Análise de Mercado
Arquivo · página 283
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Gado de CorteAgrolink · Os preços dos bezerros estão em movimento de queda consecutiva desde o começo de 2022. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário é resultado de maiores investimentos em tecnologias por parte de pecuaristas, do aumento de produtividade e, sobretudo, da redução no abate de matrizes. Além disso, a chegada do período de desmama reforça a queda nos preços.
SojaAgrolink · Milho e soja caíram nas negociações da noite para o dia depois que a soja em julho registrou ganhos de dois dígitos e atingiu uma nova alta de contrato durante as negociações na quarta-feira, segundo o agriculture.com. As exportações de grãos da Ucrânia caíram quase pela metade nos primeiros sete dias de junho em comparação com o mesmo período de 2021, para 252.000 toneladas, mostraram os dados do Ministério da Agricultura nesta quinta-feira.
MilhoAgrolink · A alta de Chicago e avanço da colheita da Safrinha trouxeram fechamentos mistos para o milho na B3, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroconômica. “O mercado oscilou de maneira mista, nesta quarta-feira, nova alta das cotações de Chicago e do dólar, que melhoram a competitividade da exportação, mas, por outro lado, o avanço da colheita da Safrinha e da disponibilidade interna pressionaram os preços”, comenta.
MilhoAgrolink · A alta em Chicago e queda leve nos prêmios fizeram preços do milho argentino avançarem de novo, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com a leve queda nos prêmios e alta nas cotações em Chicago os preços para os navios Handysize avançarem: junho voltou a ser cotado a US$ 308/t; julho subiu US$ 10/t para US$ 308/t. Para agosto recuaram US$ 1/t para US$ 304 e setembro para US$ 294. Outubro não foi cotado. Para safra nova, em março23, não houve cotação”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho continua parado no estado do Rio Grande do Sul, enquanto seguem os rumores de milho de fora do estado, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Continua a paradeira no mercado de milho, sem negócios reportados. Preços indicados por compradores estão na faixa de R$ 90,00 a R$ 92,00 CIF nas fábricas, e as ofertas no mercado local estão em R$ 94,00 e R$ 95,00 FOB interior, ou seja, muito distantes umas das outras. Rumores de ofertas a R$ 92,0 + ICMS, chegando ao estado, não conseguimos apurar a veracidade”, comenta.
SojaAgrolink · A soja está operando em alta na Bolsa de Chicago, puxada pelo óleo e pelo petróleo, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em alta de 0,74% ou 12,75 cents/bushel para $ 1741,0”, comenta a consultoria.
SojaAgrolink · Os preços da soja no estado do Rio Grande do Sul continuam a subir, mas o mercado torna-se apático e tem dificuldade em responder, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Hoje, novamente tanto soja quanto o dólar marcaram positividade, que permitiria que os preços continuassem a subir, também impulsionados pela alta do óleo. Como vendas bastante expressivas ocorreram ontem (90.000 toneladas), hoje o mercado está de ressaca, da mesma forma como esteve nos dias anteriores da semana, com isso, apenas volumes mínimos foram vendidos”, comenta.
ArrozAgrolink · O Brasil deve colher um recorde de 115,2 milhões de toneladas (MT) na safra total de milho da temporada 2021/2022, afirmou nesta quarta-feira, 8 de Junho, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). De acordo com o levantamento, houve aumento de 0,5% nas projeções para o cereal em relação ao relatório de Maio.
HortaliçasAgrolink · De acordo com colaboradores do Hortifruti/Cepea, a qualidade dos bulbos está satisfatória, principalmente se comparada ao mesmo período do ano passado, pois as primeiras colheitas costumam apresentar problemas fitossanitários, como bico d’água por conta de umidade, mas esse fator foi menos presente neste ano devido ao atraso da chuva. Em relação às vendas no Triângulo, foram consideradas boas, e a caixa “tipo 3” fechou a semana com média de R$ 61,00/sc de 20 kg.
AlgodãoAgrolink · O Indicador CEPEA/ESALQ do algodão em pluma, com pagamento 8 dias, voltou a operar abaixo dos R$ 8,00/lp neste início de junho. No acumulado deste mês (entre 31 de maio e 7 de junho), o Indicador recuou 4,65%, fechando a R$ 7,7567/lp nessa terça-feira, 7. As informações foram divulgadas pelo Cepea.
