Análise de Mercado
Arquivo · página 354
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SojaAgrolink · Inclusive, segundo colaboradores do Cepea, chamou a atenção o atípico aumento das negociações envolvendo lotes para entregas entre dezembro deste ano e janeiro de 2022. Entre 12 e 19 de novembro, o dólar se valorizou 2,7% frente ao Real, indo para R$ 5,604 na sexta-feira, 19. No mesmo comparativo, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná avançaram expressivos 5,37% e 5,36%, com respectivos fechamentos a R$ 167,72/sc e a R$ 164,78/sc de 60 kg na sexta.
SuínosAgrolink · Um novo fator pode provocar alta nos preços do milho no médio prazo: a possibilidade de seca no Rio Grande do Sul para os próximos 20 a 30 dias, aponta a Consultoria TF Agroeconômica. Esse prazo é importante porque “seria justamente no período de formação de grãos, em que a espiga necessita de muita água”, explicam os analistas.
TrigoAgrolink · Há uma boa chance de os preços do trigo nacional subirem significativamente no primeiro semestre de 2022, na esteira dos preços dos trigos importados, seguindo os seus níveis, segundo o que informou a TF Agroeconômica. “Começa a tomar conta do mercado a sensação forte de que vai faltar trigo para moagem brasileira nos três estados do Sul antes do que se previa. Numa entrevista nesta semana, importante executivo de moinho do Paraná declarou que “O Estado processa de 3,6 milhões a 3,7 milhões de toneladas por ano e a produção não chega a isso neste ano. Temos que importar mais trigo do Rio Grande do Sul, do Paraguai e da Argentina”, comenta.
TrigoAgrolink · Os problemas de qualidade do trigo no Rio Grande do Sul estão provocando o cancelamento de muitos contratos celebrados com antecedência, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Só um moinho cancelou 8 contratos a preços (para ele) ótimos e tem mais 15 K represadas, à espera da solução do problema de qualidade. No porto, três empresas estão recusando entregas. Preços de pedra em Panambi foram cotados em R$ 81,00, mesmo do dia anterior, mas queda de R$ 3,00/saca em relação a 10 dias atrás”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado futuro do milho na B3 de São Paulo apresentou variações tímidas, porém positivas, durante a semana, de acordo com a TF Agroeconômica. Além disso, a expectativa é que, com a manutenção das cotações do dólar, as exportações melhorem no primeiro semestre de 2022.
MilhoAgrolink · De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, os metereologistas do Rio Grande do Sul apontam para um novembro mais seco em 20 anos e, enquanto isso, o mercado do milho fica lento. “Se em meados de outubro houve umidade suficiente para um bom início de plantio no milho, novembro se apresentou de forma bem diferente”, comenta.
SojaAgrolink · A soja voltou a cair na Bolsa de Chicago, acompanhando o preço do petróleo e dos óleos vegetais, segundo informou a TF Agroeconômica. “O contrato de janeiro22 da soja em grão fechou em queda de 0,04% ou 0,50 cents/bushel a $ 1264,75; o contrato de maio22, importante para as exportações brasileiras, fechou também em queda de 0,02% ou 0,25 cents/bushel a $ 1285,0. O contrato de dezembro do farelo de soja fechou em alta de 0,54% ou 2,0/t curta a $ 372,4. O contrato de dezembro de óleo de soja fechou em queda de 1,57% ou $ 0,93/libra-peso a $ 58,24”, comenta.
SojaAgrolink · A semana do mercado da soja do Rio Grande do Sul foi finalizada de forma muito lenta, com os lotes perdendo R$ 2,00/saca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os produtores não estão fazendo negócios de soja, aguardando novas evoluções nos preços. Hoje, sexta-feira, isso não ocorreu, então, os preços de pedra seguraram seus níveis a R$ 157,00, visto que não há espaço para perda no embate com a demanda, mas os lotes caíram em R$ 2,00/saca, puxados por Chicago que caiu minimamente e pelos prêmios que são a principal força opositora. As fábricas continuam sendo o principal driver da soja no estado”, comenta.
CaféMelão Martini - Café · A moeda norte-americana subiu 0,70%, cotada a R$ 5,6080. Na semana, o dólar acumulou alta de 2,75%. Segundo a agência Reuters, investidores repercutiram comentários de duas autoridades importantes do Federal Reserve (Fed) que defenderam aceleração no ritmo de redução do estímulo do banco central. O vice-presidente da autoridade monetária, Richard Clarida, disse nesta sexta que "pode muito bem ser apropriado" discutir a aceleração da redução das compras de títulos na próxima reunião do Fed, em dezembro, enquanto o diretor Christopher Waller afirmou que o banco poderia dobrar o ritmo de corte de estímulos em janeiro. Há no mercado ampla visão de que a redução das compras de ativos pelo Fed antecederia aumentos de juros nos EUA. Diante de sinais de recuperação da atividade econômica no país e salto dos preços ao consumidor à maior taxa em mais de três décadas em outubro, há apostas crescentes de que o Fed poderia elevar os custos dos empréstimos já no ano que vem. Juros mais altos na maior economia do mundo são amplamente vistos como benéficos para o dólar, uma vez que elevariam a rentabilidade dos títulos dos EUA, destino visto como seguro.
LaranjaAgrolink · O mercado de cítricos está em ritmo lento nesta semana. Além do período do mês (segunda quinzena) ser menos movimentado, os feriados no início desta semana (da Proclamação da República, 15) e o no próximo sábado (da Consciência Negra, 20) acentuaram a lentidão do comércio. Para a laranja pera, os preços seguiram em queda nos últimos dias.
