Bula Urge 750 SP

acessos
Acephate
11611
Albaugh

Composição

Acefato 750 g/L Organofosforado

Classificação

Acaricida, Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó solúvel (SP)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
1 a 1,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Tripes
(Frankliniella schultzei)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Lagarta do pescoço vermelho
(Stegasta bosquella)
0,5 a 1 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
0,4 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Uma aplicação. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
100 g p.c./100 L de água 2000 L/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 21 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
100 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 21 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Cochonilha pardinha
(Selenaspidus articulatus)
100 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 21 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Parlatoria
(Parlatoria pergandii)
100 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 21 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das axilas
(Epinotia aporema)
0,8 a 1 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Lagarta da soja
(Rachiplusia nu)
0,2 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,2 a 0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Lagarta enroladeira das folhas
(Hedylepta indicata)
0,6 a 1 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
0,3 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Percevejo verde
(Nezara viridula)
0,3 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Percevejo verde pequeno da soja
(Piezodorus guildinii)
0,8 a 1 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Tripes
(Frankliniella rodeos)
0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Tripes
(Frankliniella schultzei)
0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias
Tripes do feijoeiro
(Caliothrips phaseoli)
0,5 kg p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 a 20 dias. 14 dias. Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias

EMBALAGEM MATERIAL CAPACIDADE
Saco Plástico,alumínio,papel 0,1;0,15;0,2;0,25;0,3;0,5;1;1,5;2;2,5;
alumínio ou metalizado 3;3,5;4;5;6;8;10;15;20 e 25 Kg

Frasco Plástico ou metalizado 1;1,5;2,5;3;4;5;8;10;15;20 3 25 Kg

Cartucho Papelão com proteção 0,1;0,15;0,2;0,25;0,5;1;1,5;2;2,5;4;5;8;
10;15;20 e 25 Kg

Fibrolata Corpo de papel com tampa 0,5;1;2;3;4;5 Kg
e/ou fundo de flanders(metal)

Tambor Metálico(com revestimento anti 50;100;200;250 e 500 Kg
corrosivo) ou plástico

Big Bag Tecido com proteção impermeável 100;200;250;500;600;625;
650;700;800;900;1.000;1.100
1.200 e 1.500 Kg

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS, PRAGAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

URGE 750 SP é um inseticida/acaricida de ação sistêmica, do grupo químico organofosforado, que contém o ingrediente ativo ACEFATO 750 g/Kg, na formulação Pó Solúvel, indicado para o controle de insetos e ácaros nas culturas de algodão, amendoim, citros, fumo e soja.
Alvos, doses e calda: Vide seção: "indicações de uso/doses.".

INICIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLIZAÇÕES:

Recomenda-se iniciar o tratramento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias.
Fumo: para o controle da lagarta rosca, a pulverização deve ser feita nas faixas de plantio ou logo após o transplante das mudas.
Numero de aplicações por ciclo: no máximo duas.

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

URGE 750 SP deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água. Aplicar o produto de maneira uniforme dando uma cobertura da parte aérea das plantas tratadas. Aplicação terrestre:
Aplicação terrestre: pulverizadores costal manual ou motorizado ou de barra tratorizado munidos de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 micra e densidade de 40 gotas/cm2.
Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h, nem sob chuva. Na cultura de citros, recomenda-se utilizar equipamentos turbo-atomizadores ou pistola. Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6km/h, nem sob chuva.
Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado
durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas.

Instruções para preparo da calda de preparação:
Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar URGE 750 SP, mantendo o misturador mecânico ou o retomo em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.

Lavagem do equipamento de pulverização:
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.

Intervalo de segurança para cada cultura:

Algodão, Amendoim; Soja ............14 dias.
Citros ..........................................21 dias.
Fumo .................UNA (uso não alimentar).

