Bula Dicamax - Basf

Bula Dicamax

acessos
Dicamba
17816
Basf

Composição

Dicamba 480 g/L Ácido benzóico

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico, Pós-emergência, Hormonal

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Buva
(Conyza bonariensis)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Erva de touro
(Tridax procumbens)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Losna
(Artemisia verlotorum)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Rubim
(Leonurus sibiricus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Algodão - Geneticamente Modificado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 113 dias. Em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
0,75 a 1,25 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 113 dias. Em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 113 dias. Em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 113 dias. Em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Buva
(Conyza bonariensis)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Erva de touro
(Tridax procumbens)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Losna
(Artemisia verlotorum)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Rubim
(Leonurus sibiricus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Serralha
(Sonchus oleraceus)
1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Uma única aplicação, observando-se intervalo mínimo de 30 dias entre a aplicação e a semeadura. Não determinado. Aplicação do produto em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Usar a dose mais elevada em infestações maiores e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas
Soja - Geneticamente Modificada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. Em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 70 dias. Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. Em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,75 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 70 dias. Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. Em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo
Buva
(Conyza bonariensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 70 dias. Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,8 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. Em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 70 dias. Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Caruru de espinho
(Amaranthus spinosus)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. Em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo
Caruru de espinho
(Amaranthus spinosus)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 70 dias. Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
0,75 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 70 dias. Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. Em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,75 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 70 dias. Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Corda de viola
(Ipomoea nil)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. Em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo
Corda de viola
(Ipomoea nil)
0,75 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 70 dias. Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Corda de viola
(Ipomoea triloba)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. Em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo
Corda de viola
(Ipomoea triloba)
0,75 a 1 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 70 dias. Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. Em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 70 dias. Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. Em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 70 dias. Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,75 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. Em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 70 dias. Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 70 dias. Em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1 a 1,5 L p.c./ha 100 a 150 L de calda/ha - Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura. 70 dias. Recomenda-se aplicação única em torno de 14 dias ou sequencial em torno de 14 e 28 dias, após a emergência da cultura

Frasco plástico de 100; 250; 500 e 600 mL;
Frasco plástico de 1; 1,5 e 1,6 L;
Bombona plástica de 2; 2,5; 3; 5; 10; 20; 50 e 100 L;
Bag-in-box de papelão ou plástico de 100; 250; 500 e 600 mL;
Bag-in-box de papelão ou plástico de 1; 1,5; 1,6; 2; 2,5; 5; 10 e 20 L;
Stand-up pouch com tampa plástico ou plástico metalizado de 100; 250; 500 e 600 mL
Stand-up pouch com tampa plástico ou plástico metalizado de 1; 1,5; 1,6; 2; 2,5; 5; 10 L;
Lata/balde plástico ou metálico de 1; 5; 10 e 20 L;
Tambor plástico ou metálico de 50; 100; 190; 200 e 210 L;
Tanque/ Container intermediário de plástico, metal ou fibra de papel com bolsa plástica interna ou metal/plástico ou metal / plástico com pallet de madeira de 950; 960; 970; 980; 990; 1000; 1800; 2000; 2700 e 3000 L;
Tanque / Isocontainer/ Caminhão tanque metálico de 5000; 10000; 15000; 16000; 17000; 18000; 19000; 20000; 21000; 22000; 23000; 24000; 25000; 29000 e 30000 L.

MODO DE APLICAÇÃO:

• Aplicação Terrestre:

As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para se obter os efeitos desejados:

• Equipamento de Aplicação:

Utilizar equipamento de pulverização tratorizado provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado.

• Seleção de Pontas de Aplicação:

A seleção correta da ponta de aplicação é um dos parâmetros mais importantes para redução da deriva. Pontas que produzem gotas de diâmetro mediano volumétrico (DMV) maior apresentam menor risco de deriva. Dentro deste critério, para melhor cobertura do alvo use pontas que forneçam gotas de categoria muito grossa a ultra grossa, conforme norma ASABE S572.1. Para minimizar o efeito de deriva, recomenda-se utilizar pontas com indução de ar como TTI ou ULD. Em caso de dúvida quanto a pressão de trabalho correta e o tamanho das gotas consultem a recomendação do fabricante da ponta (Bico).

