Bula Vezir

acessos
Imazethapyr
6697
Adama

Composição

Imazethapyr 106 g/L Imidazolinonas

Classificação

Herbicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergência, Pré-emergência
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 83 dias. Pré e pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 83 dias. Pré e pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
0,75 a 0,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 83 dias. Pré e pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
0,75 a 0,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 83 dias. Pré e pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 83 dias. Pré e pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 83 dias. Pré e pós-emergência
Tiririca do brejo
(Cyperus iria)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 83 dias. Pré e pós-emergência
Tiririca do brejo
(Cyperus iria)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 83 dias. Pré e pós-emergência
Tiririca do brejo
(Cyperus iria)
0,75 a 0,5 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 83 dais. Pré e pós-emergência
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 40 dias. Pré e pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 40 dias. Pré e pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 40 dias. Pré e pós-emergência
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 40 dias. Pré e pós-emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 40 dias. Pré e pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 40 dias. Pré e pós-emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 40 dias. Pré e pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 40 dias. Pré e pós-emergência
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Caruru de espinho
(Amaranthus spinosus)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Catirina
(Hyptis lophanta)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea nil)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Erva de touro
(Tridax procumbens)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Gervão branco
(Croton glandulosus)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Joá bravo
(Solanum sisymbriifolium)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Maria preta
(Solanum americanum)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 L p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha - - 66 dias. Pré e pós-emergência

Frasco - Plástico - 1L
Galão - Plástico - 5 e 10L
Bombona - Plástico - 5, 10, 20 e 50L
Balde - Plástico/folhas de flandres revestido com epóxi/ folha de flandres -20 e 50L
Tambor - ferro revestido com resina epóxi/ plástico - 200L
Tanque container estruturado - Aço inox, com proteção anticorrosiva - 20000L
Frasco - Plástico/Metálico - 0,30; 0,40; 0,50; 0,60; 1; 1,5; 2 e 2,2L
Balde - Metálico - 2,5; 3; 5; 10; 15; 20; 25; 30; 40 e 50L
Bombona - Plastico - 3; 5; 10; 15;2 0; 25; 30; 40 e 50L
Tambor - Plástico/Metalico - 50; 100; 150; 200; 250; 400 e 500L
Container - Plástico/Metalico - 500; 1000; 2000; 5000; 10000; 15000; 20000; 25000 e 30000L
Tanque - Metálico/Fibra de vidro - 500; 1000; 2000; 5000; 10000; 15000; 20000; 25000 e 30000L
Isocontainer - Plástico/Metálico - 500; 1000; 2000; 5000; 10000; 15000; 20000; 25000 e 30000L

INSTRUÇÕES DE USO:
Indicado para as culturas de feijão e soja no sistema de plantio convencional e direto.

CULTURAS/DOSES/PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS: Vide seção “Indicações de uso/Doses”.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
FEIJÃO: O VEZIR deve ser aplicado em pós-emergência sobre a cultura do feijão no estádio do segundo para o terceiro trifólio, em uma única aplicação, no sistema de plantio convencional ou direto na pós-emergência das plantas infestantes registradas com até quatro folhas. Utilizar dose de 0,3 L/ha para as variedades precoces, que possuem ciclo de no máximo 80 dias, e as doses de 0,3 a 0,4 L/ha para as variedades tardias, com ciclo superior a 90 dias.

SOJA: O VEZIR deve ser aplicado na dose de 1,0 L/ha do produto comercial, em uma única aplicação após a emergência da soja e quando as plantas infestantes gramíneas e dicotiledôneas sensíveis estiverem no estádio de até 4 folhas, em geral essa época ocorre a partir de 15 a 20 dias após a semeadura da cultura. É mais aconselhável que a aplicação seja realizada a partir do estádio de folhas cotiledonares até o segundo trifólio, no entanto, poderá ser realizada com a cultura mais desenvolvida, observando o estádio ideal das plantas infestantes. Poderão ocorrer alguns sintomas de fitotoxicidade os quais desaparecerão dentro do período de 20 dias após a aplicação, sem interferências significativas no desenvolvimento e produção de grãos. A ação residual do VEZIR no solo não é muito prolongada podendo em alguns casos estender-se no máximo em quarenta dias e o controle das espécies sensíveis estará relacionado ao potencial do banco de sementes.

