Bula Bulldock 125 SC

acessos
Beta-Ciflutrina
1192
Bayer

Composição

Beta-ciflutrina 125 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão, Ação Residual

Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do fruto
(Strymon basalides)
80 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 15 dias 14 dias Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas e repeti-las até o fechamento das últimas flores, caso seja necessário. O período crítico para o controle é quando a inflorescência aparecer na roseta foliar da planta (normalmente 45 dias após a indução floral)
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
10 mL p.c./100L água 500 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalos de 7 dias 7 dias Iniciar a aplicação após o transplante, logo após o aparecimento das pragas, quando observar os primeiros sinais de ataque. Deve-se pulverizar de preferencia a tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
80 a 100 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, de acordo com o monitoramento, ao atingir o nível de controle 7 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando na amostragem pela coleta de botões do terço superior da planta, quando atingir o nível de até 5% dos botões atacados
Curuquerê
(Alabama argillacea)
30 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, de acordo com o monitoramento 7 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 2 lagartas/m ou 10% de desfolha. O controle deve ser efetuado quando se encontrar 2 lagartas por planta e o nível de desfolha atingir 25 %
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
80 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, de acordo com o monitoramento, ao atingir o nível de controle 7 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, quando houver 6 a 8% de plantas infestadas
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
80 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalos de 5 dias 7 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 3 a 5% de maçãs firmes com sintomas de ataque. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura
Percevejo rajado
(Horcias nobilellus)
80 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, de acordo com o monitoramento 7 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando forem detectados 20 % de botões infestados, considerando a presença de ninfas e adultos
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
80 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações, de acordo com o monitoramento 7 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando, em 70% das plantas examinadas em variedades tolerantes e 10% em plantas suscetíveis à viroses, as folhas estiverem começando a se deformar, com presença de fumagina e existirem pulgões
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
10 mL p.c./100L água 500 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7 dias. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do inseticida Bulldock 14 dias Iniciar as aplicações logo no início do aparecimento das primeiras formas da praga nas bainhas das folhas antes da bulbificação. Direcionar a aplicação para a inserção das folhas (bainha), local aonde se encontra a praga abrigada. Assegurar que o produto tenha boa cobertura e penetração em todas as partes da planta. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do pescoço vermelho
(Stegasta bosquella)
40 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7 dias. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do inseticida Bulldock 14 dias Iniciar as aplicações logo no início do aparecimento das primeiras formas da praga
Tripes do bronzeamento
(Enneothrips flavens)
40 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalos de 7 dias. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do inseticida Bulldock 14 dias Iniciar as aplicações logo no início do aparecimento das primeiras formas da praga
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicheira da raiz do arroz
(Oryzophagus oryzae)
50 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 14 dias 20 dias Realizar a aplicação no início da irrigação permanente. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
30 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 14 dias 20 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
100 mL p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 7 dias. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente do inseticida Bulldock 14 dias Aplicar no início da infestação praga em todas as partes das plantas
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
10 mL p.c./100L água 500 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 7 dias. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente do inseticida Bulldock 7 dias Iniciar a aplicação após o transplante, logo após o aparecimento das pragas, quando observar os primeiros sinais de ataque. Deve-se pulverizar de preferencia a tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
30 a 40 mL p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 14 dias 14 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, com no máximo 3% de folhas atacadas com larvas vivas. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. Assegurar que o produto tenha boa cobertura e penetração em todas as partes da planta. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
10 mL p.c./100L água 500 L calda/ha (Jato Dirigido) - Realizar no máximo 3 aplicações, com intervalo de 7 dias. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do inseticida Bulldock 14 dias Iniciar as aplicações logo no início do aparecimento das primeiras formas da praga nas bainhas das folhas antes da bulbificação. Direcionar a aplicação para a inserção das folhas (bainha), local aonde se encontra a praga abrigada. Assegurar que o produto tenha boa cobertura e penetração em todas as partes da planta. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Psilideo
(Diaphorina citri)
50 a 100 mL p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 14 dias 21 dias Realizar monitoramento periodicamente e aplicar quando forem observados os primeiros insetos adultos ou ninfas nos ramos e brotações das plantas nos pomares inspecionadas. Utilizar a maior dose em caso de maior infestação. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
10 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações, com intervalo de 7 dias. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente do inseticida Bulldock 4 dias Iniciar a aplicação logo após o aparecimento das pragas, quando observar os primeiros sinais de ataque. Assegurar que o produto tenha boa cobertura e penetração em todas as partes da planta. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
