Bula UP-STAGE

acessos
Clomazone
7514
UPL

Composição

Clomazona 500 g/L Isoxazolidinona

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo condicional, Pré-emergência, Pós-emergência
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Imediatamente após semeadura da cultura (plante e aplique). Antes do plantio as sementes devem ser tratadas com um protetor de sementes, para funcionarem como “safener” (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do algodão
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Imediatamente após semeadura da cultura (plante e aplique). Antes do plantio as sementes devem ser tratadas com um protetor de sementes, para funcionarem como “safener” (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do algodão
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Imediatamente após semeadura da cultura (plante e aplique). Antes do plantio as sementes devem ser tratadas com um protetor de sementes, para funcionarem como “safener” (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do algodão
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Imediatamente após semeadura da cultura (plante e aplique). Antes do plantio as sementes devem ser tratadas com um protetor de sementes, para funcionarem como “safener” (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do algodão
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Imediatamente após semeadura da cultura (plante e aplique). Antes do plantio as sementes devem ser tratadas com um protetor de sementes, para funcionarem como “safener” (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do algodão
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Imediatamente após semeadura da cultura (plante e aplique). Antes do plantio as sementes devem ser tratadas com um protetor de sementes, para funcionarem como “safener” (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do algodão
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Imediatamente após semeadura da cultura (plante e aplique). Antes do plantio as sementes devem ser tratadas com um protetor de sementes, para funcionarem como “safener” (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do algodão
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Imediatamente após semeadura da cultura (plante e aplique). Antes do plantio as sementes devem ser tratadas com um protetor de sementes, para funcionarem como “safener” (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do algodão
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Imediatamente após semeadura da cultura (plante e aplique). Antes do plantio as sementes devem ser tratadas com um protetor de sementes, para funcionarem como “safener” (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do algodão
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,6 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Imediatamente após semeadura da cultura (plante e aplique). Antes do plantio as sementes devem ser tratadas com um protetor de sementes, para funcionarem como “safener” (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do algodão
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colonião
(Panicum maximum)
1,4 a 1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Corda de viola
(Ipomoea acuminata)
1,4 a 1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,4 a 1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,4 a 1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
1,4 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Antes do plantio as sementes devem ser tratadas com um protetor de sementes para funcionarem como “safener” (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do arroz. Aplicar imediatamente após a semeadura (plante e aplique)
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Antes do plantio as sementes devem ser tratadas com um protetor de sementes para funcionarem como “safener” (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do arroz. Aplicar imediatamente após a semeadura (plante e aplique)
Capim arroz
(Echinochloa colona)
1 a 1,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Antes do plantio as sementes devem ser tratadas com um protetor de sementes para funcionarem como “safener” (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do arroz. Aplicar imediatamente após a semeadura (plante e aplique)
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Antes do plantio as sementes devem ser tratadas com um protetor de sementes para funcionarem como “safener” (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do arroz. Aplicar imediatamente após a semeadura (plante e aplique)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 10 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Não determinado. Antes do plantio as sementes devem ser tratadas com um protetor de sementes para funcionarem como “safener” (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do arroz. Aplicar imediatamente após a semeadura (plante e aplique)
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim camalote
(Rottboellia exaltata)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Grama seda
(Cynodon dactylon)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,8 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 2,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 2,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 2,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 2,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 2,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 2,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,2 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
2,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Catirina
(Hyptis lophanta)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Saco de padre
(Cardiospermum halicacabum)
1,8 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Única. Não determinado. Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura

Bombona COEX / PEAD / PET - 1,0; 2,0; 2,5;5,0; 10; 15; 20; 25; 50 L
Frasco PEAD - 0,25; 0,5; 0,6; 0,8; 1,0; 1,5; 2,0 L
Garrafa Aluminizado - 0,1; 0,25; 0,5; 1,0 L
Latas Folha de flandres - 1,0; 5,0 L
Tambor Metálico - 5,0; 20; 50; 100; 200; 250; 400; 500L

UP-STAGE 500 EC é um herbicida seletivo condicional de ação sistêmica, e de largo espectro de ação contra plantas infestantes.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Uma única aplicação é suficiente para controlar as plantas infestantes.
MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura, podendo ainda na cultura do arroz irrigado ser aplicado logo após o início da emergência do arroz.
O solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem.
UP-STAGE 500 EC pode ser aplicado na cultura de soja plantada tanto pelo sistema convencional como plantio direto. No plantio direto, observar a seguinte sequência:
1) Dessecação de ervas (manejo químico)
2) Plantio e
3) Aplicação de UP-STAGE 500 EC, sempre na dose 2 litros/há.
No fumo, a aplicação de UP-STAGE 500 EC pode ser feita em faixa no camalhão ou na entrelinha ou em área total, antes ou logo após o transplante das mudas.