• Altura de Barras de Aplicação:

A barra pulverizadora deverá estar posicionada a 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Quanto menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido, menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento. Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo.

• Velocidade do Vento:

A faixa para pulverização entre 05 a 10 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação, reduze o efeito de deriva do produto. A topografia do terreno pode influenciar os
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padrões de vento. Um aplicador familiarizado com os padrões de ventos locais minimiza possíveis riscos da pulverização atingir áreas não alvo.
A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando há culturas sensíveis presentes na direção do vento.

• Velocidade do Equipamento:

Selecione uma velocidade adequada às condições do terreno, equipamento e cultura, não devendo ser superior a 25 km/h, observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resultam em uma melhor cobertura e deposição na área alvo.

• Volume de Aplicação:

Recomenda-se o volume de calda entre 100 a 150 litros/ha.

• Pressão de Trabalho:

Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada da ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. A pressão de trabalho, dependendo da ponta, pode variar de 1,5 a 6 bar (22 a 87 PSI) e o tamanho das gotas deve estar na classe de muito grossa ou acima (Vide item Seleção de Pontas de Aplicação). Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, use pontas que permitam maior vazão em detrimento do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegure que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

• Período de Chuvas:

A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o desempenho do produto. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.

• Temperatura e Umidade:

Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco da evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho de gota e aumentando o potencial de deriva. Evite pulverizar durante condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.

• Preparação da Calda:

Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno), adicione a quantidade recomendada de Dicamax®. Com o agitador ligado complete o volume do tanque com água e mantenha a calda sob constante agitação durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Não adicione redutor de pH, ácido bórico ou produtos à base de sal de amônio.
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• Limpeza de Tanque:

Logo após o uso, limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações que seguem:

• Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque.

• Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema por 5 minutos deixando esgotar pela barra na pressão de trabalho. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Uma regra bastante efetiva é lavar com 15% da capacidade do tanque quando houver sistema interno de limpeza.

• Encher novamente o tanque com água limpa e agregar 1% de uma solução para limpeza de tanque à base de amoníaco a 3% v/v, ligando o sistema de agitação e mantendo por no mínimo 15 minutos. Não utilizar hipoclorito de sódio, também conhecido como cloro ou água sanitária, como produto de limpeza. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros e capas e colocá-los em recipiente com água limpa e solução à base de amoníaco.

• Retirar todas as pontas e filtros e realizar a terceira lavagem com água limpa recirculando por 5 minutos e deixando esgotar pela barra.
O responsável pela aplicação da calda herbicida deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização do produto evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura
Dias
Algodão (aplicação em pós-emergência)
113
Soja (aplicação em pós-emergência)
70
Algodão (aplicação em pré-plantio)
(1)
Soja (aplicação em pré-plantio)
(1)
(1) Não determinado devido a modalidade de emprego

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de 10/20 proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA / MS)

LIMITAÇÕES DE USO:

• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• O Dicamax® não deve ser aplicado em pulverização aérea.
• São exemplos de culturas sensíveis ao herbicida Dicamba: Batata, café, cítricos, crucíferas, feijão, flores ornamentais, girassol, leguminosas, maçã, pepino, tabaco, tomate, uva, além de algodão e soja não tolerantes ao herbicida Dicamba.
• Deve-se adotar uma área de bordadura de no mínimo 50 metros entre a área de aplicação e estas culturas para evitar potenciais efeitos adversos em culturas sensíveis a esse herbicida.
• Deve-se observar condições de inversão térmica para prevenir potenciais riscos de deriva e volatilidade.
• Evite aplicar em condições de estresse hídrico das plantas daninhas, visto que a sua translocação dentro das plantas, nestas condições é reduzida.
• Recomenda-se que a calda seja preparada e aplicada no mesmo dia. Isso visa reduzir o acumulo de resíduos e contaminação das partes do pulverizador (barra, pontas, filtros e mangueiras).
Para maiores esclarecimentos consulte um representante técnico da Monsanto do Brasil Ltda.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide MODO DE APLICAÇÃO.

INFORMAÇÕES SOBRE DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:

O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS
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O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO O HERBICIDA

O herbicida DICAMAX é composto por Dicamba que apresenta mecanismo de ação dos mimetizadores das auxinas, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).