Análise de Mercado
Arquivo · página 265
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SojaAgrolink · O mercado da soja do Rio Grande do Sul viu quedas de R$ 6/saca no balcão, R$ 2 no porto e R$ 2,00 no interior, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Dia misto para o mercado de soja, com altas no câmbio e baixas muito expressivas na CBOT. Seguimos para o segundo dia do mês e a dinâmica já se inverteu totalmente. Após mais de uma semana marcando quedas expressivas no dólar e altas em Chicago, hoje o mercado trouxe valorização positiva de 1,94% para o dólar e perda de 1,83% para soja. Além disso, com quedas por parte dos prêmios o RS se desvalorizou de forma geral”, comenta.
SuínosAgrolink · A Consultoria AgResource Brasil aumentou sua projeção de área do milho da segunda safra, popularmente chamada Safrinha, de 16,21 milhões de hectares para 16,87 milhões de hectares. De acordo com os analistas de mercado, a revisão de sua estimativa de produção do cereal para a temporada 2021/2022 ocorreu em função da elevação do tamanho de área majoritariamente no estado de Mato Grosso, que já apresenta a colheita praticamente finalizada em 98%.
Cepea/Esalq · Na última semana de julho, os preços médios do açúcar cristal no mercado spot paulista voltaram a remunerar mais que as exportações – vale lembrar que o mercado externo havia recuperado a vantagem sobre o interno no período de 11 a 22 de julho. Esse cenário está atrelado aos recuos do dólar e da cotação do açúcar demerara na Bolsa de Nova York (ICE Futures). Conforme cálculos do Cepea, de 25 a 29 de julho, enquanto a média semanal do Indicador de Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ foi de R$ 130,78/sc, a das cotações do contrato nº 11 da ICE Futures (vencimento Outubro/22) foi de R$ 120,12/sc.
ArrozAgrolink · Enquanto o dólar registrou movimento de queda na última semana de julho, pressionando as paridades de exportação e importação, as cotações domésticas do arroz em casca seguiram em alta. Assim, vendedores passaram a demonstrar maior interesse nas negociações internas do cereal em detrimento de novos contratos para exportação no curto prazo. Segundo pesquisadores do Cepea, apesar desse cenário – que resultou no aumento do número de lotes disponíveis para novas negociações –, orizicultores se mantiveram firmes nos preços pedidos pelo casca.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo recuaram no mercado brasileiro na última semana, principalmente no mercado de lotes, enquanto os preços internacionais subiram. Segundo pesquisadores do Cepea, no cenário externo, as cotações avançaram devido à elevada demanda global, à piora da qualidade das lavouras dos Estados Unidos e a incertezas quanto às exportações de grãos da Ucrânia pelo Mar Negro.
MilhoAgrolink · A liberação do primeiro navio dos portos ucranianos casualmente é de milho e isto pressionou, não apenas Chicago, mas também o ânimo das Tradings no Brasil que se preparavam para substituir os embarques daquele país, segundo a TF Agroeconômica. “Teremos que esperar para ver o impacto que isto representará sobre a demanda da Europa. Por outro lado, o clima naquele continente está torrando os pés de milho e já se comenta que a necessidade de importação passará de 16 para 20 MT”, comenta.
MilhoAgrolink · Com a alta dos prêmios e queda de 1,86% em Chicago, os preços equivalentes do milho argentino que utilizam navios Handysize nos portos do UpRiver voltaram a recuar para os embarques de agosto e setembro para o equivalente a US$ 267/t. Todos os demais meses não receberam cotação, segundo que informa a TF Agroeconômica.
MilhoAgrolink · Novamente foi visto um dia sem vendedores para o milho exportação no Brasil, enquanto os preços se mantiveram iguais, indica a TF Agroeconômica. “Pelo quarto dia consecutivo os vendedores ficaram ausentes do mercado. Com isto, os compradores continuaram a aumentar os prêmios na tentativa de conseguir alguma mercadoria. Mas, nesta segunda-feira, mais uma vez só houve prêmios dos compradores”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do estado do Rio Grande do sul, o spread dos interesses de compra aumentou nesta segunda-feira, segundo a TF Agroeconômica. “Mercado segue igual, compradores e vendedores locais, muito ausentes. Fábricas com foco total em receber contratos futuros do centro-oeste, sem olhar muitas ofertas novas. Há muitas reclamações sobre atrasos de entregas dos milhos contratados, que acaba tumultuando o mercado, pois a indústria não faz novas compras, para não comprometer seus fluxos de recebimentos”, comenta.
