Análise de Mercado
Arquivo · página 266
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SojaAgrolink · O mercado da soja do Rio Grande do Sul teve altas expressivas no preço e interior se fortalecendo, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Após vendas relevantes efetuadas na quarta-feira, o mercado de soja gaúcho perdeu bastante força, devido a diversos aspectos, dentre eles, a própria diminuição da demanda, agora mais satisfeita depois das compras da semana e a visão do produtor de preços cada vez mais altos. Além disso a alta inflação nas carnes e a disparada no preço de óleo afeta a demanda pelo farelo e óleo e, consequentemente, pelo grão”, comenta.
SojaAgrolink · Os futuros da soja tiveram, nos últimos seis dias, sua maior alta semanal desde 2004. A recomendação do analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica, Luiz Pacheco, há alguns dias era para “não vender a soja”. E agora?
SuínosAgrolink · O mercado brasileiro de milho enfrenta um fator de baixa e um fator de alta neste momento, aponta a equipe de analistas da Consultoria TF Agroeconômica. “Os preços já subiram R$ 3,15/saca de sexta a sexta, na cotação da B3 nesta semana. De sexta passada a quinta subiram R$ 5,55/saca, confirmando nossa recomendação de que não se deveria vender milho neste momento”, dizem.
TomateCepea/Esalq · Entre os dias 25 e 29/07, os valores médios do tomate salada longa vida 3A ficaram em R$ 53,69 (+8,94%) na Ceagesp, em R$ 63,57 (+7,44%) em Campinas/SP, em R$ 45,29 (+11,04%) no Rio de Janeiro/RJ e em R$ 40,00 (+3,52%) em Belo Horizonte/MG.
TomateCepea/Esalq · Entre os dias 11 e 15/07, os valores médios do tomate salada longa vida 3A ficaram em R$ 58,57 (-12,14%) na Ceagesp, em R$ 69,44 (+3,64%) em Campinas/SP, em R$ 62,95 (-5,23%) no Rio de Janeiro/RJ e em R$ 47,91 (-13,66%) em Belo Horizonte/MG.
TomateHF Brasil · Entre os dias 18 e 22/07, os valores médios do tomate salada longa vida 3A ficaram em R$ 49,28 (-15,85%) na Ceagesp, em R$ 59,16 (-14,80%) em Campinas/SP, em R$ 40,78 (-35,20%) no Rio de Janeiro/RJ e em R$ 38,63 (-18,36%) em Belo Horizonte/MG. Nesta semana, as expressivas quedas em todos os atacados acompanhados pelo Hortifruti/Cepea se deram em decorrência do aumento do volume de frutos ofertados, em função do calor atípico para julho.
TomateHF Brasil · O preço do tomate está caindo pelo segundo mês consecutivo. Na parcial de julho (1º a 25), a média do salada 2A estava em R$ 38,23/cx (ponderado por classificação) nas lavouras do País, 31,2% inferior ao observado em junho, mas ainda sim 2% acima dos custos de produção.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo, em Chicago, subiram um pouco durante a semana, porém, apresentando grandes oscilações. O mercado chegou a bater em US$ 7,59/bushel no dia 22/07, subindo para US$ 8,03 no dia 26, e fechando a quinta-feira (28) em US$ 8,17, contra US$ 8,06/bushel uma semana antes. A situação na Ucrânia, com a possibilidade de escoamento de seus grãos após o acordo com a Rússia, justamente da sexta-feira 22/07, acabou pesando sobre o mercado, pois os russos, ao bombardearem o porto de Odessa, um dia após o acordo, deram a entender que o mesmo não seria cumprido.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, igualmente registraram uma recuperação durante a semana. O fechamento da quinta-feira (28) ficou em US$ 6,15/bushel, contra US$ 5,75 uma semana antes. Também aqui o clima nos EUA gera atenção total do mercado, já que existem regiões com falta de chuvas, provocando queda na qualidade das lavouras. Neste sentido, as lavouras entre boas a excelentes, no dia 24/07, recuaram para 61%, contra 64% uma semana antes. Outros 25% estavam regulares e 14% atingiam o estágio de ruins a muito ruins. O percentual de lavouras em fase de embonecamento, nos EUA, atingia a 62% no dia 24/07.
SojaAgrolink · As cotações da soja, em Chicago, após baixas seguidas nas semanas anteriores, reagiram nesta semana. Além do tradicional ajuste técnico, dois outros importantes fatores pesaram para o comportamento do mercado: nova redução na qualidade das lavouras estadunidenses, frente a um clima mais seco e quente nas regiões produtoras locais; e novo ataque russo ao porto de Odessa, na Ucrânia, colocando em xeque os acordos realizados na sexta-feira anterior, os quais indicavam a possibilidade dos ucranianos escoarem sua produção de grãos.