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

-Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:

Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as plantas tratadas. Somente utilizar as doses recomendadas. Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e na bula. O produto é incompatível com produtos de reação altamente alcalina como a calda bordaleza e calda sulfocálcica.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orificios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA :

- Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/ ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individua (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomend4os devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR ACEFATO (Acephate)

Informações médicas

GRUPO QUÍMICO: Orlanofosforados OP
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Dérmica, inalatória, oral e ocular. As principais vias de exposição são a respiratória e a cutânea.
TOXICOCINÉTICA: Os OP são absorvidos através da pele, trato respiratório e trato gastrointestinal, e muitas vezes sua absorção é favorecida pelos solventes presentes na formulação. A absorção cutânea é maior em temperaturas elevadas ou quando existem lesões na pele. Após absorvidos são amplamente distribuídos. Não existem evidências de bioacumulação. Os compostos sofrem biotransformação, principalmente no fígado, formando produtos menos tóxicos e mais polares, que são eliminados facilmente do organismo. A eliminação desses compostos ocorre principalmente através da urina (90%) e das fezes, sendo que 80 a 90% da dose absorvida é eliminada em 48 horas. Uma pequena proporção destas substâncias e de suas formas ativas (oxons) é eliminada, sem modificação, na urina. A meia-vida dos organofosforados, após administração única, varia de minutos a poucas horas, dependendo do composto e da via de entrada.
MECANISMOS DE TOXICIDADE: O mecanismo clássico de ação é por inibição da enzima acetilcolinesterase, a que impede a inativação do neurotransmissor acetilcolina (ACh), permitindo assim, sua ação mais intensa e prolongada nas sinapses colinNicas, provocando superestimulação colinérgica das terminações nervosas. Isso toma inadequada a transmissão dos estímulos às células musculares, glandulares, ganglionares e do sistema nervoso (SN), causando efeitos muscarínicos (SN parassimpático), nicotínicos (SN simpático e motor) e no sistema nervoso central (SNC). A duração dos efeitos é determinada pelas propriedades do composto (solubilidade em lipídeo, estabilidade da união à acetilcolinesterase e se o envelhecimento da enzima já há ocorrido). O que acontece é que a inibição da Ach pelos organofosforados é feita no início por uma ligação iônica temporária, mas a enzima é gradativamente fosforilada por uma ligação covalente, processo que leva em tomo de 24 a 48 horas ("envelhecimento da enzima") e quando ocorre, a enzima não mais se regenera, desaparecendo os sintomas.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Toxicidade Aguda: os efeitos podem ocorrer minutos a horas após a exposição. Efeitos sistêmicos podem aparecer minutos após inalação de vapores/aerossóis. O início de sintomas é retardado após absorção percutânea ou gastrointestinal. Os sintomas duram entre (24-48)h. Grupos de risco: indivíduos < 18 anos, grávidas, etilistas, com doenças orgânicas do SNC (epilepsia), psiquiátricas, endócrinas, pulmonares (asma, tuberculose, doenças respiratórias crônicas), gastrointestinais (úlcera péptica, gastroenterocolite), hepáticas, renais, oftálmicas (conjuntivite crônica e ceratite), pessoas com contra-indicação de trabalhos com químicos tóxicos e aquelas com alto risco de exposição.
Quadro de manifestações clínicas segundo local afetado e tipo de receptor:
Alvo (receptor): SN autônomo Parassimpático - fibras nervosas pós-ganglionares (receptores muscarínicos).
Sítios afetados: Glándulas Exócrinas (manifestação: Hipersecreção (sialorréia, lacrimejamento, transpiração)); Olhos (manifestação: Miose puntiforme, ptose palpebral,
visão turva, hiperemia conjuntival, "lágrimas de sangue"); Sistema Gastrointestinal (manifestação: Náuseas, vômitos, diarréia, dor abdominal, rigidez, tenesmo, incontinência fecal); Sistema Respiratório (manifestação: Hipersecreção brônquica, rinorréia, rigidez torácica, broncoespasmo, tosse, dispnéia, bradipnéia, cianose); Sistema Cardiovascular (manifestação: Bradicardia, hipotensão, hipovolemia, choque); Sist. Urinário (manifestação: Incontinência urinária).
Alvo (receptor): SN Autônomo Para/simpático (rec.nicotínicos).
Sítios afetados: Sistema Cardiovascular (manifestação: Taquicardia, hipertensão
(podem ser alterados pelos efeitos muscarínicos)).
Alvo (receptor): Somático-motor (receptores nicotínicos).
Sítios afetados: Músculos esqueléticos (manifestação: Fasciculaçôes, hiporreflexia, tônus flácido/rígido, cólicas, fraqueza, paralisia,
parada respiratória e óbito. Agitação, hiperatividade motora, tremores.)
Alvo (receptor): Cérebro.
Sítios afetados: Sistema Nervoso Central (manifestação: Sonolência, letargia, fadiga, cefaléia labilidade
emocional, confusão mental, perda de
concentração.
Coma com ausência de reflexos, ataxia, tremores, convulsões, "respiração de Cheynes- Stokes", depressão dos centros respiratório e cardiovascular.)
Alvo (receptor): Óbito.
Sítios afetados e manifestação: Deve-se à insuficiência respiratória (secundária a
broncoconstricção, hipersecreção pulmonar, paralisia da
musculatura e depressão do centro respiratório).
Outras causas de óbito: depressão do SNC, crises convulsivas e arritmias.
Mortalidade tardia é associáda a insuficiência respiratória secundária a infecção (pneumonia/sepse); ou complicações da ventilação mecânica prolongada e tratamento intensivo; ou por arritmia ventricular tardia.

