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Analise

INFOCAFÉ

Infocafé de 11/01/22

O dólar fechou em queda de 1,67%, cotado a R$ 5,5790, nesta terça-feira (11), após o mercado digerir dados da inflação mais fortes do que o esperado, pesando seu potencial impacto sobre a atratividade da moeda brasileira contra o custo à atividade econômica e analisar a fala do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA). Na cena doméstica, o IBGE divulgou a inflação oficial de 2021. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – a inflação oficial do Brasil – fechou 2021 em 10,06%. É a maior taxa acumulada no ano desde 2015, quando foi de 10,67%. Em dezembro, o IPCA desacelerou para 0,73%, após ter registrado taxa de 0,95% em novembro. Analistas do mercado financeiro tinham a previsão de inflação para 2021 de 9,99%, segundo último boletim Focus. Já a previsão para o ano de 2022 continuou em 5,03%, acima do teto do sistema de metas para o ano (5%).

INFOCAFÉ

Infocafé de 10/01/22

O dólar fechou em alta de 0,74, cotado a R$ 5,6740, nesta segunda-feira (10), em sessão marcada por temores internacionais sobre aumentos de juros nos Estados Unidos e infecções crescentes por Covid-19, além da projeção de maior aperto monetário no Brasil e crescimento mais fraco em 2022. No radar os investidores permaneceram a expectativa de aumento de juros já em março nos Estados Unidos e preocupações com infecções crescentes por Covid-19, enquanto, no Brasil, investidores monitoraram as perspectivas da saúde das contas públicas e a piora das expectativas para a economia em 2022. No exterior, o Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou que movimentos mais rápidos do que o esperado pelo Federal Reserve na política monetária dos EUA podem afetar economias emergentes e provocar saídas de capital e depreciação cambial no exterior. O potencial enxugamento de liquidez pelo BC norte-americano representa um desafio adicional para a classe de ativos emergentes (da qual faz parte o real), que costuma sofrer em situações assim devido ao risco de fuga de capital para os EUA, onde a rentabilidade dos títulos ficaria maior com a alta de juros, pano de fundo de daria suporte ao dólar. Fonte: G1.