Bula Spring WG - Sipcam Nichino
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Bula Spring WG

Tiofanato-metílico
8207
Sipcam Nichino

Composição

Tiofanato-metílico 850 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico

Caixa de papelão: 0,25; 0,3; 0,5; 0,6; e 1,0 Kg.

Caixa ou cartucho de papelão: 0,5; 1,0; 1,2 Kg (contendo sacos hidrossolúveis:20; 50; 100; 200; 250; 300; 500 e 600 g).

Saco de polietileno/poliéster ou polietileno/poliéster aluminizado ou metalizado: 0,1; 0,25; 0,3; 0,5; 0,6; 1,0; 2,0; 5,0; 10 e 25 Kg.

Saco de alumínio ou metalizado: 0,1; 0,25; 0,3; 0,5; 0,6; 1,0; 2,0; 5,0; 10 e 25 Kg.

Saco de polietileno/poliéster ou polietileno/poliéster aluminizado ou metalizado: 0,3; 0,5; 0,6; 1,0; 1,2; e 1,5 Kg(contendo sacos hidrossolúveis: 20; 40; 50; 100; 150; 200; 250; 300; 500 e 600 g.

Balde metálico ou polietileno: 10 Kg.

Tambor de fibra: 10 e 25 Kg.

Tambores e saco de fibra/papel: 9; 11; 15; 20; 25; 30; 35; 36; 41; 43; 50; 60; e 70 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO

SPRING WG é um fungicida sistêmico recomendado para o controle de doenças na cultura de soja, conforme recomendação da bula.

PREPARO DA CALDA

Preencher metade do volume de água a ser aplicado no tanque de pulverização. Adicionar SPRING WG na quantidade desejada e completar com água até o volume desejado. Manter agitação moderada e constante no tanque de pulverização durante o preparo da calda e a aplicação. Aplicar o produto imediatamente após preparo da calda.

MODO DE APLICAÇÃO

VIA TERRESTRE
A dose recomendada deve ser pulverizada com o uso de equipamentos terrestres dos tipos costal (manual, pressurizado ou motorizado) ou pulverizadores tratorizados providos de barra, dotados de bicos cônicos, densidade mínima de 80 gotas/cm com 200 micra, de forma que se obtenha uma perfeita cobertura da parte aérea da planta visando as faces superior e inferior das folhas. Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea da planta. A quantidade de calda varia em função do porte e enfolhamento da planta. Em geral na soja, o volume varia de 150 a 400 L/ha para aplicações terrestres.

VIA AÉREA
Uso de barra e atomizador rotativo Micronair, com as seguintes especificações:
Volume de aplicação: 20-40 L/ha de calda, procurando assegurar dosagens de SPRING WG.
Altura de voo com barra: 2-3 m, com Micronair: 3-4m.
Largura da faixa de deposição efetiva: 15m.
Tamanho/densidade da gota: 180-200 micra, com mínimo de 80 gotas/cm².
No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 e D12 - disco (core) inferior a 45°.
Usando Micronair, o número de atomizadores deve ser 4, onde, para o ajuste do regulador de vazão/VRU, pressão e ângulo da pá, seguir a tabela sugerida pelo fabricante.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (litro de calda/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 8 km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir perdas por deriva e evaporação.
Em se tratando de aplicação aérea, somente com umidade relativa não inferior a 70%.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Soja: 21 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes do período, utilize os EPI's recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• Uso exclusivamente agrícola.
• Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
• É obrigatório o uso do produto somente nas indicações constantes na bula.
• Evitar aplicação durante as horas mais quentes do dia.
• Evitar aplicação sob prenuncio de chuva.
• Não aplicar em plantas sob condição de estresse hídrico ou fitotoxicidade.
• Respeitar um período mínimo de 24 horas para realização da irrigação.
Fitotoxicidade: Não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses recomendadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Para o manejo integrado de doenças, recomenda-se a utilização de todas as técnicas apropriadas e disponíveis para a condução das culturas, no intuito de manter abaixo do nível de dano econômico a população de organismos nocivos aos cultivos, visando ainda, minimizar os efeitos colaterais deletérios ao meio ambiente. Dessa forma, dentre as técnicas disponíveis para o manejo integrado de doenças em culturas, tem-se: O Controle biológico; O uso de cultivares/variedades adequados para a região e quando possível o uso de cultivares/variedades com tolerância e/ou resistência a determinadas doenças; O Controle cultural (através do uso de rotação de culturas, época de semeadura adequada para o cultivo, uso de sementes de alta qualidade sanitária, destruição de restos culturais após a colheita, manter o cultivo livre de plantas daninhas, condução da lavoura através de adubação adequada e equilibrada, dentre outros); e Controle químico (através do uso de fungicidas devidamente registrados e recomendados para o controle de patógenos).

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO B1 FUNGICIDA

O produto fungicida SPRING WG é composto por tiofanato-metílico, que apresenta mecanismo de ação Montagem de ß-tubulina na mitose, pertencente ao Grupo B1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).