Análise de Mercado
Arquivo · página 264
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LaranjaAgrolink · Os preços dos cítricos seguem em alta nesta semana. Segundo colaboradores do Cepea, ainda que a demanda não esteja tão aquecida, a oferta, no geral, está menor. No caso da laranja, os meses de seca estão reduzindo a qualidade das frutas que estão nas árvores. Assim, elas acabam não atingindo o padrão exigido pelo mercado de mesa e precisam ser redirecionadas à indústria. Além disso, mais produtores têm priorizado os contratos com as processadoras.
SojaAgrolink · Os futuros de soja e grãos caíram nas negociações da madrugada após um fraco relatório de vendas de exportação, faltando apenas cerca de um mês para o ano de comercialização, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. As vendas de soja nos sete dias encerrados em 28 de julho totalizaram apenas 11.000 toneladas, queda de 81% em relação à semana anterior e 90% em relação à média das quatro semanas anteriores, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA.
MilhoAgrolink · O milho voltou a fecha em alta na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), dessa vez puxado pela grande atividade do mercado físico, segundo a TF Agroeconômica. “Nesta quinta-feira a atividade do mercado físico foi muito intensa, com a exportação levando a maioria dos lotes, pagando preços maiores do que o mercado interno e aparentemente começando o processo do qual vimos falando de protagonismo da exportação no segundo semestre de 2022. Vendo isto, os investidores começaram a se proteger e a ficar do lado comprado do mercado”, comenta.
MilhoAgrolink · Nesta quinta-feira os vendedores retornaram ao mercado, mas colocaram prêmios muito altos, segundo informações da TF Agroeconômica. “Nos portos de Santos-SP e Tubarão-ES 148 para setembro, sem comprador; outubro, 148, contra 115 dos compradores; 150 contra 133 para novembro e 152 contra 136 para dezembro. Destaque para a cotação de safra de verão, para abril, com prêmio de 35 cents/bushel. Nos portos de Barcarena-PA e Itaqui-MA houve prêmios apenas para setembro, dos vendedores, sem compradores”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul o mercado de milho segue pressionado pela oferta de fora, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue lateralizado, compradores e vendedores locais, muito ausentes. Fábricas com foco total em receber contratos futuros do Centro-Oeste, olham ofertas novas, mas suas indicações são muito aquém do que o vendedor pensa”, comenta.
SojaAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul tivemos perdas de R$ 1,00/saca para a soja no balcão, mas alta de R$ R$ 1/saca no porto e indústrias, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado operou misto hoje, com leves ganhos nos preços finais. Altas expressivas na CBOT foram depreciadas em função da valorização do Real frente ao Dólar. Assim como já explicado nos últimos dois dias, a relevância e força do mercado de soja está seriamente comprometida no mercado interno. Além disso, as variações no mercado externo também são bastante inexpressivas e quase sempre trabalham nesta dinâmica de altas de dólar e baixas de Chicago ou vice-versa, assim diminuindo ainda mais as movimentações do grão neste período”, comenta.
SojaAgrolink · O plantio de trigo no estado do Rio Grande do Sul atingiu 98% da área projetada no estado, informou a Emater-RS (Associação Rio-Grandense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural). Na semana encerrada nesta quinta-feira, 4 de agosto, a estimativa de cultivo do cereal de inverno no Rio Grande do Sul para a safra 2022 é de 1.413.763 hectares.
ArrozAgrolink · A produção de cereais portuguesa somou 189,2 mil toneladas na temporada agrícola 2020/2021, a mais baixa desde 2012, informou na sexta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE) do país.
FeijãoAgrolink · Os preços dos feijões brasileiros parecem ter encontrado um ponto de estabilidade e a demanda voltou a aquecer, informa o Ibrafe (Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses). De acordo com boletim da entidade, o Feijão-preto segue estável no Sul do Brasil, com referências que vão de acordo com a qualidade, oscilando entre uma faixa de R$ 180 até R$ 210.
Agrolink · O agronegócio argentino passa atualmente por uma crise bastante preocupante, segundo análise da Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA). Isso porque, além dos altos preços dos fertilizantes, medidas do Banco Central também são um entrave para o país
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo, o milho fechou em alta novamente com tomada de lucros, segundo a TF Agroeconômica. “Quando a situação fica delicada, sem um direcionamento claro, os investidores costumam apurar quaisquer lucros que se apresentem, com medo de que a tendência das cotações se inverta”, comenta.
