Bula Systemic

acessos
Tebuconazole
7306
Helm

Composição

Tebuconazole 200 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Preventivo, Sistêmico, Curativo
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Reaplicar com intervalo de 30 dias, caso volte a atingir o nível de controle e/ou as condições climáticas estiverem favoráveis. 30 dias. Aplicar logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença na planta ou quando observar que infecção atingiu cerca de 5% da planta
Mancha das folhas
(Ascochyta coffeae)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 60 dias. 30 dias. Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da doença nas folhas
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 30 dias. 30 dias. Realizar a primeira aplicação preventivamente em dezembro/janeiro e reaplicar em março, conciliando o tratamento de forma integrada com o controle da Ferrugem
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
1 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha - 30 dias. 30 dias. Aplicar preventivamente, com a 1ª aplicação logo após a florada (flor murcha) e a 2ª após 30 dias, e caso necessário, conforme permanência das condições favoráveis, realizar a 3ª aplicação, também com intervalo de 30 dias; ou quando for observado sintomas da doença atacando os ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio). Neste segundo caso, realizar no máximo 2 (duas) aplicações com intervalo de 30 dias, respeitando o período de carência para a colheita de 30 dias
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. A partir do começo do florescimento, no início da infecção
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. A partir do começo do florescimento, no início da infecção
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Aplicar nos estádios R2 e R5.1
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Aplicar nos estádios R2 e R5.1
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. 30 dias. Quando o índice de infecção atingir 8% ou no estádio R1 a R3
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,6 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 35 dias. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 35 dias. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 35 dias. Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência

Frasco plástico de 0,5; 1,0 e 2,0 L.
Bambonas plásticas de 5,0; 10,0; 15,0 e 20 L.
Balde plástico de 20,0; 25,0; e 50 L.
Tambores de plástico ou metálico de 50,0; 100,0; 200,0 e 500,0 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

Systenic é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis com ação preventiva e curativa.

CULTURAS/DOSES/PRAGAS CONTROLADAS: Vide seção “Indicações de Uso/Doses”.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Café: Para o controle de Ascochyta cofeae - Aplicar logo no inicio dos primeiros sintomas da
doença nas folhas e repetir após 60 dias. Realizar no máximo 2 aplicacões.
Cercosopra coffeicola - Realizar a primeira aplicação preventivamente em dezembro/janeiro e reaplicar em março, conciliando o tratamento de forma integrada com o controle da Ferrugem. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo mínimo de 30 dias.

Hemilia vastatrix - Aplicar logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença na planta ou quando observar que infecção atingiu cerca de 5% da planta. Reaplicar com intervalo de 30 dias, caso volte a atingir o nivel de controle e/ou as condições climáticas estiverem favoráveis (alta umidade e temperaturas entre 20° e 25°C).

Phoma costaricensis - 1. Aplicar preventivamente, com a 13 aplicação logo após a florada (flor murcha) e a 23 após 30 dias, e caso necessário, conforme permanência das condições favoráveis (temperaturas amenas e alta umidade), realizar a 33 aplicação, também com intervalo de 30 dias; ou 2. Aplicar quando for observado sintomas da doença atacando os ponteiros no final do período das chuvas (abril/maio). Neste segundo caso, realizar no máximo 2 (duas) aplicações com intervalo de 30 dias, respeitando o período de carência para a colheita de 30 dias.

Caso as doenças ocorram em épocas diferentes, recomenda-se não exceder o máximo de 3 aplicações do mesmo produto ou similar durante todo o ciclo da cultura de café, evitando-se o aparecimento de resistência das doenças aos produtos.

FEIJÃO: A partir do começo do florescimento, no início da infecção. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 15 dias.
Caso as doenças ocorram em épocas diferentes, recomenda-se não exceder o máximo de 2 aplicações mesmo produto ou similar durante todo o ciclo da cultura de feijão, evitando-se o aparecimento de resistência das doenças aos produtos.