ArrozAgrolink · Após o Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca oscilar em um intervalo de apenas 1,84 Real/sc em maio, com mínima de R$ 69,97/sc de 50 kg no dia 5 e máxima de R$ 71,81/sc no dia 30, o preço segue apresentando estabilidade neste início de junho.
CaféAgrolink · Depois de recuarem quase 11% em maio, os valores do café robusta seguem em queda neste início de junho. Nessa terça-feira, 7, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6, peneira 13 acima, fechou a R$ 692,26/sc, recuo de 2,26% frente à terça passada, 31 de maio. Os dados foram divulgados pelo boletim informativo do Cepea.
AlgodãoAgrolink · O Brasil importou 16,5% mais fertilizantes nos primeiros cinco meses de 2022 na comparação com o mesmo período de 2021, informou a agência marítima Cargonave. De janeiro a maio deste ano, o Brasil importou 16,6 milhões de toneladas de fertilizantes, ante 14,2 milhões de toneladas em 2021.
SojaAgrolink · A soja de novembro subiu para novas máximas de contrato durante a noite, de acordo com informações da agriculture.com. Com a nova safra de soja de novembro acima de US $ 15, plantar soja é mais lucrativo do que evitar a planta para os agricultores das Dakotas e Minnesota que não têm milho ou trigo de primavera no solo.
MilhoAgrolink · A volta da guerra na Ucrânia trouxe de volta a possibilidade de alta dos preços internacionais e de intensificação da exportação no Brasil, de acordo com a TF Agroeconômica. “Com isto, os compradores internos trataram de melhorar os seus preços (o mercado físico subiu de 1 a 2 reais/saca hoje) para continuar competitivos na preferência dos vendedores, principalmente nos três estados do Sul”, comenta.
MilhoAgrolink · Mesmo com uma alta na Bolsa de Chicago, os prêmios do milho brasileiro para exportação registraram queda nesse meio de semana, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “A justificativa para a queda nos prêmios é que a China parece bem estocada de milho e cereais nas regiões onde o consumo é maior, reduzindo muito a possibilidade de arbitragem contra o milho importado, o que pode ser um freio ao volume importado”, comenta.
MilhoAgrolink · De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, continua a paradeira no mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul, sem negócios reportados. “Preços indicados por compradores estão na faixa de R$ 90,00 a R$ 92,00 CIF nas fábricas, e as ofertas no mercado local estão em R$ 94,00 e R$ 95,00 FOB interior, ou seja, muito distantes umas das outras. Rumores de ofertas a R$ 92,0 + ICMS, chegando ao estado, não conseguimos apurar a veracidade. Os preços de balcão, em Panambi, mantiveram-se em R$ 82,00 ao produtor”, comenta.
SojaAgrolink · A soja fechou novamente em leve alta de mais 1,8% na Bolsa de Chicago, com farelo e óleo em alta, de acordo com o que foi informado pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em alta de 1,8% ou 31,75 cents/bushel para $ 1731,0”, comenta, em informações divulgadas nesta manhã.
SojaAgrolink · Com preços melhores para a soja no estado do Rio Grande do Sul, 90 mil toneladas foram negociadas no farm selling, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Dia de preços bem melhores, estimulando novas vendas no mercado. Estima-se que em torno de 90.000 toneladas tenham sido negociadas, valor bastante expressivo. A alta advém especialmente da expressiva valorização vista tanto em Chicago quanto no dólar, para final de julho o porto vê preços a R$ 201,50”, comenta.
MilhoAgrolink · Na primeira semana de junho, as cotações do milho na bolsa de Chicago (contrato corrente) exibiram queda, encerrando o período com uma média de US$ 7,43/bu. Assim, o cenário na CME Group responde à pressão de maior oferta do milho no mercado com o avanço da colheita na América do Sul. Outro fator baixista foi a expectativa do governo russo em permitir o escoamento de grãos ucranianos pelos portos do país via Mar Negro na última semana, que agitou o mercado com a possibilidade de maior oferta do cereal.

