de 100 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 400 a 600 L/ha. Realizar até 3 aplicações durante o período chuvoso, com intervalo de 30 a 45 dias entre as aplicações.
CITROS:
Para o controle da Verrugose(Elsinoe australis) , recomenda-se a utilização da dose de 100 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 700 a 1.000 L/ha. Efetuar 2 aplicações no estágio de florescimento, sendo a primeira aplicação no estágio (palito de fósforo) e a segunda aplicação quando 2/3 das pétalas tiverem caído.
Para o controle da Pinta-preta( Phyllosticta citricarpa) recomenda-se a utilização da dose de 100 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 700 a 1.000 L/ha. Iniciar as aplicações a partir de frutos com 1,5 cm ou aos primeiros sinais de doença e repetir com intervalo de 40 dias, não ultrapassando o número máximo de 4 aplicações por ciclo.
Para o controle da Antracnose(Colletotrichum lindemuthianum) na cultura do feijão, recomenda-se a utilização da dose de 500 a 750 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 400 a 500 L/ha. Realizar até 3 aplicações, iniciando a primeira pulverização aos 20 dias após a emergência da planta, e as demais em pré e pós florada. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença(no plantio "das águas", sob temperaturas moderadas e alta umidade relativa do ar).
Para o controle da Mancha-de-phaeosphaeria(Phaeosphaeria maydis) na cultura do Milho, recomenda-se a utilização da dose de 800 a 1.000 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 400 a 500 L/ha. Efetuar a primeira pulverização no 4º par de folhas, e a segunda no início da florada. Realizar no máximo 2 aplicações. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença(com alta precipitação, com alta umidade relativa do ar e com baixas temperaturas noturnas).
Para o controle da Mancha-foliar-da-gala(Colletotrichum gloeosporioides) na cultura da Maçã, recomenda-se a utilização da dose de 100 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 700 a 1.000 L/ha. Iniciar o tratamento aos primeiros sinais da doença(lesões foliar avermelhadas sem margem definida, distribuídas ao acaso no limbo) ou assim que as condições climáticas estiverem favoráveis(com chuvas consecutivas seguidas de molhamento foliar superior a 10 horas), principalmente entre os meses de novembro a janeiro). Realizar até 3 aplicações com intervalo de 10 dias.
Para os controles da Mancha-foliar(Diplocarpon earlianum) e Mycosphaerella fragariae) na cultura do Morango, recomenda-se a utilização da dose de 100 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 700 a 1.000 L/ha. Realizar uma pulverização a cada período de florescimento ou frutificação, totalizando 4 aplicações.
SOJA:
Para os controles do Crestamento-foliar(Cercospora kikuchi) e da Mancha-parda(Septoria glycines) recomenda-se a utilização da dose de 600 a 800 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 700 a 1.000 L/ha. Para o controle das doenças de final de ciclo, realizar até 2 aplicações, sendo a primeira no estágio fenológico R5.1 (início da formação dos grãos) e a segunda 10 dias após a primeira aplicação. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença(chuvas frequentes e temperaturas entre 22 a 30ºC).
Para o controle da Podridão-de-Sclerotinia(Sclerotinia sclerotiorum) recomenda-se a utilização da dose de 1.000 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 700 a 1.000 L/ha. Fazer até 2 aplicações, sendo a primeira no início da floração (estágio fenológico R1) e a segunda na floração plena(estágio fenológico R2).
Para o controle da Septoriose(Septoria lycopersici) na cultura do Tomate, recomenda-se a utilização da dose de 100 mL do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 700 a 1.000 L/ha. Iniciar as aplicações aos primeiros sinais dos sintomas da doença (observados nas folhas mais velhas, através de numerosas manchas circulares e elípticas), com as bordas escurecidas e o centro cor de palha com pontuações). Efetuar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 10 dias.

MODO DE APLICAÇÃO:
A dose recomendada de PILARTIME deve ser diluída em água e pulverizada com o uso de equipamentos terrestres do tipo costal (manual, pressurizado ou motorizado) ou tratorizado, equipados com filtros adequados ao tipo de bico cônico, com densidade mínima de 50 a 70 gotas/cm² e tamanho de 250 micra, de forma que se obtenha uma perfeita cobertura da parte aérea da planta visando cobrir uniformemente caules, folhas e/ou frutos.

Condições climáticas: O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (litro de calda/ha) para proporcionar adequada densidade de gotas, obedecendo a ventos de até 10 km/h, temperatura (máxima de 35ºC) e umidade relativa (>=65%), evitando perdas por deriva e evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura-Aplicação Foliar Intervalo de segurança(dias)
Algodão 14
Banana 14
Citros 14
Feijão 14
Morango 14
Tomate 14
Milho 3
Maçã 7
Soja 21

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Titotoxicidade para as culturas indicadas: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas na dose e condições recomendadas. Não aplicar com produtos altamente alcalinos.
O produto não apresenta restrições ao uso se utilizado de acordo com as instruções.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
. Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Quando for descartar as embalagens, usar luvas e botas de borracha.
• Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnica específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente em serviço médico de emergência
. Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro de carvão ativado; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costal. Se utilizar trator, aplique o produto contra o vento.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual -• EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto, ou em áreas tratadas logo após a aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do prodüto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita ágüa corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis e etc) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
O socorrista deverá proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo. .

