Análise de Mercado
Arquivo · página 469
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Agrolink · Os preços médios de todas as variedades de laranja estão firmes neste mês de janeiro no estado de São Paulo e devem continuar elevados em fevereiro. De acordo com pesquisadores do Cepea, a sustentação vem da menor produção no cinturão citrícola (São Paulo e Triângulo Mineiro) na safra 2020/21 e também de dificuldades na colheita em algumas regiões, devido à ocorrência de chuvas frequentes.
FeijãoAgrolink · “Há produtores que estão irados com a situação atual: cargas de Feijão sendo devolvidas por resíduos excessivos de defensivos. Testes rápidos têm permitido que, antes de descarregar o produto, se tenha um resultado prévio e o empacotador não pode descarregar. Porém é necessário que todos saibam que neste sentido o setor está em rápida mudança”. O alerta é do Ibrafe (Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses).
MilhoAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, existe uma demanda forte de milho no Brasil, já que as exportações de frango cresceram 40% e as do próprio milho continuam elevadas, o que leva a crer que os preços permanecerão firmes. “O dólar, que tinha recuado 2% na semana, subiu líquidos 2% nas duas primeiras semanas do ano e promete continuar firme por ruídos políticos (que apenas começaram), falta de continuação das reformas e problemas fiscais. Todos os produtos concorrentes do milho (farelo de soja, farelo de milho e o próprio trigo) continuam com preços muito elevados e também com viés de alta para o primeiro semestre de 2021”, comenta a TF.
MilhoAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, mesmo com o início da colheita, milho paraguaio continua competitivo. “A maioria dos compradores ainda oferece R$ 82/82,00 para a compras de lotes. No picado, os preços chegam a R$ 85,00, mesmo preço pedido pelos vendedores de lote. Com isto o milho paraguaio continua competitivo. Mas, a maioria dos vendedores está também capitalizado e prefere esperar. Sabem da escassez do produto e da perspectiva de alta do milho no primeiro semestre de 2021, o que torna mais difícil a compra”, comenta.
SojaAgrolink · O preço da soja cai 21,5 cents/bushel nesta quinta-feira na Bolsa de Chicago, por tomada de lucros e exportações fracas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os futuros caíram um pouco mais de 1% no comércio na quinta-feira, uma vez que uma onda de realização de lucro significa que a natureza volátil do mercado de soja continuou durante a semana, já que as vendas de exportação foram decepcionantes”, comenta.
SojaAgrolink · O nível de estoques de soja da China caiu acentuadamente nesta semana para o menor nível desde maio, à medida que o aumento da demanda por farelo de soja antes do próximo feriado chinês aumentou os volumes de esmagamento de soja para perto de uma alta de dois meses. As informações são da TF Agroeconômica.
SojaAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, os preços da soja continuaram a subir, puxados pela escassez de produto e pela alta do dólar contrabalanceada pela queda de Chicago, segundo o que afirmou a TF Agroeconômica. “Com isto a alta foi pequena nesta quinta-feira. Com isto, os preços subiram em média um real/saca, no mercado spot. O preço futuro também subiu mais um real e meio para R$ 170,00 no porto gaúcho de Rio Grande, para maio de 2021. O preço para junho também subiu, mais cinquenta centavos para R$ 170,50/saca”, comenta.
SuínosAgrolink · A típica redução na demanda final por carne suína em início de ano, tanto interna quanto externa, tem pressionado os valores pagos pela carcaça e, consequentemente, do animal vivo, especialmente nesta segunda quinzena de janeiro.
Gado de CorteAgrolink · Os preços do boi gordo seguem em firme movimento de alta neste mês. Na parcial de janeiro, o Indicador CEPEA/B3 (estado de São Paulo) subiu 11,49%, atingindo R$ 297,85 nessa quarta-feira, 27. Vale lembrar que, na terça-feira, 26, o Indicador fechou a R$ 298,00, novo recorde da série histórica do Cepea, iniciada em 1994.
MilhoAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, os preços do milho subiram forte no mercado internacional, seguindo alta de Chicago do dia anterior. “Nos mercados à vista, as ofertas do Golfo dos EUA para embarque em março permaneceram estáveis em 87 c/bu em relação ao março futuro. Mas no mercado CIF, os valores avaliados de junho em diante aumentaram 3-4 c/bu devido ao aumento dos níveis de compra da China para esses leigos desde o início da semana”, comenta.
MilhoAgrolink · Com a maior disponibilidade pela colheita no estado do Rio Grande do Sul, os compradores continuam retraídos, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “A maioria dos compradores ainda oferece R$ 82/82,00 para a compras de lotes. No picado, os preços chegam a R$ 85,00. Mas, a maioria dos vendedores está também capitalizado e prefere esperar. Sabem da escassez do produto e da perspectiva de alta do milho no primeiro semestre de 2021, o que torna mais difícil a compra”, comenta.
FeijãoAgrolink · De acordo com informações reveladas pelo Ibrafe (Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses), já possível constatar que estão faltando sementes de feijão no estado do Paraná. Segundo a entidade, aqueles produtores de pulses que colheram uma mercadoria de melhor qualidade no Paraná, já armazenaram o produto e não tem pressa de vender.
SuínosAgrolink · O mercado de milho na Bolsa B3 de São Paulo fechou em queda acentuada nesta quarta-feira (27.01), com a intensificação da colheita de verão no Brasil e na contramão da Bolsa de Chicago (CBOT). Com isto, a cotação de março recuou R$ 1,86 no dia para R$ 83,90; a de maio recuou R$ 1,02 para R$ 81,36 e a de julho avançou R$ 0,36 para R$ 75,35.
SojaAgrolink · A soja fechou em alta de apenas 4,50/bu, depois de subir 22 cents/bu no dia e o foco esteve no milho, segundo informações da TF Agroeconômica. “O foco esteve muito no milho durante esta quarta-feira, com os preços do milho atingindo altas nos contratos e adicionando um sentimento de alta aos futuros da soja, que inicialmente subiram 22 c/bu da abertura antes de recuar no final do dia para fechar com apenas 4,50 de alta”, comenta.
SojaAgrolink · Nos mercados à vista na quarta-feira, o interesse de compra chinês continuou focado em 2021 novas safras de soja dos EUA os trituradores continuando a licitar para embarque de outubro de soja dos EUA fora do PNW. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mas havia uma falta de ofertas firmes no mercado para o embarque, já que muitos vendedores estavam ansiosos para oferecer embarques de outubro/novembro”, comenta.
SojaAgrolink · Os preços voltaram a subir forte no estado do Rio Grande do Sul, por escassez e altas do dólar e Chicago, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mesmo assim, encontram um limitador que é o custo do farelo para os consumidores de carne. Com isto, os preços subiram entre 2 e 5,5 reais/saca nesta quarta-feira, no mercado spot. O preço futuro também subiu um real e vinte para R$ 169,20 no porto gaúcho de Rio Grande, para maio de 2021. O preço para junho também subiu, mas um real e meio para R$ 170,00/saca”, comenta.
AlgodãoAgrolink · Segundo pesquisadores do Cepea, o dólar valorizado frente ao Real, os aumentos nos preços internacionais e também o amplo excedente doméstico de algodão em pluma mantêm vendedores brasileiros atraídos para fechar novos negócios para exportação.
CaféAgrolink · Os preços domésticos do café arábica seguem em alta, influenciados pelo avanço do dólar e pela retração de vendedores. Na sexta-feira, 22, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 renovou o recorde nominal da série histórica do Cepea, quando atingiu R$ 658,67/saca.
ArrozAgrolink · Com o desenvolvimento das lavouras da temporada 2020/21 caminhando para a reta final, a colheita de arroz se aproxima no Rio Grande do Sul. A liquidez, no entanto, está baixa neste mês de janeiro.
MilhoAgrolink · Fontes do mercado não estavam convencidas de que o volume total foi concluído ontem ou sexta-feira, com alguns alegando que volumes menores foram comprados em lotes nas duas semanas anteriores, e o total só foi declarado ao USDA após o frete para a China tinha sido reservado. As informações são da TF Agroeconômica.

