Bula Bulldock 125 SC

acessos
Beta-cyfluthrin
1192
Bayer

Composição

Beta-cyfluthrin 125 g/L Éster piretróide

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão, Ação Residual
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do fruto
(Strymon basalides)
80 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 14 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
10 mL/100 L de água 500 L de calda/ha - - 7 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
80 a 100 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Existem dois níveis de controle em relação ao estádio da cultura: Dos 40 dias após a emergência do algodão até o surgimento da primeira flor: Quando encontrar 1 botão perfurado em 20 examinados (5%). Após o surgimento da primeira flor até os 110 dias após a emergência: Quando encontrar dois botões perfurados em 20 examinados (10%). Fazer a primeira aplicação aos 40 dias após emergência. Caso na amostragem dessa ocasião o nível de controle tenha sido atingido (5%), fazer uma bateria de pulverização, ou seja, 03 aplicações seguidas com intervalos de 5 dias
Curuquerê
(Alabama argillacea)
30 mL/planta 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. O controle deve ser efetuado quando se encontrar 2 lagartas por planta e o nível de desfolha atingir 25%
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
80 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Quando encontrar 2 lagartas pequenas (menores que 10 mm) nas 10 plantas examinadas
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
80 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Existem dois níveis de controle em relação a idade da planta: Lavouras só com flores (com 50 a 70 dias de nascida): Quando encontrar 2 flores atacadas, com lagartas, em 20 flores examinadas. Lavouras com maçãs pequenas (após 70 dias de nascidas): Quando encontrar uma maçã atacada em 20 maçãs pequenas, com 20 mm de largura, verdes e firmes, do ponteiro das 10 plantas amostradas
Percevejo rajado
(Horcias nobilellus)
80 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Iniciar controle quando forem detectados 20% de botões infestados, considerando-se formas jovens e adultas
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
80 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Iniciar o controle quando, em 7 das 10 plantas examinadas as folhas estiverem começando a se deformar e existem pulgões vivos. É importante o controle até 50 dias após o nascimento das plantas
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
10 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - - 14 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do pescoço vermelho
(Stegasta bosquella)
40 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
40 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicheira da raiz do arroz
(Oryzophagus oryzae)
50 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 20 dias. Fazer aplicação no início da irrigação permanente
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
30 mL p.c./ha 200 L p.c./ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 20 dias. Aplicar logo após o aparecimento da praga
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
100 mL p.c./ha 500 L de calda/ha 1000 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
10 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - - 7 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
30 a 40 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 14 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
10 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - - 14 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
10 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - - 4 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
50 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 14 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
50 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 14 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Vaquinha
(Cerotoma arcuata tingomariana)
50 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 14 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
60 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - Uso não alimentar. Aplicação na base da planta logo após o transplante da muda
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mandarová
(Erinnyis ello)
50 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - - 14 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
40 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 20 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
20 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 20 dias. Iniciar a aplicação quando forem encontradas 40 lagartas grandes por amostragem (2 m lineares da cultura)
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
20 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 20 dias. Iniciar a aplicação quando forem encontradas 40 lagartas grandes por amostragem (2 m lineares da cultura)
Percevejo verde
(Nezara viridula)
60 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 20 dias. Iniciar a aplicação quando forem encontrados 4 percevejos grandes
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
10 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - - 4 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
10 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - - 4 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
10 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - - 4 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
10 mL p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - - 4 dias. Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
40 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 20 dias. Iniciar o controle nos focos de infestação quando ainda existirem folhas verdes
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
40 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 20 dias. Da fase de emergência ao afilhamento: controlar quando encontrar em média 10% de plantas com pulgões. Da fase de alongamento ao emborrachamento: quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva: quando a população média atingir 10 pulgões por espiga
Pulgão das folhas
(Metopolophium dirhodum)
40 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 20 dias. Da fase de emergência ao afilhamento: controlar quando encontrar em média 10% de plantas com pulgões. Da fase de alongamento ao emborrachamento: quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva: quando a população média atingir 10 pulgões por espiga
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
40 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 20 dias. Da fase de emergência ao afilhamento: controlar quando encontrar em média 10% de plantas com pulgões. Da fase de alongamento ao emborrachamento: quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva: quando a população média atingir 10 pulgões por espiga