SuínosAgrolink · A Consultoria AgResource Brasil reduziu a projeção de rendimento do milho da União Europeia em função do calor e da seca. “O rendimento agora foi fixado em 6,15 toneladas por hectares, ficando 20% abaixo da tendência, com produção estimada em 53,8 milhões de toneladas. Isso representa uma queda considerável de 14 milhões de toneladas em relação à previsão atual do USDA e será a menor safra desde 2007”, dizem eles.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) houve uma nova recuperação das cotações, impulsionado por procura de exportação, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Hoje o mercado de milho foi francamente exportador. As Tradings se movimentaram: ao todo na semana já foram negociadas mais de 1,0 milhão de toneladas para exportação, nesta semana”, comenta.
MilhoAgrolink · Com alta de Chicago superando a queda do dólar, os preços do milho para a exportação sobem no Brasil, segundo informações da TF Agroeconômica. “Pelo segundo dia consecutivo os vendedores ficaram ausentes do mercado. Com isto, só houve prêmios dos compradores. Os preços FOB do milho brasileiro em Santos/Tubarão, para agosto e setembro não foram cotados; outubro manteve US$ 298, novembro subiu para US$ 290 e dezembro para US$ 292/tonelada. Para embarques em Barcarena e Itaqui-MA, outubro foi cotado a US$ 285/t e novembro US$ 285/t”, comenta.
MilhoAgrolink · O estado do Rio Grande do Sul tem indústrias que continuam recebendo milho, mas tem reclamações, de acordo com a TF Agroeconômica. “Mercado segue igual, compradores e vendedores locais, muito ausentes. Fábricas com foco total em receber contratos futuros do centro-oeste, sem olhar muitas ofertas novas. Há muitas reclamações sobre atrasos de entregas dos milhos contratados, que acaba tumultuando o mercado, pois a indústria não faz novas compras, para não comprometer seus fluxos de recebimentos. O dia foi de maior volume de ofertas vindas de fora, com preços que chegariam a R$ 90,00 + R$ 91,00 + .... mas sem interesse de compra”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja subiu levemente no estado do Rio Grande do Sul, mas não interessou os vendedores, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de ressaca hoje, em função de boas vendas de quarta-feira. Preços já abriram fragilizados no pregão matutino, mas no decorrer do dia, a pressão de Chicago que marcou expressivas altas foi capaz de manter o mercado em terreno positivo, mas, devido à ausência de nova demanda, não configurou novas altas”, comenta.
ArrozAgrolink · “O mercado de milho no Brasil voltou a esquentar. Mais um destino importante: Além da China, agora a Europa quer milho brasileiro”. A informação é trazida em primeira mão pela equipe de analistas de mercado da Consultoria TF Agroeconômica.
Gado de CorteAgrolink · Os preços da arroba do boi gordo tiveram pequeno acréscimo nos últimos dias, enquanto as cotações da carcaça casada registraram queda, segundo dados do Cepea. Entre 20 e 27 de julho, o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 avançou 0,42%, fechando a R$ 325,05 na quarta-feira, 27. Esse cenário esteve atrelado sobretudo à postura firme de pecuaristas diante dos valores menores quem vêm sendo ofertados pela indústria.
SojaAgrolink · De acordo com o especialista em análise de mercado e agronegócios Carlos Cogo, “o cenário atual indica que não faltará defensivos para a safra 2022/2023”. O Brasil responde por 20% do mercado global de defensivos e é suprido em grande parte por importações – que correspondem entre 70% a 75% da demanda interna.
MilhoAgrolink · Com forte queda do dólar, os vendedores de milho brasileiros ficaram de fora do mercado de exportação, segundo informações da TF Agroeconômica. “Os preços FOB do milho brasileiro em Santos/Tubarão fecharam: agosto e setembro não foram cotados; outubro manteve US$ 298, novembro caiu para US$ 268 e dezembro para US$ 270/tonelada. Para embarques em Barcarena e Itaqui-MA, outubro foi cotado a US$ 261/t”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do Rio Grande do Sul, as Indústrias continuam recebendo, mas tem reclamações, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mercado segue lateralizado, compradores e vendedores locais, muito ausentes. Fábricas com foco total em receber contratos futuros do centro-oeste, sem olhar muitas ofertas novas. Há muitas reclamações sobre atrasos de entregas dos milhos contratados, que acaba tumultuando o mercado, pois a indústria não faz novas compras, para não comprometer seus fluxos de recebimentos. O dia foi de maior volume de ofertas vindas de fora, com preços que chegariam a R$ 90,00 + R$ 91,00 + .... mas sem interesse de compra”, comenta.

