Condor 200 SC CI

Geral
Nome Técnico:
Bromuconazol
Registro MAPA:
1096
Empresa Registrante:
Sumitomo
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Bromuconazol 200 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Sistêmico, Contato
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Alho Recomendação Dosagem Produtos Similares
Alternaria porri (Mancha púrpura) veja aqui
Amendoim Recomendação Dosagem Produtos Similares
Cercospora arachidicola (Mancha castanha) veja aqui
Batata Recomendação Dosagem Produtos Similares
Alternaria solani (Pinta preta grande) veja aqui
Cebola Recomendação Dosagem Produtos Similares
Alternaria porri (Mancha púrpura) veja aqui
Cenoura Recomendação Dosagem Produtos Similares
Alternaria dauci (Mancha de alternaria) veja aqui
Goiaba Recomendação Dosagem Produtos Similares
Puccinia psidii (Ferrugem) veja aqui
Manga Recomendação Dosagem Produtos Similares
Oidium mangiferae (Oídio) veja aqui
Soja Recomendação Dosagem Produtos Similares
Microsphaera diffusa (Oídio) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade

INSTRUÇÃO DE USO

Condor 200 SC é um fungicida sistêmico e de contato utilizado em pulverização da parte aérea das culturas recomendadas na bula.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

BATATA: Iniciar as aplicações após 30 dias da germinação ou no início da tuberização e repetir a cada 14 dias.
CENOURA: Iniciar as aplicações após 30 dias da germinação com repetições a cada 10 dias.
TOMATE: Iniciar as aplicações após os 45 dias do transplante/plantio e repetir a cada 14 dias.
ALHO, AMENDOIM, CEBOLA: Iniciar as aplicações no surgimento das doenças e repetir a cada 14 dias.
FEIJÃO: Iniciar as aplicações 45 dias após o plantio ou em plena floração e repetir a cada 14 dias.
GOIABA: Iniciar as aplicações no início da infecção da doença nos frutos e/ou folhas e repetir em caso de persistência das condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença (alta umidade relativa do ar > 80% e temperaturas entre 18 e 25° C) com intervalo mínimo de 15 dias.
MANGA: Iniciar as aplicações logo antes a abertura das estruturas floríferas e repetir em caso de persistência das condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da doença (que ocorre entre 20 e 25°C para germinação do conídeos e umidade relativa do ar entre 20 e 65% para germinação dos esporos) com intervalo mínimo de 15 dias até por ocasião do pegamento dos frutos.
SOJA: Iniciar as aplicações no início de infecção pela doença e repetir se necessário com intervalo de 15 dias em caso de reinfecção da doença. Utilizar a dose menor para as variedades mais resistentes e menor incidência da doença e utilizar a dose maior nas cultivares mais susceptíveis e maior severidade da doença.

MODO DE APLICAÇÃO

VOLUME DE APLICAÇÃO
(*) Nas aplicações por diluição considerar o volume de 1000 L de calda/ha.
(**) Com equipamentos equipados com barra de pulverização, o volume deverá ser de 200 a 400 L de calda/ha. Com turbo pulverizadores o volume a ser utilizado será de 500-1200 L de calda/ha.
FORMA DE APLICAÇÃO
O produto poderá ser aplicado por equipamentos terrestres.
BICOS DE PULVERIZAÇÃO
Deverão ser utilizados em pulverização bicos de jacto cônico vazio da série "D" ou similar com a combinação adequada de ponta difusor (core) de maneira a termos uma cobertura uniforme do produto em toda planta, sem escorrimento para o solo.
FAIXA DE DEPOSIÇÃO
A faixa de deposição será específica para cada tipo de equipamento utilizado, de maneira a termos uma deposição mínima de 60 gotas/cm² tendo um DMV de 120 a 150 micrômetros.
ALTURA DE BARRA
Em equipamentos de barra, esta deverá posicionar-se à uma distância de 50 cm do alvo desejado. Com turbo pulverizadores esta distância será no mínimo de 1 m do alvo desejado.
PRESSÃO DE TRABALHO
Quando utilizar barra, a pressão deverá ser de 80 a 110 psi, com turbo pulverizadores a pressão de trabalho será de 60 a 100 psi.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

- Temperatura máxima: 27 ºC.
- Umidade relativa do ar: mínimo 60%.
- Velocidade do vento: máximo 10 km/hora ou 3m/seg.
Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, considerar sempre que a umidade relativa do ar é o fator que possui maior influência na evaporação das gotas, ocasionando uma deposição irregular no alvo desejado. Nas condições de ventos acima de 10 km/hora poderá haver deriva acentuada da calda de aplicação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. É permitida a entrada, logo após o secamente do produto. Aguardar pelo menos 24 horas.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: Nas culturas de Batata, Tomate e Feijão poderá ocorrer um verde mais acentuado nas folhas mais novas, sem que isso venha afetar a produção final destas culturas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

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