Bula Adage 350 FS

acessos
Thiamethoxam
6211
Syngenta

Composição

Thiamethoxam 350 g/kg Neonicotinoide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada para Tratamento de Sementes (FS)
Sistêmico, Tratamento de sementes
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do algodoeiro
(Eutinobothrus brasiliensis)
400 a 600 mL p.c./100 kg de sementes 500 a 800 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
400 a 600 mL p.c./100 kg de sementes 500 a 800 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Tripes
(Frankliniella schultzei)
400 a 600 mL p.c./100 kg de sementes 500 a 800 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
150 a 200 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicheira da raiz do arroz
(Oryzophagus oryzae)
300 a 400 mL p.c./100 kg de sementes 1,5 L/100 kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Broca do colo
(Elasmopalpus lignosellus)
300 a 400 mL p.c./100 kg de sementes 1,5 L/100 kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
200 a 400 mL p.c./100 kg de sementes 1,5 L/100 kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Cupim
(Procornitermes triacifer)
200 a 400 mL p.c./100 kg de sementes 1,5 L/100 kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Pulgão da raiz
(Rhopalosiphum rufiabdominale)
50 a 100 mL p.c./100 kg de sementes 1,5 L/100 kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
70 a 150 mL p.c./100 kg de sementes 300 a 500 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 a 300 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
200 a 300 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
800 a 1000 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colo
(Elasmopalpus lignosellus)
80 mL p.c. / 60.000 sementes 500 a 800 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Cigarrinha das pastagens
(Deois flavopicta)
80 mL p.c. / 60.000 sementes 500 a 800 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Cigarrinha do milho
(Dalbulus maidis)
80 mL p.c. / 60.000 sementes 500 a 800 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Coró-da-soja
(Liogenys fuscus)
120 mL p.c. / 60.000 sementes 500 a 800 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Percevejo barriga verde
(Dichelops furcatus)
120 mL p.c. / 60.000 sementes 500 a 800 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Cornitermes cumulans)
100 a 300 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colo
(Elasmopalpus lignosellus)
200 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Cupim
(Procornitermes triacifer)
100 a 200 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 a 300 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Tamanduá da soja
(Sternechus subsignatus)
200 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Torrãozinho
(Aracanthus mourei)
50 a 70 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
300 a 500 mL p.c./100 kg de sementes 300 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
100 a 150 mL de calda/100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
50 a 70 mL p.c./100 kg de sementes 500 mL de água/100 Kg de sementes - Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes

0,1; 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2; 5; 10; 15; 20; 25; 100; 180; 200; 220; 420; 500; 600; 750; 1000; 5000; 20000 L

INSTRUÇÕES DE USO:

ADAGE 350 FS aplicado sobre sementes é prontamente absorvido e se distribui rapidamente pelos tecidos da planta, após a germinação, conferindo proteção prolongada contra o ataque de pragas.
ADAGE 350 FS usado em tratamento de sementes controla as seguintes pragas nas culturas e doses abaixo:

Obs.: * Dose de produto comercial por 100 kg de sementes.
** Utilizar a dose maior em caso de maior infestação. Considerar 100 kg de sementes/ha.

“ADAGE 350 FS além do controle de pragas, por apresentar efeito bioativador, pode melhorar o desenvolvimento das plantas, como a velocidade de emergência, sistema radicular e parte aérea, o que poderá resultar em incremento de produtividade e qualidade do produto final”.

NOTA: No estabelecimento das culturas, arroz, milho, soja e trigo em sistema de plantio direto, sobre palhadas de culturas de inverno (trigo, sorgo, milheto, pastagens, etc) ou sobre restos de entressafra, pode ocorrer a migração de lagartas bem desenvolvidas de diversas espécies (Lagarta Rosca – Agrotis ipsilon, Lagarta-do-Cartucho – Spodoptera spp, Lagarta-Elasmo – Elasmopalpus lignosellus) para a cultura recém-emergida. A exposição das plantas na fase inicial de desenvolvimento a esta alta pressão de ataque, pode comprometer a eficácia do tratamento de sementes. Por isso recomenda-se nesta situação a adoção de táticas integradas de manejo, com base no monitoramento prévio da área e na identificação das lagartas presentes. Caso seja detectada a presença destas lagartas em alta população, recomenda-se fazer respeitar um intervalo de 2 a 3 semanas entre a dessecação dos restos culturais e a semeadura, além de aplicar um inseticida específico, caso seja necessário.