UP-STAGE 500 EC para sua ativação precisa de uma quantidade mínima de umidade no solo. Na ausência desta, deve-se aguardar uma chuva leve (maior que 10 mm) para sua ativação. Neste caso, se houver mato já germinado, o mesmo deve ser eliminado através de um cultivo superficial (tratorizado ou manual) nas entrelinhas, evitando-se o movimento intenso do solo para manter UP-STAGE 500 EC na camada superficial.
USO EM ALGODÃO:
Antes do plantio as sementes devem ser tratadas com um protetor de sementes, para funcionarem como "safener" (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do algodão. UP-STAGE 500 EC deverá ser aplicado imediatamente após semeadura da cultura (plante e aplique).
USO EM ARROZ E ARROZ-IRRIGADO
Antes do plantio as sementes devem ser com um protetor de sementes para funcionarem como "safener" (protetor), conferindo seletividade ao UP-STAGE 500 EC para a cultura do arroz. UP-STAGE 500 EC deverá ser aplicado imediatamente após a semeadura (plante e aplique).
A dose de UP-STAGE 500 EC em algodão é recomendada em faixa em função do tipo de solo, ou seja, 1,6 - 1,8 L/ha para solos leves e 1,8 - 2,0 L/ha para solos médios e pesados.
Em arroz, arroz irrigado, pimentão e mandioca, as doses são recomendadas para a utilização do produto em solos médios e as doses maiores para solos pesados.
PREPAPARO DA CALDA:
Colocar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar UP-STAGE 500 EC na dose previamente calculada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
A aplicação de UP-STAGE 500 EC poderá ser efetuada através de pulverização terrestre (manual ou tratorizada) e aeronaves agrícolas (arroz irrigado).
EQUIPAMENTOS TERRETRES:
Bicos: bicos de jato plano (leque) com ângulo de jato de 11000 e dos tipos (LP, DG, TK, TF ou ADI).
Todos os bicos da barra de aplicação deverão se manter à mesma altura em relação ao topo das plantas.
Pressão: pulverizadores costais manuais e tratorizados: de 20 a 40 psi.
Equipamentos com bicos de jato plano convencional: não ultrapassar a pressão de 40 psi.
Não utilizar bicos de jato plano uniforme (ex: 11002 E) a não ser em aplicações exclusivamente na linha de plantio ou de uma única faixa.
Volume de calda: 150 a 300 L/ha
Diâmetro e densidade de gotas: DMV de 450m e densidade mínima de 20 gotas/cm2.
Faixa de deposição: utilizar a recomendada para um bico ou barra completa que apresente maior uniformidade de distribuição de gotas sem falhas ou áreas com excesso.
AERONAVES AGRÍCOLAS (ARROZ IRRIGADO)
Na cultura do arroz irrigado a aplicação pode ser também via aérea nas seguintes condições:
Bicos: bicos de jato plano da série 80.10 ou 80.15.

Diâmetro e densidade de gotas: DMV de 420 a 480 m e densidade mínima de 20 gotas/cm2.
Número de bicos:
Aviões IPANEMA: 40 a 42 bicos, fechando de 4 a 5 em cada extremidade das asas e três intermediários de cada lado próximo à fuselagem, mantendo em operação os oito bicos sob a fuselagem (barriga), e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Outros modelos de aeronaves agrícolas: utilizar a deposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas.
Não realizar aplicações com bicos rotativos tipo MICRONAIR.
Altura de vôo:
Avises IPANEMA: 4 a 5 metros em relação ao topo da cultura.
Outros modelos de aeronaves agrícolas: altura mínima de 3 a 4 metros do alvo. Volume de aplicação: 30 a 40 L/ha
Faixa de deposição:
Aviões IPANEMA e similares: faixa máxima de 15 m.
Aviões grandes: não deverá exceder 22 m.
Angulo da barra: entre 1200 e 1350 (UR> 70%). Aumentar o ângulo com a redução da umidade relativa do ar (UR).

