Bula Calypso - Bayer

Bula Calypso

acessos
Thiacloprid
1800
Bayer

Composição

Tiacloprido 480 g/L Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Neonicotinóide

Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
20 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 5 dias. Quando identificada na cultura
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
20 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 5 dias. Quando identificada na cultura
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 28 dias. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
400 a 600 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 28 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando, em 70% das plantas examinadas em variedades tolerantes e 10% em plantas suscetíveis à viroses, as folhas estiverem começando a se deformar, presença de fumagina e existirem pulgões
Tripes
(Frankliniella schultzei)
100 a 200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 28 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando forem encontrados 6 insetos/plantas e antes do engruvinhamento das folhas
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
20 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 21 dias. Quando identificada na cultura
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes da ferrugem das frutas
(Caliothrips bicinctus)
40 mL p.c./100L água 200 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Quando identificada na cultura
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 mL p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 21 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando, em 70% das plantas examinadas em variedades tolerantes e 10% em plantas suscetíveis à viroses, as folhas estiverem começando a se deformar, presença de fumagina e existirem pulgões
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia
Tripes
(Thrips palmi)
150 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. O o produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das raízes
(Mahanarva fimbriolata)
1500 a 2000 mL p.c./ha 120 a 200 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo uma aplicação por ciclo de cultivo. 120 dias. Realizar amostragens periodicamente e aplicar quando for observado o nível de controle recomendado, levando em 120 consideração as condições de clima favoráveis para o desenvolvimento da praga (umidade e calor)
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
20 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 21 dias. Quando identificada na cultura
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha
(Dilobopterus costalimai)
10 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 21 dias. Realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
10 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 21 dias. Realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
10 mL p.c./100L água 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 21 dias. Realizar monitoramento e realizar as aplicações quando 50% das plantas estiverem em brotação, dirigido às lagartas em fase inicial de desenvolvimento (1° e 2° instar)
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
20 mL p.c./100L água 500 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 5 dias. Quando identificada na cultura.Quando identificada na cultura
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
20 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. Uso não alimentar. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia
Tripes
(Thrips palmi)
15 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. Uso não alimentar. O produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 31 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 31 dias. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia
Gérbera Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
20 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. Uso não alimentar. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
10 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. O produto deve ser aplicado logo após o aparecimento da praga
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
10 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. O produto deve ser aplicado logo após o aparecimento da praga
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 21 dias. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 14 dias. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
150 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 14 dias. Quando identificada na cultura
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
20 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens através do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia
Tripes
(Thrips palmi)
150 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Quando identificada na cultura
Poinsétia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
20 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. Uso não alimentar. Quando identificada na cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tamanduá da soja
(Sternechus subsignatus)
200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 21 dias. Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando encontrar 1 adulto por metro (até estádio de desenvolvimento da planta V3) ou 2 adultos por metro (estádio V4 a V6)
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
200 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Quando identificada na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
200 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Quando identificada na cultura
Pulgão das solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)
100 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Quando identificada na cultura
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Quando identificada na cultura

Frascos de polietileno: 250 e 500 ml; 1 litro. Bombonas de polietileno: 5 litros.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: O produto deve ser aplicado, na forma de pulverização, com equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, motorizado ou tratorizado). As gotas devem ter de 100 a 200 micra de diâmetro e densidade de 20 a 30 gotas/cm².

Quando se emprega pulverizadores de barra, em pulverização de área total, recomenda-se usar bicos cônicos D2 e D3; pressão de 80 - 100 lb/pol² e 200 a 300 l de calda/ha.

Na cultura do algodão, a dose de 100 ml/ha é recomendada para aplicação na forma de jato dirigido, empregando-se 100 l de calda/ha, enquanto que a dose de 200 ml/ha é para pulverização em área total, quando a cultura está mais desenvolvida.

Nas culturas de berinjela, melancia, pepino e pimentão recomenda-se empregar um volume de calda de 800 a 1000 l / ha.

Para as culturas de crisântemo, gérberas, poinsétia e tomate são recomendados 1000 l/ha de calda.

Na cultura de citros o produto é aplicado, empregando-se turbo-atomizadores, com volume em torno de 2000 l de calda/ha, ou ainda, de 5 a 10 l de calda/planta, evitando o escorrimento.

Em alface, alho, cebola e couve recomenda-se fazer pulverização empregando-se volumes de calda de 500 a 800 l/ha e em mamão 1000 l/ha. Na cultura de banana, a aplicação deve ser dirigida ao cacho e recomenda-se 200 l de calda/ha.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO: Pulgão: nas variedades resistentes à virose iniciar o controle quando, em 7 das 10 plantas examinadas, as folhas estiverem começando a se deformar e existirem pulgões vivos. Para as variedades susceptíveis à virose (ITA-90), a aplicação deve ser iniciada quando 5 a 10% das plantas apresentam pulgões. É importante o controle até 50 - 60 dias após a emergência das plantas. Tripes: iniciar o controle quando forem encontrados 6 insetos/plantas e antes do engruvinhamento das folhas.