SOJA: Para o controle da ferrugem, iniciar as aplicações de forma preventiva ou a partir do estádio R1/R2; reaplicar em intervalo máximo de 14 dias ou estádio R4/R5 caso as condições estejam favoráveis para o desenvolvimento da doença. Realizar no máximo de 3 aplicações do produto. Para o controle do crestamento-foliar e da mancha parda realizar no máximo duas aplpicações: no estádio R2 e R5.1. Para o controle de oídio, aplicar quando o índice de infecção atingir 8% ou no estádio R1 a R3. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias.
Caso as doenças ocorram em épocas diferentes, recomenda-se não exceder o máximo de 3 aplicações mesmo produto ou similar durante todo o ciclo da cultura da soja, evitando-se o aparecimento de resistência das doenças aos produtos.

TRIGO: Iniciar o controle a partir do estádio de alongamento, quando as doenças alcançarem o valor de 5% da área foliar ou 80% de incidência. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias.
Caso as doenças ocorram em épocas diferentes, recomenda-se não exceder o máximo de 2 aplicações mesmo produto ou similar durante todo o ciclo da cultura do trigo, evitando-se o aparecimento de resistência das doenças aos produtos.

MODO DE APLICAÇÃO:

SYSTEMIC deve ser diluido em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de modo que haja uma boa cobertura. Recomenda-se o uso de equipamentos que proporcionem uma contínua agitação da calda, sejam equipamentos terrestres como pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados com barra. ou através de aeronaves (dependendo da cultura).

Aplicação terrestre:

Diluir SISTEMIC calculando um volume de calda de 200 a 300 litros por ha nas culturas de soja, trigo e feijão.
Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm², e uma pressão de 40 a 60 libras.
Na cultura de café o volume de calda varia de 250 a 500 litros por ha conforme estágio de desenvolvimento da planta e espaçamento utilizado, de forma a promover uma boa cobertura, evitando-se o ponto de escorrimento. A aplicação é feita via pulverização sobre a parte aérea das plantas, através de atomizadores costais ou tratorizados.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.

Aplicação aérea:

Nas culturas de trigo, soja e feijão recomenda-se utilizar um volume de 20 a 40 litros de calda por ha.
Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação. como por exemplo, cônicos D6 e D12 e disco "core" inferior a 45.
Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 µm, e um mínimo de 60 gotas por cm².
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA PARA CADA CULTURA:
Café: 30 dias
Feijão: 14 dias
Soja: 30 dias
Trigo: 35 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CUL TURAS E ÁREAS TRATADAS:
24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

LIMITAÇÕES DE USO
A aplicação de SISTEMICantes da florada do feijão deve ser evitada pelo produtor, porque o produto pode inibir o desenvolvimento da cultura. O produto não causa fitotoxicidade às culturas desde que sejam seguidas as recomendações de uso constantes da bula. Devem ser observados os intervalos de segurança e reentrada na cultura após a aplicação.

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTO E TRATAMENTO:

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• Leia e siga as instruções contidas na bula e no rótulo;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados;
• Ao utilizar o equipamento de aplicação verifique o seu estado de conservação - Não utilize equipamento com
vazamentos ou defeitos;
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
• Não distribua o produto com as mãos desprotegidas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem Equipamentos de Proteção Individual (EPI) adequados.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
• Produto extremamente irritante aos olhos e sensibilizante à pele.
• Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com água corrente e sabão neutro e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual EPI: Luvas de nitrila e botas de borracha, macacão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças QQ!: cima das botas, óculos, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2).

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite a presença de outras pessoas, especialmente crianças, na área durante o manuseio ou na aplicação;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança ( intervalo entre a última aplicação e a colheita);
• Utilize Equipamento de Proteção Individual EPI: Luvas de nitrila e botas de borracha, macacão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas,touca árabe, óculos, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2).
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Não reutilize a embalagem vazia;
• Não entre na área tratada com o produto até o término do período de reentrada (24 h após a aplicação);
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, fora do
alcance de crianças e animais;
• Faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto;
• Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
• Faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de proteção longe de fontes de água para o consumo;
• Remova as roupas protetoras e tome banho imediatamente após a aplicação do produto;
• Lave as roupas utilizadas na aplicação separadamente de outras roupas da família;
• Ao lavar as roupas, utilize luvas de nitrila e avental impermeáveis;
• No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual EPI: Luvas de nitrila e botas de borracha, macacão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Não provoque vômito.

