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Analise

CHICAGO

Análise do mercado do milho

As cotações do milho, que igualmente iniciaram a semana em níveis bastante baixos para os seus últimos padrões, se elevaram fortemente após o anúncio dos relatórios do USDA no dia 30/06. No fechamento deste dia, o bushel, para o primeiro mês cotado, saltou para US$ 7,20, rompendo novamente o teto dos sete dólares, algo que não ocorria desde o dia 14 de maio passado. O fechamento da quinta-feira (01/07) acabou ficando em US$ 7,19/bushel, contra US$ 6,53 uma semana antes. Os relatórios do USDA foram os alavancadores desta alta já que a área efetivamente semeada com o cereal, na atual safra estadunidense, subiu apenas 2% sobre a do ano passado, ficando em 37,5 milhões de hectares. Ao mesmo tempo, os estoques finais, na posição 1º de junho, recuaram 18% sobre a mesma data do ano passado, ficando em 102,95 milhões de toneladas.

INFOCAFÉ

Infocafé de 01/07/21

Devido ao frio nas regiões produtoras, o mercado teve um dia muito nervoso, com grandes oscilações. A posição setembro operou entre a máxima de +4,90 pontos e mínima de -5,65 fechando com baixa de -3,35 pts. A moeda norte-americana subiu 1,45%, cotada a R$ 5,0448. Na cena política, a CPI da Covid ouviu nesta quinta-feira Luiz Paulo Dominguetti, representante da empresa Davati Medical Supply que afirma ter recebido pedido de propina de um diretor do Ministério da Saúde em troca de um contrato de fornecimento de vacinas. Na agenda de indicadores, a FGV mostrou que o Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 4,3 pontos em junho, para 98,8 pontos, o maior nível desde dezembro de 2013. O Ministério da Economia divulgou que a economia brasileira gerou 280.666 empregos com carteira assinada em maio. O número representa aceleração em relação a março de abril, quando foram abertas, respectivamente, 176.981 e 116.423 vagas formais.