CITROS: Para o minador da folha dos citros, deve-se proteger a brotação logo no início. A aplicação deve ser iniciada quando 50% das plantas estiverem brotando e dirigido as lagartinhas do 1º e 2º ínstar.

SOJA: Iniciar a aplicação quando for encontrado, em média, um (1) tamanduá-da-soja adulto/m linear de soja em plantas com 5 folhas trifolialadas (próximo à floração).

Para as demais culturas indicadas, o produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo-se a aplicação a cada 7 a 10 dias, quando necessário.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Alface, couve: 5 dias; Algodão: 28 dias; Alho, Batata, CEBOLA, citros, melancia e soja: 21 dias; Banana, berinjela, mamão, pepino, pimentão e tomate: 7 dias; Crisântemo, gérberas e poinsétia: UNA (Uso não alimentar); Feijão: 31 dias; Melão: 14 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Até 24 h após a aplicação, recomendamos a utilização de macacão, luvas e botas para reentrar nas áreas e lavouras tratadas.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.Não transporte o produto juntamente aom alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Produto perigoso se inalado ou aspirado. Use máscara cobrindo nariz e boca. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Utilize equipamento de proteção individual- EPI( macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, protetor ocular ou viseira facial, máscara descartavél para vapores orgânicos cobrindo o nariz e boca e luvas/botas de borracha).

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento e nas horas mais quentes do dia. Use o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança. Utilize equipamento de proteção individual- EPI( macacãp de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, touca árabe, protetor ocular ou viseira facial, máscara descartavél para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca e luvas/boras de borracha).

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
-Não reutilize a embalagem vazia.
-Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Tome banho, troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas/botas de borracha).

PRIMEIROS SOCORROS:
Ingestão: Não provoque vômito. Beba 1 a 2 copos de água com 10 g ou mais de carvão medicinal e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto;
Olhos: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto;
Pele: Lave com água e sabão em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto;
Inalação: Procure local arejado. Vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA/ANTÍDOTO: Não específico - Tratamento sintomático conforme as ocorrências clínicas surgirem e segunda sua gravidade.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Da empresa - ligações gratuitas: (0xx11) 5694-5355 (0xx21) 2761-4023. Centro de Informações Toxicológicas: 0800 410148.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Não se dispõe de dados referentes ao ser humano. Em ratos o produto após administração via oral, foi intensamente absorvido pelo trato gastro intestinal, sendo que a concentração máxima no plasma foi encontrada entre 1 e 1,5 horas após a administração. O produto é prontamente distribuído do plasma para os órgãos periféricos e tecidos. É rapidamente metabolizado através da hidroxilação, oxidação e metilação do anel tiozolidine.

Dentro de 48 h após a administração, 91,3% a 93,4% do produto foi eliminado via fezes e urina, sendo a excreção predominante pela via renal. No ar expirado, somente 0,86% do produto foi encontrado, o que demonstra a estabilidade do mesmo com relação a formação de substâncias voláteis.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: AGUDOS: em ratos, via oral, em altas doses, os efeitos do produto se manifestam entre 25 minutos à 6 horas após a administração e desaparecem em 6 a 8 dias. Via oral observou-se os seguintes sinais clínicos: tremores, constipação, mobilidade e reatividade decrescentes, reflexos reduzidos, passos e estado espasmódicos, convulsões, taquipnéia (respiração curta e acelerada), dispnéia (soluços), diarréia ou aumento da salivação.

CRÔNICOS: nos estudos realizados com ratos em laboratório, durante 2 anos, observou-se que cm doses > 50 ppm para machos e > 500 ppm para fêmea, o produto induz a enzima microsomática do fígado e aumento do peso do mesmo.

O nível sem efeito tóxico é de 25 ppm para machos e de 50 ppm para fêmeas.

SINTOMAS DE ALARME: Não existem informações de efeitos colaterais / sintomas de alarme específicos para o ser humano.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Da empresa - Ligações gratuitas: (Oxx21) 2761-4023/0800.1710450 Centro de Infomações Toxicológicas: 0800-410148 (PR)

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é PERIGOSO ao meio ambiente (Classe III). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa BAYER S.A. - telefone de emergência: (0xx21) 761-4023 ou (0xx11) 5694-5333. Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos de águas. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: - absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contacte a empresa registrante conforme indicado acima;

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimento: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE E EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda que esteja dentro do seu prazo de validade, sera facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após término o término do prazo de validade.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
o transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

-Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência à inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil do inseticidas.
-Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
-Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
-Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
-Incluir todos os métodos de controle de insetos( Ex: Controle Cultural, Biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja,
fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida CALYPSO pertence ao grupo 4A
(moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina – Neonicotinoides), Tiacloprido, e o uso repetido deste
inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em
algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do CALYPSO® como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário
seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de
ação efetivos para a praga alvo.
• Usar CALYPSO® ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de
cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de CALYPSO® podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não
exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do
CALYPSO®, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Neonicotinóides não deve
exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do CALYPSO® ou outros produtos do Grupo 4A (Tiacloprido) quando
for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de
resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR
(www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.