Embalagens de plástico: 100, 250, 500 ml e 1 L.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: OBS: Como o produto é usado em baixas doses, é necessário fazer uma pré-mistura antes de colocá-lo no pulverizador, visando maior homogeneização da calda. Também deve-se lavar o medidor/embalagem e verter a calda no tanque do pulverizador, evitando-se desta forma a sub-dose. O produto deve ser aplicado com equipamentos terrestres, (pulverizador costal manual, motorizado ou tratorizado) e por aeronaves. As gotas devem ter de 100 a 200 micras de diâmetro e densidade de 20 a 30 gotas/cm2. Quando se emprega pulverizadores de barra, recomenda-se usar bicos cônicos D2 ou D3; pressão de 80 a 100 lb/pol2 e 200 a 300 l de calda por hectare. No caso de aeronaves, usar micronair ou barra, altura de vôo de 3 a 4 m, com volume de calda de 10 a 20 l/ha para micronair e 20 a 30 para barra, largura da faixa de deposição de 18 m, vento calmo ou inferior a 8 km/h, umidade relativa do ar maior que 70% e temperatura menor que 300 C. Na cultura de batata, couve e tomate deve ser usado 500-1000 l de calda por hectare e nas culturas de alface, alho, berinjela, cebola 500 l de calda/ha. Para as culturas de alho, cebola, café e couve recomendamos adicionar espalhante adesivo não iônico à calda, observando a dose prescrita pelo fabricante do mesmo.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO: Pulgão: Iniciar o controle quando, em 7 das 10 plantas examinadas as folhas estiverem começando a se deformar e existem pulgões vivos. É importante o controle até 50 dias após o nascimento das plantas. Curuquerê: O controle deve ser efetuado quando se encontrar 2 lagartas por planta e o nível de desfolha atingir 25%. Lagarta-da-maçã: Quando encontrar 2 lagartas pequenas (menores que 10 mm) nas 10 plantas examinadas Percevejo rajado. Iniciar controle quando forem detectados 20% de botões infestados, considerando-se formas jovens e adultas. Lagarta rosada: Existem dois níveis de controle em relação a idade da planta: Lavouras só com flores (com 50 a 70 dias de nascida): Quando encontrar 2 flores atacadas, com lagartas, em 20 flores examinadas. Lavouras com maçãs pequenas (após 70 dias de nascidas): Quando encontrar uma maçã atacada em 20 maçãs pequenas, com 20 mm de largura, verdes e firmes, do ponteiro das 10 plantas amostradas. Bicudo: Existem dois níveis de controle em relação ao estádio da cultura: Dos 40 dias após a emergência do algodão até o surgimento da primeira flor: Quando encontrar 1 botão perfurado em 20 examinados (5%). Após o surgimento da primeira flor até os 110 dias após a emergência: Quando encontrar dois botões perfurados em 20 examinados (10%). Fazer a primeira aplicação aos 40 dias após emergência. Caso na amostragem dessa ocasião o nível de controle tenha sido atingido (5%), fazer uma bateria de pulverização, ou seja, 03 aplicações seguidas com intervalos de 5 dias.

ARROZ: Para controle da bicheira da raiz, fazer aplicação no início da irrigação permanente, utilizando 200 l de calda/ha. Para o controle da lagarta aplicar logo após o aparecimento da praga.

FUMO - Aplicação na base da planta logo após o transplante da muda.

ABACAXI, ALFACE, ALHO, AMENDOIM, BATATA, BERINJELA, CAFÉ, CEBOLA, COUVE, FEIJÃO, MANDIOCA, MILHO E TOMATE: Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas e repeti-las, caso seja necessário.

SOJA: Iniciar a aplicação quando forem encontradas 40 lagartas grandes por amostragem (2 m lineares da cultura) ou 4 percevejos grandes. Em lavouras destinadas à produção de sementes, aplicar quando encontrar 2 percevejos grandes por amostra.