TrigoCEEMA/UNIJUI · As cotações do trigo se consolidaram acima de US$ 8,00/bushel na corrente semana, chegando a atingir US$ 8,26 no dia 15/11. Este valor não era visto em Chicago, para o trigo, considerando o primeiro mês cotado, desde dezembro de 2012, ou seja, a quase nove anos. O fechamento da quinta-feira (18) acabou ficando em US$ 8,20/bushel, contra US$ 8,12 uma semana antes. Em paralelo, o plantio do trigo de inverno nos EUA, até o dia 14/11, atingia a 94% da área esperada, ficando dentro da média histórica. Deste total, 81% já havia emergido, enquanto 46% das lavouras apresentavam condições entre boas a excelentes, outras 34% estavam regulares, e 20% entre ruins a muito ruins.
MilhoCEEMA/UNIJUI · As cotações do milho, em Chicago, subiram um pouco mais nesta semana, com o fechamento do primeiro mês ficando em US$ 5,73/bushel no dia 18/11, contra US$ 5,69 uma semana antes. Dito isso, a colheita de milho nos EUA, até o dia 14/11, atingia a 91% da área esperada, contra a média de 86% para esta época do ano. Enquanto isso, os embarques estadunidenses do cereal chegaram a 856.000 toneladas na semana encerrada em 11/11, com os mesmos superando as expectativas do mercado. No total do ano comercial atual os EUA embarcaram ao redor de 7 milhões de toneladas. Já no Brasil, os preços do cereal cederam um pouco, com o balcão gaúcho fechando a semana na média de R$ 81,83/saco, enquanto nas demais praças nacionais os preços giraram entre R$ 70,00 e R$ 83,00/saco. No geral, os compradores continuam bastante afastados do mercado, enquanto muitos produtores precisam fazer caixa e pressionam para vendas.
SojaCEEMA/UNIJUI · A cotação da soja, para o primeiro mês cotado, subiu bem durante a semana, fechando a quinta-feira (18) em US$ 12,65/bushel, contra US$ 12,12 uma semana antes. Dentre os motivos está o reflexo do relatório do USDA, divulgado ainda no dia 09/11, embora o mesmo não tenha demonstrado grandes motivos altistas, assim como uma retomada nas importações chinesas e, sobretudo, a projeção de redução na futura produção da Argentina. Esse último caso levou, já há alguns dias, as cotações do farelo em Chicago a dispararem, pois o vizinho país é o principal exportador mundial deste subproduto da soja. Somou-se a isso uma maior demanda nos EUA pelo farelo de soja local.
Gado de CorteAgrolink · Foi apresentada nessa semana no Senado norte-americano um projeto de lei que visa suspender a importação de carne bovina brasileira para os Estados Unidos. De acordo com o texto do senador Jon Tester, do Partido Democrata de Montana, o Brasil demorou a relatar dois casos da doença da ‘vaca louca’, ou encefalopatia espongiforme bovina (BSE).
CaféAgrolink · Os preços internos do café arábica seguem em forte ritmo de alta neste mês. Na parcial de novembro (até o dia 17), o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6, posto na capital paulista, subiu 8,24%, fechando a R$ 1.359,78/saca de 60 kg nessa quarta-feira, 17, nova máxima nominal da série histórica do Cepea, iniciada em 1996. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso ao preço no Brasil segue vindo das valorizações externas da variedade, que, por sua vez, são influenciadas por preocupações quanto à oferta mundial nos próximos meses.
SojaAgrolink · A Consultoria AgResource Brasil projeta que novos fluxos de recursos dos fundos de investimentos entrem no mercado de commodities agrícolas até o fim do ano. De acordo com os analistas, esse movimento pode gerar novas altas para os preços da oleaginosa.
TrigoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, a exportação de trigo chega a 1,5 milhão de toneladas, apertando a disponibilidade, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “No mercado de exportação preços tiveram leves altas R$ 1.600,00 / 1.610,00 posto Porto de Rio Grande para uma entrega em janeiro e pagamento final de janeiro. Para Trigo de ração (PH 72 acima) indicação de R$ 1.480,00 porto para janeiro. Dia com 12.000 tons reportadas. Volume total comercializado para exportação está muito próximo de 1.500.000 tons”, comenta.
MilhoAgrolink · Na B3, os contratos de milho dão leve sinal de recuperação e fecham em campo positivo, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os contratos do milho na B3 fecharam no terreno positivo, nesta quinta-feira, depois de algumas sessões de queda, com tomadas de lucro pelos Fundos”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o plantio avança 3% e encontra-se 5% acima do mesmo período do ano passado, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Em seu boletim conjuntural, a Emater/RS afirmou, no dia de hoje, um progresso de 3% no plantio do milho no estado. Segundo a entidade, a falta de umidade no solo, tão presente em semanas anteriores, foi o que impediu que se avançasse mais. Ainda, segundo o relatório, já há pequenos sintomas de estresse hídrico nas lavouras, em regionais como Ijuí e Bagé”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja volta a cair forte por tomada de lucros e exportação menores de subprodutos, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de janeiro22 da soja em grão fechou em queda de 0,40% ou 5,0 cents/bushel a $ 1252,25; o contrato de maio22, importante para as exportações brasileiras, fechou também em queda de 0,35% ou 4,50 cents/bushel a $ 1273,0. O contrato de dezembro do farelo de soja fechou em queda de 0,91% ou 3,4/t curta a $ 368,3. O contrato de dezembro de óleo de soja fechou em alta de 1,58% ou $ 0,92/libra-peso a $ 59,12”, comenta.

