Análise de Mercado
Arquivo · página 279
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MilhoAgrolink · A forte competição dos preços menores da Argentina pressionou os prêmios no Brasil que recuaram nesta quarta-feira, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroconômica. “Os embarques para julho fecharam a US$ 331/t; agosto fechou a US$ 314; setembro fechou a US$ 314, nos portos de Santos-SP ou Tubarão-ES. Os preços dos embarques em Barcarena/Itaqui fecharam a US$ 305/t para agosto e setembro”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, os compradores de milho estão ausentes, recebendo contratos fechados antecipadamente, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho em mais um dia muito parado, à espera da chegada dos contratos futuros firmados com milho de segunda safra, oriundos no centro oeste”, comenta.
BatataAgrolink · As cotações médias da batata tipo ágata especial registraram baixa nos atacados na semana passada, de acordo com dados do Hortifrúti/Cepea. A desvalorização está atrelada ao aumento da oferta, uma vez que a baixa pluviosidade permitiu um bom ritmo de colheita em todas as regiões produtoras. Além disso, a intensificação das colheitas da temporada das secas também elevou a quantidade de tubérculos no mercado.
AlgodãoAgrolink · Os valores da pluma estão em queda, conforme indicam dados do Cepea. Entre 14 e 21 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento 8 dias, recuou 4,82%, fechando a R$ 7,4231/lp nessa terça-feira, 21. Na parcial de junho, a baixa é de 8,76%. Alguns vendedores estão mais flexíveis no spot nacional de algodão em pluma, aceitando as ofertas de preços menores de compradores.
ArrozAgrolink · Novas negociações de arroz para exportação vêm mantendo a liquidez mais aquecida no mercado de arroz do Rio Grande do Sul. Além disso, pesquisadores do Cepea indicam que indústrias domésticas estão mais ativas, elevando os valores de suas ofertas, e vendedores, mais interessados, visando “fazer caixa”.
ArrozAgrolink · Entre os meses de Janeiro e Maio do ano de 2022 o Brasil já ultrapassou os 26 milhões de dólares em exportação de feijão-preto. Em apenas cinco meses, o País já vendeu para o mercado externo mais do que o total comercializado em todo o ano passado, destaca o Ibrafe (Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses) ao analisar os números do país para este início de ano.
AlgodãoAgrolink · O “câmbio de equilíbrio” ideal atualmente seria de R$ 3,80 por dólar, aponta o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale. De acordo com ele, uma forte queda no câmbio seria o fator de maior alívio da inflação neste momento.
SojaAgrolink · Os futuros do trigo nos Estados Unidos saltaram da noite para o dia, com alguns investidores especulativos voltando ao mercado depois que os preços ontem atingiram o menor nível em quase três meses, enquanto os futuros da soja caíram com o calor extremo saindo de algumas áreas do Centro-Oeste dos EUA. As informações foram divulgadas pelo agriculture.com.
MilhoAgrolink · Forte realização de lucros para o Milho foi visto em Chicago e em São Paulo, pelo aumento da produção, declarou a TF Agroeconômica. “Dois relatórios importantes contribuíram para as quedas do milho em Chicago e de São Paulo, nesta terça-feira. Em Chicago foram os relatórios de clima, como mostramos abaixo e em São Paulo a divulgação de que a Safrinha brasileira poderá ser ainda maior do que já estava sendo esperada”, comenta.
MilhoAgrolink · Com a nova alta do milho na Bolsa de Chicago, os preços brasileiros para a exportação do cereal acabaram avançando também, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os embarques para julho fecharam a US$ 340/t; agosto fechou a US$ 330; setembro fechou a US$ 330 e outubro não foi cotado, nos portos de Santos-SP ou Tubarão-ES. Os preços dos embarques em Barcarena/Itaqui mantiveram-se em US$ 327/t para agosto e setembro”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado do milho segue parado no Rio Grande do Sul, mesmo com o aumento dos preços, de acordo com o que afirmou a TF Agroeconômica. Isso acontece porque o frete está muito caro e não se decidiu “quem pagará essa conta”. “Mercado de milho segue muito parado, à espera da chegada dos contratos futuros firmados com milho de segunda safra, oriundos no centro-oeste. Há um nítido desconforto dos compradores e vendedores, em relação aos fretes contratados nos meses anteriores para esse milho do centro-oeste, que acumulam altas de mais de 30% entre a estimativa e a realidade atual. Esse descompasso, mais a demora, pode trazer o comprador de milho para fechar mais alguma coisa próxima às fábricas de imediato”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fecha em queda, puxada pelas quedas do trigo e do milho e melhorias do clima, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em nova queda de 1,10% 18,75 cents/bushel para $ 1683,25”, comenta a consultoria.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Rio Grande do Sul seguiu de lado nesta terça-feira, com raras fixações junto a Cooperativas e Cerealistas, mas os preços caíram bastante em algumas regiões, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “No interior, vistas perdas gerais com bastante expressão para alguns pontos. Ijuí e Passo Fundo são as regiões mais afetadas do RS, perdendo R$ 6,00/saca e indo a R$ 190,00. Cruz Alta perde R$ 3,50/saca e vai a R$ 193,50 e Santa Rosa, por fim, vai a R$ 195,00 sendo a região menos afetada ao perder R$ 1,00/saca”, comenta.
