Bula Calypso - Bayer
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Bula Calypso

Tiacloprido
1800
Bayer

Composição

Tiacloprido 480 g/L

Classificação

Terrestre
Inseticida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Alface

Calda Terrestre Dosagem
Myzus persicae (Pulgão verde)
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro)
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Alho

Calda Terrestre Dosagem
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Banana

Calda Terrestre Dosagem
Caliothrips bicinctus (Tripes da ferrugem das frutas)

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Thrips palmi (Tripes)

Cana-de-açúcar

Calda Terrestre Dosagem
Mahanarva fimbriolata (Cigarrinha das raízes)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Dilobopterus costalimai (Cigarrinha)
Oncometopia facialis (Cigarrinha)
Phyllocnistis citrella (Minadora da folhas)

Couve

Calda Terrestre Dosagem
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve)

Crisântemo

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Empoasca kraemeri (Cigarrinha verde)

Gérbera

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Empoasca kraemeri (Cigarrinha verde)
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro)
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Poinsétia

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Sternechus subsignatus (Tamanduá da soja)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca)
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Macrosiphum euphorbiae (Pulgão das solanáceas)
Myzus persicae (Pulgão verde)

Frascos de polietileno: 250 e 500 ml; 1 litro. Bombonas de polietileno: 5 litros.

INSTRUÇÕES DE USO

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

O produto deve ser aplicado, na forma de pulverização, com equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, motorizado ou tratorizado). As gotas devem ter de 100 a 200 micra de diâmetro e densidade de 20 a 30 gotas/cm².

Quando se emprega pulverizadores de barra, em pulverização de área total, recomenda-se usar bicos cônicos D2 e D3; pressão de 80 - 100 lb/pol² e 200 a 300 l de calda/ha.

Na cultura do algodão, a dose de 100 ml/ha é recomendada para aplicação na forma de jato dirigido, empregando-se 100 l de calda/ha, enquanto que a dose de 200 ml/ha é para pulverização em área total, quando a cultura está mais desenvolvida.

Nas culturas de berinjela, melancia, pepino e pimentão recomenda-se empregar um volume de calda de 800 a 1000 l / ha.

Para as culturas de crisântemo, gérberas, poinsétia e tomate são recomendados 1000 l/ha de calda.

Na cultura de citros o produto é aplicado, empregando-se turbo-atomizadores, com volume em torno de 2000 l de calda/ha, ou ainda, de 5 a 10 l de calda/planta, evitando o escorrimento.

Em alface, alho, cebola e couve recomenda-se fazer pulverização empregando-se volumes de calda de 500 a 800 l/ha e em mamão 1000 l/ha. Na cultura de banana, a aplicação deve ser dirigida ao cacho e recomenda-se 200 l de calda/ha.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

ALGODÃO: Pulgão: nas variedades resistentes à virose iniciar o controle quando, em 7 das 10 plantas examinadas, as folhas estiverem começando a se deformar e existirem pulgões vivos. Para as variedades susceptíveis à virose (ITA-90), a aplicação deve ser iniciada quando 5 a 10% das plantas apresentam pulgões. É importante o controle até 50 - 60 dias após a emergência das plantas. Tripes: iniciar o controle quando forem encontrados 6 insetos/plantas e antes do engruvinhamento das folhas.

CITROS: Para o minador da folha dos citros, deve-se proteger a brotação logo no início. A aplicação deve ser iniciada quando 50% das plantas estiverem brotando e dirigido as lagartinhas do 1º e 2º ínstar.

SOJA: Iniciar a aplicação quando for encontrado, em média, um (1) tamanduá-da-soja adulto/m linear de soja em plantas com 5 folhas trifolialadas (próximo à floração).

Para as demais culturas indicadas, o produto deve ser aplicado logo após o aparecimento das pragas, repetindo-se a aplicação a cada 7 a 10 dias, quando necessário.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Alface, couve: 5 dias; Algodão: 28 dias; Alho, Batata, CEBOLA, citros, melancia e soja: 21 dias; Banana, berinjela, mamão, pepino, pimentão e tomate: 7 dias; Crisântemo, gérberas e poinsétia: UNA (Uso não alimentar); Feijão: 31 dias; Melão: 14 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Até 24 h após a aplicação, recomendamos a utilização de macacão, luvas e botas para reentrar nas áreas e lavouras tratadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida CALYPSO pertence ao grupo 4A (moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina – Neonicotinoides), Tiacloprido, e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do CALYPSO® como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar CALYPSO® ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de CALYPSO® podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do CALYPSO®, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Neonicotinóides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do CALYPSO® ou outros produtos do Grupo 4A (Tiacloprido) quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Produto é corrosivo a ferro e pouco corrosivo a alumínio e latão.