Análise de Mercado
Arquivo · página 263
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Agrolink · As cotações dos etanóis anidro e hidratado registraram baixa na primeira semana de agosto no mercado paulista, de acordo com dados do Cepea. O Indicador CEPEA/ESALQ semanal do etanol hidratado teve média de R$ 2,8635/litro de 1º a 5 de agosto, recuo de 2,69% frente ao período anterior – valor líquido de ICMS e PIS/Cofins – alíquota zerada.
TrigoAgrolink · Os preços do trigo recuaram no mercado internacional, devido à expectativa de retomada das exportações de trigo da Ucrânia, visto que os embarques de milho do país já ocorreram. Esse cenário, segundo pesquisadores do Cepea, influenciou a baixa no mercado brasileiro.
MilhoAgrolink · Quedas de Chicago e do dólar pressionam a exportação de milho e o mercado interno brasileiro, principalmente na B3, segundo informações da TF Agroeconômica. “A queda somada das cotações na Bolsa de Chicago e do dólar no Brasil, bases para a formação dos preços de exportação, pressionaram os preços do mercado físico brasileiro. Como a exportação é o principal driver para escoamento adicional da grande safra de milho que está sendo colhida no Brasil, cada golpe sofrido por ela se reflete nos preços domésticos, porque tira um concorrente na disputa pelo mercado”, comenta.
MilhoAgrolink · A demanda por milho brasileiro está muito ativa, mas não satisfaz os preços dos vendedores neste momento, segundo informações da TF Agroeconômica. “Nos portos de Santos-SP e Tubarão-ES 148 para setembro, sem comprador; outubro, 148,; 150 para novembro e 152 para dezembro. Destaque para a cotação de safra de verão, para abril, com prêmio de 35 cents/bushel. Nos portos de Barcarena-PA e Itaqui-MA houve prêmios apenas para setembro a 138”, comenta.
SojaAgrolink · A colheita de milho segunda safra chegou a 79,2% da área projetada, aponta a Consultoria AgResource Brasil. De acordo com os analistas, o ritmo está mais acelerado em comparação ao ano passado, devido principalmente ao adiantamento da janela de plantio no ciclo 2021/22, o que adiantou a janela de colheita.
MilhoAgrolink · Vários negócios de milho foram vistos no mercado interno do Paraguai e para o Brasil também, segundo a TF Agroeconômica. “Bons movimentos no mercado de milho ao longo da semana. O destaque, como havíamos comentado nos dias anteriores, foi pela indústria local, que conseguiu obter um bom volume de produto, cobrindo pelo menos um mês de consumo. O mercado em geral deu preferência à indústria devido à flexibilidade na qualidade, num momento em que muitos estão com problemas”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul o mercado do milho segue pressionado pela oferta de fora, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mercado segue andando de lado, compradores e vendedores locais, muito ausentes. Indústrias com foco total em receber contratos futuros do centro-oeste, olham ofertas novas, mas suas indicações são muito aquém do que o vendedor pensa. Interesse de compra no RS situa-se entre R$ 90,00 até R$ 92,50 POSTO FÁBRICAS, dependendo da localização, tanto para diferido quanto para tributado. Porém as ofertas que aparecem estão muito acima disto”, comenta.
SojaAgrolink · Com recuo de R$ 3,00/saca no Rio Grande do Sul, o mercado da soja fica paralisado nesta segunda-feira, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Diante de um dia de baixas, mercado opera em completa apatia em relação as vendas. Apesar do ressurgimento da demanda chinesa ocorrido na semana passada, tanto o dólar quanto as cotações de Chicago passaram por quedas no dia de hoje, isso travou o mercado pela frente vendedora, mantendo o escoamento do dia apenas nos níveis mínimos”, comenta.
MilhoAgrolink · A disparidade entre os preços ofertados por compradores e pedidos por vendedores reduziu a liquidez no mercado doméstico de milho. Segundo pesquisadores do Cepea, os consumidores estão cientes do avanço da colheita e da capacidade limitada de armazenagem – favorecida pelo clima, a colheita segue a todo vapor. De acordo com a Conab, até o dia 30 de julho, 71,1% da área nacional havia sido colhida, contra 59,6% na semana anterior e 51% no mesmo período de 2021.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo, em Chicago, fecharam a quinta-feira (04) em US$ 7,82/bushel, contra US$ 8,17 uma semana antes. Nota-se que a média de julho caiu 20,2% sobre junho, ficando em US$ 8,06/bushel. No mês anterior, em relação a maio, o recuo já havia sido de 11,4%. Assim, em dois meses o bushel de trigo, em Chicago, recuou cerca de 30%. Enquanto isso, a colheita do trigo de inverno, nos EUA, no dia 31/07, atingia a 82% da área, contra 85% na média histórica. Por sua vez, as condições das lavouras do trigo de primavera, na mesma data, apresentavam-se com 70% entre boas a excelentes, 23% regulares e 7% entre ruins a muito ruins.
