Análise de Mercado
Arquivo · página 280
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SojaAgrolink · As cotações da soja, em Chicago, após o anúncio do relatório de oferta e demanda do USDA, no dia 10/06, recuaram na semana, se recuperando um pouco apenas na quinta-feira (16), quando o fechamento para o primeiro mês cotado ficou em US$ 17,09/bushel, contra US$ 17,69 uma semana antes.
LaranjaAgrolink · A queda das temperaturas no Sul e no Sudeste do Brasil ao longo da semana passada limitou o consumo de citros. Assim, os preços da laranja se enfraqueceram. A média semanal da laranja pera foi de R$ 35,23/cx de 40,8 kg, na árvore, leve baixa de 0,7% em comparação com a semana anterior.
MandiocaCepea/Esalq · A moagem de raiz de mandioca tem ficado abaixo do esperado pelos agentes da indústria de fécula neste período de safra, resultado da menor área plantada em anos anteriores. Segundo pesquisadores do Cepea, a disponibilidade de lavouras de segundo ciclo está baixa e o interesse pela colheita de lavouras de um ciclo, reduzido. Além disso, muitos agricultores já estão priorizando os trabalhos de plantio da safra 2021/22.
MilhoAgrolink · Mesmo diante do início da colheita da segunda safra em importantes regiões produtoras, como Mato Grosso e Paraná, os preços do milho apresentaram leves altas na semana passada na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo pesquisadores, a sustentação veio da postura firme de vendedores, que estiveram atentos à maior paridade de exportação.
SojaAgrolink · Os preços da soja subiram no Brasil na semana passada, impulsionados sobretudo pelo maior interesse de compradores. Segundo pesquisadores do Cepea, esses agentes aproveitaram o elevado patamar do dólar – que voltou a operar acima de R$ 5 – para realizar negócios de curto prazo para o mercado interno e completar navios. Vendedores, que também estiveram mais ativos no período, buscaram “fazer caixa” para pagamento de custeio.
MilhoAgrolink · A exportação assustou e fez preços e cotações do milho subirem na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nesta semana foram novamente fechadas grandes quantidades de milho para a exportação, no mercado físico, favorecidas pela alta do dólar e pela forte demanda do mercado internacional”, comenta.
MilhoAgrolink · A alta do dólar limitou o interesse brasileiro pelo milho paraguaio, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Interessante volume de negócios reportado no dia, num movimento monocromático de um único comprador, que decidiu entrar pagando valores até 5,00 U$D/MT acima dos demais, conseguiu arrematar os lotes que estavam nos patamares de 255,00 U$D/MT FAS Assunção, enquanto os demais compradores permaneceram em níveis de 250,00 U$D/MT. Alguns negócios também foram relatados nos portos localizada mais ao norte no rio Paraguai”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado do milho do Estado do Rio Grande do Sul, a semana terminou com a paradeira no mercado de milho, sem negócios reportados, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Preços indicados por compradores, melhoraram em função do câmbio, e agora estão na faixa de R$ 93,00 CIF Ijuí, Frederico e Santa Rosa, R$ 94,00 Chapecó, R$ 96,00 Marau, R$ 97,00 Arroio do Meio. As ofertas no mercado local estão em R$ 94,00 e R$ 95,00 FOB interior, ou seja, muito distantes umas das outras. Preços de Balcão, em Panambi, mantiveram-se em R$ 82,00 ao produtor”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em queda de -0,44% no dia, -2,63% na semana, mas alta de 0,77% no mês e 26,59% em 2022, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em queda de 0,44% ou 7,50 cents/bushel para $ 1702,0”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul seguiu de lado nesta sexta-feira, entre feriados locais (na quinta-feira) e nos Estados Unidos (na segunda-feira), com raras fixações junto a Cooperativas e Cerealistas. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica.
SojaAgrolink · Todos os fatores apontam para alta nos preços da soja a médio e longo prazo, aponta o analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica, Luiz Pacheco. “Tanto os fatores fundamentais – como a possibilidade de redução da safra americana – como os fatores técnicos – que confirmam a tendência do mercado físico, apontam para uma retomada da alta das cotações em Chicago a médio e longo prazos”, diz ele.
SuínosAgrolink · Os preços do milho tem, sim, boas perspectivas de alta neste ano a curto, médio e longo prazos – afirma a equipe de analistas de mercado da Consultoria TF Agroeconômica. “Por enquanto conseguimos vislumbrar a possibilidade de retornarem aos níveis de R$ 90,00 a curto prazo para o agricultor e talvez a R$ 100,00/saca a médio e longo prazos”, apontam. Confira o que mexe no mercado do milho:
CaféMelão Martini - Café · Ontem feriado no Brasil (16), N.Y fechou com alta de +3,30 pontos na posição setembro. Nesta sexta-feira (17) registrou -4,40 pontos, acumulando na semana -2,30pts. Segunda-feira (20) a bolsa de N.Y. não irá operar devido ao feriado norte americano Juneteenth.
PeixesCepea/Esalq · A maior parte do mês de maio foi marcada pela queda na demanda por tilápia. Além do fim da Quaresma, período de maior consumo de peixes no Brasil, as frentes frias que chegaram ao País também dificultaram as negociações. Assim, o preço médio pago ao produtor recuou na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Nem mesmo o elevado volume de exportação em maio chegou a impedir a queda dos valores domésticos.
Gado de CorteCepea/Esalq · As vendas externas de carne bovina in natura somaram 153,196 mil toneladas em maio, pequeno recuo de 2,74% frente ao mês anterior, mas expressiva alta de 20,83% em relação a maio/21, segundo dados da Secex. Já o preço pago pela carne brasileira renovou o recorde da série histórica da Secex, se aproximando de US$ 7 mil por tonelada. Em moeda nacional, com a taxa de câmbio elevada, o valor pago pela proteína também foi o máximo da série histórica, atingindo R$ 34,3 mil/tonelada.
AveiaAgrolink · O plantio de trigo registrou um avanço de 47,4% da área apta na Argentina, apresentando um avanço de 17,1 pontos percentuais em relação ao registrado na semana anterior. É o que aponta o mais recente relatório da Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), divulgado nesta quinta-feira, 16 de Junho.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Chicago o milho fechou boa alta de 1,78% com preocupação com o clima e oferta mundial apertada, de acordo com a TF Agroeconômica. “A cotação do milho para julho22 é período de referência para a exportação brasileira, fechou em nova alta de 1,78% ou 13,75 cents/bushel a $ 787,75. A cotação para março 2023, início da safra de verão, fechou em alta de 1,93% ou $ 14,0 cents ou a $ 740,25”, comenta.
MilhoAgrolink · Com nova alta do milho em Chicago, os preços brasileiros avançam no Brasil, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os embarques para julho fecharam a US$ 340/t; agosto fechou a US$ 330; setembro fechou a US$ 330 e outubro não foi cotado, nos portos de Santos-SP ou Tubarão-ES. Os preços dos embarques em Barcarena/Itaqui mantiveram-se em US$ 327/t para agosto e setembro”, comenta.
SojaAgrolink · A soja voltou para mais de $17/bushel na Bolsa de Chicago, motivada por possibilidade de problemas sobre safra norte-americana, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em alta de 1,02% ou 15,25 cents/bushel para $ 1711,0”, comenta.
MilhoAgrolink · Os futuros de milho foram mais altos nas negociações durante a noite em meio ao clima adverso de crescimento em partes dos Estados Unidos, segundo informações divulgadas pelo agriculture.com. A soja foi pouco alterada e o trigo foi menor.