MilhoAgrolink · Os compradores de milho do Brasil voltaram, mas com níveis mais altos, segundo informações da TF Agroeconômica. “Nesta quarta-feira os vendedores retornaram ao mercado, mas colocaram prêmios muito altos: Nos portos de Santos-SP e Tubarão-ES 135 para outubro, contra 110 dos compradores; 137 contra 125 para novembro e 142 contra 130 para dezembro”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado do milho segue pressionado no estado do Rio Grande do Sul pela oferta de fora, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mercado segue lateralizado, compradores e vendedores locais, muito ausentes”, comenta a consultoria nesse meio de semana.
SojaAgrolink · O estado do Rio Grande do Sul viu altas para a soja no porto e no interior, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Dia misto para o mercado de soja, com baixas na CBOT e altas insignificantes na taxa de câmbio, ocasionando um mercado levemente positivo. Neste dia 3 do mês de agosto o mercado voltou à normalidade, mas agora com muito menos expressão do que o que foi visto na semana passada. O mercado de hoje foi conduzido principalmente pelo óleo de soja, que subiu expressivos 2,48% em Chicago, mas que, no mercado interno do Brasil, está em queda, (pressionado pelos consumidores finais, que não suportam tantos aumentos), não dando suporte a novas altas dos preços da soja”, comenta.
AlgodãoAgrolink · Depois da baixa expressiva de 22% em junho/22, a cotação do algodão em pluma recuou com menor intensidade em julho. Quanto às negociações, se mantiveram em ritmo lento durante o mês. Segundo colaboradores do Cepea, com o avanço da colheita, do beneficiamento e da classificação dos lotes, produtores seguiram priorizando o cumprimento dos contratos a termo em detrimento de negócios no spot, influenciados por incertezas quanto à produtividade da safra 2021/22 em algumas regiões.
CaféAgrolink · As cotações domésticas do café arábica encerraram julho em queda. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, posto na capital paulista, fechou o dia 29 a R$ 1.300,89/sc de 60 kg, recuo de 60,31 Reais/sc (-4,4%) em relação a 30 de junho. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão veio tanto da queda dos valores externos do grão como do avanço da colheita da safra 2022/23 no Brasil.
TrigoAgrolink · Os futuros do trigo subiram nas negociações da madrugada, já que os investidores estão de olho nos embarques agrícolas vindos da Ucrânia, que provavelmente continuarão a se mover a um ritmo de caracol, segundo o agriculture.com. Um navio de carga solitário chamado Razoni foi autorizado a sair da cidade portuária ucraniana de grãos de Odesa para o Líbano depois que um acordo foi negociado na semana passada entre a Rússia e a Ucrânia.
MilhoAgrolink · A Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) viu o seu terceiro dia de recuo consecutivo para o milho no dia de ontem, segundo informações da TF Agroeconômica. “A continuação da queda das cotações na Bolsa de Chicago (-2,80%), maior do que a alta do dólar no Brasil (1,94%) resultou em depreciação dos preços do mercado físico, que repercutiram no mercado futuro do milho na B3. Tem muito a ver com a liberação dos portos ucranianos, que podem tomar parte da demanda internacional do milho brasileiro”, indica.
MilhoAgrolink · O milho brasileiro para exportação tem novamente um dia sem vendedores e os preços se mantiveram igual, segundo informações da TF Agroeconômica. “Pelo quinto dia consecutivo os vendedores ficaram ausentes do mercado. Mais uma vez só houve prêmios dos compradores. Como resultado, os preços FOB do milho brasileiro em Santos/Tubarão, para agosto e setembro não foram cotados; outubro manteve US$ 298, novembro caiu para US$ 283 e dezembro para US$ 285/tonelada. Para embarques em Barcarena e Itaqui-MA, outubro e novembro recuaram para US$ 277/t”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do Rio Grande do Sul continua sentindo a pressão pela oferta de fora, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue igual, compradores e vendedores locais, muito ausentes. Fábricas com foco total em receber contratos futuros do centro-oeste, sem olhar muitas ofertas novas”, comenta.

