Bula Sevin 850 WP

acessos
Carbaril
158603
PB Brasil

Composição

Carbaril 850 g/kg Metilcarbamato de naftila

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato, Ingestão
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do fruto
(Strymon basalides)
150 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. No aparecimento da praga
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da banana
(Opogona sacchari)
130 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 20 dias. 14 dias. No aparecimento da praga
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
150 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - 20 dias. 30 dias. No aparecimento da praga
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - 20 dias. 30 dias. No aparecimento da praga
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
80 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - 20 dias. 14 dias. No aparecimento da praga
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
150 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - 20 dias. 14 dias. No aparecimento da praga
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
1,2 kg p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 20 dias. 3 dias. No aparecimento da praga
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
180 g p.c./100 L de água - 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 20 dias. 7 dias. No aparecimento da praga
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das pastagens
(Zulia entreriana)
1,2 kg p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 20 dias. 5 dias. No aparecimento da praga
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
120 g p.c./100 L 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. No aparecimento da praga
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
150 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - 20 dias. 14 dias. No aparecimento da praga
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
150 g p.c./100 L 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. No aparecimento da praga
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
150 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. No aparecimento da praga
Tripes
(Frankliniella schultzei)
150 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. No aparecimento da praga

Barricas de fibra de papelão. Peso líquido: 10 e 25 kg. Cartucho de papel cartão. Peso líquido: 500 g. Saco lástico e saco plástico metalizado: 500 g e 1 kg.

CULTURAS, DOSE DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS), INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCAS E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ABACAXI: 150 g/100 l de água: 07 dias: Iniciar o tratamento no início da floração, aplicando aproximadamente de 800 a 1000 l de calda por hectare visando os frutos. Repetir a cada 7 dias.

BANANA: 130g/100 l de água: 14 dias: Usar quantidade de água suficiente para boa cobertura de cachos (1000 l de calda/ha). Aplicar o produto preventivamente.

BATATA: 150g/100 l de água: 30 dias: Para controle da lagarta rosca, pulverizar preventivamente no sulco por ocasião do plantio ou logo no início da infestação. Para controle de vaquinhas, aplicar no aparecimento da praga, repetindo se necessário. Usar de 800 a 1000 l de calda/ha.


HORTALIÇAS FOLHOSAS COUVE, COUVE-FLOR, REPOLHO:150g/100 l de água: 14 dias: Aplicar no início da infestação, repetindo se necessário. Usar de 800 a 1000 l de calda/ha.

FEIJÃO: 1,2kg/ha: 03 dias: Iniciar as aplicações no aparecimento das pragas. Usar de 800 a 1000 l de calda/ha. Repetir o tratamento se houver reinfestação da praga.

MAÇÃ: 180g/100 l de água: 07 dias: Aplicar no início da infestação, repetindo se necessário. Utilizar de 2 a 5 litros de calda/ha.

PASTAGEM: 1,2kg/ha: 0-5 (0 (zero) dia para o gado de corte, (cinco) dias para gado de leite): Aplicar no início da infestação, repetindo se necessário. Utilizar de 800 a 1000 l de calda/ha.

PEPINO: 120g/100 l de água: 03 dias: Iniciar o tratamento no início da floração, repetindo a cada 7 dias. Usar de 500 a 1000 l/ha.

SOJA: 0,24kg/ha: 03 dias: Essa dose é recomendada no caso de manejo integrado de pragas. Aplicar somente quando as pragas atingirem o nível e dano econômico conforme recomendação do Centro Nacional de Pesquisa de Soja. Usar 200 a 400 l de calda/ha.

TOMATE: 150g/100 l de água: 03 dias: Para as brocas dos frutos, iniciar as pulverizações com os frutos ainda pequenos, procurando atingir o local da postura. Repetir a cada 7 dias. Para Tripes, iniciar o tratamento no início da infestação, repetindo a aplicação se necessário. Usar de 800 a 1000 l de calda/ha.

FORMA DE APLICAÇÃO: Este produto pode ser aplicado com equipamentos costais manuais ou motorizados, tratorizados e aeronaves agrícolas.

BICOS DE PULVERIZAÇÃO: Equipamentos terrestres e aeronaves: Utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar com difusores ou core adequado a se obter uma deposição mínima sobre o alvo de 40 gotas/cm² com um VMD de 130 a 150 m. Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barras de pulverização com um total de 40 a 42 bicos. Os bicos de extremidade da asa em número de 4 a 5 em cada uma delas deverão ser fechados a fim de se evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8 (oito) deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas do avião. O uso de MICRONAIR não é recomendado devido a irregularidade de distribuição na faixa de deposição, em função dos volumes de aplicação recomendados para este produto.

PRESSÃO DE TRABALHO: Equipamentos terrestres: 80 - 100 psi. Aeronaves: 15 - 30 psi.

VOLUME DE APLICAÇÃO: Equipamentos terrestres: 200 - 400 l de calda/ha. Aeronaves: 20 - 30 l de calda/ha.

FAIXA DE DEPOSIÇÃO: EQUIPAMENTOS TERRESTRES: A faixa para este tipo de equipamento ficará delimitada ao comprimento da própria barra utilizada no equipamento. AERONAVES: Para aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) a faixa de deposição é de 15 a 20 metros. Para outros tipos de aeronaves consultar a Área de Tecnologia de Aplicações da Empresa.

