Análise de Mercado
Arquivo · página 199
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SojaAgrolink · Os contratos futuros de soja e grãos dos Estados Unidos foram pouco alterados nas negociações da noite, já que os investidores avaliam a colheita em andamento no Brasil contra a queda nas expectativas para a safra na Argentina. Os produtores brasileiros estão colhendo o que deve ser uma safra recorde para o país sul-americano, o maior exportador mundial da oleaginosa.
MilhoAgrolink · De acordo com Ruan Sene, analista de mercado da Grão Direto, para os próximos dias o clima continuará favorecendo o plantio no Brasil durante a semana. No entanto, começa a apresentar algumas dúvidas em relação a chegada do outono no Brasil. “Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) aponta que essa estação é caracterizada pela transição entre o verão quente e úmido e o inverno frio e seco, principalmente no Brasil Central, em um cenário que poderá frustrar a expectativa de produção recorde”, indica a Grão Direto.
SojaAgrolink · O mercado da soja deve seguir a semana de olho na reunião do Banco Central dos Estados Unidos (FED), que deverá definir o rumo para as taxas de juros do país, logo após a quebra do SVB, segundo o que afirmou Ruan Sene, analista de mercado da Grão Direto. O FED já havia anunciado uma desaceleração nos aumentos das taxas de juros.
MilhoAgrolink · No mercado internacional, a China fez quatro compras de milho nos Estados Unidos, mas deixou o Brasil de lado, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios subiram para $ 77 cents/bushel para julho23, permaneceram em $ 115 em agosto23, $115 em setembro e subiram para US$ 117 para outubro”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado do milho se encontra andando devagar e com preços inalterados, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “No mercado as coisas seguem muito devagar, fábricas com todo março (e parte do abril) coberto. Do lado do produtor, segue a crença que uma onda de altas nos preços possa vir ainda em abril ou maio, para o mercado gaúcho, devido a safra menor que tivermos. Preços para abril (posto indústrias) R$ 85,00 Grande Santa Rosa, R$ 89,50 região de Marau, R$ 90,50 região de Lajeado. Vendedor segue pedindo entre R$ 85,00 até 89,00 interior (quando há ofertas). Preços, em Panambi, mantiveram-se hoje em R$ 78,00 a saca”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em queda novamente, dessa vez afetado pela exportação ausente, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com nenhum negócio novo conhecido da China com o Brasil e com o dólar (-0,52%) e Chicago (-0,20%) recuando, sem dar suporte a novas elevações de preço pelas Tradings, o mercado brasileiro ficou novamente entregue apenas às indústrias locais, que, no máximo, estão mantendo os preços, sem aumentá-los, como querem os vendedores”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja iniciou a semana em queda, pelo início da colheita da safra no Brasil, queda do petróleo e crise financeira global, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio23 fechou em alta de 0,64% ou $ 9,50 cents/bushel a $ 1486,00”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul teve dia de baixas gerais em virtude dos prêmios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue lento e sem muitos negócios sendo efetuados. O produtor regula fortemente a oferta de soja nesse momento, não satisfeitos com os preços que continuam caindo, hora em virtude de Chicago, hora dos prêmios”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul iniciou a semana com uma queda que chega em R$ 4,00/saca em alguns lugares, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “No mercado gaúcho, toda a atenção segue voltada para as fábricas (esmagadoras) que hoje voltaram a recuar nos prêmios, acompanhando o que vem acontecendo no mercado de exportação, mas ainda assim, muito mais competitivos que as exportadoras”, comenta.
SojaAgrolink · Conforme dados do boletim informativo do Cepea, até o dia 11, o Brasil colheu 53,4% das 151,41 milhões de toneladas previstas para a temporada 2022/23, e, em Mato Grosso, o percentual chegou a 94,7%. Segundo agentes de mercado consultados pelo Cepea, a produtividade e a qualidade da safra 2022/23 estão excelentes na maior parte do País, o que reforça as estimativas de colheita recorde.
MilhoAgrolink · Os futuros de grãos e soja dos Estados Unidos caíram nas negociações da noite para o dia após a renovação da Iniciativa de Grãos do Mar Negro, embora por um período menor do que no passado. O acordo que mantém os produtos agrícolas fluindo da Ucrânia foi prorrogado por 60 dias no sábado - dia em que deveria expirar - metade do que era na última vez que foi renovado.
MilhoAgrolink · O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul está inalterado, já que os preços de balcão recuaram R$ 1/saca para R$ 78, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Elevações de milho em março em Rio Grande, totalizam até este momento, 141.000 tons que somadas as 72.000 de fevereiro, totalizam 213.000 tons já embarcadas. Há mais 114.000 tons a serem embarcadas jogando a exportação do RS para pelo menos 327.000 tons nesse ano de 2023”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho fechou novamente em alta na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), com quarta compra chinesa seguida, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A cotação de maio fechou em alta de 0,24% ou $ 1,50/bushel a $ 634,25. A cotação para julho 2023, início da nossa safra de inverno, fechou em alta de 0,24% ou $ 1,50 bushel a $ 617,75”, comenta.
MilhoAgrolink · Informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica indicam que os preços do milho teriam que ser maiores do que R$ 91,78/saca para valer a pena ter guardado, mas está atualmente a R$ 85,00, com prejuízo, então. O levantamento foi feito em relação à Região das Missões, no estado do Rio Grande do Sul.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul encerrou a semana com um dia de baixas gerais em virtude dos prêmios, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue lento e sem muitos negócios sendo efetuados. O produtor regula fortemente a oferta de soja nesse momento, não satisfeitos com os preços que continuam caindo em Chicago e puxando as cotações brasileiras”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul foi visto dia de altas na casa de R$ 1,00/saca, negócios saindo, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Atenção segue voltada para as fábricas (esmagadoras) que hoje tiveram mais uma boa notícia: a elevação da mistura de 10% para 12% de biodiesel ao diesel fóssil, o que obviamente aumenta a demanda local por óleo de soja. Porém as fábricas vêm, paulatinamente, acompanhando as baixas dos prêmios para a soja, e corrigindo os preços para baixo, mas ainda assim, mais competitivos que as exportadoras”, comenta.
SojaAgrolink · De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, não existem fatores fortes o suficiente para voltar a elevar os preços da soja a níveis que compensem segurar o produto assim que colher. “Então, nossa recomendação é a de vender logo a produção e aplicar o dinheiro, quer no seu próprio negócio (comprando insumos com desconto) ou no banco, que certamente renderá mais do que guardando a soja no armazém”, comenta.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo, em Chicago, apesar da crise financeira mundial desta semana, acabaram subindo, com o fechamento desta quinta-feira (16), para o primeiro mês cotado, ficando em US$ 6,99/bushel, contra US$ 6,53 uma semana antes.
MilhoAgrolink · Sob fundo de crise financeira mundial, novamente, o mercado externo do milho igualmente sofreu os impactos desta nova realidade. O bushel do cereal, em Chicago, para o primeiro mês cotado, acusou leve melhora em relação a semana anterior, porém, os sinais ainda são de preocupação neste mercado.
SojaAgrolink · A principal notícia da semana não esteve ligada diretamente ao mercado da soja, mas sim ao lado financeiro nos EUA e na Suíça. Dois importantes bancos estadunidenses anunciaram que estão literalmente quebrados. Trata-se do Silicon Valley Bank e do Signature Bank. Na sequência, um dos maiores bancos do mundo, o Credit Suisse, na Suíça, anunciou que estava indo pelo mesmo caminho. Apesar da rápida intervenção dos respectivos Bancos Centrais, procurando socorrer os mesmos, o estrago foi feito.