Toxicidade crônica:
Síndrome intermediária: Aparece 1-4 dias após a resolução da crise colinérgica aguda. É caracterizada por paresia dos músculos respiratórios, da face, pescoço e porções proximais dos membros e hiporreflexia. Pode comprometer pares cranianos A crise cede após 4-21 dias de assistência ventilatória adequada, mas pode durar meses.
Neuropatia retardada (rara): Aparece em 14-28 dias após exposições agudas e intensas e é desencadeada por dano aos axônios de nervos periféricos e centrais. A crise se caracteriza por paresias ou paralisias simétricas de extremidades, sobretudo inferiores, podendo persistir por semanas a anos.
Outros efeitos sobre o SNC: Pode ocorrer um déficit residual de natureza neuropsiquiátrica, com depressão, ansiedade, irritabilidade, comprometimento da memória, concentração e iniciativa.

DIAGNÓSTICO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível, associados ou não a queda na atividade da enzima COLINESTERASE no sangue (Duvidoso = 30%, deve ser repetido; Intoxicação leve = 50-60%; moderada = 60-90%; grave = 100%).
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial.
•A dosagem basal e periódica da colinesterase sangüínea em manipuladores do produto é obrigatória.
•A atividade de colinesterase é derivada da ação de duas enzimas:
3A Colinesterase Eritrocitária ou autil-colinesterase —AchE ou "Colinesterase Verdadeira" (na membrana dos eritrócitos);
3A Colinesterase Plasmática ou butiril-colinesterase —BuChE ou "Pseudocolinesterase".

