Bula Tigre - UPL

Bula Tigre

acessos
Propiconazol
16417
UPL

Composição

Propiconazol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,4 L p.c./ha 150 a 15 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 28 dias. 1 dia. O produto poderá ser utilizado em qualquer época preconizada para o tratamento da Sigatoka que corresponde o período de outubro a maio
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem tropical
(Physopella zeae)
0,4 L p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Mancha foliar
(Exserohilum turcicum)
0,4 L p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 20 - 25 dias. 30 dias. Iniciar a aplicação nos estágios iniciais de ocorrência das doenças de até no máximo 5% de infecção para ferrugens, dependendo da doença e da cultivar plantada, poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 20 - 25 dias. 30 dias. Iniciar a aplicação nos estágios iniciais de ocorrência das doenças de até no máximo 5% de infecção para ferrugens, dependendo da doença e da cultivar plantada, poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,75 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 20 - 25 dias. 30 dias. Iniciar a aplicação nos estágios iniciais de ocorrência das doenças de até no máximo 5% de área foliar infectada, dependendo da doença e da cultivar plantada, poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,4 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 20 - 25 dias. 30 dias. Iniciar a aplicação nos estágios iniciais de ocorrência das doenças de até no máximo de 10% de área foliar infectada o que, dependendo da doença e da cultivar plantada, poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 20 - 25 dias. 30 dias. Iniciar a aplicação nos estágios iniciais de ocorrência das doenças de até no máximo 5% de área foliar infectada, dependendo da doença e da cultivar plantada, poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,4 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 20 - 25 dias. 30 dias. Iniciar a aplicação nos estágios iniciais de ocorrência das doenças de até no máximo de 10% de área foliar infectada o que, dependendo da doença e da cultivar plantada, poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 20 - 25 dias. 30 dias. Iniciar a aplicação nos estágios iniciais de ocorrência das doenças de até no máximo 5% de incidência, dependendo da doença e da cultivar plantada, poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,25 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 20 - 25 dias. 30 dias. Iniciar a aplicação nos estágios iniciais de ocorrência das doenças de até no máximo de 10% de área foliar infectada o que, dependendo da doença e da cultivar plantada, poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura

Tipo: Balde
Material: COEX/PEAD/PET
Capacidade: 5; 10; 20; 50 L.

Tipo: Bombona
Material: COEX/PEAD/PET e Aço
Capacidade: 5; 10; 20; 50 L.

Tipo: Container
Material: Aço-inox
Capacidade: 500; 1.000; 1.500 L.

Tipo: Frasco
Material: COEX/PEAD/PET
Capacidade: 0,25; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 4,0; 5,0 L.

Tipo: Galão
Material: COEX/PEAD/PET
Capacidade: 5 L.

Tipo: Tambor
Material: PEAD(polietileno de alta densidade) e Aço e Ferro
Capacidade: 100; 200 L.

PROPICONAZOL 250 EC AGRIA é um fungicida sistêmico recomendado para o controle das seguintes doenças nas culturas e doses abaixo:
Para o controle do Mal-de-Sigatoka/Sigatoka-amarela(Mycosphaerella musicola) na cultura da Banana, recomenda-se a utilização da dose de 0,4 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 15 L/ha.
O produto poderá ser utilizado em qualquer época preconizada para o tratamento da Sigatoka que corresponde o período de outubro a maio, nas condições da região centro sul ou preferencialmente no período de maior infecção (dezembro a março), com intervalos médios de 28 dias entre as aplicações. Fazer no máximo 4 aplicações.
Para o controle da Mancha-foliar/Helmintosporiose(Exserohilum turcicum) e da Ferrugem-tropical/Ferrugem-branca(Physopella zeae) na cultura do Milho, recomenda-se a utilização da dose de 0,4 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 400 a 500 L/ha. Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros sintomas da doença. Repetir a aplicação em intervalos de 14 dias sempre que as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Fazer no máximo 2 aplicações.
TRIGO:
Para o controle do Oídio/cinza(Blumeria graminis f. sp. tritici) recomenda--se a utilização da dose de 0,25 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 300 L/ha.
Para o controle da Helmintosporiose/Mancha-marrom(Bipolaris sorokiniana) e da Mancha-amarela/Mancha-bronzeada-da-folha(Drechslera triticirepentis) recomenda-se a utilização da dose de 0,4 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 300 L/ha.
Para o controle da Ferrugem-do-colmo(Puccinia graminis), da Ferrugem-da-folha(Puccinia triticina), da Septoriose/Mancha-salpicada(Septoria tritici) e da Mancha-das-glumas(Stagonospora nodorum) recomenda-se a utilização da dose de 0,5 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 300 L/ha.
Para o controle da Giberela/Fusariose(Fusarium graminearium) recomenda-se a utilização da dose de 0,75 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 300 L/ha. O tratamento com PROPICONAZOL 250 EC AGRIA deve ser iniciado nos estágios iniciais de ocorrência das doenças (até 5% de infecção para ferrugens, 5% de área foliar infectada ou 80% de incidência para as Septorioses, um máximo de 10% de área foliar infectada por Oídio, e nas primeiras lesões de Helmintosporiose e mancha amarela), o que, dependendo da doença e da cultivar plantada, poderá ocorrer a partir de 40 dias da emergência da cultura. A reaplicação deverá ser realizada 20 a 25 dias após o primeiro tratamento quando se observar o aumento dos índices de infecção. Fazer no máximo 2 aplicações.

MODO DE APLICAÇÃO:
A dose recomendada deve ser diluída em água ou óleo e aplicada na forma de pulverização utilizando tipo de equipamento terrestre ou aéreo devidamente adaptado a cada cultura, com os pulverizadores costais(manual, pressurizado ou motorizado), tratorizados com barra, turbo atomizadores ou através de aeronaves (avião ou helicóptero), obedecendo-se as seguintes recomendações:
BANANA: nesse caso, para melhor eficiência do tratamento, recomenda-se como veículo na pulverização a utilização de óleo mineral ou "spray-oil" com índices de sulfonação mínima de 90% e outras especificações exigidas para uso agrícola.
Preparo da calda para um volume total de 15L/ha:
Opção 1: 0,4 L de PROPICONAZOL 250 EC AGRIA + 14,6 L de óleo mineral (OPPA).
Opção 2: 0,4 L de PROPICONAZOL 250 EC AGRIA + 5 L de óleo mineral (OPPA) + 220 mL de espalhante adesivo e completar com água até o volume de 15 litros.
Para o preparo da calda, seguir a seguinte ordem: misturar o PROPICONAZOL 250 EC AGRIA com óleo mineral, adicionar o espalhante adesivo, agitar intensamente e finalmente, completar o volume com água. Manter agitação intensa durante a aplicação.
Devido a sua viscosidade, no caso de aplicação da mistura com aeronaves deve ser dada preferência à utilização de Micronair modelo AU-5000, com volumes de 15L/ha da mistura (PROPICONAZOL 250 EC AGRIA + óleo mineral) na mesma faixa de pressão e parâmetros climáticos recomendados para as outras culturas.
Para o caso de equipamentos terrestres(turbo atomizadores ou costal motorizado), poderá ser usado o mesmo volume da mistura ou volume maior, conforme os recursos do equipamento e condições topográficas e de acesso da área, sendo que nesse caso a dose do produto/ha deverá ser mantida inalterável, variando apenas a quantidade do veículo.
Para condições específicas de equipamentos que aplicam maior volume de calda/área, poderá ser feita adição de água(até 50% do volume total) respeitando-se a dose de PROPICONAZOLE por área, para completar o volume desejado.
Recomenda-se, para melhor emulsificação, o uso de surfactante na dose indicada pelo fabricante e a agitação da calda durante a aplicação.

EQUIPAMENTOS E PARÂMETROS A SEREM OBSERVADOS NA PULVERIZAÇÃO:
AVIÃO IPANEMA: Tipo e Número de Bicos: Jato cônico, série D com difusor 25 a 45, com 40 a 42 bicos. 4 Micronairs, série AU-3000 (pás com 35 a 45º) ou 8 a 10 da série AU 5000 (pás com 45 a 75º). Pressão (PSI): 20 a 30 PSI. Gotulação: DMV na faixa de 100 a 150 micra e densidade mínima de 20 gotas/cm². Faixa de aplicação: 15 m. Altura de vôo: 3 a 4 m. Fatores climáticos: Temperatura máxima 30ºC, Umidade mínima 50%, Vendo máximo 10 km/h.

TURBO ATOMIZADOR: Tipo e Número de Bicos: Jato cônico, série X ou D número variável com o tipo de equipamento ou comprimento da barra. Pressao (PSI): 10 a 40 PSI. Gotulação DMV: DMV na faixa de 150 a 250 micra e densidade maior 100 gotas/cm². Faixa de aplicação : variável de acordo como espaçamento da cultura. Fatores climáticos: Temperatura máxima 30ºC, Umidade mínima 50%, Vento máximo 10 km/h.

COSTAL: Tipo e Número de Bicos: Jato cônico, série X ou D número variável como tipo de equipamento ou comprimento da barra. Pressão (PSI): 30 a 60 PSI. Gotulação: DMV na faixa de 150 a 250 micra e densidade maior 100 gotas/cm². Faixa de aplicação: equivalente ao comprimento da barra ou faixa do bico. Fatores climáticos: evitar as horas mais quentes do dia e deriva excessiva para maior segurança do aplicador.

TRATORIZADO COM BARRA: Tipo e Número de Bicos: Jato cônico, série X ou D número variável como tipo de equipamento ou comprimento da barra. Pressão (PSI): 60 a 100 PSI. Gotulação: DMV na faixa de 150 a 250 micra e densidade maior 100 gotas/cm². Faixa de aplicação: equivalente ao comprimento da barra ou faixa do bico. Fatores climáticos: evitar as horas mais quentes do dia e deriva excessiva para maior segurança do aplicador.

Obs.: Nas operações com aeronaves, atender as normas da portaria nº 009 de 23.03.83
da Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Banana: 1 dia
Trigo, Milho: 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda(no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que aplicado conforme as recomendações mencionadas anteriormente não apresentam qualquer efeito fitotóxico.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Evite contaminação ambienlal - Preserve a natureza
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a urna distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagricotas.

2 INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placas de advertência cornos dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes ria NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3, INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridadeslocais competentes e a AGRIALLIANCE - Comércio, importação e Exportação de Insumos Agropecuários ltda, no telefone de Emergência: (O80O) 7010450 ou (19) 3794-5600.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não devera mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adoradas dependem das proporções do acidente, das características do corpo híbrido em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO , ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RIGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPis - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem(Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteüdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volunte;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes interinas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcïonando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
lnutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Triplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva. quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indïcado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo rninimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias no podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida peio estabelecimento comercial

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

E PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso consulte o registrante através do telefone (19) 3794-5600 para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica , que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis)

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos;
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula;
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.