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Temperatura ambiente: máximo 28 o Umidade relativa do ar (UR): mínima 70% Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não é especificado devido a modalidade de uso do produto ser a aplicação antes da emergência das plantas infestantes e da cultura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: No deve ocorrer a reentrada de pessoas nas culturas antes de 24 horas após aplicação, a menos que se use roupas protetoras.

LIMITAÇÕES DE USO:
No se recomenda aplicar UP-STAGE 500 EC a menos de 800 m da cultura de girassol e milho e das seguintes atividades: hortas, pomares, viveiros, casa de vegetação (estufas), jardins, videiras, arboredos, vegetações ribeirinhas e outras nativas.
Culturas de inverno (trigo, aveia, centeio) subseqüentes à aplicação de UP-STAGE 500 EC poderão apresentar leve clorose em locais se houver erro de aplicação como doses duplicadas ou sobreposição da barra. Entretanto essas plantas recuperam-se normalmente, não afetando a produção nestas condições.
Aguardar um período mínimo de 150 dias após a última aplicação do UP-STAGE 500 EC para a instalação de culturas subseqüentes.
O uso de UP-STAGE 500 EC na cultura de algodão, arroz e arroz-irrigado somente poderá ser feito caso as sementes tenham sido previamente tratadas com um protetor de sementes ou com a aplicação do protetor de sementes no solo (sulco de plantio).
Para aplicações em cana soca já brotada, poderá ocorrer clorose localizada pela ação do contato com o UP-STAGE 500 EC, havendo recuperação total da planta. Deve-se evitar aplicação em cana soca com mais de 20 cm de altura.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILISADOS: Vide Modo de Aplicação.

MINISTE RIO DA SAUDE - AGENCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITARIA DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES:
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO:
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e' luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas noras mais quentes do dia. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICÃÇÃO:
- Sinalizar a área tratado com os dizeres "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante d produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-'Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara,
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. - Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. -
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI):
macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS; procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bua e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deva proteger-se dá contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMACÕES MEDICAS:

