Bula Saurus WG

CI
Acetomiprido
14521
Iharabras

Composição

Acetamiprido 725 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Aveia

Calda Terrestre Dosagem
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Myzus persicae (Pulgão verde) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata-doce

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Brócolis

Calda Terrestre Dosagem
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Centeio

Calda Terrestre Dosagem
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Diaphorina citri (Psilideo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve

Calda Terrestre Dosagem
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-chinesa

Calda Terrestre Dosagem
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-de-bruxelas

Calda Terrestre Dosagem
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-flor

Calda Terrestre Dosagem
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Eucalipto

Calda Terrestre Dosagem
Glycaspis brimblecombei (Psilideo de concha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Anastrepha fraterculus (Mosca sul americana) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Grapholita molesta (Mariposa oriental) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Aonidiella comperei (Cochonilha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mandioca

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Repolho

Calda Terrestre Dosagem
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Frankliniella schultzei (Tripes) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Triticale

Calda Terrestre Dosagem
Sitobion avenae (Pulgão das espigas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tipo: Balde
Material: Plástico
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25 kg

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 2; 3; 4; 5; 10 kg

Tipo: Caixa
Material: Fibra celulósica
Capacidade: 10; 15; 20; 25 kg

Tipo: Cartucho
Material: fibra celulósica
Capacidade: 0,5; 1,0; 2,0; 3,0; 4,0; 5,0 kg

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,05; 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,35; 0,45; 0,5; 0,75; 0,9; 1,0; 2,0; 5,0 kg.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto trata-se de um inseticida sistêmico de ação translaminar empregado na forma de pulverizações no controle de inúmeras pragas das culturas.


MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Aplicar o produto nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação

Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.

As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.

Preparo da Calda

O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.

APLICAÇÃO VIA TERRESTRE

A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como:

Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.

Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.

Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.

Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.

APLICAÇÃO VIA AÉREA

A aplicação via aérea é indicada para as culturas

Algodão, Aveia, Batata, Centeio, Cevada, Citros, Eucalipto, Feijão, Mamão, Mandioca, Soja, Tomate, Trigo e Triticale.

Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagri´colas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.

Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.

Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.

Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.

Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.

Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.

Condições Climáticas: Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo.

Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos

- Temperatura ambiente abaixo de 30ºC;
- Umidade relativa do ar acima de 50%;
- Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Não há desde que siga corretamente as instruções de uso. O uso do produto está restrito ao indicado no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado na dose recomendada, não causará danos à cultura indicada.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida pertence ao grupo 4A (moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Usar deste ou de outro produto do mesmo grupo qui´mico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o peri´odo de uma geração da praga-alvo;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos do Grupo 4A quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br) ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




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