MODO DE APLICAÇÃO:
O VEZIR deve ser aplicado em pós-emergência precoce para que as plantas infestantes tenham seu crescimento interrompido e morram. As plantas infestantes que germinarem posteriormente após a aplicação, poderão ser controladas pela ação residual do produto que em função do clima, do solo e do banco de sementes poderá chegar até aos 40 dias ou até a época da colheita, a partir da aplicação. Embora aplicado em pós-emergência, são aconselháveis um bom preparo e boas condições de umidade do solo, para permitir o bom desenvolvimento da cultura e melhor ação do VEZIR nas plantas infestantes.

Aplicação terrestre: O VEZIR pode ser aplicado no sistema de plantio direto, desde que seja anteriormente realizado uma boa aplicação de manejo ou limpeza, não devendo existir rebrotes de plantas infestantes ou plantas com controle deficiente oriundas de uma má dessecação.
O VEZIR, também pode ser aplicado com pulverizador costal manual, costal pressurizado ou tratorizado convencional em aplicações terrestres. O volume de calda poderá ser de 100 a 400 L/ha, utilizando-se bicos da série 8001 a 8004 ou da serie 11001 a 11004, sob pressões de 20 a 40 lb/pol², sempre observando a formação de uma boa cobertura sobre as folhas das plantas infestantes e ausência da formação de deriva, adaptando-se os equipamentos de acordo com as condições do meio ambiente no momento e durante a aplicação.

Preparo da calda: O VEZIR deve ser adicionado ao pulverizador quando este estiver com ¾ de sua capacidade com água limpa. Ao adicionar a quantidade recomendada do produto, manter a calda em constante agitação e após adicionar o produto, completar o volume do tanque do pulverizador com água, mantendo-a sempre em agitação.

Condições climáticas: O VEZIR pode ser aplicado preferencialmente nos primeiros horários da manhã, evitando-se as horas mais quentes e retornando as aplicações nos finais de tarde e sempre quando a umidade relativa do ar for superior a 60%. Evitar aplicar em temperaturas superiores a 30 °C, para reduzir as perdas por evaporação das gotas pequenas. Evitar aplicações com ventos superiores a 6 Km/h, ou então fazer uso de equipamento que reduza significativamente a deriva nas condições adversas, para evitar a deriva para as culturas vizinhas. Não utilizar o VEZIR em condições climáticas desfavoráveis e durante a aplicação, evitar sobreposição nas faixas divisórias das pulverizações.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Feijão: 40 dias e Soja: 66 dias.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas registradas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações. Não aplicar em pós-emergência se as plantas infestantes estiverem em condições de estresse. Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa inferior a 60%. Não aplicar com ventos superiores a 6,0 Km/h para não promover deriva para regiões vizinhas. No momento da aplicação em pó-emergência verificar a velocidade dos ventos e se há cultivos sensíveis ao produto. Não aplicar a dose de 0,4 L/ha em variedades de feijão precoce com ciclo inferior a 80 dias.