Olhos: Lave com água corrente em abundância durante 15 minutos. Pele: Lave com água corrente e sabão neutro em abundância. Inalação: Procure local arejado.
Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica mais próxima.

ANTIDOTO E TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:
Não há antídoto específico. Em caso de ingestão, inalação, contato com olhos ou pele, proceder a um tratamento sintomático, de acordo com o quadro clínico.

Grupo Químico:
Triazol

Classe toxicológica:
I - Extremamente tóxico

Mecanismos de Toxicidade:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Vias de absorção:
Oral, inalatória e dérmica.

Sintomas e sinais clínicos:
Em humanos há irritação dérmica leve e não há evidência de toxicidade sistêmica. Pode ocorrer irritação ocular após exposição ao triazol. Baseado nos estudos de toxicidade animal do ingrediente ativo tebuconazole, pode haver efeitos tóxicos nos seguintes órgãos: baço, fígado, adrenal e cristalino dos olhos.

Toxicocinética:
Após administração oral de tebuconazole a ratos, 65-80% da dose foi eliminada pelas vias biliar e fecal, ao passo que a eliminação urinária contabilizou em torno de 16-35%. Biotransformação: Ocorrem reações de oxidação, resultando em metabólitos de hidroxilas, carboxilas, trióis e cetoácidos, bem como conjugados (por exemplo, o triazol).

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento:
No envenenamento agudo, as medidas de urgência consistem no esvaziamento gástrico com o emprego de carvão ativado. Não existe antídoto ou antagonista específico para os fungicidas triazóicos. O tratamento médico é sintomático.

Contra-indiações:
O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.

Atenção:
As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre. as Enfermidades
Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha formações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone de Emergência da Empresa: (11) 5181-4099

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO, E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Em mamíferos, Tebuconazole foi rapidamente metabolisado e excretado principalemnte via urina e fezes. Mais que 99% da radioatividade administrada em ratos foi eliminada no período de 3 dias.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Em testes com animais, Tebuconazole 200 EC HELM apresentou média toxicidade por via oral, dérmica e inalatória. O produto é extremamente irritante aos olhos, irritante e sensibilizante à pele.

DL50 Oral (mg/kg): 2000
DL50 Dérmica (mg/kg): > 2000 CL50 ((mg/L)/h): > 6,36
Irritação Dérmica : Medianamente Irritante
Irritação Ocular: Extremamente Irritante podendo causar opacidade de córnea Sensibilização Cutânea : sensibilizante

Não são esperados efeitos crõnicos a partir do uso correto e seguro do produto. Os efeitos em animais de laboratório foram observados em doses e tempo de exposição que excedem em muito os níveis a que seres humanos serão expostos. Com base nos estudos realizados, a ingestão diária aceitável de Tebuconazole foi estabelecida em 0,03 mg/kg massa corporal.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

ESTE PRODUTO É:

- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)

Este produto é Altamente Persistente no Meio Ambiente. Este produto é Altamente tóxico para algas
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos animais e vegetação suscetível a danos.

Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concementes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.

Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: - Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa HELM DO BRASIL MERCANTIL
LTDA. - Telefone de emergência: (11) 5181-4099.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em beiros drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.

• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima.

• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambienta! mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

• TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ~ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;

• LAVAGEM SOB PRESSÃO:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Para embalagem SECUNDÁRIAS
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Quando fungicidas com um mesmo modo de ação são usados repetidamente por vários anos na mesma área para controlar o mesmo patógeno, linhagens tolerantes de ocorrência natural podem sobreviver, propagar-se e tornarem-se dominantes na área. Um patógeno é considerado resistente a um fungicida se ele sobrevive ao tratamento correto, na dose e época recomendadas, sob condições climáticas normais.
O desenvolvimento da resistência de um patógeno pode ser evitado ou retardado pelo uso alternado ou em mistura de ingredientes ativos com diferentes modos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.