50 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 14 dias 14 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
50 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 14 dias 14 dias Realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens, ou a partir de 7-10 dias após a emergência da cultura com a presença da praga. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura
Vaquinha
(Cerotoma arcuata tingomariana)
50 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 14 dias 14 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando forem encontrados 20 insetos/pano ou 2m de linha, até o período de a formação de vagens. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
60 mL p.c./ha 200 a 300 L calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única Uso não alimentar Iniciar a aplicação após o transplante, logo após o aparecimento das pragas, quando observar os primeiros sinais de ataque. Deve-se pulverizar de preferencia a tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente do inseticida Bulldock
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mandarová
(Erinnyis ello)
50 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 15 dias 14 dias Iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga quando observar os primeiros sinais de ataque. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente do Bulldock
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
40 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de 15 dias 20 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, de acordo com o nível de controle, antes das lagartas penetrarem no cartucho, com 20% de plantas com folhas raspadas pela praga e com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (do 1º ao 3º instares). O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
20 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 18 dias 20 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 20 lagartas por amostragem ou 30% de danos nas folhas no estágio vegetativo e 15% de danos no estágio reprodutivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
20 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 18 dias 20 dias Iniciar aRealizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 20 lagartas por amostragem ou 30% de danos nas folhas no estágio vegetativo e 15% de danos no estágio reprodutivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura
Percevejo verde
(Nezara viridula)
60 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 18 dias 20 dias Realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando forem encontrados 2 percevejos grandes (a partir de 3º instar) por amostragem. Em lavouras destinadas a produção de sementes, aplicar quando forem encontrados 1 percevejo grande por amostragem. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
10 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 7 dias 4 dias Realizar o monitoramento sistemático das plantas e iniciar a aplicação quando forem observados os primeiros ovos de Broca pequena na superfície dos frutos ou logo após o aparecimento das demais pragas quando observar os primeiros sinais de ataque. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente do inseticida Bulldock
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
10 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 7 dias 4 dias Realizar o monitoramento sistemático das plantas e iniciar a aplicação quando forem observados os primeiros ovos de Broca pequena na superfície dos frutos ou logo após o aparecimento das demais pragas quando observar os primeiros sinais de ataque. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente do inseticida Bulldock
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
10 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 7 dias 4 dias Realizar o monitoramento sistemático das plantas e iniciar a aplicação quando forem observados os primeiros ovos de Broca pequena na superfície dos frutos ou logo após o aparecimento das demais pragas quando observar os primeiros sinais de ataque. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente do inseticida Bulldock
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
10 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 7 dias 4 dias Realizar o monitoramento sistemático das plantas e iniciar a aplicação quando forem observados os primeiros ovos de Broca pequena na superfície dos frutos ou logo após o aparecimento das demais pragas quando observar os primeiros sinais de ataque. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente do inseticida Bulldock
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
40 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 14 dias 20 dias Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, nos focos de infestação quando ainda existirem folhas verdes. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
40 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 14 dias 20 dias Realizar o monitoramento na fase de emergência ao afilhamento, iniciando a aplicação quando encontrar em média 10 % de plantas com pulgões. Na fase de alongamento ao emborrachamento, iniciar a aplicação quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva, iniciar a aplicação quando a população media atingir 10 pulgões por espiga. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura
Pulgão das folhas
(Metopolophium dirhodum)
40 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 14 dias 20 dias Realizar o monitoramento na fase de emergência ao afilhamento, iniciando a aplicação quando encontrar em média 10 % de plantas com pulgões. Na fase de alongamento ao emborrachamento, iniciar a aplicação quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva, iniciar a aplicação quando a população media atingir 10 pulgões por espiga. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
40 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de 14 dias 20 dias Realizar o monitoramento na fase de emergência ao afilhamento, iniciando a aplicação quando encontrar em média 10 % de plantas com pulgões. Na fase de alongamento ao emborrachamento, iniciar a aplicação quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva, iniciar a aplicação quando a população media atingir 10 pulgões por espiga. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura

Embalagens de plástico: 100, 250, 500 ml e 1 L.

MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo de Calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto; O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do BULLDOCK 125 SC deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade; em seguida é necessário que se faça uma pré-diluição do BULLDOCK 125 SC em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para cada cultivo do BULLDOCK 125 SC em 5 a 10 litros de água agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea. Também deve-se lavar o medidor e/ou embalagem e verter a calda no tanque do pulverizador, evitando-se desta forma a sub-dose. Após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Equipamento de Aplicação:
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Equipamento estacionário manual (pistola): Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola de evitando a concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Pulverizadores de Barra: Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estagio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Hidropneumáticos (Turbo-atomizadores): Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Aplicação Aérea:
Pode ser realizada nas culturas de algodão, arroz, milho, soja e trigo. Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 20-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
- Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
- Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação. - Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
- Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda: 20 – 40 Litros por hectare
Tamanho de gotas: Média – Grossa
Cobertura mínima: 40 gotas/cm²
Altura de voo: 3 metros
Faixa de aplicação: 15 – 18 metros
Distribuição das pontas: 65%
Condições climáticas para pulverização:
Temperatura: menor que 30°C
Umidade do ar: maior que 55%
Velocidade do vento: entre 3 e 10km/h
Recomendações gerais para evitar deriva:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
- Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
- Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
- O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Ventos:
- A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
- Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação. Inversão térmica:
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao por do sol e frequentemente continuam ate a manha seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. Não permitir que ocorra deriva da calda aplicada ou que atinja as plantas daninhas em floração, cercas vivas ou culturas em floração nas proximidades da área a ser tratada.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO À PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTO E TRATAMENTO:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRECAUÇÕES GERAIS:

Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.

Não utilize equipamentos com vazamentos.

Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.

Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.


PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:

Use protetor ocular.

Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

Use luvas de borracha.

Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.

Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

Use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga e botas.


PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.

Não aplique o produto contra o vento.

Se a pulverização produzir neblina, use avental impermeável e protetor cobrindo o nariz e a boca.

Use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga, luvas e botas.

Não reutilize a embalagem vazia.

Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.

Tome banho, troque e lave as suas roupas.

No descarte de embalagens use macacão de mangas compridas, luvas e botas.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

Não reutilize a embalagem vazia.

Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.

Tome banho, troque e lave as suas roupas.

No descarte de embalagens use macacão de mangas compridas, luvas e botas.


PRIMEIROS SOCORROS:

INGESTÃO: Provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

OLHOS: Lave com água em abundância e, se houver irritação, procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

PELE: Lave com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

INALAÇÃO: Procure local arejado. Se houver sinais de intoxicação, procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.


TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA/ANTIDOTO:
Não específico – Tratamento sintomático.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Não se dispõe de dados referentes ao ser humano. Em ratos, 98% do produto é eliminado via fezes e urina em 2 dias. A urina é a principal via de excreção.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
O produto formulado apresenta dose letal oral aguda (DL50) para rato macho igual a 941 mg/kg e dérmica maior que 5000 mg/kg, sendo portanto enquadrado na Classe Toxicológica II.
O nível sem efeito tóxico foi de 125 ppm no ensaio crônico em ratos.

EFEITOS COLATERAIS:
Não existem informações sobre efeitos colaterais específicos para o ser humano.

TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (0XX21) 2761-4023
CENTRO DE INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS: 0800-410148 (PR)

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO A MBIENTE:

Este produto é:

( X ) ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I).

Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes e outros organismos aquáticos.
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto NÃO DEVE ser aplicado em áreas sujeitas a inundações.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxico em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER CROPSCIENCE LTDA. telefone de emergência: 0800-243334.
Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou arreia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s -Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens sacarias vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de insetos (controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida BULLDOCK 125 SC pertence ao grupo 3A (Moduladores dos canais de sódio - Piretróides), Beta-ciflutrina, e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do BULLDOCK 125 SC como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar BULLDOCK 125 SC ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de BULLDOCK 125 SC podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do BULLDOCK 125 SC, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Piretróides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do BULLDOCK 125 SC ou outros produtos do Grupo 3A (Piretróides) quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).