SojaAgrolink · A menor demanda externa e a cautela dos compradores domésticos, devido ao elevado frete rodoviário, pressionaram as cotações do complexo soja no Brasil nos últimos dias. Assim, grande parte dos agentes prefere aguardar para negociar nas próximas semanas, visto que a tendência é de redução no frete rodoviário, devido à finalização da colheita do milho e à retomada de frete de retorno, diante das importações de insumos para a safra 2022/23.
MilhoAgrolink · O primeiro mês cotado, em Chicago, fechou a quinta-feira (04) em US$ 6,02/bushel, contra US$ 6,16 uma semana antes. Já a média de julho despencou 12,5% sobre a de junho, ficando em US$ 6,63/bushel. Um ano antes, esta média foi de US$ 6,05. As preocupações climáticas nas lavouras dos EUA, algo de praxe nesta época do ano, continuam. Mesmo assim, segundo o USDA, em 31/07 havia 61% das lavouras de milho locais entre boas a excelentes condições, se igualando ao existente no mesmo período do ano anterior. Outras 25% estavam regulares e 14% entre ruins a muito ruins. Naquela data, 80% das lavouras estavam em fase de embonecamento.
SojaAgrolink · A soja viu suas cotações oscilarem bastante, em Chicago, durante esta semana. Após recuar quase um dólar em quatro dias, a cotação do primeiro mês subiu novamente, fechando a quinta-feira (04) em US$ 16,15/bushel, contra US$ 16,09 uma semana antes. Todavia, a média de julho confirmou a nova tendência do mercado, na medida em que encerrou o mês em US$ 15,50/bushel, consolidando um recuo de 8,3% sobre junho. Lembrando que a média de julho de 2021 ficou em US$ 14,24/bushel. A forte queda nos valores do óleo ajudaram a puxar para baixo o grão durante julho. Este subproduto terminou o mês passado com a média de 62,02 centavos de dólar por librapeso, o que representou, para o primeiro mês, um recuo de expressivos 18,7%.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho fechou em baixa, com tomada de lucros por incertezas do mercado, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nesta sexta-feira o mercado de milho na B3 voltou a fechar em baixa, com tomada de lucro dos investidores, mais uma vez, trataram de garantir lucros. O período que o milho atravessa no Brasil, com marchas e contramarchas da exportação, é muito sensível e pode virar o jogo a qualquer momento, resultado nesta ação de garantir lucros dos investidores. Mas, a mais longo prazo (novembro em diante) os preços fecharam em alta, justamente devido ao aumento sazonal da exportação de milho do Brasil”, comenta.
SuínosAgrolink · O Brasil tem menos soja e o grão está mais caro, aponta a equipe de analistas de mercado da Consultoria TF Agroeconômica. “O Brasil não tem muita soja para o período entre setembro a janeiro como no ano passado. No ano passado o Brasil embarcou nessa janela 16 milhões de toneladas de soja. Esse ano talvez o Brasil consiga embarcar algo entre 10 a 11 milhões de toneladas”, afirmam os especialistasa.
MilhoAgrolink · Nesta quinta-feira os vendedores de milho para exportação do Brasil retornaram ao mercado, mas colocaram prêmios muito altos, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nos portos de Santos-SP e Tubarão-ES 148 para setembro, sem comprador; outubro, 148, contra 115 dos compradores; 150 contra 133 para novembro e 152 contra 136 para dezembro. Destaque para a cotação de safra de verão, para abril, com prêmio de 35 cents/bushel. Nos portos de Barcarena-PA e Itaqui-MA houve prêmios apenas para setembro, dos vendedores, sem compradores”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul segue pressionado pela oferta, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mercado segue lateralizado, compradores e vendedores locais, muito ausentes. Fábricas com foco total em receber contratos futuros do centro-oeste, olham ofertas novas, mas suas indicações são muito aquém do que o vendedor pensa”, comenta.
SojaAgrolink · Os preços da soja permanecem parados no estado do Rio Grande do Sul, sem nada de negócios, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Porto de São Francisco do Sul em Santa Catarina marca manutenção para essa sexta-feira, permanecendo a R$ 192,00. Mais ao meio do pregão o preço pela saca no porto catarinense chegou a alcançar R$ 193,00, mas nenhum negócio foi efetuado a esses níveis e os preços rapidamente retornaram as marcas anteriores, fechando um dia sem expressão após uma quinta-feira de negócios”, comenta.
SojaAgrolink · Embora em recuperação, o mercado da soja ainda segue fraco no estado do Rio Grande do Sul, mas com potencial de alta, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado operou misto hoje, com leves ganhos nos prêmios para agosto e setembro, quedas no dólar e altas bastante irrelevantes em Chicago. Além disso, China voltou a demandar soja brasileira, mostrando estar com estoques baixos até a entrada da safra americana”, comenta.
SuínosAgrolink · As tradings chinesas elevaram a oferta de preço entre R$ 1 a R$ 2 a saca e já conseguiram levar 1,1 milhão de toneladas do Brasil, informa a Consultoria TF Agroeconômica. De acordo com a equipe de analistas, os valores oferecidos aumentaram porque os preços também subiram na China.

