Bula Siptran 800 WP - Oxon

Bula Siptran 800 WP

acessos
Atrazina
2308504
Oxon

Composição

Atrazina 800 g/kg Triazina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Seletivo

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Burra leiteira
(Chamaesyce hyssopifolia)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Caruru de espinho
(Amaranthus spinosus)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Macela
(Achyrocline satureioides)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Mastruço
(Lepidium virginicum)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Mentruz
(Coronopus didymus)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Burra leiteira
(Chamaesyce hyssopifolia)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Caruru de espinho
(Amaranthus spinosus)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Macela
(Achyrocline satureioides)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Maria preta
(Solanum americanum)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Mastruço
(Lepidium virginicum)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Mentruz
(Coronopus didymus)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Serralha
(Sonchus oleraceus)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 a 60 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré e pós-emergência das plantas infestantes. Na cana-planta depois do plantio e na cana-soca depois dos tratos culturais

Sacos de papel com filme de polietileno ou
Saco de papel com polietileno e alumínio ou
Saco de polietileno ou
Saco de celopoli (celofane saranizado com polietileno leitoso) ou
Saco de alumínio com polietileno de 0,5 kg, 1,0 kg, 2,0 kg, 3,0 kg, 5,0 kg, 10 kg, 25 kg e 50 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
SIPTRAN® 800 WP é herbicida seletivo, recomendado para o controle de plantas infestantes nas culturas de cana-de-açúcar e milho.

CULTURAS/PLANTAS INFESTANTES/DOSES:
Vide Indicações de Uso/Doses.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
- Em cana-de-açúcar aplica-se na cana-planta, depois do plantio, e em cana-soca, depois dos tratos culturais.
- Em milho aplica-se em pré emergência, antes ou depois da semeadura, e em pós emergência precoce.

MODO DE APLICAÇÃO:
Prepara-se a calda juntando a dose indicada a um pequeno volume de água e mistura-se bem. Esta pasta é vertida no tanque do pulverizador com pequena quantidade de água. A seguir completa-se o volume.
São utilizados pulverizadores costais ou motorizados, equipamentos tratorizados ou aviões.
A quantidade de água varia de 300 a 500 L/ha para aplicações a alto volume e 40 a 60 L/ha a baixo volume.
Em qualquer tipo de aplicação deve-se procurar obter uma boa distribuição de calda sobre a área.
SIPTRAN® 800 WP é usado em pré ou pós emergência das plantas infestantes.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não especificado devido à modalidade de aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Aplicar SIPTRAN® 800 WP em jato dirigido, evitando-se atingir as culturas vizinhas sensíveis ao produto. Não aplicar em solo seco e nem em dia de muito vento.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Sáude Humana - ANVISA/MS.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SIPCAM AGRO S/A - telefone de Emergência: (0XX11) 5503-0550.
- Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água. (Neste caso, consulte o registrante o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.)
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante como indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deverá guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padroni¬zadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.

Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.