MODO DE APLICAÇÃO:

OBSERVAÇÕES:
Algodão e Amendoim: a dose maior deverá ser usada em regiões onde ocorreu alta infestação de mosca branca, inclusive com presença de mosaico dourado, no plantio imediatamente anterior ao para o qual está se fazendo o tratamento de sementes.
Arroz: é normalmente muito alta a infestação de broca do colo (lagarta-elasmo), em áreas onde se fez queimada de restos culturais ou de pastagens. Por essa razão, não se aconselha o plantio imediato nessas áreas. Recomenda-se fazer, antes do plantio, na preparação do solo, um bom revolvimento do mesmo, para promover um controle cultural da praga. Usar maior dose recomendada, quando houver histórico de ocorrência das pragas.
Para o (pulgão- da- raiz) a dose maior deverá ser usada em regiões onde ocorreu alta infestação das pragas no plantio anterior, ou seja, áreas com histórico de ocorrência das pragas.
Cevada: a dose maior deverá ser usada em regiões onde ocorreu alta infestação das pragas no plantio anterior, ou seja, áreas com histórico de ocorrência das pragas.
Feijão: evite o plantio de feijão junto a lavouras antigas desta cultura ou de soja. Nessas condições, quando da colheita destas áreas, haverá uma grande migração de mosca-branca, tornando inevitável a transmissão da virose para a cultura nova. Recomenda-se plantar novamente nessas áreas, somente após a colheita das lavouras antigas. Usar maior dose recomendada, quando houver histórico de ocorrência das pragas.
Girassol: a dose maior deverá ser utilizada visando à obtenção de maiores períodos de controle (residual).
Milho: a dose maior deverá ser usada em casos de alta infestação, em condições de infestação inicial ou baixa população da praga usar a dose menor.
Pastagem: usar a maior dose recomendada, quando houver histórico de ocorrência da praga.
Soja: a dose maior deverá ser usada em regiões onde ocorreu alta infestação da praga no plantio anterior.
Sorgo: a dose maior deverá ser usada em locais de alta infestação e de plantio direto, pois os percevejos aparecem a partir da emergência das plântulas, aumentando no início do período vegetativo e sua população é muito maior em áreas de plantio direto, pois a cobertura vegetal favorece a manutenção e o estabelecimento desse percevejo.
Trigo: usar maior dose para as variedades suscetíveis ao VNAC.


VOLUMES DE CALDA RECOMENDADOS:
Para o tratamento de sementes de algodão e milho, diluir o produto em 500 -800 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.
Para o tratamento de sementes de amendoim, feijão e soja, diluir o produto em 300 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.
Para o tratamento de sementes de arroz, é necessário 1,5 L de água para tratar 100 kg de sementes e obter uma boa cobertura das sementes.
Para o tratamento de sementes de cevada, diluir o produto em 300-500 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.
Para o tratamento de sementes de girassol, diluir o produto em 300 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.
Para o tratamento de sementes de pastagem, diluir o produto em 500 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.
Para o tratamento de sementes de sorgo, diluir o produto em 300 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.
Para o tratamento de sementes de trigo, diluir o produto em 500 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.

Obs. As inclusões solicitadas estão e cor azul para fácil localização, todas as outras indicações de uso constantes na bula aprovada do ADAGE 350 FS permanecem inalteradas.

PREPARO DA CALDA:
Passo 1 - colocar a quantidade de produto desejada em um recipiente próprio para o preparo da calda;
Passo 2 - colocar parte da água desejada gradativamente, misturando e formando uma pasta homogênea;
Passo 3 - completar com a quantidade de água restante até atingir o volume de calda desejado.
Importante: manter a calda em agitação permanente, para evitar decantação.





EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Utilizar equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes.
Existem máquinas específicas para tratamento de sementes fornecidas pelos seguintes fabricantes:
Momesso (modelos: Amazone Transmix, Arktos, Seed–Mix, etc.), MecMaq (modelos: Turbo, Nypro, Tratec, UTS, UMTS, etc.), Niklas, Gustafson, etc.
Manutenção:
Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.
Operação de tratamento de sementes de soja:
Com equipamentos de tratamento de batelada ou lotes, dos tipos Amazone Transmix, MecMaq Tratec, tambores rotativos, betoneiras e/ou similares:
Passo 1 - colocar um peso de sementes conhecido;
Passo 2 - adicionar o volume de calda desejada para este peso de sementes;
Passo 3 - proceder à agitação/operação do equipamento de forma a obter uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes durante um tempo de 1 a 2 minutos por batelada.