AlgodãoAgrolink · “Não temos mais condições de rodar”. Essa é a decisão do presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim. Conhecido popularmente nas redes sociais como “Chorão Caminhoneiro”, ele foi um dos organizadores e ganhou espaço durante a grande greve da categoria que parou o Brasil por 10 dias em 21 de maio de 2018.
TrigoAgrolink · Os preços do trigo seguem em alta no Brasil, influenciados pela baixa disponibilidade e pela valorização do dólar. Pesquisadores do Cepea ressaltam que as negociações têm sido pontuais, justamente porque há pouco produto disponível e com preços cada vez mais altos. Diante disso, colaboradores do Cepea indicam que compradores já buscam fechar contratos a termo para o trigo da nova temporada.
SojaAgrolink · Os futuros de grãos e soja caíram nas negociações durante a noite em meio à colheita de trigo em andamento, condições favoráveis de crescimento em vários países exportadores e na realização de lucros por investidores especulativos, segundo informações do agriculture.com. A colheita de trigo de inverno nos EUA continua em meio ao clima seco na maior parte das planícies do sul na semana passada.
MilhoAgrolink · A exportação continua impulsionando os preços internos do milho, que subiram 0,82% nesta segunda na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Como dissemos em nossa análise da última sexta-feira, o mercado de milho tem boas possibilidade de alta, diante da demanda de exportação”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho paraguaio tem preços estáveis, mas conta com receio da logística, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com preços voláteis durante o dia, mas trabalhando boa parte do dia pelo lado positivo, os vendedores apostam em melhorias nos valores do FAS, após observar os 255,00 USD/MT na quinta-feira", comenta.
MilhoAgrolink · A semana começa parada para o milho no estado do Rio Grande do Sul, sem referência da exportação, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Preços indicados por compradores, melhoraram em função do câmbio, e agora estão na faixa de R$ 93,00 CIF Ijuí, Frederico e Santa Rosa, R$ 94,00 Chapecó, R$ 96,00 Marau, R$ 97,00 Arroio do Meio. As ofertas no mercado local estão em R$ 94,00 e R$ 95,00 FOB interior, ou seja, muito distantes umas das outras. Os preços de balcão em Panambi, mantiveram-se em R$ 82,00 ao produtor”, comenta.
CaféMelão Martini - Café · O dólar fechou novamente em alta nesta segunda-feira (20), com os investidores monitorando o noticiário político local e em busca de sinais sobre a trajetória das taxas de juros no exterior, somando-se a temores domésticos sobre o futuro da Petrobras, cujo presidente-executivo pediu demissão após reajuste de preços na semana passada. A moeda norte-americana subiu 0,85%, negociada a R$ 5,1867%. Por aqui, em meio às preocupações sobre o crescimento econômico global e à aproximação das eleições presidenciais, a incerteza sobre o futuro da Petrobras voltou aos holofotes, depois que José Mauro Coelho pediu demissão do cargo de presidente-executivo. Sua saída ocorre em meio à crescente pressão sobre a estatal, especialmente após o reajuste dos preços do diesel e da gasolina na semana passada. Coelho é o terceiro presidente da Petrobras a deixar o comando em um contexto de insatisfação do governo com a política de preços da empresa. No exterior, o foco permanece na trajetória das taxas de juros para conter a inflação e nos temores de recessão global. O feriado nos EUA (emancipação dos escravos) limita o volume das negociações nos mercados financeiros.