- INTOXICAÇÃO POR TIOFANATO-METÍLICO e por Nonylphenoxypolyethoxyethanol-iodine
complex

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico: Tiofanato Metillico - Benzimidazol
Vias de Exposição: Oral, dérmica, ocular e inalatória
Toxicocinética: Em estudos com animais, o tiofanato-metílico foi rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, alcançando uma concentração sorológica máxima 4h após a administração. A extensão da absorção pode ser dose-dependente, diminuindo com o aumento da dose. Os maiores níveis teciduais foram encontrados no fígado, tireóide e rins 96h após a dosagem. O tiofanao-metílico é predominantemente metabolizado (71-88%) e foi excretado rapidamente, com mais de 90% de eliminação pela urina e fezes em 24h de administração. Na dose mais baixa, a principal via de administração foi urinária, enquanto na dose mais elevada foi predominantemente fecal. Não houve sinal de bioacumulação. Quase todo o tiofanato-metílico é eliminado do corpo em 24h; aquilo que resta nos tecidos após 24h é extensamente eliminado em 96h.

Mecanismos de Toxicidade: Altera enzimas microssomais hepáticas em animais de laboratório (ratos e camundongos).
Sintomas e sinais clínicos: Tanto o tiofanato-metílico quanto o seu metabólito terminal, o
carbendazim possuem baixa toxicidade aguda e não possuem atividade ariticolinesterase. Em todas as espécies de animais, o efeito toxicológico mais suscetível da exposição sub-crônica / crônica é a toxicidade hepática. A tireóide também é um órgão alvo para o tiofanato-metílico

Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e do quadro clínico compatível.
• Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

Tratamento: Antídoto: não há antídoto específico.
Exposição oral:
A)`Êmese: a indução de vômito empregando-se ipeca não é recomendado.
B) Carvão ativado: se liga à maioria doas agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 h). Dose: suspensão (240 mL de água/30 g de carvão). Dose: 25 a 100 g em adultos, 25 a 50 g em crianças de (1-12) a e 1g/kg em < 1 a.
C) Lavagem gástrica: considere após ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1hora). Contra indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ao nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; após a ingestão de compostos corrosivos, hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrointestinal e ingestão de quantidade não significativa.
D) Fluídos intravenosos: podem ser úteis no restabelecimento do volume de fluido extracelular, após vômito severo e diarréia.
Exposição inalatória: Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto alterações respiratórias. Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto a irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com B2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parental.
Exposição ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água salina 0,9% à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.

Exposição dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores do primeiros socorros:
• EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar o contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.

Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS•
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (011) 4195-2121

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Em estudos com animais, o tiofanato-metilico foi rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, alcançando uma concentração sorolôgica máxima 4h após a administração. A extensão da absorção pode ser dose-dependente, diminuindo com o aumento da dose. Os maiores níveis teciduais foram encontrados no fígado, tireóide e rins 96h após a dosagem. O tiofanao-metilico é predominantemente metabolizado (71-88%) e foi excretado rapidamente, com mais de 90% de eliminação pela urina e fezes em 24h de administração. Na dose mais baixa, a principal via de administração foi urinária, enquanto na dose mais elevada foi predominantemente fecal. Não houve sinal de bioacumulação. Quase todo o tiofanatometílico é eliminado do corpo em 24h; aquilo que resta nos tecidos após 24h é extensamente eliminado em 96h.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:
DL50 oral para ratos (fêmeas): superior a 2,000 mg/Kg de peso corpóreo.
DL50 dérmica para ratos: superior a 4.000 mg/Kg de peso corpóreo.
CL50 inalatória (1h) para ratos: não foi determinada nas condições de teste.
Irritação ocular em coelhos: o produto foi considerado levemente irritante, com hiperemia de
conjuntiva reversível em 24 horas.
Irritação dérmica em coelhos:. o produto foi considerado corno não irritante para a pele.
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não provocou sensibilização cutânea.

Nonylphenoxypolyethoxyethanol-iodine complex - Olhos: pode causar irritação moderada. PELE: Ligeiramente irritante com possível vermelhidão, edema ou pele seca. Pode causar dermatite prolongada ou aguda.
Inalatório - Foi considerado como pouco irritante.

Efeitos crônicos:
Em estudos toxicológicos crônicos de laboratório, nos quais ocorrem exposição e observação dos animais durante toda ou boa parte de suas vidas, com administração de diferentes concentrações de Tiofanato-metílico, foram estabelecidas doses de não-efeito tóxico por exposição crônica à substância, as quais são respeitadas. Entretanto, em dosagens superiores para ratos e cães, ocorreram queda no crescimento, sendo observados efeitos sobre o fígado e tireóide. O produto não apresentou características carcinogênica, teratogênica ou mutagênica em testes em testes com animais de laboratório.
Nonylphenoxypolyethoxyethanol-iodine complex - Não há.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento uplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da égua e do ar. prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa PILARQUIM BR COMECIAL LTDA. . telefone de Emergência: (11)4195.2121.
- Utilize o equipamento de proteção individual . EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire a.s camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água cm forma de neblina. CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampa bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes; .
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem varia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos:
- A água de lavagem deve ser transferida para o Ianque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha tido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de teu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem cm até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem varia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações. animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÂO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para catO tipo de operação, equipados cora câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

S. TRANSPORTE DE AGROTÓX1COS COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica. que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrcrtóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de doenças dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças, quando disponível e apropriado (tais como resistência genética, controle biológico, controle cultural, etc). O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, plantio em época adequada, adubação equilibrada, manejo da irrigação melhor mantém o equilíbrio do sistema.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil). Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à fungicidas(FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de Manejo de Resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência.