Bula Twixx

CI
Bacillus amyloliquefaciens cepa CPQBA 040-11DRM 01; Bacillus amyloliquefaciens cepa CPQBA 040- 11DRM 04
35419
Agrivalle

Composição

Bacillus amyloliquefaciens cepa CPQBA 040-11DRM 01 473,5 g/L
Bacillus amyloliquefaciens cepa CPQBA 040-11DRM 04 473,5 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Fungicida microbiológico
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Fungicida microbiológico

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade:1 litro

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade:5 litros

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 20 litros.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um fungicida biológico, indicado para o controle Antracnose (Colletotrichum lindemuthianum). Produto com eficiência agronômica comprovada na cultura do feijão, podendo ser utilizado em qualquer cultura com ocorrência do alvo biológico.

NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO E MODO DE APLICAÇÃO

Feijão: Realizar a primeira aplicação antes do florescimento e as demais num intervalo de 14 dias entre as aplicações. Usar a dose mais alta em condições favoráveis ao desenvolvimento da doença ou histórico de alta incidência na área.

MODO DE APLICAÇÃO

Aplicação deve ser feita na forma de pulverização foliar. Os equipamentos devem estar adequados para proporcionar uma cobertura uniforme sobre a cultura e minimizar os riscos de deriva.

INSTRUÇÕES PARA PREPARO DA CALDA DE PULVERIZAÇÃO

- Assegurar a limpeza do tanque do pulverizador antes do preparo.
- Colocar aproximadamente 2/3 do volume total de água no tanque, de acordo com o volume de calda calculado para a aplicação.
- Adicionar o produto no tanque.
- Completar o tanque com o restante do volume total de água.
- Manter a calda em agitação para homogeneização da calda de aplicação.

APLICAÇÃO TERRESTRE

Realizado através de pulverizador costal ou tratorizado, equipados com pontas que reduzem perdas por deriva e promovem uma cobertura homogênea sobre a cultura, conforme as recomendações do fabricante.

APLICAÇÃO AÉREA

Através de aeronaves agrícolas utilizando volume de calda entre 30 a 50 L/ha. As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação.
Recomenda-se o fechamento de bicos nas pontas das asas para evitar perdas por influência dos vórtices. Evitar aplicações com velocidade do vento inferiores a 3 km/h devido ao fenômeno da inversão térmica.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS DURANTE A PULVERIZAÇÃO


Umidade relativa do ar acima de 55%
Temperatura abaixo de 30°C
Velocidade do vento entre 3 a 10 km/h

LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Antes de utilizar o equipamento, assegure a sua limpeza e verifique se está em condições adequadas para uso. Logo após a pulverização, realizar a limpeza do equipamento, tanto do tanque como de todo o sistema por onde passou a calda de aplicação. O descarte dos efluentes, resultantes da lavagem, deve atender a legislação local.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Use de acordo com as recomendações da bula/rótulo e observe as precauções necessárias. Somente usar as doses recomendadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRACBR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: WWW.agricultura.gov.br).




Usamos cookies para armazenar informações sobre como você usa o site para tornar sua experiência personalizada. Leia os nossos Termos de Uso e a Privacidade.