Análise de Mercado
Arquivo · página 470
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MilhoAgrolink · O mercado de milho na B3 de São Paulo fechou misto nesta terça-feira, com queda para os meses próximos e altas para os meses distantes, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com isto, a cotação de março recuou R$ 0,10 no dia para R$ 85,76; a de maio recuou R$ 0,05 para R$ 82,38 e a de julho avançou R$ 0,10 para R$ 75,35”, comenta.
FeijãoAgrolink · Durante esta terça-feira (26 de Janeiro) houve um maior volume de negócios no mercado brasileiro de feijões, aponta o Ibrafe (Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses). Porém, afirma a entidade, é notório que os negócios reportados têm envolvido, sobretudo, feijões comerciais ou armazenados há mais tempo ou ainda aqueles afetados pelas chuvas no estado do Paraná.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado do milho tem os compradores estão mais retraídos, com a maior disponibilidade pela colheita, segundo informações divulgadas pela TF Agroeoconômica. “A maioria dos compradores ainda oferece R$ 82/82,00 para a compras de lotes. No picado, os preços chegam a R$ 85,00. Mas, a maioria dos vendedores está também capitalizado e prefere esperar. Sabem da escassez do produto e da perspectiva de alta do milho no primeiro semestre de 2021, o que torna mais difícil a compra”, comenta.
AlgodãoAgrolink · A mato-grossense do agronegócio Scheffer emitiu seu segundo CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) no mercado financeiro, desta vez no valor de R$ 200 milhões. A empresa – uma das maiores produtoras de grãos e fibra do Brasil conseguiu atrair R$ 899 milhões em ofertas, sob a coordenação pela XP Investimentos, BB Investimentos e securitizadora ISEC.
SojaAgrolink · Os futuros da soja em Chicago subiram pela segunda sessão consecutiva nesta terça-feira, recuperando a maior parte das perdas sofridas durante a liquidação da última sexta-feira, segundo o que afirmou a TF Agroeconômica. “Os contratos da CBOT ganharam cerca de 2% ou 26,75 cents/bushel em todas as áreas graças aos relatórios da demanda chinesa por soja nos EUA, bem como às compras de milho de 1,36 milhões de toneladas relatadas pelo USDA, que elevaram os futuros do milho cerca de 3%”, comenta.
SojaAgrolink · Os importadores chineses compraram safras velha norte-americana de2020/21 e safra nova 2021/22 nesta segunda-feira e continuaram a mostrar interesse nas novas safras americanas na terça-feira, de acordo com o que afirmou a TF Agroeconômica. “Mas em termos de safras em linha, foi o milho que surpreendeu, com mais de 20 carregamentos vendidos a compradores chineses na segunda-feira", comenta a consultoria.
SojaAgrolink · Os preços da soja voltaram a cair no interior do estado do Rio Grande do Sul, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com o preço mais alto do país as indústrias não estão conseguindo repassar mais custo para o farelo de soja. E os preços do óleo de soja já estão recuando. Com o dólar em baixa, após a volta do feriado em São Paulo, pressionaram os preços por novas quedas no mercado interno”, comenta.
Agrolink · Os preços do açúcar cristal voltaram a subir no mercado spot do estado de São Paulo. De acordo com pesquisadores do Cepea, nesta atual entressafra 2020/21, agentes de usinas paulistas estão mais firmes nos preços e muitos restringem o volume ofertado no spot.
Cana-de-açúcarAgrolink · Os preços do etanol hidratado subiram na semana passada no mercado spot do estado de São Paulo – esta foi a quinta elevação seguida. De 18 a 22 de janeiro, o Indicador CEPEA/ESALQ para o hidratado fechou em R$ 2,1081/litro, avanço de 1,66% frente ao da semana anterior.
TomateAgrolink · Entre 18 e 22 de janeiro, o preço do tomate salada longa vida 3A, caixa de 18-20 kg, fechou a R$ 59,00 (-31,21%) na Ceagesp, a R$ 74,64 (-20,38%) em Campinas (SP), a R$ 57,10 (-33,34%) no Rio de Janeiro (RJ) e a R$ 57,81 (-22,31%) em Belo Horizonte (MG).
