Superquat 200 SL CI

Geral
Nome Técnico:
Diquate
Registro MAPA:
20826
Empresa Registrante:
Agrobeats
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Diquate 200 g/L
Dibrometo de diquate 374 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Herbicida
Toxicológica:
3 - Produto Moderadamente Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Solúvel (SL)
Modo de Ação:
Não seletivo, Não sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Batata Recomendação Dosagem Produtos Similares
Dessecação (Dessecação) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 2 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 5 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 10 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 12 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 15 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 20 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 30 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 50 L
Lavável Contentor de baixa capacidade Plástico Rígida Líquido 0,1 L
Lavável Contentor de baixa capacidade Plástico Rígida Líquido 0,25 L
Lavável Contentor de baixa capacidade Plástico Rígida Líquido 0,50 L
Lavável Contentor de baixa capacidade Plástico Rígida Líquido 1,0 L
Lavável Contentor de baixa capacidade Plástico Rígida Líquido 5,0 L
Lavável Contentor de baixa capacidade Plástico Rígida Líquido 10 L
Lavável Contentor de baixa capacidade Plástico Rígida Líquido 20 L
Lavável Contentor de baixa capacidade Plástico Rígida Líquido 25 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Metálico Rígida Líquido 600 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Metálico Rígida Líquido 1000 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Metálico Rígida Líquido 1200 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Metálico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 600 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Metálico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 1000 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Metálico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 1200 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico Rígida Líquido 600 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico Rígida Líquido 1000 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico Rígida Líquido 1200 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 600 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 1000 L
Lavável Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) Plástico com estrutura metálica externa Rígida Líquido 1200 L
Lavável Frasco Metálico Rígida Líquido 0,1 L
Lavável Frasco Metálico Rígida Líquido 0,25 L
Lavável Frasco Metálico Rígida Líquido 0,50 L
Lavável Frasco Metálico Rígida Líquido 1,0 L
Lavável Frasco Metálico Rígida Líquido 2,0 L
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 0,1 L
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 0,25 L
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 0,50 L
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1,0 L
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 2,0 L
Lavável Lata Metálico Rígida Líquido 5 L
Lavável Lata Metálico Rígida Líquido 10 L
Lavável Lata Metálico Rígida Líquido 25 L
Lavável Lata Metálico Rígida Líquido 20 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 0,1 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 0,25 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 0,50 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 1,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 2,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 3,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 4,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 5,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 0,1 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 0,25 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 0,50 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 1,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 2,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 3,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 4,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 5,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 0,1 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 0,25 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 0,50 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 1,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 2,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 3,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 4,0 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 5,0 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 0,1 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 0,25 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 0,50 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 1,0 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 2,0 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 3,0 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 4,0 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 5,0 L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 0,1 L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 0,25 L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 0,50 L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 1,0 L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 2,0 L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 3,0 L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 4,0 L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 5,0 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 20 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 30 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 50 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 60 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 100 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 120 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 150 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 200 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 210 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 220 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 20 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 30 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 50 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 60 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 100 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 120 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 150 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 200 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 210 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 220 L

INSTRUÇÕES DE USO

Plantas daninhas para as quais o produto é indicado:
SUPERQUAT 200 SL é um herbicida não seletivo e dessecante de contato e deve ser utilizado no controle das plantas daninhas indicadas na bula.