ALTURA DA BARRA DE APLICAÇÃO: Equipamentos terrestres: Os bicos deverão trabalhar a uma altura de 50 cm em relação ao topo da cultura. Aeronaves: Aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) a altura de aplicação será de 4 a 5 metros em relação ao topo da cultura ou ao alvo de deposição.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Temperatura máxima: 27º C. Umidade relativa do ar: mínimo 60%. Velocidade do vento: máximo 10 km/hora (3m/seg.). Considerar que o fator mais importante é a influência de uma maior ou menor velocidade de evaporação de uma gota de pulverização é a umidade relativa do ar. Gotas finas tendem a uma maior deriva desviando-se do alvo, chegando a secar e contribuindo para a poluição ambiental. Gotas grandes tem tendência de escorrimento nas folhas, perdendo-se no solo e reduzindo a sua eficiência, podendo ocasionar fitotoxicidade na cultura.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA OU INTERVALOS DE APLICAÇÃO: O produto deve ser aplicado no início da infestação ou reinfestação das pragas indicadas e o intervalo médio de aplicação deve ser de 20 dias, ou quando uma constante e criteriosa observação indicar. Para preparar a calda, misturar o inseticida em pouca água, até formar uma pasta e a seguir adicionar água até o volume desejado, agitando sempre a mistura (suspensão). Para evitar o entupimento dos bicos dos pulverizadores, é aconselhável passar a suspensão por uma peneira fina.

LIMITAÇÕES DE USO: Em canteiros de fumo, aplicações de doses acima das recomendadas, podem acionar fitotoxicidade às plantas. Não misturar SEVIN 850 PM com nutrientes ou hormônios, salvo se a experiência demonstrar que seu uso não prejudica as plantas. Não aplicar SEVIN 850 PM, antes da granação do arroz, se herbicidas a base de propanil tenha sido aplicado ou venha a ser usado. SEVIN 850 PM é tóxico às abelhas e, quando os campos tratados estiverem próximos de apiarios, devem ser tomadas medidas que impeçam o vôo das abelhas às zonas de aplicação até uma semana depois.

MEDIDAS GERAIS E PRIMEIROS SOCORROS: Leia e siga as instruções do rótulo. Durante a manipulação, preparação da calda ou aplicação, use macacão com mangas compridas, avental impermeável, chapéu impermeável de aba larga, botas, máscara protetora especial, provida de filtro adequado. Mantenha o produto afastado de crianças e animais domésticos. Evite comer, beber ou fumar durante o manuseio ou aplicação do produto. Mantenha o produto afastado de alimentos ou de ração animal. Não contamine lagos, fontes, rios e demais coleções de água, lavando as embalagens ou aparelhagem aplicadora, bem como, lançando-lhes seus restos. Mantenha a embalagem original sempre fechada e em lugar seco e ventilado. Inutilize e enterre profundamente as embalagens do produto. Mantenha afastados das áreas de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por um período de 7 dias após a aplicação do produto. Não utilizar equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios, válvulas, tubulações etc., com a boca. Uso exclusivamente agrícola. Após a utilização do produto, remova as roupas protetoras e tome banho. Não dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Distribua o produto da própria embalagem, sem contato manual. Procure imediatamente assistência médica em qualquer caso de suspeita de intoxicação. Aplique somente as doses recomendadas. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas, use luvas impermeáveis. Mantenha a embalagem longe do fogo. Em caso de ingestão acidental, provoque vômito e procure imediatamente o médico, levando a embalagem do produto. Evite a inalação ou aspiração do produto. Caso isso aconteça, remova o paciente para local arejado e chame o médico. Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, lave as partes atingidas imediatamente com água em abundância e, se persistir a irritação, procure um médico, levando a embalagem ou rótulo do produto. Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos, e se persistir a irritação, procure um médico, levando a embalagem ou rótulo do produto. Pessoas com insuficiência renal e/ou hepática não devem manipular e aplicar o produto. Não aplique o produto na presença de ventos. Tóxico para peixes e abelhas. ATROPINA É O ANTÍDOTO DE EMERGÊNCIA EM CASO DE INTOXICAÇÃO. NUNCA ADMINISTRE ATROPINA ANTES DO APARECIMENTO DOS SINTOMAS DE INTOXICAÇÃO. Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica mais próxima.

SINTOMAS DE ALARME: Fraqueza, dor de cabeça, opressão do peito, visão turva, pupilas não reativas, salivação abundante, suores, náuseas, vômitos e cólicas abdominais.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO: (informações para uso médico): Sulfato de Atropina, pela via intramuscular ou intravenosa (eventualmente também por via oral ): 1 a 6 mg cada 5 a 30 minutos até atropinização leve.

CONTRA-INDICAÇÕES: Oximas (Contrathion), Morfina, Aminofilina e Tranquilizantes.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
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- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando o meio ambiente, a fauna, a flora
e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes.
- telefone de emergência 0800-243334.
-Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
-Piso pavimentado - absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
-Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
-Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e
animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do copo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
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EMBALAGEM RIGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s
– Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do
produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve
ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O Armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com piso impermeável, ou no
local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
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No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE – NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este
tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados
por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
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O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
-Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
-Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo / bula.
-Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.