Bula Daconil 500

acessos
Chlorothalonil
1798591
Syngenta

Composição

Clorotalonil 500 g/L Carbonitrilas

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha barrenta
(Ascochyta arachidis)
2,5 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento a cada 10 dias, até o máximo de 4 aplicações por safra. 14 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
2,5 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento a cada 10 dias, até o máximo de 4 aplicações por safra. 14 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
2,5 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento a cada 10 dias, até o máximo de 4 aplicações por safra. 14 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
2,5 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento a cada 10 dias, até o máximo de 4 aplicações por safra. 14 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
2,5 a 3 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 8 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Requeima
(Phytophthora infestans)
2,5 a 3 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 8 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
400 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
400 mL p.c./100L água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 4 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2,5 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir cada 10 a 15 dias, até o máximo de 3 aplicações por safra. 14 dias. Iniciar as aplicações 30 dias após o plantio
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
400 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
400 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
400 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 4 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
400 mL p.c./100L água 400 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 4 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
400 mL p.c./100L água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 4 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
400 mL p.c./100L água 600 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 4 aplicações por safra. 7 dias Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas da doença
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
400 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 3 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de stemphylium
(Stemphylium solani)
300 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
300 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Requeima
(Phytophthora infestans)
300 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Septoriose
(Septoria lycopersici)
300 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias, até o máximo de 6 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
300 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias até o florescimento, até o máximo de 4 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações no início da brotação
Míldio
(Plasmopara viticola)
300 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de calda/ha - Repetir o tratamento a cada 7 a 10 dias até o florescimento, até o máximo de 4 aplicações por safra. 7 dias. Começar as aplicações no início da brotação

Bombonas plásticas de 5 e 6 litros;
Balde de metálico de 20 litros
Frasco plástico de 1 litro.

MODO DE APLICAÇÃO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
VIA TERRESTRE: Usar pulverizador tratorizado de barra com bicos cônicos tipo Teejet X2 ou X3, tamanho das partículas de 250 us e densidade de gotas de 50-70 gotas/cm2. Condições climáticas: As aplicações devem ser feitas em condições de temperatura menor que 27o C e umidade relativa do ar acima de 60%. Ventos até 15 Km/h. A velocidade do trator deve ser em torno de 6 Km/h e pressão de 40-60 libras. Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter pulverizações com cobertura uniforme de partes aéreas das plantas.

VIA AÉREA: Uso de barras ou atomizador rotativo "micronair". Volume da aplicação: 30-40l/ha de calda. Altura do vôo: com barra 2 a 3m com "micronair" 3 a 4 m. Largura da faixa de deposição efetiva: 20m. Tamanho/densidade de gotas: 80us, com mínimo de 60 gotas/cm2. Condições climáticas: O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (l/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo-se ventos de até 10 Km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir o mínimo de perda por deriva e deposição. No caso de barra, usar bicos cônicos, pontas D6 a D12, disco (core), inferior a 45o. Usando-se micronair, o número de atomizadores deve ser de 4, onde para o ajuste do regulador de vazão, pressão e ângulo da pá, seguir tabela sugerida pelo fabricante. O sistema de agitação do produto no tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Obs: Seguir estas condições de aplicações, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Manter afastado das áreas de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por um período de 7 dias após a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO: Não aplicar em misturas com óleo mineral, pois poderá ocorrer fitotoxicidade.

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Não utlize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utlize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não tiansporte o píodüto jüntamente com alimentos, medicamentos, iaçoes, animais e
pessoas.
Mantenha o produto afastado de crianças, animais domésticos, alimentos, medicamentos ou ração animal.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:

Produto extremamente irritante aos olhos.
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; touca árabe; avental impermeável; máscara com filtro de carvão ativado, cobrindo nariz e a boca; óculos de proteção.
Manuseie o produto em local arejado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; touca árabe; máscara com filtro de carvão ativado, cobrindo nariz e a boca;óculos de proteção.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

Não reutilize a embalagem vazia.
Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24 horas).
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho, imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Em caso de ingestão, não provoque vômito.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundãncia durante 15 minutos. Pele: Em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância.
Inalação: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para um local arejado.
Se o intoxicado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o para assistência médica mais próxima.

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico: Isoftalonitrila

Classe toxicológica: I - Extremamente tóxico.

Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Vias de absorção: Oral, dérmica e inalatória.

Sintomas e sinais clínicos:
Exposição aguda: Nas formulações, o clorotalonil pode estar dissolvido em solventes orgânicos. Se for ingerido um produto contendo solvente , as considerações toxicológicas primárias devem ser tanto em relação ao solvente quanto em relação ao pronunciado potencial irritante do clorotalonil.
Concentrações de 0,1% ou mais solventes orgânicos causam irritações dérmicas moderadas, podem causar irritações oculares e no trato gastrintestinal.
Tem sido relatada asma ocupacional após exposição inalatória ao clorotalonil. Há relatos de concentrações de clorotalonil de 0,01% que causaram reações anafiláticas.Pode ocorrer pneumonia por aspiração devido aos solventes presentes nas formulações de fungicidas.
Exposição ocular: Extremamente irritante aos olhos. Produz opacidade irreversível da córnea em animais.
Exposição dermatológica: O clorotalonil é altamente irritante para a pele. Pode ocorrer dermatite de contato após a exposição a concentrações acima de 0,01% ou 0,001% em acetona. Reações alérgicas e de fotossensibilidade também são possíveis. Pode ocorrer dermatite na ausência de contato direto com a pele, devido à alta volatilidade.
Trato respiratório
O clorotalonil pode causar irritação do trato respiratório.
Trato gastrintestinal Pode ocorrer êmese espontânea.
Efeitos imunológicos
Podem ocorrer reações anafiláticas e reação de hipersensibilidade retradada.

Toxicocinética: Em estudos com ratos, foram administradas doses orais de clorotalonil acima de 50 mg/Kg. Aproximadamente 30% da dose foi absorvida após 48 horas. O clorotalonil foi distribuído no sangue e tecidos em 2 horas. As concentrações mais elevadas foram encontradas no rim, seguido pelo fígado e sangue. A maior parte da excreção ocorreu pelas fezes. A excreção biliar foi rápida, sendo o pico atingido 2 horas após uma dose oral de 5 mg/Kg, e essa excreção foi saturada em doses de 50 mg/Kg ou mais. A excreção urinária em ratos contabilizou de 5-10% da dose. A eliminaç]ão fecal é a principal via em cachorros e macacos, e a excreção urinária é menor do que em ratos. Quando o clorotalonil foi aplicado na pele de ratos, aproximadamente 28% da dose foi absorvida em 120 horas. Em torno de 18% da dose foi encontyrada nas fezes e 6% na urina em 120 horas.

Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento:
Exposição oral: No caso de ingestão de quantidades significativas, dê vários copos de água ou uma mistura de carvão ativado em água. Não induza o vômito. Não há antídoto específico. Trate sintomaticamente prestando atenção quando necessário, a sintomas respiratórios e dérmicos. Em caso de ingestão de grandes quantidades, a lavagem gástrica pode ser iniciada.
A) A êmese não é indicada devido às propriedades irritantes e ausência de feitos sistêmicos do clorotalonil diluído. O risco de aspiração do solvente presente na formulação também torna a êmese induzida potencialmente perigosa.
B) Diluição: Dilua imediatamente com 120 a 240 mL de água ou leite (Não exceder 120 Ml em crianças).
C) O clorotalonil não diluído é fortemente irritante. Contudo, não foram descritos efeitos corrosivos. Os pacientes devem ser examinados quanto a sianis de danos teciduais ou nas membranas mucosas. Exceto em circunstâncias raras, esofagoscopia, esteróides e antibióticos não constumam ser necessários.

Exposição inalatória:
A) Inalação: Remova o paciente para um local arejado. Monitore alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Aministre oxigênio e auxilie na ventilação conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2 vias inalatória ou cosrticosteróides via parenteral.
Exposição ocular:
A) Descontaminação: Irrigue os olhos expostos com quantidade copiosa de água corrente por pelo menos 15 minutos, Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição dérmica:
Remova imediatamente a vítima das proximidades da fonte de contaminação.
1) Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave as áreas expostas com água e sabão.
2) Dermatite irritante retardada pode ocorrer 48 a 72 horas após ter cessado a exposição.
3) Anti-histâmínicos ou esteróides tópicos podem ser úteis no tratamento de dermatite alérgica por contato.

Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração.

ATENÇÃO: As Intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsórias. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos telefones de emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:

Disque - Intoxicação: 0800-722-6001

Rede Nacional de centros de informação de Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone de emergência da empresa: 0800-704-4304

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO.

Nenhum caso de intoxicação em seres humanos ocupacionaimente expostos foi reiatado para o BRAVONIL 500. Por outro lado, estudos com animais de laboratório evidenciaram que o produto é pouco absorvido pela pele. Quando ingerido, cerca de 30% é absorvido pelo trato gastro-intestinal e rapidamente excretado, principalmente via fezes. Outra via de excreção é a urina.

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos resultantes de ensaios com animais (Produto formulado)
DL*50 oral para ratos: 4253 mg/kg
DL*50 dérmica para ratos: maior que 12000 mg/kg
CL*50 inalatóna em ratos: maior qüe 1,96 mg/L de ar
Irritabilidade ocular em coelhos: o produto foi considerado irritante e corrosivo para os olhos. Irritabilidade dérmica em coelhos: o produto foi considerado moderadamente irritante para a pele.
Sensibilização cutânea em porquinhos da índia: demonstrou potencial para produzir sensibilização.
Efeitos crônicos: Excessiva e repetidas exposições dermais podem causar irritação na pele. Clorotalonil ocasiona danos aos olhos e irritação na pele. Pode produzir reações alérgicas temporárias caracterizadas por avermelhamento dos olhos, uma ligeira irritação dos brônquios e avermelhamento da pele exposta.

PREUCAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é MUITO PERIGOSO ao meio ambiente.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos de água. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de 500 metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público; de 250 metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas susceptíveis a danos. Observe as disposições constantes na Legislação Estadual e Municipal concernentes à atividade aeroagrícola. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções constantes no item Destino Final de Resíduos e Embalagens. Em caso de Acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. Armazene o produto em local exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque a placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da Legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contacte as autoridades locais competentes e a Empresa ZENECA DO BRASIL telefone de emergência 0800 262500. Utilize EPI (macacão PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscaras contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estanque o escoamento e siga as instruções: Piso pavimentado: absorva o produto derramado com argila granulada, serragem fina de madeira ou outros materiais absorventes. Recolha esses materiais com auxílio de uma pá e coloque em tambores ou recipientes devidamente identificados. Remova para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água. Solo: Retire as camadas de terra contaminadas até que atinja o solo seco. Corpos d'água: Interrompa imediatamente o consumo humano e animal e contacte o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, ficando a favor do vento para evitar intoxicação. Use máscara autônoma.

DESTINO FINAL DOS RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens devem ser enxaguadas 3 vezes e a calda resultante acrescentada á preparação para ser pulverizada. As embalagens devem ser destruídas e enterradas em fosso para lixo tóxico. O local para a construção do fosso deve ser distante de casa, de instalações ou de qualquer fonte de água, fora do trânsito de pessoas ou animais, porém de fácil acesso e onde não se preveja o aproveitamento agrícola, mesmo á longo prazo. O local não deve ser sujeito a inundações ou acúmulos de água. O solo deve ser profundo, de permeabilidade média para permitir uma percolação lenta e degradação biológica do agrotóxico. Abrir um fosso de 1 a 2m de profundidade, comprimento e largura, não devendo exceder a 3m, de acordo com as necessidades. Distribuir no fundo do fosso uma camada de pedras irregulares e uma camada de brita. Ao redor do fosso cavar uma valeta, com escoadouro, para impedir a penetração de enxurradas. Reservar uma área suficientemente para instalação de mais fossos, de acordo com a necessidade. Isolar a área com cerca de tela, para impedir a entrada de animais e dificultar a entrada de pessoas. Colocar uma placa de advertência (CAVEIRA) com os dizeres: CUIDADO LIXO TÓXICO. Antes de iniciar o uso e após cada 15 cm de material descartado intercalar com camada de cal virgem ou calcário para ajudar a neutralização. Completada a capacidade do fosso, cobrir com uma camada de 50 cm de terra e compactar bem. Uma camada adicional de 30cm de terra deve ser colocada sobre o aterro, para que este fique acima do nível do terreno.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
· Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
· Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
· Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
· Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não aplicar em mistura com óleo mineral.