Bula Durivo

acessos
Thiamethoxam
9713
Syngenta

Composição

Clorantraniliprole 100 g/L Antranilamida
Tiametoxam 200 g/L Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão, Sistêmico
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
750 a 1000 mL p.c./ha 180 a 250 L de calda/ha - Uma aplicação. 90 dias. Fazer a aplicação no período de outubro a fevereiro dependendo do histórico de ataque das pragas na área. Usar a menor dose em regiões consideradas de baixo índice de infestação. Aplicar sempre após as chuvas e com o solo úmido. Para lavouras de café onde as copas das plantas ainda não se encontraram: realizar a aplicação da calda do produto direcionando o esguicho para a base do tronco da planta, sob a copa do cafeeiro em solo limpo.Para lavouras de café onde as copas das plantas já se encontraram: realizar a aplicação da calda do produto na forma de esguicho no solo, em jato contínuo na linha do tronco, sob a copa do cafeeiro
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
300 a 500 mL p.c./ha 50 mL/planta - 1 aplicação em cafeeiro com até um ano de plantio (café em formação). 90 dias. Fazer a aplicação no período de outubro a fevereiro dependendo do histórico de ataque das pragas na área. Usar a menor dose em regiões consideradas de baixo índice de infestação. Aplicar sempre após as chuvas e com o solo úmido. Para lavouras de café onde as copas das plantas ainda não se encontraram: realizar a aplicação da calda do produto direcionando o esguicho para a base do tronco da planta, sob a copa do cafeeiro em solo limpo.Para lavouras de café onde as copas das plantas já se encontraram: realizar a aplicação da calda do produto na forma de esguicho no solo, em jato contínuo na linha do tronco, sob a copa do cafeeiro
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
600 a 800 mL p.c./ha 50 mL/planta - 1 aplicação em cafeeiro com até dois anos de plantio (café em formação). 90 dias. Fazer a aplicação no período de outubro a fevereiro dependendo do histórico de ataque das pragas na área. Usar a menor dose em regiões consideradas de baixo índice de infestação. Aplicar sempre após as chuvas e com o solo úmido. Para lavouras de café onde as copas das plantas ainda não se encontraram: realizar a aplicação da calda do produto direcionando o esguicho para a base do tronco da planta, sob a copa do cafeeiro em solo limpo.Para lavouras de café onde as copas das plantas já se encontraram: realizar a aplicação da calda do produto na forma de esguicho no solo, em jato contínuo na linha do tronco, sob a copa do cafeeiro
Cigarra
(Quesada gigas)
750 a 1000 mL p.c./ha 180 a 250 L/ha - Uma aplicação. 90 dias. Fazer a aplicação no período de outubro a fevereiro dependendo do histórico de ataque das pragas na área. Usar a menor dose em regiões consideradas de baixo índice de infestação. Aplicar sempre após as chuvas e com o solo úmido. Para lavouras de café onde as copas das plantas ainda não se encontraram: realizar a aplicação da calda do produto direcionando o esguicho para a base do tronco da planta, sob a copa do cafeeiro em solo limpo.Para lavouras de café onde as copas das plantas já se encontraram: realizar a aplicação da calda do produto na forma de esguicho no solo, em jato contínuo na linha do tronco, sob a copa do cafeeiro
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
1 a 2 ml/m da altura média da planta 200 mL de calda/planta - Uma aplicação. 14 dias (solo). Aplicar no início do período chuvoso e com boas condições de umidade para melhor penetração do produto no solo quando forem constatados os primeiros sinais da praga
Psilideo
(Diaphorina citri)
1 a 2 ml/m da altura média da planta 200 mL de calda/planta - Uma aplicação. 14 dias (solo). Aplicar no início do período chuvoso e com boas condições de umidade para melhor penetração do produto no solo quando forem constatados os primeiros sinais da praga
Pulgão preto dos citros
(Toxoptera citricida)
1 ml/m da altura média da planta 200 mL de calda/planta - Uma aplicação. 14 dias (solo). Aplicar no início do período chuvoso e com boas condições de umidade para melhor penetração do produto no solo quando forem constatados os primeiros sinais da praga
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Coró da soja