ATENÇÃO: Até o presente momento os estudos disponíveis permitem indicar que somente as culturas de inverno e verão indicadas abaixo poderão ser feitas em rotação com a soja nas áreas tratadas com o produto.
-Culturas de verão: milho, soja, amendoim, feijão, ervilha e tremoço.
-Culturas de inverno: trigo, cevada, aveia, azevém, soja, amendoim, feijão, tremoço e ervilha.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola
Não coma, não beba e não fume durante o Manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPIs). recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, totica árabe e luvas de nitrila.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPIs) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas. PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA :
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros Socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a ditar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; Máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o prodUto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de -tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas dás calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas-de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de .reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; -
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte - ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. -
- Faça a manutenção-e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte, de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto
Ingestão : Se engolir o produto, não provoque vôMito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre rio outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deverá proteger-se da contaminação ligando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INTOXICAÇÕES POR YEZIR —INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grüpo químico Imidazolinona
Vias de exposição 'Oral, inalatória e dénnica.
Toxicocinética Após administração oral em ratos, 92% da dose administrada foi excretada fia
urina e 5% nas fezes, dentro de 24 horas. Os níveis de resíduos no sangue, rins,
músculo e tecidoadiposo foram < 0,01 ppm após 48 horas
iMecanismos de toxicidade: Ainda não está claro o mecanismo exato de intoxicação pelOs herbicidas do
grupo irnidazolinona
Sintomas e sinais clínicos: A intoxicação aguda após. ingestão de grande quantidade de herbicidas do grupo químico imidazolinona resultou em: hipotensão, disfunção pulmonar, irritação da mucosa oral e do trato gastrintestinal, disfunção transitória hepática e renal. É comum vômito copioso logo após a ingestão. Sintomas severos incluíram diminuição dá consciência e dificuldade respiratória requerendo intubação. Não se sabe a extensão da influência do surfactante na toxicidade. (5 prognóstico geralmente é bom após tratamento sintomático.
Sinais vitais.:
Pode haver decréscimo da pressão arterial após doses excessivas. Foi relatada febre em adultos após ingestão de grandes quantidades.
Cardiovascular: A hipotensão é comum após ampla ingestão.
Respiratório: A pneumonia por aspiraçao e uma ocorrência clínica cdffilin após ingestão.
Neurológico:
Os herbicidas do grupo imidazolinona são depressores do SNC, causando perda da consciência e coma em alguns casos.
Gastrintestinal: .
Náusea e vômito intenso são muito comuns logo após a ingestão. .
Podem ocorrer diarréia e dor abdominal.
Hepático: -
Pode ocorrer disfunção hepática transitória com elevação dos nívei séricos
das transaminases hepáticas.
Geniturinário:
Pode ocorrer disfunção renal transitória, Foi relatada elevação moderada da creatinina sérica após ingestão. .
Ácido-básico:
Foi relatada acidose metabólica após ingestão.
Hematológico: .
Foi relatada leucocitose após ingestão.
Dermatológico:
Pode ocorrer irritação dérmica moderada após contato com a pele.
Membranas e mucosas podem sofrer corrosão após ingestão ou respingos, devido à ação corrosiva desses herbicidas.
Diagnóstico: O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrênciã do quadro clinico compatível.
Tratamento: O tratamento das intoxicações por Imazetapir é basicamente sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação, que visam limitar a 'absorção e os efeitos locais.
Exposição oral / parenteral:
Prevenção da absorção
- Êmese/não recomendada: A êmese não é recomendada, contudo o vômito espontâneo pode ocorrer.
- Diluição: O emprego de diluentes é controverso. Modelos experimentais têm sugerido que a diluição imediata pode diminuir os danos cáusticos, mas ainda não foi suficientemente estudado em humanos.
- Lavagem gástrica: Considere a aspiração gástrica com pequeno tubo nasogástrico fledvel após grandes ingestões e recentes. O risco de piora do dano à mucosa deve ser pesado frente ao benefício potencial. '
- Carvão Ativado:
Administre uma suspensão de carvão ativado em água (mínimo de 240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1g/Kg em infantes com menos de 1 ano de idade. E mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico.
O uso de um catártico com o carvão ativado não é recomendado uma vez que não há evidência de que catárticos reduzem a absorção da droga e é sabe que eles causam efeitos adversos ti à como náusea, vômito, espasmos abdominais, desequilíbrio eletrolítico e, ocasionalmente, hipotensão. "
Complicações: êmese, aspiração. A aspiração pode ser complicada por falência obliterante respiratória aguda, síndrome da angústia respiratória do adulto e bronquiolite Tratamento
ENDOSCOPIA:
Observe cuidadosamente os pacientes que ingeriram a substância quanto à possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou 'trato gastrintestinal. Se houver'sinais de irritação ou queimaduras, considere a encloscopia para determinar a extensão dos danos.
LESÕES DE MUCOSAS: '
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico. Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 ou bloqueadores de bomba de próton. EQUILÍBRIO HIDRO-ELETROLÍTICO:
Reidrate o paciente que estiver apresentando vômitos e diarréia.
DANO PULMONAR AGUDO:
Os sintomas do dano pulmonar agudo após exposição tóxica podem levar de 24 a 72 horas para iniciar.
Esteja preparado para tratar edema pulmonar e fornecer 'suporte respiratório. Mantenha a ventilação e oxigenação. Monitore através de gasometria arterial oximetria de pulso. -
HIPOTENSÃO:
Proceda à inTusão de 10 a 20 inL/Kg de fluido isotônico. Se a hipotensão persistir, administre dopamina (5 a 20 ti.g/Kg/min) ou norepinefrina (Adulto: comece a infusão com 0,5 a 1,0 gg/Kg/min; Criança: comece a infusão com 0,1 ig/Kg/min).
ACIDOSE:
Trate a acidose metabólica severa (plf < 7,1) com bicarbonato de sódio intravenoso. Comece com 1 a 2 mEq/Kg em ' adultos e em crianças. Se necessário, pode-se repetir a dose empregando-se uma quantidade não superior à metade daquela inicialmente administrada. O intervalo mínimo de repetição da dose é de 10 minutos. Monitore os gases Sangu" íneos para ajustar a dose.
HEMODIÁLISE: -
O papel da hemodiálise na remoção dos herbicidas do grupo da imidazolinona
ainda não é conhecido. Contudo, a hemodiálise pode ser benéfica em casos
severos apresentan,dO falência renal.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. -
Evitar a utilização de drogas que possam comprometer a pressão arterial c deprimir a função cardiorrespiratória
Efeitos sinérgicos Nenhum efeito sinérgito é conhecido.
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emer. encia da em s resa: 0800 400 7505
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
O Imazetapir age apenas nas plantas inibindo a biossíntese de valina, leucina e isoleucina, aminoácidos produzidos apenas por plantas e não por animais. É um ácido livre, fraco, que depois de ingerido movimenta-se livremente através do sistema digestivo e é rapidamente excretado.
A principal rota de eliminação do Imazetapir em ratos se dá através da rápida excreção do produto não modificado pela urina e em menor extensão pelas fezes, ficando claro que Imazetapir e seus metabólitos não são acumulados em tecidos e órgãos.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral: > 3000 mg/kg peso corpóreo.
DL50 dérmica: > 4000 mg/kg peso corpóreo.
Irritação dérmica: No estudo de irritação cutânea o produto foi considerado não irritante. Irritação ocular: No estudo de irritação ocular o produto foi considerado não irritante. Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
Efeitos crônicos:
O Imazetapir foi testado em animais de laboratório, sendo administrado por via oral na dieta dç ratos durante um período de 24 meses em diferentes concentrações. Nas doses' de 5.000 e 10.000 ppm observou-se redução do peso corporal e redução do ganho cumulativo de peso corporal nas fêmeas. O NOEL estabelecido para este estudo foi de 1.000 ppm.
O Imazetapir foi também testado por um período de 18 meses em camundongos em diferentes concentrações. Na dose de 10.000 ppm observou-se redução do peso corporal e redução do ganho corporal em fêmeas e machos. O NOEL estabelecido para este estudo foi de 5.000 ppm.

3.1 PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
X- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL no meio ambiente, apresentando alto potencial de
deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens e restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
3.2 INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
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- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3.3 INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: ADAMA BRASIL S/A - Telefone
da empresa: 0800-400-7070.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente.
O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa
registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final;
Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima;
Corpos d'água: interromper imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
3.4 PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem Sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de Lavagem Sob Pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
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- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para Lavagem Sob Pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de Lavagem Sob
Pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução
pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente
utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a
devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem deve ser armazenada com sua
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
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O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO EFEITOS SOBRE
O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTO
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por
órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicadas herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registradas para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.