Bula Siptran 800 WP - Oxon
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Bula Siptran 800 WP

Atrazina
2308504
Oxon

Composição

Atrazina 800 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Herbicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Seletivo, Sistêmico

Cana-de-açúcar

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Achyrocline satureioides (Macela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Chamaesyce hyssopifolia (Burra leiteira) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Coronopus didymus (Mentruz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Solanum americanum (Maria preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Achyrocline satureioides (Macela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus spinosus (Caruru de espinho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Chamaesyce hyssopifolia (Burra leiteira) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Coronopus didymus (Mentruz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lepidium virginicum (Mastruço) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Solanum americanum (Maria preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Sacos de papel com filme de polietileno ou
Saco de papel com polietileno e alumínio ou
Saco de polietileno ou
Saco de celopoli (celofane saranizado com polietileno leitoso) ou
Saco de alumínio com polietileno de 0,5 kg, 1,0 kg, 2,0 kg, 3,0 kg, 5,0 kg, 10 kg, 25 kg e 50 kg.

INSTRUÇÕES DE USO

SIPTRAN® 800 WP é herbicida seletivo, recomendado para o controle pré e pós-emergente inicial de plantas infestantes nas culturas de cana-de-açúcar e milho.

MODO DE APLICAÇÃO

A dose recomendada de SIPTRAN®800 WP deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização, com uso de equipamentos terrestres ou aéreos. Em qualquer tipo de aplicação deve-se procurar obter uma boa distribuição de calda sobre a área.

Aplicação Terrestre

Para aplicações terrestres são utilizados pulverizadores costais (manual ou pressurizado) e pulverizadores tratorizados com barra ou autopropelido. Utilizar pontas (bicos) do tipo leque que proporcionem uma vazão adequada. Utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que produzam pouca deriva, recomenda-se com os seguintes parâmetros:
Tamanho de gota: gotas médias a grandes (acima de 300 µ);
Volume de cada: 200-400 L/ha de calda;
Pressão: 40-60 lb/pol²;
Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm²;
Tipo de bico: Teejet - 80.03; 80.04; 110.2,110.03; 110.04 ou similares.

Aplicação Aérea

Para aplicações aéreas são utilizadas aeronaves agrícolas equipadas com barras contendo pontas (bicos) e/ou atomizador rotativo (micronair), recomenda-se os seguintes parâmetros:
Tamanho de gota: gotas médias a grandes (acima de 300 µ);
Volume de aplicação: 40-60 L/ha de calda;
Densidade de gota: 20 gotas/cm²;
Tipo de bico: 80.15 a 8020;
Altura de vôo: 4-6 m;
Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m.

Condições climáticas

Deve-se observar as condições climáticas ideais para pulverização, tais como:
Umidade relativa do ar: mínima de 55%
Velocidade do vento: 3 a 10 km/h
Temperatura ambiente: máxima de 27ºC

Fatores relacionados com a aplicação na PRÉ-EMERGÊNCIA

- Preparo do solo: para as culturas de milho e cana-de-açúcar, o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e restos de cultura, condições ideais para aplicação do herbicida.
- Sistema de Plantio Direto: somente aplicar o SIPTRAN®800WP após a operação de manejo, visando a completa dessecação das ervas infestantes.
- Umidade do solo: o solo deve estar úmido durante a aplicação do produto. Não aplicar o herbicida com o solo seco, pois seu funcionamento poderá ser comprometido. Nas regiões que se caracterizam pelo inverno seco, sua utilização deve ser iniciada após a normalização do regime de chuvas, e deve-se evitar aplicações nos plantios precoces das culturas, com solo na fase de reposição hídrica, pois o pleno funcionamento do produto poderá vir a ser comprometido na eventual falta de chuvas após a aplicação. A ocorrência de chuvas normais após aplicação ou a irrigação da área tratada com o SIPTRAN®800 WP, promove a rápida incorporação do produto na camada superficial favorecendo sua pronta atividade.
- Vento: evitar aplicações com vento superior a 10 km/h.

Fatores relacionados com a aplicação na PÓS-EMERGÊNCIA

- Plantas infestantes e o seu estágio de controle: para assegurar o pleno controle das invasoras na pós-emergência, deve-se observar rigorosamente as espécies recomendadas e os respectivos estágios de desenvolvimento indicados.
- Umidade do ar: aplicar o SIPTRAN®800 WP com umidade do ar (UR) superior a 55%.
- Horário de aplicação: recomenda-se aplicar de preferência pela manhã até as 10 horas, ou à tarde, a partir das 16 horas, quando as condições climáticas são as mais favoráveis para atividade pós-emergente, principalmente pela maior UR.
- Orvalho/Chuvas: evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação da chuva ou orvalho muito forte.
- Umidade do solo: o solo deve estar úmido durante a aplicação. Não aplicar o produto com o solo seco, principalmente se antecedeu um período de estiagem prolongado, que predispõe as plantas infestantes ao estado de estresse por deficiência hídrica, comprometendo seu controle.

Preparo da calda

Antes de iniciar o preparo da calda de pulverização deve-se garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam limpos. Recomenda-se encher o tanque de pulverização com água até atingir um terço de seu volume, iniciar agitação. Em seguida dissolver a dose indicada a um pequeno volume de água e mistura-se bem. Esta pasta é vertida no tanque do pulverizador com pequena quantidade de água, mantendo a agitação. Completar o volume do tanque momentos antes do início da pulverização. A agitação no tanque do pulverizador deve ser constante durante o preparo da calda e aplicação. Ao final da pulverização deve ser realizada a limpeza de todo o equipamento de pulverização. Seguir as recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Cana-de-açucar e milho: Não especificado devido à modalidade de aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Aplicar o SIPTRAN® 800 WP em jato dirigido, evitando-se atingir as culturas vizinhas sensíveis ao produto. Não aplicar em solo seco e nem em dia de muito vento.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Sáude Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Daninhas, quando disponível.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas. - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas infestantes devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hracbr.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C1 HERBICIDA

O produto herbicida Siptran é composto por atrazina, que apresenta mecanismo de ação inibição da fotossíntese no fotossistema II , pertencente ao Grupo C1, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).