(Phyllophaga cuyabana)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Aplicação única no sulco de plantio. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. A pulverização deve ser feita no momento da semeadura, dirigida no sulco de plantio, através de equipamento tratorizado adequado. Fazer amostragem prévia da área, antes do plantio, com histórico das pragas, abrindo trincheiras no solo e programar a aplicação somente se atingido nível de dano para cada praga. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população das pragas com larvas ou ninfas em estágios mais avançados de desenvolvimento (2º e 3º ínstares) e predominância na camada mais profunda do solo
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Aplicação única no sulco de plantio. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. A pulverização deve ser feita no momento da semeadura, dirigida no sulco de plantio, através de equipamento tratorizado adequado. Fazer amostragem prévia da área, antes do plantio, com histórico das pragas, abrindo trincheiras no solo e programar a aplicação somente se atingido nível de dano para cada praga. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população das pragas com larvas ou ninfas em estágios mais avançados de desenvolvimento (2º e 3º ínstares) e predominância na camada mais profunda do solo
Percevejo castanho
(Scaptocoris castanea)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Aplicação única no sulco de plantio. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. A pulverização deve ser feita no momento da semeadura, dirigida no sulco de plantio, através de equipamento tratorizado adequado. Fazer amostragem prévia da área, antes do plantio, com histórico das pragas, abrindo trincheiras no solo e programar a aplicação somente se atingido nível de dano para cada praga. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população das pragas com larvas ou ninfas em estágios mais avançados de desenvolvimento (2º e 3º ínstares) e predominância na camada mais profunda do solo
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
200 mL p.c./ha 300 ml por bandeja de 0,25 m² de á - Uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. A aplicação deverá ser feita na bandeja de mudas no mesmo dia do transplantio até 1 dia antes. Utilizar volume de calda de 300 mL por bandeja de 0,25m2 de área, seguido de mais 200 mL de água sobre as mudas para retirar o excesso de produto das folhas
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
400 a 600 mL p.c./ha 300 ml por bandeja de 0,25 m² de á - Uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. A aplicação deverá ser feita na bandeja de mudas no mesmo dia do transplantio até 1 dia antes. Utilizar volume de calda de 300 mL por bandeja de 0,25m2 de área, seguido de mais 200 mL de água sobre as mudas para retirar o excesso de produto das folhas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
600 a 800 mL p.c./ha 300 ml por bandeja de 0,25 m² de á - Aplicação única na bandeja de mudas ou em esguicho no dia do transplantio. 10 (solo). Aplicação na bandeja de mudas: poderá ser feita no mesmo dia do transplantio até 1 dia antes
Pulgão das solanáceas
(Macrosiphum euphorbiae)
800 mL p.c./ha 300 ml por bandeja de 0,25 m² de á - Aplicação única na bandeja de mudas ou em esguicho no dia do transplantio. 10 (solo). Aplicação única na bandeja de mudas ou em esguicho no dia do transplantio
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
400 mL p.c./ha 30 mL/planta - 2 aplicações de 400 mL/ha: 1 na bandeja de mudas e 1 em esguicho no solo 14 dias após o transplantio. 10 (solo). 2 aplicações de 400 mL/ha: 1 na bandeja de mudas e 1 em esguicho no solo 14 dias após o transplantio
Tripes
(Frankliniella schultzei)
400 mL p.c./ha 30 mL/planta - 14 dias. 10 (solo). Aplicações em esguicho no campo: Utilizar volume de calda de 30 mL/planta aplicado no solo, na base da planta, imediatamente após o transplantio das mudas. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado equipado com bico ou dosador graduado

Frasco - Plástico - 0,1;0,25;0,5;0,6;0,8;1,2 L
Bombona - Plástico - 5; 10; 20; 25L
Tambor - Plástico - 100; 180; 200L
Tanque/farm-pack - Plástico - 500; 1000; 2000L
Tanque - Plástico - 5000; 10000; 20000L

Café: A aplicação da calda do produto deverá ser feita na forma de esguicho no solo, em jato contínuo na linha do tronco, sob a copa do cafeeiro. Utilizar pulverizador costal manual ou tratorizado adaptado para a aplicação em solo limpo em ambos os lados da planta, aplicando um volume de calda de 50 mL/planta para pulverização costa! e 180 a 250 L/ha para aplicação tratorizada.
