Bula Porcel 100 EC

acessos
piriproxifem
13717
Rotam

Composição

piriproxifem 100 g/L ectoparasiticidas

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Translaminar
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
0,5 a 1 L p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 - 20 dias. 15 dias. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação da praga, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras "ninfas" ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
75 mL p.c./100L água 10 L/planta - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 30 dias. 14 dias. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação da praga, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras "ninfas" ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos
Cochonilha pardinha
(Selenaspidus articulatus)
50 a 75 mL p.c./100L água 10 L/planta - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 30 dias. 14 dias. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação da praga, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras "ninfas" ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos
Cochonilha parlatoria
(Parlatoria cinerea)
100 mL p.c./100L água 10 L/planta - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 30 dias. 14 dias. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação da praga, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras "ninfas" ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos
Psilideo
(Diaphorina citri)
6,25 mL p.c./100L água 10 L/planta - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 30 dias. 14 dias. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação da praga, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras "ninfas" ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos
Gérbera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
75 mL p.c./100L água 1200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 a 15 dias. Uso não alimentar. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação da praga, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras "ninfas" ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, sendo a primeira imediatamente após a florada e a segunda duas semanas após a primeira. 45 dias. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação da praga, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras "ninfas" ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
50 a 75 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 - 14 dias. 3 dias. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação da praga, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras "ninfas" ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
50 a 75 mL p.c./100L água 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. Uso não alimentar. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação da praga, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras "ninfas" ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
0,25 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação da praga, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras "ninfas" ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 5; 10; 20; 30; 50 L.

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,2; 0,3; 0,4; 0,5; 0,6; 0,7; 0,8; 1,0; 5,0 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
PORCEL 100 EC é um inseticida fisiológico juvenóide, análogo ao hormônio juvenil, regulador de crescimento de insetos. O produto atua por contato e ação translaminar, principalmente sobre os ovos e ninfas provocando distúrbios no equilíbrio hormonal, impedindo que os insetos das formas jovens tornem-se adultos.
As fêmeas que entram em contato com o produto colocam ovos inviáveis e também, diminuem a postura.

CULTURAS/ PRAGAS/ DOSES/ NUMERO/ EPOCA: Vide Indicações de Uso/Doses.

INÍCIO, NUMERO E EPOCA DE APLICAÇAO:
As aplicações do PORCEL 100 EC devem ser iniciadas no início da infestação das pragas, quando
forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras "ninfas" ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos, realizando o Maximo de 2 a 3 aplicações do produto PORCEL 100 EC, por ciclo da cultura.
No controle, principalmente da Mosca Branca, a pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. E importante observar o nível populacional de "adultos", e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PORCEL 100 EC.

INTERVALO DE APLICACAO:
- CAFE: Recomenda-se fazer 2 aplicações por ano com intervalos de 15 a 20 dias, utilizando 460 a 500 litros de volume de calda/ha.
- CITROS: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações durante o ano, com intervalo de 30 dias devendo gastar volume de 10 litros de calda/planta, procurando dar uma cobertura uniforme sobre as plantas.
- GERBERA: Deve-se fazer de 2 a 3 aplicações com intervalos de 10 a 15 dias utilizando volume de ate 1200 litros de calda/ha.
- MAÇA: Fazer no máximo 2 aplicações, sendo a primeira aplicação imediatamente após a florada e a segunda duas semanas após a primeira, utilizando volume de até 1000 litros de calda/ha.
- PIMENTÃO: Deve-se fazer de 2 a 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 a 14 dias, utilizando-se de 400 a 800 litros de volume de calda/ha, dependendo do estagio de desenvolvimento das plantas. I
- ROSA: Recomenda-se aplicar até 2 aplicações com intervalo de 10 dias, utilizando até 400 litros de calda/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento da cultura.
- SOJA: Recomenda-se realizar 1 aplicação no início da infestação da Bemisia tabaci raça B, utilizando o volume de calda de 200 a 300 litros/ha.

MODO DE APLICAÇÃO:
PORCEL 100 EC deve ser aplicado em pulverização via terrestre utilizando-se pulverizador costal manual ou motorizado ou pulverizador de barra tratorizado, munido de bicos adequados. Em caso de aplicação com pulverizadores tratorizados dotado com barra/bicos, recomenda-se o uso de bicos cónicos tipo D2, D3 ou série X2, X3, e pressão de 80 a 150 Ibs/pol2. Deve-se regular o pulverizador de tal forma que a altura da barra fique de 30 a 50 cm acima do topo das plantas, e a distância entre bicos de 30 a 50 cm entre si.
Usando-se outros tipos de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 27 °C, unidade relativa do ar acima de 70 % e ventos abaixo de 10 Km/h, utilizando-se quantidade de calda suficiente para dar boa cobertura sobre as plantas. Em caso de dúvidas, consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Café — 15 dias
Citros — 14 dias
Gérbera — UNA
Maça — 45 dias
Pimentão — 3 dias
Rosa — UNA
Soja — 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREA:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Inseticida — IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticida, visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas.
Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.