Com equipamentos de tratamento com fluxo contínuo de sementes:
Passo 1 – aferir o fluxo de sementes (peso) em um determinado período de tempo;
Passo 2 – regular o volume de calda desejado para este peso de sementes no mesmo período de tempo.

Importante:
Aferir periodicamente o fluxo de sementes e de calda, a fim de evitar erros na aplicação.
Não tratar as sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras.
A utilização de meios de tratamento de sementes que provoquem uma distribuição incompleta ou desuniforme do produto sobre as sementes pode resultar em níveis indesejados ou falhas no controle de pragas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado devido à modalidade de emprego (tratamento de sementes)

LIMITAÇÕES DE USO:
Na operação de semeadura mecanizada com sementes tratadas, estas apresentam uma redução no fluxo, comparativamente a sementes não tratadas. Para evitar utilizar uma quantidade menor de sementes que a usual e recomendada, deve-se regular a semeadura com as sementes já tratadas. As semeadoras e seus kits de distribuição de sementes devem ser limpos diariamente para evitar o acúmulo de resíduos nas paredes e engrenagens das mesmas. A falta deste tipo de manutenção pode alterar o fluxo de semeadura ou até mesmo provocar o bloqueio do equipamento. A não observância destas indicações pode resultar em baixa população de plantas, falha no plantio, excesso de sementes por metro ou outras irregularidades no plantio. Em função da baixa quantidade do produto, a ser uniformemente distribuída em 100 kg de sementes, recomenda-se cuidados especiais nessa operação.

Outras restrições a serem observadas:
No estabelecimento de lavouras em sistema de plantio direto - cultivo mínimo sobre palhadas (restevas) de culturas de inverno (trigo, aveia, pastagens, etc) é comum a ocorrência do ataque de diversas espécies de lagartas (como por exemplo: Pseudaletia spp. - Lagarta do Trigo / Agrotis spp. - Lagarta rosca / Spodoptera spp. - Lagarta do cartucho, etc) que migram destas restevas (restos culturais) ou de plantas tigüeras (guachas), muitas vezes, em grande quantidade, para as culturas recém-instaladas. Nestes casos, recomenda-se aplicar um inseticida específico para o controle destas lagartas, junto à operação de manejo antes da semeadura da nova cultura. Esta estratégia de dessecação da cultura anterior e das ervas daninhas, deve ser realizada uma semana antes da semeadura, reduzindo as chances de ocorrência do ataque de lagartas grandes na emergência da cultura, pois estas lagartas, pelo porte avantajado, escapam ao controle do tratamento de sementes.

ATENÇÃO: As sementes tratadas com ADAGE 350 FS não devem ser usadas para alimentação humana, animal ou para fins industriais.

As sementes tratadas não devem ficar expostas ao sol.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS, NO QUE SE DIZ RESPEITO A SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃ0 AS INSTRUÇÕES.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃ0 INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- No manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) reconnendados.
- Os equipamentos de protecao individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão hidrorepelente corn CA do Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico, viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO / PREPARAÇÃ0 DA CALDA:

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão hidrorepelente com CA do Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico, viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

- Evite o máxima possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator aplique o produto contra o vento.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão hidrorepelente com CA do Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico, viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize as equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira, avental, botas, macacão, luvas e máscara
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacao hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronôrnico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorrer naturalmente, deite a pessoa de lado. Nunca de nada para beber ou comer a uma pessoa inconsciente.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), levar a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o acidentado para de respirar faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Ern caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

INFORMAÇÕES MÉDICAS — ADAGE 350 FS

Grupo químico: Thiamethoxam, inseticida sistêmico do grupo Neonicotinóide

Classe toxicológica:III - MEDIANAMENTE TÓXICO

Vias de absorção: Oral, inalatória e dérmica.

Toxicocinética: Após a administração oral do thiamethoxam em ratos e camundongos a absorção foi rápida assim como a sua excreção através da urina. Ocorreu ampla distribuição e não houve evidências de bioacumulação. Foram demonstradas diferenças entre espécies quanto ao seu metabolismo e a sua excreção. Os principais processos de metabolização-desmetilação e quebra do anel oxadiazina foram similares, porem taxas relativas destes processos resultaram nas principais diferenças quantitativas dos metabólitos. A excreção do thiamethoxam inalterado foi de 73% na urina dos ratos e de 39% na urina dos camundongos, indicando uma major metabolização da substância nos camundongos em comparação com os ratos. A excreção através das fezes representou em camundongos 19% da dose administrada e somente 5% em ratos.
Após a exposição dérmica do thiamethoxam em ratos e camundongos, a absorção foi baixa (<3% em 48 h ).

Mecanismos de toxicidade: Estudos em camundongos resultaram na diminuição significativa de
litoxicidade colesterol seguido por morte celular -necrose e apoptose- e aumento da replicação celular após o período de 30 dias. 0 principal metabólito causador destas alterações foi identificado como CGA330050: 3 -(2-chloro¬thiazol-5-ylmethy1)41,3,5] oxadiazian-4-ylidene-N-nitroamine. Este metabólito plasmático é significante em camundongos mas não em ratos.

Sintomas e sinais clínicos: Não existem sintomas e sinais de intoxicação humana específicos ao thiamethoxam.

Diagnóstico: Por não existirem sinais de intoxicação humana específicos ao ingrediente ativo, o diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis.

Tratamento: Não existe antídoto específico, aplicar tratamento sintomático em caso de exposição. As medidas gerais de tratamento devem estar orientadas a interromper/suspender a fonte de exposição ao produto, descontaminação, gastrintestinal e proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico.
No caso de ingestão oral, aplicar medidas gerais de suporte. Não induzir vômito.
No caso de contato dérmico, remover a roupa contaminada e lavar bem as partes do corpo afetadas com água e sabão.
No caso de contato com as olhos, lavar com água abundante por alguns minutos e procurar auxílio médico.
No caso de inalação, remover o paciente para local arejado e procurar auxílio médico. Se necessário faca respiração artificial.

Contra-Indicações: Não induzir o vômito.

Sinergismo: Thiamethoxam é um inseticida neonicotinóide que age bloqueando o receptor nicotinico da acetilcolina (nAChR) no sistema nervosa dos insetos. Nos humanos o bloqueio destes receptores é muito baixo, o que explica sua baixa toxicidade em mamíferos. 0 thiamethoxam poderia apresentar efeitos sinérgicos se associado com outros neonicotinóides.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicologica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7044304

MECANISMO DE ABSORÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, METABOLIZAÇÃO E EXCREÇÃ0 (ADME):

Vide quadro de informações médicas.


EFEITOS AGUDOS:
Dados de toxicidade aguda da formulação:
DL50 oral ern ratos > 3.000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos > 4.000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos > 2,83 mg/L ar
Irritação ocular em coelhos: não irritante.
Irritação dérmica em coelhos: não irritante. Sensibilização cutânea: não causou sensibilização.

EFEITOS CRÔNICOS:

Dois estudos de toxicidade de longo prazo e carcinogenicidade foram realizados com ratos e camundongos. Não ocorreu resposta carcinogênica em ratos. Nos camundongos, as resultados dos exames patológicos, associados com os resultados de estudo de mecanismo demostraram que o thiamethoxam não seria carcinogênico para os humanos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

• Este produto é: Perigoso ao Meio Ambiente - Classe III
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aerea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃ0 E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• 0 local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• 0 local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

• Isole e sinalize a area contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃ0 DE CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800-704 4304.
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instrugoes abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. 0 produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste
caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: Retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
• Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando as mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se as seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o contúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem ate 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- lnutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressao:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir as seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de agua para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar as seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziannento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sabre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagenn plastica ou metalica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
0 armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃ0 DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

0 armazenamento da embalagenn vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, ern caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto nao tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias nao podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA IEMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

0 armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e corn piso impermeável, no proprio local
onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃ0 DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃ0 FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou per empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃ0 E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃ0 INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

0 transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não poderá ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO :

(conforme determinações quando do cadastro do produto)

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, Controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

ADAGE 350 FS é classificado como grupo 4 (Neonicotinóides) na classificação de Modo de Ação do IRAC.
Seu sítio de ação é classificado como "Agonista dos receptores de acetilcolina”.