A aplicação poderá também ser feito via água de irrigação por gotejo (quimigação). Neste caso
garantir que a dose recomendada por hectare seja aplicada. Seguir as instruções do fabricante para a regulagem correta do equipamento dosador.
Citros: Realizar aplicação em forma de esguicho (drench) no solo, próximo ao tronco, diluindo o
produto em 200 mL de calda por planta. Utilizar a altura média do pomar para o cálculo da dose do produto por planta.
A aplicação poderá também ser feito via água de irrigação por gotejo (quimigação). Neste caso
garantir que a dose recomendada por hectare seja aplicada. Seguir as instruções do fabricante para a regulagem correta do equipamento dosador.
Milho: A pulverização deve ser realizada durante a semeadura da cultura, dirigindo o jato no sulco de plantio, sobre as sementes, através de equipamento tratorizado adequado.
Utilizar bicos tipo lequ com volume de aplicação variando de 100-200 L/ha.
Tomate: Aplicação na bandeja de mudas: poderá ser feito no mesmo dia do transplantio até 1 dia antes, utilizando volume de calda de 300 mL por bandeja de 0,25m2 de área. Logo em seguida do tratamento aplicar mais 200 mL de água sobre as mudas para retirar o excesso de produto das folhas. Para essa modalidade de aplicação utilizar pulverizador costal manual equipado com bico tipo leque ou regador apropriado. Aplicações em esguicho no campo: Utilizar volume de calda de 30 mL/planta aplicado no solo, na base da planta. Para isso utilizar pulverizador costal manual ou tratorizado equipado com dosadores graduados ou bicos apropriados.
Repolho: A aplicação deverá ser feita na bandeja de mudas no mesmo dia do transplantio até 1 dia antes. Utilizar volume de calda de 300 mL por bandeja de 0,25m2 de área, seguido de mais 200 aplicação utilizar pulverizador costal equipado com bico tipo leque ou regador apropriado.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana - ANVISA/MS).
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana - ANVISA/MS).
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Testes de campo demonstram que nas culturas e doses recomendadas não há efeito fitotóxico. Deriva: Não permitir que ocorra deriva da calda aplicada ou que esta atinja as plantas daninhas em floração, cercas vivas ou culturas em floração nas proximidades da área a ser tratada.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos n2 seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- -Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do
produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão
com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR TIAMETOXAM (Thiamethoxam) e CLORANTRANILIPROLE
(Chlorantraniliprole)-
Informações Médicas
Grupo químico : Neonicotinóide (tiametoxam) e Antranilamida (clorantraniliprole
Vias de exposição Toxicocinética: Tiametoxann
Após a administração oral de thiamethoxam em ratos e camundongos a absorção foi rápida assim como a sua excreção através da
urina. Ocorreu ampla distribuição e não houve evidências de bioacumulação. Após exposição dérmica em ratos, a absorção foi baixa (< 3 .% em 48 h). Estudos de toxicocinética e metabolitmo com o thiametoxam demonstraram diferenças entre espécies quanto ao seu metabolismo e excreção. Os principais processos de metabolização - desmetilação e quebra do anel oxadiazina - foram similares, porém taxas relativas destes - processos resultaram nas principais. diferenças quantitativas dos metabólitos. Após administração oral, a excreção de
thiametoxam inalterado na urina de ratos foi de 73 %, e nos camundongos 39 %,
indicando uma maior metabolização da substância nos camundongos em
comparação com os ratos. A excreção através das fezes em camundongos
representou 19 % da dose administrada, e em ratos somente 5 % foi eliminado por esta via. Os tempos de meia-vida foram de 6 - 7 h em ratos e de 4 - 5 h em camundongos.