TRIGO: Pulgões: Da fase de emergência ao afilhamento: controlar quando encontrar em média 10% de plantas com pulgões. Da fase de alongamento ao emborrachamento: quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva: quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Lagarta: iniciar o controle nos focos de infestação quando ainda existirem folhas verdes.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Proibidos os tratamentos nas culturas de arroz, milho, soja e trigo a partir de 20 dias; abacaxi, alho, amendoim, batata, cebola, feijão, mandioca e café a partir de 14 dias; alface, algodão, berinjela a partir de 7 dias; couve e tomate a partir de 4 dias que antecedem a colheita.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Até 48 horas após a aplicação, usar macacão com mangas compridas, luvas e botas para reentrar nas lavouras tratadas.

LIMITAÇÕES DE USO: Além dos intervalos de segurança e reentrada, não há outras restrições.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO À PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTO E TRATAMENTO:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRECAUÇÕES GERAIS:

Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.

Não utilize equipamentos com vazamentos.

Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.

Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.


PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:

Use protetor ocular.

Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

Use luvas de borracha.

Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

Use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga e botas.


PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.

Não aplique o produto contra o vento.

Se a pulverização produzir neblina, use avental impermeável e protetor cobrindo o nariz e a boca.

Use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga, luvas e botas.

Não reutilize a embalagem vazia.

Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.

Tome banho, troque e lave as suas roupas.

No descarte de embalagens use macacão de mangas compridas, luvas e botas.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

Não reutilize a embalagem vazia.

Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.

Tome banho, troque e lave as suas roupas.

No descarte de embalagens use macacão de mangas compridas, luvas e botas.


PRIMEIROS SOCORROS:

INGESTÃO: Provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

OLHOS: Lave com água em abundância e, se houver irritação, procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

PELE: Lave com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

INALAÇÃO: Procure local arejado. Se houver sinais de intoxicação, procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.


TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA/ANTIDOTO:
Não específico – Tratamento sintomático.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Não se dispõe de dados referentes ao ser humano. Em ratos, 98% do produto é eliminado via fezes e urina em 2 dias. A urina é a principal via de excreção.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
O produto formulado apresenta dose letal oral aguda (DL50) para rato macho igual a 941 mg/kg e dérmica maior que 5000 mg/kg, sendo portanto enquadrado na Classe Toxicológica II.
O nível sem efeito tóxico foi de 125 ppm no ensaio crônico em ratos.

EFEITOS COLATERAIS:
Não existem informações sobre efeitos colaterais específicos para o ser humano.

TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (0XX21) 2761-4023
CENTRO DE INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS: 0800-410148 (PR)

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO A MBIENTE:

Este produto é: ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I)
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes e outros organismos aquáticos.
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto NÃO DEVE ser aplicado em áreas sujeitas a inundações.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxico em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER CROPSCIENCE LTDA. telefone de emergência: 0800-243334.
Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou arreia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s -Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens sacarias vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de insetos (controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

O inseticida BULLDOCK 125 SC contém o ingrediente ativo beta-ciflutrina, pertencente ao grupo químico dos piretroides, classificado pelo IRAC no grupo 3A na classificação do mecanismo de ação de inseticidas. Para as culturas que normalmente exigem um número elevado de aplicações durante o ciclo vegetativo, tecnicamente é recomendada a rotação com inseticidas de grupos químicos e mecanismos de ação diferente, visando prolongar a vida útil dos inseticidas e retardar o aparecimento de pragas resistentes. Qualquer agente de controle de pragas poderá ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Pode-se prolongar a vida útil dos produtos, implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência aos inseticidas (MRI):
a) Qualquer produto para controle de inseto pertencente à mesma classe ou mecanismo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
b) Utilizar somente as doses recomendadas na bula;
c) Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência de inseticidas (MRI). Para informações adicionais sobre resistência de insetos, mecanismos de ação e monitoramento de resistência, visite o site do IRAC (Insecticide Resistance Action Committee), http://www.iracbr.org.br.