AlgodãoAgrolink · De acordo com a Consultoria TF Agroeconômica, a cotação do petróleo tende a “se acomodar em níveis mais baixos do que já esteve”. Isso é de fundamental importância porque influi diretamente nos preços para a compra de produtos nitrogenados, que são a base de fertilizantes como amônia e seus derivados, a ureia e o ácido nítrico.
TrigoAgrolink · Os preços do trigo seguem em alta no mercado brasileiro. Segundo pesquisadores do Cepea, a sustentação vem da baixa disponibilidade doméstica e do maior interesse – ainda que pontual – de compradores. Além disso, a valorização do dólar também influencia as cotações do cereal, à medida que encarece as importações.
TrigoAgrolink · A semana do trigo no Rio Grande do Sul começa com negócios de trigo a R$ 1.500,00 CIF Passo Fundo, estabelecendo um novo patamar para o mercado, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Já os trigos importados (que já estão chegando a Rio Grande, mas não se sabe quando os câmbios foram fechados) subindo para níveis acima de R$ 1.700,00/t. Moinhos aparentemente abastecidos até meados de março, mas precisam começar a comprar em fevereiro. Há uma disputa clara entre vendedores e compradores atualmente: os vendedores estão aparentemente capitalizados e sentados sobre os lotes, querendo preços maiores”, comenta.
MilhoAgrolink · Os preços mistos no mercado internacional, com Brasil de estável para mais fraco, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nos mercados à vista, as ofertas para embarque em março nos EUA permaneceram estáveis em 85 c/bu sobre os futuros de março para o mês inteiro, com demanda limitada observada”, comenta.
MilhoAgrolink · No Rio Grande do Sul, os vendedores estão ausentes ou pedindo R$ 90,00 e os compradores à espreita de ofertas menores, segundo o que afirma a TF Agroeconômica. “Apesar de ter saído um negócio a R$ 84,00 FOB na Serra na semana passada, a maioria dos compradores ainda oferece R$ 82/82,00 para a compras de lotes. No picado, os preços chegam a R$ 85,00”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado à vista, a atividade do CFR China foi fraca, já que as margens de esmagamento permaneceram estreitas devido à forte recuperação dos futuros de soja da Bolsa de Chicago (CBOT), segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços dos trituradores verificaram os embarques do quarto trimestre de soja dos Estados Unidos da PNW e o embarque do primeiro trimestre do Golfo, mas nenhum negócio foi relatado”, comenta.
SojaAgrolink · Os futuros da soja subiram mais de 2,5% nesta segunda-feira na Bolsa de Chicago, por compras de oportunidades, após quedas nas últimas sessões (8%, 45 U$S/tn.), segundo informações da TF Agroeconômica. “As vendas maciças de Fundos de hedge enfraqueceram as cotações na sexta-feira, principalmente por causa das melhorias climáticas que se formaram na América do Sul”, comenta.
SojaAgrolink · Mesmo com Chicago subindo nesta segunda-feira as indústrias não estão conseguindo repassar mais custo para o farelo de soja, cujo preço no estado é recorde nacional, informou a TF Agroeconômica. Nesse cenário, os preços do óleo de soja já estão recuando.
CaféMelão Martini - Café · O dólar à vista fechou a R$ 5,5089, em alta de 0,55%. Com o feriado do aniversário da cidade de São Paulo nesta segunda, a Bolsa brasileira, a B3, não funcionou e não houve cotações do mercado futuro. O fechamento do dólar à vista teve como base a segunda coleta da taxa Ptax, taxa de câmbio que serve de referência para as cotações da moeda americana, feita pelo Banco Central. No entanto, a moeda não subiu apenas no Brasil. O dólar opera em alta quase que generalizada no exterior, subindo forte em alguns emergentes, como o México, em alta de 1,21% e África do Sul, de 0,89%. O índice DXY, que mede a moeda americana ante seis divisas fortes, como euro e libra, avançou em torno 0,21%. O mercado acionário internacional também registra queda generalizada.
AvesAgrolink · Mesmo com o início da segunda quinzena de janeiro, as vendas de ovos comerciais estiveram em bom ritmo nos últimos dias, de acordo com informações coletadas pelo Cepea. A procura pelo produto tem sido favorecida pelo alto preço das principais carnes consumidas pelo brasileiro, bovina, suína e de frango, que podem fazer o consumidor optar por alternativas mais “em conta”.