NÚMERO, INÍCIO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Culturas e doses de aplicação:
SUPERQUAT 200 SL pode ser utilizado para controlar plantas daninhas, antes da semeadura das seguintes culturas:
Feijão - Nas doses de 1,5 a 2,0 litros por hectare (300 a 400 g i.a./ha).
Algodão, Girassol, Milho e Soja – Nas doses de 1,5 a 3,5 (300 a 700 g i.a./ha).
SUPERQUAT 200 SL também, pode ser utilizado para controlar plantas daninhas nas entrelinhas das seguintes culturas: Café, Citros e Duboisia. Utilizar de 1,5 a 2,5 litros por hectare (300 a 500 g i.a./ha).
Dessecação de culturas:
Soja - Utilizar de 1 a 2 litros por hectare (200 a 400 g i.a./ha). Aplicar quando a soja estiver fisiologicamente madura.
Soja guaxa ou soja tiguera- Utilizar de 1 a 2 litros por hectare (200 a 400 g i.a./ha). Após a colheita de soja, com a emergência de plantas guaxas ou tigueras de soja durante o vazio sanitário.
Feijão - Utilizar de 1,5 a 2 litros por hectare (300 a 400 g i.a./ha). Aplicar quando o feijão estiver fisiologicamente maduro.
Batata - Utilizar de 1,5 a 2,5 litros por hectare (300 a 500 g i.a./ha). Aplicar no mínimo 7 dias antes da colheita.

Época de aplicação:
Quando utilizado como herbicida, o SUPERQUAT 200 SL deve ser aplicado nas fases iniciais de crescimento da planta daninha (5 - 15 cm).
Na dessecação das culturas de batata, feijão e soja, somente uma aplicação é necessária e deve-se observar o intervalo de segurança.

MODO DE PREPARO DA CALDA:

Para as aplicações terrestre e aérea, colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar SUPERQUAT 200 SL e o espalhante nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo de tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.

EQUIPAMENTOS E MODO DE APLICAÇÃO DO PRODUTO

Dessecação de culturas:
Batata, Feijão e Soja: SUPERQUAT 200 SL deve ser aplicado em área total, com o uso de pulverizador costal, pulverizador de barra tratorizado ou via pulverização aérea.
Controle de plantas daninhas:
Café, Citros e Duboisia: SUPERQUAT 200 SL deve ser aplicado nas entrelinhas das culturas com o uso de pulverizador costal ou pulverizador de barra tratorizado. Utilizar protetores de bicos, evitando que a deriva atinja a cultura.
Algodão, Feijão, Girassol, Milho e Soja: SUPERQUAT 200 SL deve ser aplicado em área total, com o uso de pulverizador costal, pulverizador de barra tratorizado ou via pulverização aérea para

Época de aplicação:
Quando utilizado como herbicida, o SUPERQUAT 200 SL deve ser aplicado nas fases iniciais de crescimento da planta daninha (5 - 15 cm).
Para realizar as aplicações, seguir as especificações abaixo de acordo com o equipamento a ser utilizado:

Pulverizador costal - Utilizar bico leque, da série 80 ou 110, com pressão de 15 a 20 lb/pol², aplicado no mínimo 200 Litros de calda/ha. Observar que está ocorrendo uma boa cobertura.

Pulverizador de Barra Tratorizado - Utilizar bicos leque da série 80 ou 110, com pressão entre 30 a 40 lb/pol², aplicando entre 200 a 300 Litros de calda/ha.
• O aplicador é responsável por evitar eventuais derivas da pulverização fora do local alvo, devendo estar ciente de locais não visados próximos e das condições ambientais;
• NÃO aplique em condições climáticas ou com equipamentos de pulverização, que podem fazer com que a pulverização caia sobre plantas / colheitas suscetíveis próximas, áreas de cultivo ou pastagens;
• NÃO aplique com gotas finas;
• NÃO permita que a pulverização caia em pousios adjacentes;
• NÃO aplique em ou perto de arbustos, árvores ou culturas diferentes das recomendadas em bula;
• NÃO drene ou lave o equipamento sobre ou próximo a árvores não alvos ou outras plantas, onde suas raízes possam se estender, ou em situações em que por condições do solo ou por infiltração, a absorção do herbicida possa ocorrer.