Clorantranilioole: A absorção de 14C-DPX-E2Y45 foi rápida, com picos de concentração ocorrendo em 5 a 12 horas após a administração de dosagem baixa ou alta (10 ou 200 mg/kg pc). A absorção percentual diminuiu após a administração da dosagem alta. As meias-vidas de eliminação plasmática variaram de 38 a 82 horas. A distribuição da dosagem absorvida nos tecidos foi ampla e indicou baixo potencial para acumulação. Os resíduos em tecidos foram maiores nos ratos fêmeas do que nos ratos machos, coerente com o fato dos ratos fêmeas apresentarem meia-vida de eliminação mais longa e uma maior AUC (área sob as curvas de concentração de plasma [Area Under Plasma Concentration Curves]) plasmática. A excreção foi substancialmente completa após 48 a 72 horas após a dosagem. A excreção fecal foi a via principal de eliminação, seguida pela urina, sem excreção significativa por exalação. O metabolismo da dose absorvida foi extenso.
Mecanismos de toxicidade: Tiametoxam: Em camundongos, o thiametoxam resultou na diminuição significativa da redução de colesterol seguido por morte celular, como necrose e apoptose, e aumentou a replicação celular após o período de 30 dias. O principal metabólito causador destas alterações foi identificado como o CGA330050 (3-(2- chloro-thiazol-5-ylmethyl)-[1,3,5] .oxadiazian-4-ylidene-N-nitroamine), Um metabólito plasmático significante em camundongos, mas não em ratos.
Clorantraniliprole: Não é conhecido o mecanismo de toxicidade para os humanos.
Sintomas e sinais clínicos: Tiametoxam: Exposição aguda: Inseticidas neonicotiráides são relativamente pouco tóxicos a pessoas devido à sua menor afinidade aos receptores nicotínicos humanos quando comparados aos dos insetos. Estes inseticidas não penetram com facilidade a barreira hematoencefálica. Desta forma, efeitos relacionados ao Sistema Nervoso Central (SNC) não São esperados quando houver exposição a baixas doses. Em um número limitado de exposições humanas já foram relatados casos de gravidade moderada a severa de depressão do SNC. Agitação severa e delírio foram reportados após a exposição por via inalatória em um adulto. Náusea e vômitos podem ser esperados após exposição massiva a neonicotinóides. Em animais observou-se : Quando da ingestão de doses moderadas a altas houve estimulação do Sistema Nervoso Central, similar ao que ocorre quando da exposição a nicotina, incluindo: tremores, baixa reação pupilar e hipotermia.
Clorantranilioole:
Pode causar irritação ocular transitória com lacrimejamento, dor ou visão borrada.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
Tratamento
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação
aguda, trate o paciente imediatamente.
Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: as medidas gerais são orientadas à remoção da fonte de exposição, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias, prevenção de aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Evitar o contato com os olhos, pele e roupas contaminadas. O tratamento é o de substâncias tóxicas em geral.
Exposição Oral:
• .Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário, dependendo da
quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto potencialmente perigosa à vida (até 1 hora). Atentar para nível de 'consciência e proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contra-indicações: perda de,reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de produtos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); risco de hemorragia/perfuração gastrointestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora)
1. Dose: suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças de (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças < 1 ano;
2. Não atua com metais ou ácidos e bases fortes, nem com substâncias irritantes, quando pode dificultar a endoscopia.
• Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado; deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
• Irritação: considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica.
• Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial.
Exposição Inalatória: Descontaminação: Remova o paciente para um local arejado. Se ocorrer tosse ou dispnéia, avalie quanto a irritações, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com 02-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou
parenteral.
Exposição Ocular: Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades
copiosas de água ou salina ao 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição Dérmica: Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de
pneumunite química.
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Vide acima no item Toxicocinética
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
AGUDOS:
DL50 aguda oral para ratos: maior que 5000 mg/kg peso corpóreo.