SojaAgrolink · O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) elevou a qualidade das lavouras de soja em 1% nessa semana, de acordo com a AgResource Brasil. “Na soja, para a qualidade das lavouras, houve acréscimo em 1 ponto percentual em relação à semana anterior com 59% das lavouras em boas e excelentes condições. Essa qualidade está igual ao do ano passado”, comenta.
Agrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, a soja teve quedas de R$ 1,00 no balcão e R$ 4,20 no porto, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue de ressaca, em especial após vendas relevantes ocorridas em algumas regiões nas altas de sexta-feira. Neste primeiro dia do mês os preços de arrancada estavam muito melhores, mas logo os prêmios pesaram sobre eles. Chicago e câmbio por sua vez, acompanharam os prêmios e marcaram quedas expressivas também”, comenta.
SuínosAgrolink · Os embarques de milho totalizaram 4,12 milhões de toneladas em Julho, apontou relatório dos dados da balança comercial divulgado nesta segunda-feira, 1º de Agosto, pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX). Segundo a entidade, foram 1,25 milhão de toneladas apenas na última semana, um impressionante ganho de 32% em relação a semana anterior.
AvesCepea/Esalq · Após longo período de estabilidade, os preços dos ovos comerciais recuaram na última semana de julho, segundo dados do Cepea. A menor liquidez, por conta do período de fim de mês e da consequente menor demanda, pressionou os valores.
MandiocaAgrolink · As cotações da raiz de mandioca subiram em julho, devido à oferta abaixo das expectativas de agentes, especialmente para a indústria de fécula. Assim, de acordo com pesquisas do Cepea, os preços médios mensais completam um ano de elevações consecutivas.
MilhoAgrolink · As cotações do milho voltaram a subir em muitas regiões, como no estado de São Paulo, segundo dados do Cepea. O aumento está atrelado às recentes altas do mercado internacional, à maior demanda externa pelo cereal brasileiro e aos baixos estoques de compradores domésticos.
SojaAgrolink · Os preços da soja subiram no mercado doméstico, diante das altas internacionais. De 22 a 29 de julho, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá (PR) e CEPEA/ESALQ – Paraná da oleaginosa subiram expressivos 5,8% e 5%, com respectivos fechamentos de R$ 195,73/sc e de R$ 188,17/sc de 60 kg nessa sexta-feira, 29. No front externo, a crise na economia da Argentina vem gerando especulações de menor oferta de soja e derivados para exportação.
Agrolink · Os futuros de grãos e soja despencaram nas negociações da noite para o dia, com as exportações começando a fluir da Ucrânia após meses de paralisação devido à invasão do país pela Rússia, segundo informações do agriculture.com. O primeiro navio transportando grãos da Ucrânia partiu de um porto, informou a Reuters. Isso deve ajudar a aliviar as crises alimentares que acontecem em todo o mundo.
MilhoAgrolink · O milho voltou a recuar 2,71% por tomada de lucros na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Apesar da alta do dólar e da cotação em Chicago, que alimentaria a exportação que, por sua vez, se mostrou bem ativa no Centro-Oeste, as cotações do milho na B3 recuaram por motivos técnicos de tomada de lucros dos Fundos de Investimento, sinal de receio diante a retomada das exportações ucranianas de milho, que poderiam afetar o interesse pelo Brasil”, comenta.
MilhoAgrolink · No milho para exportação, os compradores aumentam os prêmios para garantir produto, segundo o que informa a TF Agroeconômica. " Pelo terceiro dia consecutivo os vendedores ficaram ausentes do mercado. Com isto, os compradores continuaram a aumentar os prêmios na tentativa de conseguir alguma mercadoria. Mas, nesta sexta-feira, mais uma vez só houve prêmios dos compradores, que subiram. Como resultado, os preços FOB do milho brasileiro em Santos/Tubarão, para agosto e setembro não foram cotados; outubro manteve US$ 298, novembro subiu para US$ 292 e dezembro para US$ 294/tonelada. Para embarques em Barcarena e Itaqui-MA, outubro subiu para US$ 288/t e novembro US$ 288/t”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do Rio Grande do Sul segue igual, que tem compradores e vendedores locais, muito ausentes, segundo informações da TF Agroeconômica. “Fábricas com foco total em receber contratos futuros do centro-oeste, sem olhar muitas ofertas novas. Há muitas reclamações sobre atrasos de entregas dos milhos contratados, que acaba tumultuando o mercado, pois a indústria não faz novas compras, para não comprometer seus fluxos de recebimentos. O dia foi de maior volume de ofertas vindas de fora, com preços que chegariam a R$ 90,00 + R$ 91,00 + .... mas sem interesse de compra”, comenta.