Pulverização Aérea - Utilizar de 30 a 40 Litros de calda/ha. A aplicação poderá ser através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo pontas apropriadas para proporcionar uma cobertura adequada. Utilizar pressão de 25 lb/pol2 com bicos cônicos, pontas D6 e D12 providos de caracóis e placas com orifícios (ângulo de 90o). A altura do voo é de 2 a 3 m com faixa de deposição de 12 a 15 m. As gotas têm um tamanho de 250 a 300 micras, com 30 a 40 gotas/cm2. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação para adequar a densidade. Observações locais devem ser feitas, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva e evaporação.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
• Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (pontas adequadas, e ajustes do ângulo de ataque) para gerar gotas médias;
• Limitar a altura da pulverização entre 2 e 4 metros acima do topo do alvo;
• Fechar a válvula antes de subir a aeronave;
• Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
• Adequar a distância entre a área alvo e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições meteorológicas vigentes;
• Realizar a pulverização apenas com ventos moderados (3 a 10 km/h), evitando realizá-la quando o mesmo estiver em direção à área a ser protegida;
• Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Atenção:
Em todas as pulverizações deve ser observado:
a) Pulverizar as plantas daninhas nos primeiros estágios de crescimento (5 a 15 cm).
b) Utilizar sempre um espalhante adesivo de acordo com a recomendação do fabricante (exceto dessecação de batata).
c) Adicionar a quantidade recomendada de SUPERQUAT 200 SL no pulverizador contendo uma parte de água. Completar o volume, não havendo necessidade de agitação durante a aplicação.
d) Fazer sempre uma cobertura uniforme das plantas daninhas a serem controladas.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS:

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto, tais como:
• Temperatura ambiente até 30ºC;
• Umidade relativa do ar no mínimo de 55%;
• Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

APLICAÇÃO TERRESTRE:
Para a aplicação do produto, utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno.
A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas. Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva. Para determinadas culturas que utilizarem equipamentos específicos o tamanho das gotas pode ser ajustado e adequado de acordo com cada situação.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para flexibilizar caso necessário a aplicação mediante uso de tecnologia adequada.

APLICAÇÃO ÁEREA:
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.

RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO:
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Considerar todos os fatores de interação relativos a equipamento de pulverização e de clima, que determinam o potencial de deriva, para a tomada de decisão de realizar a pulverização. Siga as restrições existentes na legislação. Evite que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.

LIMITAÇÕES DE USO:

• Uso exclusivo para culturas agrícolas.
• O SUPERQUAT 200 SL deve ser utilizado nas doses e modos de aplicação recomendadas para não causar danos às culturas indicadas. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil. No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos.
• Em caso de dúvida, consulte o Engenheiro Agrônomo.
• Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.
• Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
• O produto é um herbicida de contato, portanto, durante a aplicação, deve-se evitar que a deriva atinja a cultura para evitar a fitotoxicidade.
• Na dessecação da batata não utilizar espalhante adesivo e não pulverizar a folhagem da batata quando o solo estiver muito seco e, especialmente, se a folhagem murchar durante o dia.
• Depois de um período de seca é importante esperar que o solo tenha sido completamente molhado pela chuva em volta das raízes. Não aplicar com solo seco.

LIMPEZA DOS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Após a aplicação do produto, proceda com a limpeza de todo o equipamento utilizado e imediatamente após a aplicação. A demora na limpeza do equipamento de pulverização, mesmo que por algumas horas, pode implicar na aderência do produto nas paredes do tanque do pulverizador o que dificultará a sua limpeza completa.
Além de seguir as recomendações de limpeza do fabricante do equipamento, seguir os seguintes passos durante a limpeza do pulverizador:
1. Esvaziar completamente o equipamento de pulverização utilizado;
2. Remover fisicamente os eventuais depósitos visíveis de produto;
3. Fechar a barra, encher o tanque com água limpa, circular pelo sistema de pulverização por 5 minutos e, em seguida, esvaziar o tanque de forma que a água passe através das mangueiras, barras, filtros e bicos;
4. Repetir o passo 3 por no mínimo 3 vezes.
Limpar também tudo o que estiver associado ao equipamento de aplicação e manuseio do produto. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento próximo às nascentes, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de danos ao meio ambiente.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo D (inibidores do fotossistema I) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: (www.hrac-br.org.br), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO D HERBICIDA

O produto SUPERQUAT 200 SL é composto por Diquate, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores do fotossistema I, pertencente ao Grupo D, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

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