DL50 aguda dérmica para ratos: maior que 5000 mg/kg peso corpóreo
Irritação dérmica: não irritante à pele de coelhos (Índice de Irritação Primária = 0,00).
Irritação ocular: causa leve irritação inicial e transiente, como vermelhidão da conjuntiva e esclera. Toxicidade aguda inalatória: CL50 maior que 5,62 mg/L.
Sensibilização dérmica (cobaias): não é sensibilizante dérmico
CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Tiametoxam: Em estudos realizados com animais de laboratório não foram registradas evidências de efeitos crônicos que representem risco significativo ao homem. A administração do ingrediente ativo na dieta de ratos por período de 2 anos não revelou alterações relevantes quanto a sinais clínicos, toxicidade ocular, hematologia e parâmetros de urina e peso de órgãos. Exames macroscópicos não revelaram alterações relacionadas ao tratamento. Não houve efeitos no nível de 500 ppm para ratos machos e 1000 ppm para fêmeas. O produto foi também testado em camundongos em várias doses, sendo que, não houve alteração na taxa de mortalidade e sobrevivência nos animais tratados, comparado ao controle. Os sinais clínicos observados nos animais foi "abdomen estendido" em machos em dose de 2500 ppm e em fêmeas na dose de 1250 ppm. A maior dose tolerada foi de 500 ppm na dieta. O Nível sem efeito observado para estudo crônico neste animal foi de 20 ppm, equivalente a 2,63 a 3,6 mg/kg de peso corpóreo para machos e fêmeas, respectivamente. Portanto nestas doses e abaixo delas não houve efeito nos animais testados.
Clorantranilipole:
Não houve efeitos adversos no estudos de dieta subcrônicos em ratos, camundongos e cachorros. Houve um descréscimo no ganho de peso corporal nas doses altas num estudo de dieta de 28 dias em camundongos e num estudo dérmico de 28 dias em ratos.
Estudos em animais indicaram que o Chlorantraniliprole Técnico não tem efeitos carcinogênicos, neurológicos, reprodutivos ou no desenvolvimento.
Testes mostraram que o Chlorantraniliprole Técnico não causou danos genéticos em culturas de células de bactérias ou de mamíferos ou em animais.

• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800-704 4304.
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga a instrução abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
• Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,bebida medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
(conforme determinações quando do cadastro do produto)

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico, destruição dos restos culturais, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Alguns insetos-praga podem desenvolver resistência a produtos de um determinado grupo químico após seu uso repetido de forma indiscriminada. Como o grau de desenvolvimento da resistência não pode ser previsto, o uso deste produto deve estar em conformidade com estratégias de manejo da resistência estabelecida para a cultura e sua área de uso.
A Syngenta apoia as ações para o uso correto de produtos para garantir que estes tenham vida longa no controle das pragas descritas na bula.
DURIVO é uma mistura de ativos classificados como grupo 4 (Neonicotinóides) e grupo 28 (Diamidas)
na classificação de Modo de Ação do IRAC.
Com a finalidade de manter sempre susceptíveis as populações de pragas que possuem potencial de
desenvolvimento da resistência para este grupo químico, recomenda-se:
• Aplicar DURIVO usando uma "janela de aplicação" para evitar a exposição das gerações consecutivas da praga ao mesmo modo de ação. Esta janela para os inseticidas do grupo 28 é definido como o período de atividade residual proporcionado pelas aplicações seqüenciais ou
isolada dos inseticidas deste grupo.
• Em seguida desta janela dos inseticidas do Grupo 4 ou do Grupo 28, rotacionar com um bloco de
aplicações de produtos eficientes com diferentes modos de ação antes de retornar as aplicações adicionais dos inseticidas do Grupo 4 ou do Grupo 28.
• O período total de exposição de todo o "Grupo 28 - Diamidas" aplicado ao longo do ciclo da cultura (do plantio à colheita) não deverá exceder mais do que 50% do ciclo da cultura. Outras práticas do manejo da resistência de pragas incluem:
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e
apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-brorq.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).