Grupo químico - Isoxazolidinona
Vias de exposição - Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicoçinétíca - Clomazon - muito lipossolúvel, após absorção, a metidationa é distribuída
por todos os tecidos do organismo, atingido as maiores concentrações no fígado e nos rins. Resíduos são encontrados no fígado e na pele. Sua meia vida após absorção dérmica é de aproximadamente 22h e, por via digestiva, 1,3h. O produto é metabolizado pelo fígado e excretado por via urinaria e pelas fezes em 24 h a 10 dias.
Óleo de mamona - pouco absorvido pela mucosa gastrintestinal e por outras vias; o ácido ricinoléico que constitui a maioria do produto é liberado no intestino delgado pela ação da lipase pancreática; eliminado pelas fezes.
Dodecil benzeno sulfonato de cálcio - absorção essencialmente através das mucosas digestivas e respiratórias. vente aromático pesado de nafta - pouca absorção cutânea; absorção essencialmente pelas mucosas digestiva e nasobrônquica.
Mecanismos de toxicidade - Clomazona - possível efeito através do estresse oxidativo e inibição da atividade da acetilcolinesterase em eritrócitos, provocados por seus metabólitos tóxicos.
Óleo de mamona inibição da absorção de eletrólitos e água, estimulação da secreção de água para a luz intestinal e depressão da contração do intestino delgado.
Dodecil benzeno sulfonato de cálcio - irritação da pele por deslipidificação, irritação de olhos, mucosa nasal e orofaringe, espasmos brônquicos.
Solvente aromático pesado de nafta - irritação da pele e mucosas por deslipidificação, depressão do sistema nervoso central.
Nota: os adjuvantes presentes na formulação aumentam significativamente a absorção da clomazona.
Sintomas e sinais clínicos - Clomazoria - Lesão ocular duradoura em caso de contato com a córnea e conjuntiva, com dor local e lacrimejamento; irritação de vias aéreas superiores com tosse e secreção brônquica; irritação cutânea localizada às áreas de contato. Náuseas e vômitos, vertigens, confusão. Nas exposições importantes. pode haver paralisia respiratória e morte.
Óleo de mamona - aceleração do transito intestinal, com possibilidade de diarreia e desidratação.
Dodecil benzeno sulfonato de cálcio - irritação e dor local para pelo, olhos, mucosas digestivas e aparelho respiratório, com lacrimejamento, tosse, broncorreia, dor retroesternal, dores abdominais, cólicas; nos casos de contaminação Importante, provocam náuseas, vômitos e depressão do sistema nervoso central; o dodecil benzerno sulfonato de cálcio é um
produto alergisante e pode causar asma. AI era as funções hepáticas e renais.
Solvente aromático pesado de nafta - provoca Irritação da pele por deslipidificação, irritação de olhos, mucosa nasal e orofaringe, com dificuldade respiratória, broncoespasmos edema das vias aéreas superiores, náusea, vômitos e alterações das funções hepáticas e renais.
Pequenas doses causam feitos neurológicos. tais como irritabilidade, fadiga, alongamento do tempo de reação e dificuldade de memória. Exposições constantes e durante mais de 20 anos, podem levar à demência por deterioração da memória e da função cognitiva. Em grandes doses, pode causar inconsciência.
Diagnóstico - O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clinico compatível, devendo ser feito baseado no exame clínico, o histórico profissional e demais informações.
Tratamento - O tratamento médico é sintomático e de suporte, em função do quadro clínico para manutenção das funções vitais.
- O carvão ativado deve ser aportado em caso de ingestão do produto para reduzir sua absorção digestiva. Em caso de ingestão de grandes quantidades, aportar o carvão em doses seriadas e adicionar um laxante salino.
Monitorar os sinais vitais e as funções vitais.
- Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico ou água corrente por no mínimo 15 minutos e encaminhar ao oftalmologista.
O profissional de saúde que fará a descontaminação do intoxicado deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Contraindicações - A Indução do vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos - Aparecem as associações com outros ingredientes ativos com órgãos alvo similares e com adjuvantes que facilitam a absorção (ex: óleos, solventes e tensoativos).

ATENÇÃO
Ligue para Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e-tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 400 7505

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO. E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Efeitos agudos: -
DL50 oral para ratos: Superior a 2.000 mg/Kg peso corpóreo.
DL50 dérmica para ratos: Superior a 2.000 mg/Kg
CL50 inalatória em ratos: >5.560 mg/L.
Irritabilidade dérmica em coelhos, O produto foi considerado não irritante para a pele dos animais.
Irritabilidade ocular em coelhos: o produto causou irritação ocular reversível em 7 dias, sem opacidade da córnea.
Sensibilização cutânea em porquinhos-da-índia; Não sensibilizante.
Efeitos crônicos;

CLOMAZONE: Estudos conduzidos in vitro e in vivo sugerem que a clomazona não apresenta potencial genotóxico. A análise dos estudos subcrônicos e crônicos, em três diferentes espécies de animais, demonstrou que o fígado e alguns parâmetros bioquímicos (ex. aumento dos níveis de colesterol) foram os principais alvos de toxicidade do produto. No estudo de teratogênese em ratos e coelhos, não foram encontradas evidências de malformações, embora no estudo de ratos tenha sido observado atraso no desenvolvimento dos fetos. Também no foram observados efeitos sobre os parâmetros reprodutivos em ratos.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇõES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇAO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( )Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(x)MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
( )Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( )Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente
- Este produto é ALTAMENTE TOXICO para algas.
• Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. • Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite contaminação da água.
E A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.
E Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
E Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
E Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
E O local deve ser exclusivo para produto tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
E Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
E Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento

Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
O Isole e sinalize a área contaminada.
O Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UNITED PHOSPHORUS DO BRASIL LTDA., pelo telefone de emergência (11) 2337-7740 e 0800¬7010450
O Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
-ESTAEMBALAGEMNÃOPODESERLAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGENS SECUNDÁRIAS NÃO CONTAMIDAS: - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES:
A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles: controle manual, controle mecânico através de roçadas ou cultivadores, rotação de culturas, a dessecação da área antes do plantio, entre outros, quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.