TRATAMENTO: Tratamento: as medidas a ixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação doi intoxicado, devem ser realizadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
• O cuidado fundamental é o controle das vias aéreas, a adequada oxigenação e a aplicação de respiração assistida, quando necessário.
• Desde que o produto atua rapidamente, interromper a exposição tão logo os sintomas apareçam, pode prevenir a intoxicação grave.
1.Remover roupas e acessórios; descontaminar apdç (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com abundante água fria e sabão.
2.Após exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, no mínimo 15 minutos, evitando contato com pele e mucosas.
3.Em caso de ingestão recente (< 1 hora) e em grande quantidade, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Controlar as convulsões antes. Após a lavagem gástrica administrar Carvão ativado: 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/Kg em < 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g carvão ativado: 240 mL de água.
4.Não induzir vômito pelo risco de aspiração.
5.Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas permeáveis, usar intubação oro-traqueal quando necessário, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para fraqueza de rmusculatura respiratória, parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Quando necessário instituir respiração assistida. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica, etc.
6.Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV (Diazepam (adultos: 5-10 mg; crianças: 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10 a 15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol se há recorrência das convulsões > 5 anos. Antídotos: •Sulfato de Atropina: só deverá ser administrada na vigência de sintomatologia e por pessoal qualificado. Age apenas nos sintomas muscarínicos, agudos ou crônicos, mas é ineficiente contra os nicotínicos. A atropina não reativa a enzima colinesterase nem acelera a metabolização do produto. Apesar dessa limitação, é considerada um bom agente em intoxicações por organofosforados e carbamatos. Dose em Adultos: 2-5 mg cada 10-15 minutos; Crianças: 0,05 mg/ kg a cada 10-15 minutos; via IV ou IM (se a IV não é possível). Outra alternativa é a administração via tubo endotraqueal.
Há relatos de melhora da angústia respiratória usando nebulização com atropina, por diminuir as secreções bronquiais e melhorar a oxigenação. A atropinização poderá ser requerida por horas ou dias. A Atropina não deve ser suspensa abruptamente, pelo risco de recirculação do produto e retorno da sintomatologia, devendo ser espaçada até a retirada total. •Oximas-Pralidoxima (2-PAM): é um antídoto específico para organofosforados, mas deve ser usado somente associado à atropina. Trata intoxicações moderadas a graves sendo mais efetivo se administrado dentro das primeiras 48 horas. Administrar até 24 horas após o desaparecimento dos sintomas colinérgicos. Pode requerer prolongada administração. Sua ação visa restaurar a atividade da colinesterase, o que justifica colei de amostra de sangue heparinizado prévia a sua administração, par estabelecimento da efetividade do tratamento. Age em todos os sítio afetados (muscarínicos, nicotínicos e provavelmente no SNC). Não reativa a colinesterase plasmática.
Dose em adultos: bolo de 1-2 g de 2-PAM/100 ml de solução salina 0,9%, em 15 a
30 minutos. Seguir com infusão de 0,5-1 g/h em solução ao 2,5%. Dose em criancas:
iniciar com 20-50 mg/lcg (Max: 2g/dose) em solução salina 0,9% ao 5% e seguir com infusão de 10-20 mg/kg/h.
A dose inicial pode ser repetida em 1 hora e logo cada 3-8 horas se persistirem as fasciculações/fraqueza (recomendável infusão contínua).
É indicada hospitalização do paciente por pelo menos 24 horas para observar por recorrências de sintomas durante a atropinização. O período de observação pode ser estendido (72 h-14 dias) nos casos de ingestão mista de agrotóxicos devido aos sintomas prolongados dos organofosforados.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar
equipamento de reanimação manual (Ambú). .
• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.

CONTRA-INDICAÇÕES: O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
As seguintes drogas são contra-indicadas: outros agentes colinérgicos, succinilcolina, morfina, teofilina, fenotiazinas e reserpina. Aminas adrenérgicas só devem ser usadas a apenas quando há marcada hipotensão.

EFEITOS SINÉRGICOS: Com outros organofosforados ou carbamatos.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação dê agravos de notificação (S1NAN / MS)
Telefone de Emertência da em . resa: 0800-770-1028.

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:

Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: >300 mg/kg (fêmeas).
DL50 dérmica em ratos > 2.000 mg/kg (machos e fêmeas). CL50 inalatória em ratos (4h): (machos e fêmeas) > 1,933 mg/L.
Irritação dérmica: não irritante.
Irritação ocular: a substancia-teste aplicada nos olhos dos coelhos produziu opacidade na córnea, frite (hiperemia pericomeana e congestão da íris), hiperemia, edema e secreção conjuntivais em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retomaram ao normal na leitura em 7 dias após o tratamento para 2/3 dos olhos testados. Opacidade na córnea ainda foi observada em 1/3 dos olhos testados ao final do período de observação. O corante de fluoresceína sádica detectou alterações na superfície da córnea relacionadas ao tratamento em 3/3 dos olhos testados. Achados oculares adicionais observados incluíram: blefarite e neovascularização coreana. Efeitos crônicos: Acefato provocou incremento na incidência de carcinomas e adenomas hepatocelulares em camundgtígos fêmeas. Os estudos sobre genotoxicidade são controversos. Não foi teratogênico em ratos camundongos, mas afetam a motilidade dos espermatozóides e a fertilidade em ratos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é: Muito Perigoso ao Meio Ambiente - Classe II
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir atingir, principalmente, águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
- Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Consagro Agroquímica Ltda. - telefone de
emergência: 0800-0141149.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias nao podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RíGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. EMBALAGEM FLEXIVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamen rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes. É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS
EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc..) dentro de programas de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
•Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
•Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
•Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
•Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).